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Ética cristã (18) matrimonio e familia
Ética cristã (18) matrimonio e familia

                            NAMORO NOIVA E CASAMENTO

          Êxodo 34.14-16; 2 Coríntios 6.14-18.

 

Êxodo 34

14 - Porque te não inclinarás diante de outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; Deus zeloso é ele;

15 - para que não faças concerto com os moradores da terra, e não se prostituam após os seus deuses, nem sacrifiquem aos seus deuses, e tu, convidado deles, comas dos seus sacrifícios.

16 - e tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se após os seus deuses, façam que também teus filhos se prostituam após os seus deuses.

 

2 Coríntios 6

14 - Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?

15 - E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?

16 - E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

17 - Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei;

18 - e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso. 

Se você já teve a oportunidade de ir à zona rural e observar os animais puxarem o arado ou o carro de boi entenderá perfeitamente a alegoria bíblica. É muito interessante analisar como é importante eles pertencerem à mesma espécie e possuírem as mesmas características físicas. Quanto maior for a semelhança entre eles, melhor fluirá o trabalho no arado. Assim é no casamento, quanto maior compatibilidade houver entre o casal, mais fácil e feliz serão o processo de adaptação ao casamento e a convivência entre os cônjuges.

Há muitas coisas na vida nas quais você não pode exercer seu direito de escolha, como por exemplo a família, ninguém escolhe em que lar irá nascer. Todavia, Deus é tão maravilhoso que nos permite decidir com quem formaremos uma nova família. Isto é um presente concedido pelo nosso criador e como todo presente, podemos fazer com ele o que desejarmos. Rejeitá-lo ou aceitá-lo, aproveitá-lo o máximo possível, ou ainda dá-lo para outra pessoa. Esta é a segunda decisão mais importante da nossa vida — a primeira é aceitar a Jesus como Salvador — e, portanto, deve ser feita com muito cuidado, e obedecer a alguns critérios: A pessoa possui um compromisso firme com Deus? As diferenças socioeconômicas são perfeitamente conciliáveis? Feito isso, os propósitos traçados por Deus para o casamento, que é um processo contínuo e dinâmico de adaptação e aperfeiçoamento conjugal, como a felicidade do casal, o companheirismo, a intimidade, a origem de novos lares, a vitaliciedade e o testemunhar de Cristo serão plenamente atingidos.

A família é a unidade básica do gênero humano, instituída por Deus no Éden, a partir do marido e da mulher (Adão e Eva), como meio de propagação da raça humana. Em resumo, é o conjunto de pessoas unidas por laços de parentesco, partindo do casamento. Quando Deus estabeleceu a família, também designou um local apropriado para que o primeiro casal constituísse o seu lar, que é o ambiente onde mora a família. A comunidade, desde a menor até à metrópole, depende do lar para a sua existência; por isso, quando o lar fracassa e se desmorona, a comunidade torna-se um caos.

 

  1. NAMORO
  2. Definição do termo. Namorar é literalmente “despertar amor em alguém”. O termo é uma redução ortográfica do verbo enamorar. Namoro, no sentido sério, é uma fase de conhecimento social e amoroso entre um homem e uma mulher que pretendem se casar.
  3. Namoro de verdade. É evidente que estamos a tratar de namoro responsável, de compromisso, de duas pessoas que estão com o propósito de casar e estabelecer uma família. Não estamos a falar aqui de duas pessoas irresponsáveis, imaturas e compulsivas, que encaram o namoro como um passatempo sem propósito; uma aventura passional, fruto de compulsão, de uma febre, de imitação.
  4. O namoro hoje. O namoro hoje está ocorrendo quase todo fora do lar e infelizmente deixou de ser romântico e doméstico. Por isso, quase não há mais namoro realmente afetivo, e sim de motivação instintiva; logo, há tanto envolvimento sexual no namoro hoje. 
  1. O JUGO DESIGUAL NO NAMORO, NOIVADO E CASAMENTO (2Co 6.14)

Não está dito “o jugo”, como se fosse um só, mas “um jugo”. Jugo é um implemento de trabalho, tipo canga, que se unem os bois para puxarem o arado ou o carro. O “jugo desigual” do qual fala o texto bíblico, ocorre quando se coloca no mesmo jugo animais de espécies diferentes, o que é proibido na lei de Deus (Dt 22.10; Lv 19.19). Esses animais são também diferentes no tamanho, na altura, no passo, na força, na alimentação etc. Em 2 Coríntios 6.14-17, a Bíblia, usando o termo jugo figuradamente, apresenta lições práticas preventivas para a vida do crente, a fim de que este evite a antibíblica e pecaminosa comunhão com o descrente. Este pode tornar-se “bonzinho” e até mesmo “quase crente” para conquistar o pretendente ao namoro, mas jamais mudará de vida, como está escrito em João 3.3,5 e 2 Coríntios 5.17.

