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Familia cristã o casamento (2)
Familia cristã o casamento (2)

                        CASAMENTO CRISTÃ N.2

 

Alguém se refere a Mateus 25, na parábola das dez virgens, alegando ser um casamento polígamo. Ledo engano. Como Jesus iria comparar a sua vinda a um casamento polígamo?

Na verdade, o texto, parte do Sermão Profético, refere-se a um casamento oriental, em que os noivos eram esperados para a cerimônia matrimonial por dez virgens, ou dez damas de honra, que portavam lamparinas acesas.

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 22.

≪...esposo de uma só mulher...≫ Essas palavras tem sido variegadamente compreendidas. Certamente indica os pontos seguintes:

  1. O líder cristão de uma igreja não pode ser culpado de ≪poligamia≫. Isso contradiz as normas judaicas, tendo elevado o ideal cristão do casamento monógamo, provavelmente baseado nos ensinamentos de Cristo sobre o assunto, conforme se vê em Mat. 19:3 e ss. Visto que isso e contrario a poligamia, certamente e também contrario ao concubinato, que e apenas uma forma disfarçada de poligamia, e de pior espécie, embora houvesse realmente pouca diferença entre as duas condições no antigo judaísmo, além do que o ≪concubinato≫ não estava sujeito a qualquer estigma social.
  2. Provavelmente isso também e contra qualquer líder cristão que se tenha divorciado e se tenha casado novamente, porquanto deve ser seguido o conceito do matrimonio ideal, instituído pelo Senhor Jesus. A ≪exceção paulina≫ a lei que veda o divorcio, quando um dos cônjuges e ≪incrédulo≫ (ver I Cor. 7:13-15), provavelmente significa que tal pessoa deve ter direito a liderança eclesiástica, se para tanto estiver preparado em todos os outros particulares. Isso se deve ao fato que um irmão ou uma irmã não estão em ≪servidão≫ nesses casos, e isso su b entenderia o direito de se casarem novamente. O passado seria esquecido no cristianismo, e as novas relações, estabelecidas dentro da nova fé crista, suplantariam todas as relações e condições anteriores. A igreja evangélica não tem reconhecido esse ponto, mas parece ser um ensinamento paulino genuíno, embora não apareça nos evangelhos. (O trecho de Rom. 7:3 encerra a nota expositiva extensa sobre o divorcio, onde varias passagens bíblicas são reunidas sobre a matéria. Ver também I Cor. 7:13-15, e as notas expositivas ali existentes, sobre a ≪exceção paulina≫). Portanto, se um irmão qualquer se divorciou de uma ≪crente≫, não pode ser líder na igreja. Porem, se se divorciou de esposa incrédula, sobretudo antes dele mesmo ter-se convertido ao cristianismo, ou se tal divorcio foi provocado pela mulher incrédula, e não por ele, então deveria a congregação local reconhece-lo como apto para ocupar posição de liderança espiritual, contanto que, noutros pontos, esteja qualificado para isso. Mas, se porventura o homem e quem se divorciou da mulher, contra a vontade dela, e extremamente duvidoso que, na igreja primitiva, fosse permitido a tal homem ocupar posição de liderança na igreja, mesmo que viesse a contrair novas núpcias.
  3. Fica igualmente proibida a digamia, isto e, segundo matrimonio, após o falecimento da p rim e ira esposa. Parece que isso esta incluso nessa proibição, que envolve aqueles que devem ou nao ocupar ofícios eclesiásticos. Alguns grupos se tem mostrado bastante radicais nesse particular, não permitindo que um homem, casado pela segunda vez, após o falecimento de sua p rim e ira esposa, ocupe cargo de ≪pastor≫ ou ≪supervisor≫. Embora a interpretação desses grupos seja exagerada, pelo que pode parecer improvável que isso seja o ensino deste texto, contudo, a passagem de I Tim. 5:9,11 quase torna necessário que interpretemos, nestas palavras, que o autor sagrado era contra qualquer forma de segundo matrimonio para um oficial eclesiástico. E é provável que assim pensasse o autor sagrado porque tal oficial deveria defender o ideal simbólico do casamento, um homem e uma mulher, conforme e exemplificado no tipo de Cristo e sua igreja. (Ver Efe. 5:32). Além disso, a julgar pelas expressões do quinto capitulo desta epistola, aludidas acima, parece que o autor sagrado julgava que a viuvez perpetua e mais nobre e mais favorável a inquirição espiritual, bem como ao trabalho eclesiástico, do que o estado de um homem casado pela segunda vez. (Ver as notas expositivas nos lugares mencionados, que confirmam este ponto de vista e esta interpretação necessária). Desnecessário e dizer que a igreja, em geral, não tem sentido que esse preceito e obrigatório.

