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historia da igreja primitiva N.6
historia da igreja primitiva N.6

 

                            HISTORIA DA IGREJA N.6

f) Conceito do NT sobre a Igreja.


É interessante pesquisar vários conceitos de igreja no NT. A Bíblia refere-se aos primeiros cristãos como família e templo de Deus, como rebanho e noiva de Cristo, como sal, como fermento, como pescadores, como baluarte sustentador da verdade de Deus, de muitas outras maneiras. Pensava-se na igreja como uma comunidade mundial única de crentes, da qual cada congregação local era afloramento e amostra. Os primitivos escritores cristãos muitas vezes se referiam à igreja como o "corpo de Cristo" e o "novo Israel".  Esses dois conceitos revelam muito da compreensão que os primitivos cristãos tinha da sua missão no mundo.

O Corpo de Cristo:

 
Paulo descreve a igreja como "um só corpo em Cristo" (Rm 12.5) e "seu corpo" (Ef 1.23). Em outras palavras, a igreja encerra numa comunhão única de vida divina todos os que são unidos a Cristo pelo Espírito Santo mediante a fé. Esses participam da ressurreição  (Rm 6.8), e são a um tempo chamados e capacitados  para continuar seu ministério de servir e sofrer para abençoar a outros (1Co 12.14-26). Estão ligados numa comunidade que personifica o reino de Deus no mundo.
Pelo fato de estarem ligados a outros cristãos, essas pessoas entendiam que o que faziam com seus próprios corpos e capacidades era muito importante (Rm 12.1; 1Co 6.13-19; 2Co 5.10). Entendiam que as várias raças e classes tornam-se uma em Cristo (1Co 12.3; Ef  2.14-22), e deviam aceitar-se e amar-se uns aos outros de um modo que revelasse tal realidade.
Descrevendo a igreja com o corpo de Cristo, os primeiros cristãos acentuaram que Cristo era o cabeça da igreja (Ef 5.23). Ele orientava as ações da igreja e merecia todo o louvor que ela recebia. Todo o poder da igreja para adorar e servir era dom de Cristo.

O Novo Israel: Os primitivos cristãos identificavam-se com Israel, povo escolhido de Deus. Acreditavam que a vinda e o ministério  de Jesus cumpriram a promessa de Deus aos patriarcas (Mt 2.6; Lc 1.68; At 5.31), e sustentavam que Deus havia estabelecido uma Nova Aliança com os seguidores de Jesus (2Co 3.6; Hb 7.22, 9.15).
Deus, sustentavam eles, havia estabelecido seu novo Israel na base da salvação pessoal, e não  em linhagem de família. Sua igreja era uma nação espiritual que transcendia a todas as heranças culturais e nacionais. Quem quer que depositasse fé na Nova Aliança de Deus, rendesse a vida a Cristo, tornava-se descendente espiritual de Abraão e, como tal, passava a fazer parte do "novo Israel" (Mt 8.11; Lc 13.28-30; Rm 4.9-25; Gl 3-4; Hb 11-12).

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Características Comuns: Algumas qualidades comuns emergem das muitas imagens da igreja que encontramos no NT. Todas elas mostram que a igreja existe porque Deus trouxe à existência. Cristo comissionou seus seguidores a levar avante a sua obra, e essa é a razão da existência da igreja.

As várias imagens que o NT apresenta da igreja acentuam que o Espírito Santo a dota de poder e determina a sua direção. Os membros da igreja participam de uma tarefa comum e de um destino comum sob a orientação do Espírito.
A igreja é uma entidade viva e ativa. Ela participa dos negócios deste mundo; demonstra o modo de vida que Deus tenciona para todas as pessoas, e proclamam a Palavra de Deus para a era presente. A unidade e a pureza espirituais da igreja estão em nítido contraste com a inimizade e a corrupção do mundo. É responsabilidade da igreja em todas as congregações particulares mediante as quais ela se torna visível, praticar a unidade, o amor e  cuidado de um modo que mostre que Cristo vive verdadeiramente naqueles que são membros do seu corpo, de sorte que a vida deles é a vida de Cristo neles. 