  1. Jugos desiguais na vida. Alguns desses casos podem não parecer jugos desiguais agora, mas se não forem evitados hoje no namoro e no noivado, eles levarão a um casamento problemático, indesejável e infeliz.
  2. a) O jugo desigual da fé, da religião e da igreja. A ordem divina contrária é bem clara em textos como Deuteronômio 7.3,4; Esdras 9.2,12; Neemias 13.25. A doutrina bíblica é esclarecedora: “Casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor” (1Co 7.39). O namorado incrédulo não tem compromisso com a doutrina bíblica, com a vontade de Deus, com a santidade, com a pureza de atitudes.
  3. b) O jugo desigual do caráter. Quando lemos Mateus 5.13,14 e Filipenses 2.15; 4.8, temos a certeza de que o caráter cristão não se coaduna com o caráter tortuoso de quem não teme a Deus.
  4. c) O jugo desigual da idade. Se a diferença de idade é descabida, absurda e inadmissível, num curto prazo isso se transformará num jugo entre os dois. A idade, no seu devido tempo, afeta na pessoa as suas emoções, a cosmovisão da vida, o comportamento social, a vitalidade, a mentalidade, etc.
  5. d) O jugo desigual socioeconômico. Não parece, mas se isso não for amplamente abordado no devido tempo, pode tornar-se um jugo, como a disparidade na escolaridade, feitio da personalidade, status social, doença crônica ou preexistente, estado civil pré-matrimonial, etc.
  6. e) O jugo desigual e suas consequências nos filhos amanhã. Em Neemias 13.23-26, vemos os males resultantes do casamento de crente com incrédulo recaírem sobre os filhos. Eles perderam a sua identidade como povo do Senhor.

 

III. NOIVADO

 

É a fase de preparação para o casamento. Nos tempos bíblicos, o noivado já era a primeira fase do casamento, e portanto não podia ser desfeito banalmente como hoje. Enquanto noivos, antes das bodas, o rapaz e a moça residiam normalmente com os seus pais, sem qualquer envolvimento sexual.

  1. A escolha do futuro cônjuge. A primeira escolha mais importante de toda nossa vida é a de aceitar a Jesus como nosso Salvador e Senhor. A segunda é a de um cônjuge, para juntos compartilharmos a jornada da vida. Isso dá uma ideia da inestimável importância do casamento para quem o leva a sério. Uma escolha malfeita terá más consequências pelo resto da vida, a menos que o casal recorra a Deus.
  2. O lado espiritual da escolha. “Do Senhor vem a mulher prudente” (Pv 19.14). Para uma acertada escolha é preciso depender de Deus, que conhece todas as coisas e pessoas. Isso é válido para o homem e para a mulher (Ver Gênesis 24, todo o capítulo). Buscar a Deus, de coração e sem reservas, é o primeiro passo nesse sentido.
  3. O lado humano e pessoal da escolha. “O que acha uma mulher acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do Senhor” (Pv 18.22). Achar é resultado de uma procura; é a parte humana neste assunto.
  4. O noivado em si. Os noivos deverão a todo custo buscar aconselhamento pré-marital na igreja, sob a forma de curso ou reuniões específicas para isso, e também conversar com o pastor da igreja sobre o assunto. Isso feito com oração e propósito dos noivos de viverem nos caminhos do Senhor, conforme Efésios 5.21-33; 6.1-4 muito ajuda na estabilidade e felicidade do casamento.

 

  1. CASAMENTO

O casamento é uma instituição social de origem divina, fundada no princípio da raça humana, para dar origem e sustentação à família (Gn 2.22-24; Mt 19.4-6). Quanto ao ato, o casamento é um concerto, ou aliança, feito entre pessoas de sexos opostos — diante de Deus, da família, da igreja — de serem marido e mulher enquanto viverem (Ml 2.14).