A morte da esposa de um homem anula completamente o seu casamento; pelo que também, se vier a contrair novas núpcias, será marido de uma só mulher. E a analogia da única esposa de Cristo não pode ser aplicada neste particular, porque o matrimonio não foi de terminado como uma das instituições celestes. Contudo, essa interpretação sobre esta expressão, como declaração contraria a um segundo matrimonio, já era forte nos escritos dos pais da igreja que viveram nos séculos II, III e IV D.C. (Ver Tertuliano, ad Uxor, 1.7; Clemente de Alexandria, Strom. iii. 12; Orígenes, Hom. xvii sobre Lucas). Tal ideia foi incorporada em dogmas eclesiásticos posteriores. (Ver Apost. Ch. ordem 1; Apost. Canons, xvii e Constituições Apostólicas ii.2). Os montanistas transformaram em artigo de fé essa regra contra um segundo casamento, apos a morte da p rim e ira esposa.

Atenágoras, apologista cristão que viveu em Atenas, no segundo século de nossa era, chamava de ≪adultério agravado≫ ao segundo casamento, o que nos mostra ate que ponto o ascetismo pode perverter o bom senso moral.

  1. O ponto de vista celibatário e outra interpretação sobre este versículo, dando a entender que a ≪única esposa≫ de um pastor e a igreja, o que significaria que um ≪supervisor≫ não poderia ter outra esposa além dessa. Mas essa e uma interpretação sem base, derivada de preconceitos, sendo tão extremada e ridícula que nem precisa de refutação. A situação inteira tem sido complicada devido a situações especiais surgidas no decorrer da historia da igreja, como também por circunstancias especiais de casos particulares. Por exemplo, consideremos o casamento dos escravos, no império romano. A nenhum escravo era conferido o estado completo do matrimonium, sem importar se o outro cônjuge era escravo ou não. Levantava-se desse modo a duvida se a igreja deveria reputar como valido um casamento que não era reconhecido pelo estado. Em outros lugares dava-se o caso oposto, isto e, alguns governos não reconheciam (como ate o dia de hoje) o ≪casamento religioso≫, a menos que confirmado pela cerimonia ≪civil≫ (o que ocorre ate mesmo no Brasil). Na igreja oriental, os casamentos efetuados antes do batismo (sem importar quem esteja

envolvido) não são reputados como desqualificação para o sacerdócio, se porventura foram posteriormente anulados. O melhor que pode ser feito, portanto, no que tange a qualquer área geográfica, e que os envolvidos procurem fazer uma avaliação honesta sobre os méritos ou deméritos dos casos individuais, quando surgem problemas especiais que envolvem a questão, que não possam ser definidos por qualquer conjunto de regras. As igrejas locais que agem com prudência não se deixarão agrilhoar por qualquer regra isolada sobre quem pode e quem não pode ser um de seus lideres; pelo contrario, haverão de examinar cada caso particular com sabedoria e cautela, porquanto surgem ocasionalmente casos especiais, aos quais não podem ser aplicadas as regras. Não obstante , em qualquer decisão, a tradição eclesiástica não pode ser ignorada, pois a historia eclesiástica poderá oferecer um roteiro seguro. Notemos que a passagem de I Tim. 4:3 condena aqueles que se opunham ao matrimonio (conforme faziam os gnósticos ascetas e os essênios); pelo que podemos concluir que o autor sagrado recomenda que os principais lideres da igreja sejam homens casados, embora isso não seja declarado na forma de um mandamento ou de um dogma positivo. Mas não h a que duvidar que essa e a ≪situação desejável≫. Todavia, um homem solteiro, de grande piedade, não deveria ser barrado de ocupar qualquer oficio eclesiástico. Paulo não era casado, embora provavelmente tivesse sido uma vez. Cumpre-nos observar, por semelhante modo, que as viúvas e ordenado que não se casem novamente (ver I Tim. 5:14), sendo provável que aos ≪viúvos≫ também  se aconselhasse tal medida. Não seria razoável, segundo parece, não permitir viúvos recasados ocuparem ofícios eclesiásticos. No entanto, segundo todas as aparências, e justamente isso que o autor sagrado procura determinar. (Ver o argumento em favor da ≪monogamia≫, em Efe. 5:32).

CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. Vol. 5. pag. 308, 309.

II - O PRINCIPIO DA HETEROSSEXUALIDADE

  1. “Macho e femea os criou.

A origem e os fundamentos do matrimônio remontam ao princípio da Criação. Quando Deus fez o Universo, o planeta Terra, os seres vivos irracionais e todo o ambiente propício para a existência humana, Ele resolveu criar um ser à sua semelhança. E criou “o homem”, o ser masculino (Gn 1.26). No mesmo dia, Ele fez a mulher (Gn 1.27). Os materialistas, profanos e libertinos, apregoam aos quatro cantos que “ninguém nasce homem ou mulher”; quem faz a pessoa ser “homem ou mulher é a sociedade”. Essa é uma das mais indecorosas propostas do Diabo. A Bíblia diz que Deus fez homem e mulher, diferenciando sua condição sexual. A ciência diz que uma pessoa é homem se tiver cromossomos XY, masculinos; e mulher, se tiver cromossomos XX. Diz a Bíblia: “Mas os homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados” (2 Tm 3.13). Para Deus, homem é homem e mulher é mulher. Um dia, os ímpios comparecerão perante o Juízo Final e receberão a declaração de sua sentença, por terem se rebelado contra Deus, distorcendo seus princípios.

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 24, 25.

  1. “E se unira a sua mulher”.

O Supremo Tribunal do Universo (STU) já tem pronta a sentença condenatória, inapelável, em última instância, para os que aprovam o que Deus condena. Portanto, o casamento, para Deus tem que ser realizado, com base no princípio da heterossexualidade: um homem, unido a uma mulher, pelos laços do matrimônio.

A homossexualidade é um dos mais infames atos da rebelião contra Deus. A mídia divulgou entrevista com duas “pastoras”, lésbicas, em que elas usam a Palavra de Deus para justificar sua união, condenada pelo Senhor. É a pior das decisões. Alguém pode pecar, e é compreensível, pois, enquanto estiver no mundo, o ser humano está sujeito ao pecado.

Mas usar a Palavra de Deus, a Lei do Senhor, para justificar o que Ele abomina é pecado imperdoável. E blasfêmia contra o Espírito Santo.

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 26.

III - A INDISSOLUBILIDADE DO CASAMENTO

1, Uma só carne.

No plano de Deus para o casamento, Ele previu a união duradoura entre o esposo e a esposa, durante toda a vida em comum (Gn 2.24). O Criador planejara a vida eterna para o ser humano. Em consequência, a união matrimonial seria eterna.

Na celebração do casamento cristão, os oficiantes enfatizam esse desiderato por causa da realidade da morte física, que pode atingir um ou o outro cônjuge. De fato, não há qualquer justificativa para o fim do casamento, a não ser pelo falecimento de um cônjuge. Somente a falta de amor verdadeiro pode explicar o aborrecimento de um marido por sua mulher, e vice-versa, como causa para a dissolução do casamento.

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 26.

A natureza indissolúvel do casamento vem desde a sua origem: "Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne" (Gn 2.24). O Senhor Jesus Cristo disse que essa passagem bíblica significa a indissolubilidade do casamento: "Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem" (Mt 19.5,6). É uma união íntima

entre duas pessoas de sexos opostos que assumem publicamente o compromisso de viverem juntas; é uma aliança solene, um pacto sagrado, legal e social. Não existe no universo, entre os seres vivos inteligentes, uma intimidade maior do que entre marido e mulher, exceto apenas entre as três pessoas da Trindade.