 

(Notas fonte a vida no novo testamento Ed.vida nova,2007)

 

  MUSICA NA IGREJA PRIMITIVA

 

                 A MÚSICA NAS IGREJAS DOS PRIMEIROS SÉCULOS. CITAÇÕES

(Nenhum relato mostra instrumentos sendo usado em nenhuma igreja, pelo menos as não heréticas, pelo menos até 300 DC!). (Melhor dizendo, até 1300, certamente; talvez mesmo até 1400, falta-nos repesquisar melhor).

Não chegamos ainda ao ponto de crer que de modo algum, em hipótese alguma, instrumentos alguns podem ser usados no culto a Deus nas nossas igrejas. (Cremos que as palavras "salmos" e "salmodiar", usadas em relação a igrejas, implicam no acompanhamento por harpa onde são dedilhados arpejos ou a melodia). Mas, para que ponderemos gravemente no assunto instrumentos e seus usos, e os saibamos melhor adequar à vontade de Deus, citaremos aqui o que grandes santos de Deus relatam sobre o assunto:

4.1. PAIS DA IGREJA:

Primeiramente, vejamos 7 entre as muitas citações de alguns dos chamados "Pais da Igreja", os maiores líderes das igrejas nos primeiros séculos, historiadores fielmente escrevendo testemunhos oculares.
- MÁRTIR: "O simplesmente cantar não agrada crianças (os judeus), mas o cantar acompanhados de instrumentos sem vida [artificiais], de danças e de bater de palmas, lhes agrada [muito]. Por isto, o uso deste tipo de instrumentos [artificiais] e de outras coisas agradáveis a crianças foi removido das músicas das igrejas, e ficamos com o puro e singelo cantar [acapela]". (Justino Mártir, no ano 139 depois de Cristo. Mártir nasceu em 100 DC, ao tempo que João escrevia o Apocalipse ).
- MÁRTIR: "O uso de música não foi recebido nas igrejas cristãs da maneira que ela era entre os judeus, no estado infantil deles, mas somente [foi aceito pelas igrejas] o uso do puro e desadornado cantar [com os puros lábios, acapela]." (Justino Mártir, 139 AD. Voltamos a ter crianças entre nós, Nadabes teimosamente amantes de modismos, outros de decibéis, outros de palmas, danças, ritmos).
- CLEMENTE: "Ademais, Rei Davi, o Harpista de quem falamos acima, nos incitou à verdade e para longe dos ídolos. Tão distante estava [Davi] de cantar os louvores de demônios, que estes foram postos em fuga por ele, com a verdadeira música; e quando Saul estava possesso, Davi o curou meramente por tocar a harpa [não é dito que Davi cantou]!. [Em contraste] O Senhor [como supremo artífice] formou no homem um [o mais] lindo instrumento, que respira [com vida], [criado] à Sua própria imagem. Seguramente Ele mesmo [o Cristo] é um instrumento de Deus, totalmente harmônico, melodioso e santo, a sabedoria acima deste mundo, a Palavra celestial" ... "Aquele que brotou de Davi e todavia era antes dele, o Verbo de Deus, zombou e desprezou a lira e a cítara, aqueles instrumentos sem vida. Pelo poder do Espírito Santo, Ele dispôs em harmoniosa ordem este grande mundo e, sim, o pequeno mundo do homem também, corpo e alma juntos; e nestes instrumentos de muitas vozes do universo, Ele [o Cristo] faz música para Deus, e canta com o acompanhamento do instrumento humano, 'Porque vós sois minha harpa e meu órgão de flautas e meu templo.' [isto é uma aplicação de 2Co 6.16?]. Clemente de Alexandria, 185 DC, "Readings" p. 62).
- CLEMENTE: "Deixai o órgão de flautas [ou gaita] para o pastor [de cabras], a flauta para os homens que temem os deuses-demônios e se enfeitiçam [usando-a] na adoração dos seus ídolos. Tais instrumentos musicais têm que ser expulsos de nossas festas sem a suas asas, pois são mais adequados para os animais brutos e para aquela classe de homens que é menos capaz de raciocinar [espiritualmente]. O Espírito, para purificar a liturgia divina de qualquer tal celebração sem controles, canta [no Salmo 150]:
[a] 'Louvai-O com o som da trombeta' --> porque, de fato, ao som da trombeta os mortos ressuscitarão;
[b] 'Louvai-O com a harpa' --> porque, de fato, a língua é a harpa do Senhor;
[c] 'e com o alaúde-saltério. Louvai-O' --> entendendo a boca como um alaúde-saltério movido pelo Espírito, tal como o alaúde-saltério é movido pelo plectro [a palheta, de marfim ou de ouro];