  1. O casamento — a fase de união. É a fase da união dos noivos. O bom casamento é mais do que uma união de corpos; é uma comunhão plena de duas pessoas por amor. “Unir-se-á à sua mulher” (Gn 2.24; Mt 19.5). Um bom casamento deve ser também a união de duas famílias.
  2. O casamento — um estado digno e honroso (Hb 13.4). Isto acha-se também em Salmos 107.41; Efésios 5.31. O fato de Jesus comparecer a uma festa de casamento em Caná da Galileia, e ali realizar o seu primeiro milagre, muito dignifica o casamento.
  3. O casamento — uma mudança de vida. O casamento como Deus o instituiu não muda nunca.
  4. a) Gênesis 2.24. O casamento na sua gênese. “Deixará o homem seu pai e sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne”. Casar é passar a viver independente dos pais.
  5. b) Mateus 19.5. O casamento nos dias de Cristo. O texto bíblico inicial não mudou nada. Casar é viver a dois indissoluvelmente.
  6. c) Efésios 5.31. O casamento nos dias da Igreja. O texto bíblico inicial de Gênesis 2.24 em nada mudou, no sentido de tornar-se, vir a ser. Casar é um processo contínuo e dinâmico de adaptação e aperfeiçoamento conjugal. Quando da criação do ser humano, de um só (Adão), Deus criou os dois (Adão e Eva); no casamento, Deus, dos dois quer fazer um.
  7. Propósito de Deus para o casamento. Alguns dos propósitos de Deus no casamento:
  8. a) Felicidade em geral do casal. “Bem-aventurado” (Sl 128.2); “seja bendito” (Pv 5.18a); “goza a vida” (Ec 9.9).
  9. b) Companheirismo, intimidade e complementação mútua do casal (Gn 2.18,24; 1Co 11.11).
  10. c) Dar origem a novos lares. Novas famílias para a preservação da raça humana (Mt 19.5).
  11. d) Vitaliciedade (Mt 19.6).
  12. e) Testemunhar de Cristo e da sua Igreja (Ef 5.31,32).

Sempre que alguém da família está debilitado espiritualmente, toda a família sofre. O “jugo desigual”, tanto no namoro, noivado e casamento quanto em outras áreas de amizade, traz desequilíbrio à vida cristã individual e familiar. Que ninguém pense em ser feliz na vida em família, sem atentar para as normas bíblicas do Criador que a instituiu.

“A nossa mensagem é dirigida especialmente aos jovens que pretendem constituir um lar. Começamos pelo período do noivado, que é tempo certo para o lançamento das bases para o enlace matrimonial. Passaremos agora a uma série de recomendações que podem constituir pré-requisitos para um casamento feliz:

  1. a) Vida de oração — Os noivos devem orar muito a Deus, reservar tempo a esse exercício sagrado, ao invés das horas de aproximação excessiva...
  2. b) Certos da vontade do Senhor — Antes da decisão, devem ter certeza de que o casamento é a vontade de Deus...
  3. c) Firmeza de propósitos — Devem possuir firmeza de propósitos quanto a obediência à sã doutrina, na direção do Espírito Santo...
  4. d) Proteção à integridade do casamento — Os jovens que se amam e se respeitam não serão egoístas, pois visarão à felicidade e ao bem-estar um do outro. Cada um fará a sua parte para proteger a integridade do casamento, sabendo que, ao se tornarem marido e mulher, terão toda a liberdade.
  5. e) Domínio em todas as circunstâncias — Devem conservar-se sem culpa diante de Deus. Um casamento pode chegar à ruína se os contraentes levarem para ele o peso de culpa, por causa das liberdades que mantiveram antes ou durante o noivado. Tais comportamentos podem gerar desconfiança, frustração e atrair maldição de Deus.
  6. f) Preparo psicológico e espiritual — O amor alicerçado na sinceridade e no respeito pode se tornar puro como diamante e mais forte do que a morte.
  7. g) Preparo econômico — A fé em Deus não induz ao descuido e à displicência. Ao contrário, produz suficiente visão dos deveres e responsabilidades quanto à constituição e manutenção do lar... Daí a importância do jovem, antes do casamento, conseguir trabalho capaz de assegurar-lhe essas condições, mesmo que em proporções mínimas, em função da nova vida.
  8. h) Preparo físico — O despreparo físico ou falta de saúde de um dos jovens podem transformar o casamento em um peso, uma frustração.