O voto solene de fidelidade um ao outro "até que a morte os separe", que se ouve dos nubentes numa cerimônia de casamento, não é mera formalidade. Isso tem implicações profundas diante de Deus: "Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade" (Ml 2.14). O compromisso que os noivos assumem é diante de Deus, independentemente de o casal ser ou não crente em Jesus. Isso diz respeito ao casamento per si, vinculado de maneira intrínseca à sua natureza, pois assim Deus estabeleceu essa aliança "até que a morte os separe". Esse voto, ou "juramento", não é para ser desfeito. Os noivos precisam ser conscientizados dessa responsabilidade e para isso é muito importante o curso obrigatório para noivos nas igrejas.

SOARES. Esequias. CASAMENTO, DIVÓRCIO E SEXO A LUZ DA BÍBLIA. Editora CPAD. pag. 16, 17.

Já não são mais dois. A expressão uma só carne indica a união total de duas personalidades a vista de Deus, mas talvez implique também numa verdade metafisica, isto e, que a personalidade humana não se completa enquanto não houver macho e femea, ou polos positivo e negativo.

É verdade que aqui o grego tem o que Deus ajuntou, e não・quem, e que este versículo se refere as relações matrimoniais, e não as próprias pessoas; mas a necessidade de não ser quebrada essa relação implica e exige a permanência dos cônjuges em sua união. Segundo o ensino deste versículo Deus é o criador e preservador da relação do casamento. O matrimonio não é somente uma instituição social e humana. Assim sendo, as regras que regulamentam o casamento não podem ter base nas ideias e preferencias humanas, e nem nas exigências ou conveniências sócias. Deus tem—um proposito especial—nesse tipo de união, a qual deve ser também espiritual, e não somente física, ou seja, não deve ter o objetivo único da procriação. Desfazer essa relação e atrair, mas consequências, não somente para a sociedade, para a família e para os indivíduos envolvidos, mas também para a alma e para o seu progresso na transformação segundo a imagem de Cristo. Juntas, as duas pessoas procuram realizar parte de seus destinos. A negligencia nos deveres matrimoniais, ou a rejeição total desses deveres através do divorcio, criam obstáculos ao progresso da alma. E obvio. pois. que a instituição do casamento e um instrumento usado por Deus para nos instruir. Devemos aprender a cooperar, a abafar nosso egoísmo, a praticar a compaixão, a simpatia, e a assumir responsabilidades. O estado matrimonial ensina, por sua própria natureza, todas essas lições. É possível que Deus tenha em mira outros propósitos metafísicos no matrimonio, isto e. propósitos que afetam o estado da alma neste mundo e no vindouro, mas nas Escrituras não temos muitas informações sobre essa possibilidade. Basta・ nos afirmar que Deus põe grande ênfase sobre a permanência do estado matrimonial. Somente a dissolução da carne pode separar o casal, isto e. desfazer a união, com a exceção exclusiva apresentada no vs. 9.

Ajuntou·. No grego, literalmente, a palavra significa ・jungir・, termo esse comumente usado no grego clássico para expressar os laços matrimoniais. Talvez, tenhamos, nesta expressão, a ideia de união que visa cumprir determinados deveres e objetivos comuns, isto e. alvos, propósitos ou trabalhos que ambas as pessoas tomam a responsabilidade de cumprir como um casal-tal como dois animais ・jungidos* cumprem juntamente o serviço que deles e exigido.

CHAMPLIN, Russell Norman, O Novo Testamento Interpretado versículo por versículo. Editora Hagnos. Vol. 1. pag. 479.

  1. A porta de entrada para do divorcio.

O pecado interfere na união conjugal. Quando o casal não vigia, não ora, não procura obedecer aos princípios de Deus para o casamento, o Adversário da família encontra brecha para interferir na mente de um ou do casal, de modo que a vida a dois se torne insuportável. Seja por causa da infidelidade, do adultério, seja pela prostituição, a fim de que desapareça a razão para viverem juntos. Esse não foi, nem é, o plano de Deus (Mt 19.6), mas o ser humano pode, com permissibilidade de Deus, por fim à aliança conjugal.

LIMA. Elinaldo Renovato de. A família cristã e os ataques do inimigo. Editora CPAD. pag. 27.