[d] 'louvai-O com o tamborim e coral [que responde em eco]' --> isto é, a Igreja esperando pela ressurreição do corpo na carne [a pele], [Igreja] que é o coral, [o corpo e] eco [de Cristo];
[e] 'louvai-O com instrumentos de cordas e com órgão,' --> chamando nossos corpos um órgão e seus tendões cordas, porque deles o corpo deriva seu movimento coordenado e, quando tocado pelo Espírito, produz [os maravilhosos, inigualáveis, inimitáveis e insuplantáveis] tons humanos;
[f] 'louvai-O com címbalos sonoros; louvai-O com címbalos altissonantes' --> [címbalos sonoros] significam a língua da boca a qual, com os movimentos dos lábios [címbalos altisonantes], canta as palavras.
[g] Então Ele convoca a toda a humanidade 'Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor', porque Ele reina sobre todo espírito que Ele tem feito. Na realidade, o homem é um instrumento de arco [uma inigualável harpa] para a paz, mas estes outros instrumentos, se alguém se focaliza demasiado neles, tornam-se instrumentos de conflito, para inflamar as paixões. Os Etruscos, por exemplo, usam a trombeta para guerra; os Arcadianos, a corneta; os Siquels, a flauta; os Cretenses, a lira; os Lacedonianos, o tubo de órgão [ou gaita]; os Trácios, o clarim; os Egípcios, o tambor; e os Árabes, o címbalo. Mas, quanto a nós, fazemos uso de somente um instrumento: somente a Palavra [cantada] de paz pela qual adoramos Deus, não mais com as anteriores harpa ou trombeta ou tambor ou flauta, as quais aqueles [pagãos] treinados para a guerra usam." (Clemente de Alexandria, 190AD, "The instructor, Fathers of the church", p. 130).
- EUSÉBIO: (admirável historiador, chamado "O Pai da História da Igreja"): "Antigamente, no tempo em que aqueles da circuncisão estavam adorando com símbolos e tipos, não era inapropriado elevar hinos a Deus [acompanhados] com o saltério e a cítara, e fazê-lo nos dias de sábado... [Hoje, porém] nós [os cristãos] oferecemos nossos hinos com um saltério vivo e uma cítara viva, e com cânticos espirituais. As vozes dos cristãos, em uníssono, são mais aceitáveis a Deus do que qualquer instrumento musical. É de acordo com isto que, em TODAS as igrejas de Deus, unidas em alma e atitude, com um só pensar e em concordância de fé e piedade, nós enviamos ao céu uma melodia em uníssono, com as PALAVRAS dos Salmos [sem instrumentos]." (Eusébio, 260-340 DC).
- AGOSTINHO: "... instrumentos musicais não eram usados. A gaita, o tamborim, e a harpa são aqui [neste mundo] tão intimamente associados com os sensuais cultos pagãos, como também com as orgias desenfreadas e com as performances imorais dos circos e teatros, que é fácil entender os [justificados] preconceitos contra o uso deles [os instrumentos] na adoração." (Agostinho 354 D.C., descrevendo o cantar [na igreja] de Alexandria, sob Atanásio). POR QUE SERÁ QUE, HOJE, ALGUNS DOS NOSSOS IRMÃOS MAIS AMADOS DE MODO ALGUM ADMITEM IMITAR O APÓSTOLO PAULO EM 1CO 8:13: "PELO QUE, SE O MANJAR ESCANDALIZAR A MEU IRMÃO, NUNCA MAIS COMEREI CARNE, PARA QUE MEU IRMÃO NÃO SE ESCANDALIZE" ? POR QUE? QUEM PODE JUSTIFICAR?
- CRISÓSTOMO: "Davi antigamente cantava canções, hoje nós também cantamos hinos. Ele tinha uma lira com cordas sem vida, a igreja tem uma lira com cordas vivas. Nossas línguas são as cordas da lira, tendo um som realmente diferente mas muito mais de acordo com a devoção. Aqui não há necessidade de cítara, ou de cordas esticadas, ou de plectro [palhetinha de ouro ou marfim, para tanger cordas], ou de arte, ou de nenhum instrumento; mas, se você quiser, você mesmo pode se tornar uma cítara, mortificando os membros da carne e fazendo uma completa harmonia entre a mente e o corpo. Porque, quando a carne não mais cobiça contra o Espírito, mas tem se submetido às suas ordens e tem sido profundamente levada no caminho melhor e mais admirável, então você criará uma melodia espiritual." (Crisóstomo, "Exposition of Psalms 41", escrito em 381-398 DC, Source Readings in Music History, ed. O. Strunk, W. W. Norton and Co.: New York, 1950, pg. 70. Crisóstomo viveu em 347-407 DC).