Por fim, o casamento é o passo decisivo e o começo de uma jornada que pode durar longos anos. É o propósito de Deus, bem como a esperança dos pais que a vida conjugal dos filhos seja assinalada de alegria, de prosperidade, de bênção do céu e plenamente feliz. Só assim estarão tranquilos, e Deus será glorificado.

Com o casamento, evidencia-se o amor mútuo, que gera o senso de pertencer um ao outro, o desejo de ajudar e procurar o ajustamento necessário como companheiros da mesma sorte. As lutas, as vitórias, os problemas e a alegria são comuns a todo lar. O casamento exige o cumprimento, com dignidade, das promessas de honrar, proteger, ajudar e ser fiel um ao outro, até que a morte os separe” (...E Deus fez a família. CPAD, pp.45-48).

 

     CUIDADO COM O MUNDANISNO NA FAMILIA

                         Gênesis 2.18,21-24.

18 - E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.

21 - Então, o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.

22 - E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.

23 - E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.

24 - Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.

Antes porém, uma pergunta: “Você sabe o que é letramento”? Não? Letramento é tanto um resultado quanto um estado. É o resultado da ação de ensinar e aprender as práticas sociais de leitura e escrita e, também, a condição que adquire um indivíduo como consequência de ter-se apropriado da escrita e de suas práticas sociais. É mais do que saber ler e escrever. Portanto, caso seja possível, avalie às condições de letramento de seus alunos. Distribua uma folha para cada aluno, a fim de que desenvolvam o tema: A família cristã que desejamos.

Família: Comunidade constituída por um homem e uma mulher, unidos por laço matrimonial, e pelos filhos nascidos dessa união.

O Diabo sempre intentou destruir a família (1 Pe 5.8). Entretanto, Deus tem colocado à disposição do crente um verdadeiro arsenal do Espírito Santo através da Bíblia Sagrada: a oração, o jejum, a leitura bíblica, o poder do sangue de Cristo e a comunhão com o Espírito Santo; são armas poderosas que devemos utilizar para combater o Maligno em sua fúria contra a família (2 Co 10.4,5; Ap 12.11; 2 Ts 3.3; 1 Jo 2.13,14).

  1. O CASAMENTO, O LAR E A FAMÍLIA

 

  1. Origem do casamento. Deus viu que a solidão não seria boa para o homem (Sl 68.6; 113.9). Por isso, fez-lhe uma adjutora para viver em sua companhia (Gn 2.18,21-23). Deus uniu o homem à sua mulher, a fim de serem “uma só carne” (Gn 2.24). Portanto, a união conjugal tem de ser monogâmica, heterossexual e indissolúvel. Ou seja: o casamento bíblico é a união de um homem com uma mulher até que a morte os separe. Fora disso, qualquer tipo de união conjugal é “abominação ao Senhor” (Lv 18.22; 20.13; Rm 1.27; 1 Co 6.10).
  2. Origem da família. Antes de estabelecer a Igreja, Deus criou a família e determinou regras para o seu desenvolvimento. Embora o Criador haja destinado apenas uma mulher para o homem, o pecado levou o ser humano à poligamia, à fornicação e ao adultério, ignorando o padrão da vida conjugal estabelecido por Deus (Gn 2.24; 4.1).
  3. Origem do lar. O primeiro lar foi formado por Deus. Neste lar havia amor, paz, saúde e alegria (Gn 2.25). Até o trabalho era realizado sem estresse (Gn 2.5,15). O mais importante, porém, era a presença de Deus (Gn 3.8a). Sendo esta também indispensável ao lar cristão, deve ser buscada e cultivada por todos os membros da família.O casamento monogâmico, o lar e a família são projetos divinos estabelecidos para a felicidade da humanidade.