Não existe um lar isento de conflitos. Pode haver conflitos mesmo com os relacionamentos mais maduros e mais profundos. Os conflitos fazem parte da vida. Sendo namorados, noivos ou casados surgem diferenças e discórdias mesmo que sejam crentes. Jesus constantemente tinha conflitos com os líderes religiosos do seu tempo. O apóstolo Paulo, durante todo o seu ministério enfrentou conflitos. O problema não está no conflito em si, mas a maneira como lidamos com o conflito. Todo casal tem opiniões, ideias e comportamentos diferentes que podem trazer conflitos, mas o casal de noivos que sabe lidar de maneira cristã com esses conflitos já resolveu a metade dos problemas no seu relacionamento conjugal.

Muitos casais se consideram bem sucedidos em conseguir evitar qualquer confronto com um conflito no casamento. A frase "deixe pra lá" dá a ideia de que o problema não é significante o suficiente para ser resolvido. Ou, também, a pessoa envolvida tem medo de criar desagrados ou encrencas no relacionamento. Portanto, ao surgirem conflitos, um ou ambos usam um meio de evitarem um confronto direto, esperando que o problema desapareça. Pode até desaparecer, mas em geral não é isso que acontece. É inevitável ter maior abertura, sinceridade, honestidade e coragem para enfrentar e procurar resolver o conflito. Às vezes, quando há desejo de um ou de ambos resolverem um conflito, o que acontece? O assunto é trazido à tona, mas em meio a conversa a mulher começa a chorar, ficar em silêncio ou gritar e o homem por sua vez, ignora o seu cônjuge, grita, fica emburrado ou perde o controle de si mesmo, demonstrando sua raiva com demonstrações físicas. Tudo isso tem a tendência de cortar as linhas de comunicação e construir enormes barreiras entre o casal para que não consigam resolver o conflito. Se você como noivo (a) pode aprender o que Salomão falou em Provérbios 15.1, você estará no caminho para uma melhor comunicação e maior capacidade de resolver os conflitos.

O apóstolo Tiago pergunta: de onde procedem guerras e contendas, que há entre vós? De onde, se não dos prazeres que militam na vossa carne? Será que o conflito pode ser resolvido sem brigas? Eu creio que sim. Quando o casal não trata do problema básico que causa o conflito mas ataca um ao outro, às vezes, usando palavrões, nomes feios e demonstrações físicas, surgirá uma grande barreira no seu relacionamento. Sua capacidade de aprender a ser controlado pelo Espírito Santo ainda enquanto é noivo será uma grande bênção para seu futuro relacionamento dentro do casamento. Se, por outro lado, você exige os seus próprios direitos ou quer a sua vontade feita custe o que custar, então não há possibilidade de resolver os conflitos que hão de vir.

Quero deixar com você os passos para resolver qualquer conflito no relacionamento conjugal.

  1. Seja um bom ouvinte e não responda enquanto a outra pessoa não terminar de falar (Tiago 1:19; Provérbios 18:13).
  2. Escolha a melhor hora para conversar (Provérbios 15:23).
  3. Procure identificar e definir o problema básico.
  4. Defina as áreas de concordância e discordância.
  5. Identifique a sua contribuição ao problema.
  6. Dê algumas sugestões de como você pode mudar a sua atitude ou comportamento para ajudar a resolver o problema.
  7. Orem juntos, confessando a sua contribuição ao problema e pedindo orientação de Deus e graça suficiente para operar mudanças na sua vida. Faça a avaliação a seguir para discernir os problemas que causam conflitos. Cada um deve fazer a avaliação individualmente e depois comparar suas respostas na presença do pastor ou conselheiro.

Não havendo um conselheiro à disposição, os noivos podem fazer a avaliação do mesmo jeito, avaliando depois juntos e conversando abertamente sobre as questões em que apresentam diferenças de opinião. Lembre-se, honestidade é essencial no preenchimento da avaliação e na sua conversa com o (a) noivo(a).KEMP, Jaime. Antes de dizer sim. Editora. Mundo Cristão. pag. 72, 74.estudaalicao.blogpsot.com

fonte www.avivamentonosul21.comunidades.net