4.2. GRANDES ERUDITOS:

Vejamos, agora, em ordem cronológica, uma amostra de 9 citações entre as muitas dúzias, talvez centenas, que temos disponíveis, dos mais respeitados eruditos e historiadores cristãos, sobre a música no culto a Deus.
- AQUINAS: "Nossa igreja [isto é, o cristianismo, da origem até este nosso século XIII] de modo algum usa instrumentos musicais (tais como harpas e saltérios) para louvar a Deus, para que não pareça [ou ocorra] que ela judaízou-se." (Thomas Aquinas, [1225-1274 DC], Bingham's Antiquities, Vol. 3, pág. 137).
- ERASMO: "Temos [recentemente] trazido para dentro das nossas igrejas certa música teatral e de ópera; um tal confuso e desordenado conflito de algumas palavras [palavras lutando contra sons de instrumentos e contra palavras diferentes] como eu dificilmente penso que existiu mesmo em qualquer dos teatros [dos pagãos] Gregos ou Romanos. As igrejas [catedrais católicas] estrondam com o barulho das trombetas, dos órgãos [gaitas de fole] [NOTA 4] e dulcímeros; e as vozes humanas [da congregação] lutam para se fazer ouvir por debaixo deles. Os homens correm para as igrejas como se fossem para os teatros, para terem seus ouvidos excitados. E, com esta finalidade, fabricantes de órgãos são contratados com grandes salários, e muitos rapazes desperdiçam todo o seu tempo aprendendo estes tons zoantes." (Erasmo, 1466-1536 DC, Commentary on 1Co 14:19).
- LUTERO: "O órgão (!) na adoração é a insígnia [o emblema simbólico] de Baal. ... Os Católicos Romanos o tomaram emprestado dos judeus." (Martinho Lutero, Mcclintock & Strong's Encyclopedia Volume VI, pajé 762).
- CALVINO: "Instrumentos musicais celebrando os louvores a Deus seriam não mais adequados do que o queimar de incenso, o acender de candeeiros, e a restauração de outras sombras da Lei. Os Papistas, portanto, têm imbecilmente tomado isto emprestado, como também muitas outras coisas, dos judeus. Homens que são afeiçoados à pompa externa podem se deleitar naquela barulheira; mas a simplicidade que Deus nos recomenda pelos apóstolos é muito mais agradável a Ele. Paulo nos permite abençoar Deus na reunião pública dos santos, somente em uma língua conhecida (1Co 14:16). Que iremos então dizer do canto de coros que enche os ouvidos com nada mais que um som vazio [vazio porque é atrapalhado pela zoeira dos instrumentos]?" (João Calvino, Commentary on Psalms 33)
- WESLEY: "Não tenho nenhuma objeção ao uso de instrumentos de música em nossa adoração, uma vez que eles não sejam vistos nem ouvidos." (João Wesley, fundador do Metodismo, citado em Adam Clarke's Commentary, Vol. 4, p. 685)
- FULLER: "A história da igreja durante os três primeiros séculos fornece muitos exemplos de cristãos primitivos se enlevando em cantar, mas (que eu possa me lembrar) nenhuma menção é feita de instrumentos. (Se minha memória não me engana), este [uso de instrumentos] originou-se na Idade das Trevas, [o apogeu] do Papado, quando quase que toda outra superstição foi introduzida. Hoje, [instrumentos] são mais usados onde o menor dos respeitos é dado à simplicidade primitiva." (André Fuller, batista, "Complete works of Andre Fuller", Vol 3, P. 520, 1843).