 

  1. OS ATAQUES CONTRA O CASAMENTO
  2. O ataque no Éden. O primeiro ataque ao casamento ocorreu no Éden. Daquele episódio, surgiu a inclinação inata do ser humano para pecar, trazendo como consequências a iniquidade, as doenças, o envelhecimento e a morte física e espiritual.
  3. Formas iníquas de união. Nestes dias trabalhosos e difíceis, os ataques (e como sempre disfarçados e “justificados”) contra o casamento são os mais diversos. O que dizer do divórcio? Ou do casamento homossexual (Lv 18.22; 20.13; 1 Co 6.9-10; 1 Tm 1.10). Quem assim procede, sofrerá o juízo divino (Gn 19.5,24; 1 Rs 14.24; Rm 1.26; Hb 13.4; Jd v.7; Gl 6.7). O homossexualismo é um ataque frontal ao casamento.

A Igreja do Senhor Jesus, como “coluna e firmeza da verdade” (1 Tm 3.15), não pode deixar de protestar contra tais coisas. O matrimônio deve ser valorizado conforme recomenda a Palavra de Deus (Hb 13.4a).Os ataques contra o casamento iniciaram no Éden e, desde então, não têm cessado: homossexualidade, divórcio. A igreja, porém, deve protestar contra tais coisas.

 

III. OS ATAQUES CONTRA A FAMÍLIA 

  1. O primeiro ataque da serpente à instituição familiar. No Éden, o Diabo atacou frontalmente o casamento e a família. Por causa do pecado, o primeiro casal foi expulso do jardim (Gn 3.23,24), gerando uma série de males entre os quais o assassinato de Abel (Gn 4.2-8). O pecado transtornou, profanou e perverteu o ser humano (Rm 7.8-24).
  2. Ataques à família. Ao longo dos tempos, o inimigo vem atacando continuamente à família de diversas maneiras:
  3. a) Infidelidade conjugal. A vontade de Deus é que os cônjuges se amem mutuamente (Ef 5.25; Tt 2.4). Temos de fugir da infidelidade (1 Co 6.18a). O começo pode ser um olhar, uma conversa, levando em seguida à consumação do pecado. Para evitar a infidelidade conjugal, os cônjuges podem adotar medidas simples, mas eficazes, sempre com a graça de Deus:
  • Buscar a Deus em oração. Orando juntos, diária e constantemente, o casal fortalece os laços espirituais e conjugais (Mt 26.41);
  • Ler a Bíblia diariamente. É indispensável ao casal ler a Bíblia todos os dias. Alguns dizem que não há tempo, mas a verdade inconteste é que “há tempo para todo o propósito debaixo do céu” (Ec 3.1);
  • O esposo deve dar prioridade à sua esposa. Volte a cultivar o carinho, o afeto, e a expressão do amor conjugal para com a mulher de sua mocidade (Ef 5.25-28).
  • A esposa deve dar prioridade a seu esposo (Ef 5.33). A mulher cristã, com prudência e amor, torna-se um esteio contra a infidelidade conjugal. Buscando a sabedoria divina, ela haverá de preencher as necessidades emocionais e afetivas de seu cônjuge.
  1. b) A ausência de Deus no lar. Nada pode preencher a falta de Deus no lar, a não ser o próprio Deus. A ausência de Deus no lar é a causa de alguns problemas que afetam o casamento e a família como um todo. Como vencer esse terrível inimigo?
  • Cada membro da família, a partir do casal, deve tomar a decisão de servirão Senhor, sem nunca descuidar-se do culto doméstico. Faça como Josué: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). Além disso, frequente a igreja juntamente com o seu cônjuge e filhos.
  • Levar a família a valorizar a igreja local (Sl 122.1; 27.4; 84.10; Ec 5.1). É importante que os pais dêem exemplo aos filhos, não apenas mandando-os para a igreja, mas indo com eles à casa do Senhor. Incentive-os a tomar parte nas atividades da igreja local.Os cônjuges podem neutralizara infidelidade conjugal por meio da oração, da leitura das Escrituras, do respeito e amor recíprocos.

 

  1. FORTALECENDO O LAR CONTRA OS ATAQUES DO MAL
  2. Os ataques modernos à família e como vencê-los. Conforme já dissemos, são muitos os ataques à família nos dias atuais.
  3. a) A inversão de valores. A família está sendo destruída por novelas iníquas, escritas e produzidas por pessoas distanciadas dos valores legitimamente cristãos, e pelas publicações que zombam da Palavra de Deus (Is 5.20).
  4. b) A tecnologia como instrumento do mal. A televisão e a internet, por exemplo, vêm sendo traiçoeiramente usados pelo Diabo para contaminar preciosas vidas. A Igreja do Senhor Jesus precisa, no poder do Espírito Santo, reagir contra o uso inadequado e pecaminoso desses meios de comunicação em massa. Se não reagirmos, a família cristã sofrerá pesadas consequências.
  5. É necessário tomar posição. Josué afirmou: “... porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). A maior parte dos ataques contra a família tem sucesso, porque os responsáveis pelos lares cristãos não tomam diante de Deus, uma posição firme e corajosa contra essa perversa inversão de valores (Ef 6.4b; Dt 22.8).
  6. É necessário temer a Deus e andar nos seus caminhos. “Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos!” (Sl 128.1). As promessas de que trata o salmo são bênçãos extraordinárias sobre a família, incluindo o líder, a esposa, os filhos e os filhos destes conforme promete Deus. Mas há um preço a pagar: Deus exige santidade no lar de quem lhe professa o nome (Hb 12.14; 1 Pe 1.15).
  7. É necessário edificar a casa sobre a Rocha (Mt 7.24; Sl 127.1). Edificar a casa “sobre a rocha” é edificar o casamento, o lar e a família, sobre Cristo Jesus, que é a “a pedra”, ou a rocha dos séculos (Mt 21.42; Lc 20.17; 1 Pe 2.7). Muitos crentes edificam sua casa sobre a areia (Mt 7.27), e amargam as consequências. Como está você construindo o seu lar?Para vencer os ataques contra a família é necessário temer a Deus, andar em seus caminhos e edificar a casa sobre a Rocha.Hoje, mais do que nunca, é necessário manter a família nos padrões estabelecidos por Cristo. Quando tomamos uma firme posição de manter o nosso lar na Palavra de Deus, como o fez Josué (24.15), certamente levaremos a nossa família a entrar na Arca, que é Cristo (Gn 7).

 

“Família, Centro de Comunhão

Deus é quem decidiu criar a família. Esta foi formada para ser um centro de comunhão e cooperação entre os cônjuges. Um núcleo por meio do qual as bênçãos divinas fluiriam e se espalhariam sobre a terra (Gn 1.28). Não era parte do projeto célico que o homem vivesse só, sem ninguém ao seu lado para compartilhar tudo o que era e tudo o que recebeu da parte de Deus.

O homem sente-se pessoa não apenas pelo que é, mas também quando vê o seu reflexo no outro que lhe é semelhante. Portanto, a sentença divina ecoada nos umbrais eternos expressa o amor e o cuidado celeste com a vida afetiva do homem. Para Deus, ‘não é bom que o homem esteja só’ [...] A solidão é um agravo à saúde psicofísica da criatura humana e, por mais esta razão, Deus não deixaria a criatura feita à sua imagem sem um semelhante para comungar [...]

Homem e mulher fazem, portanto, parte do mesmo projeto celífluo. Sentem-se tão necessários à existência do outro quanto dependem individualmente do ar que respiram. Esta interdependência é inerente à formação espiritual e moral do próprio ser. Faz parte do mistério, da teia de encontros e desencontros, de fluxo e refluxo que cercam a união entre homem e mulher. A união conjugal, portanto, antes de ser um contrato jurídico, era um ato de amor, companheirismo e cumplicidade em que as principais necessidades humanas eram plenamente satisfeitas”.(BENTHO, E. C. A família no Antigo Testamento: história e sociologia. RJ: CPAD, 2006, p.24-5.)

 

Todo verdadeiro cristão está biblicamente comprometido com a integridade e a felicidade da família. É a vontade de Deus que a família seja preservada das malévolas influências culturais, sociais, políticas e filosóficas de uma sociedade secular, atéia e anticristã. É necessário que Deus e as Escrituras sejam o centro da família. É essencial que cada um dos membros familiares reconheça que o lar somente é cristocêntrico, quando as decisões domésticas consideram a vontade de Cristo e os ensinos das Escrituras. Às vezes, não buscamos a vontade de Deus para as decisões que desejamos assumir a respeito de certos assuntos familiares, e, depois, desejamos que Ele nos socorra das ações equivocadas que adotamos. Quão maravilhoso é ouvirmos as Escrituras e seguirmos a vontade de Cristo para a família! Portanto, antes de agir, ore! Antes de decidir, leia as Escrituras!(fonte CPAD)

fonte www.avivamentonosul21.comunidades.net