- SPURGEON: "Louvai ao Senhor com a harpa. Israel estava na escola [primária] e usava coisas infantis para ajudá-la a aprender; mas nestes dias quando Jesus nos dá [sólido e maduro] alimento espiritual, pode-se fazer melodia sem instrumentos [mesmo os] de corda e de sopro. Não temos necessidade deles. Eles impediriam ao invés de ajudar nosso louvor. Cantai a Ele. Esta é a mais doce e melhor música. Nenhum instrumento é como a voz humana." (Comentário sobre Salmo 42:4). "Davi parece ter tido uma recordação particularmente terna do cantar [simples] dos peregrinos, e seguramente esta é a mais deliciosa parte da adoração e que chega mais próximo da adoração no céu. Que degradação suplantar o cantar inteligível de toda a congregação pela beleza teatral de um quarteto [não estamos certos se Spurgeon se refere a cantores ou rabecas], foles, e gaita de fole! Tanto podemos [inutilmente] orar mecanicamente como [inutilmente] louvar por maquinários [instrumentos e equipamentos]." (Charles H. Spurgeon, Commentary on Psalm 42. Spurgeon pregou para 20.000 pessoas cada domingo, por 20 anos, no Tabernáculo Batista Metropolitano, em Londres, antes do uso da eletricidade e microfones, e jamais foram instrumentos de música mecânicos usados nos cultos. Quando lhe perguntaram a razão, citou 1Co 14:15 ["Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento"] e então declarou: "Eu tão cedo oraria a Deus com maquinário quanto cantaria a Deus com maquinário."] 
- FINNEY: "Os cristãos iniciais recusaram a ter nada a ver com instrumentos musicais, os quais [sabiam que] eles poderiam ter herdado do antigo mundo [pagão]." (Teodoro Finney, A History of Music, 1947, p. 43)
- LANG: "Todas as nossas fontes [livros] lidam amplamente com a música vocal na igreja, mas se resguardam de mencionar quaisquer outras manifestações da arte musical [na igreja]. ... O desenvolvimento da música Ocidental foi decisivamente influenciado pela exclusão de instrumentos musicais da igreja cristã inicial." - Paul Henry Lang, Music In Western Civilization, pp. 53,54.
- LEICHTENTRITT: "No entanto, na Igreja Cristã inicial, só o cantar era permitido, não o tocar de instrumentos." - Hugo, Music, History And Ideas, p. 34
- NAUMAN: "Não pode haver nenhuma dúvida de que, originalmente, em todos os locais, a música do culto a Deus foi inteiramente de natureza vocal." - Emil Nauman, The History Of Music, Vol. 1, p. 177
- RITTER: "Não temos conhecimento real do caráter exato da música que formava uma parte da devoção religiosa das primeiras congregações cristãs. No entanto, [sabemos que] ela foi puramente vocal." - Dr. Frederick Louis Ritter, History Of Music From The Christian Era To The Present Time, p. 28
- COLEMAN: "Tanto os judeus nos seus cultos no templo, como os gregos em sua adoração aos ídolos, tinham o costume de cantar com o acompanhamento de instrumentos musicais. Os convertidos ao cristianismo têm que ter sido familiares com este modo de cantar ... Mas é geralmente admitido que os primeiros cristãos não empregavam nenhum instrumento musical nos seus cultos." -- Lyman Coleman (Presbiteriano), The Apostolic And Primitive Church, pp. 368-369.
[Talvez lhe pareça estranho que a música fosse inteiramente vocal na igreja inicial, quando instrumentos musicais eram tão comuns na adoração dos judeus e dos gentios. Mas não quando você relembrar que a adoração no Novo Testamento devia ser espiritual em sua ênfase.]
- ROMA: "... os primeiros crentes eram de uma fibra demasiadamente espiritual para substituírem a voz humana por instrumentos sem vida, ou [mesmo] para usar [aqueles instrumentos] como acompanhantes [da voz humana]." -- Catholic Encyclopedia
- CAVARNOS: "Na igreja bizantina, a execução de música por instrumentos, ou mesmo o acompanhamento de cânticos sacros por instrumentos, era proibida pelos Pais [os líderes religiosos] do Oriente [as regiões ao redor e incluíndo a Grécia], como sendo incompatíveis com o caráter espiritual, solene e puro da religião de Cristo." -- Constantine Cavarnos [Grego Ortodoxo], Bysantine Sacred Music
- CLARKE: "A música, como uma ciência, eu estimo e admiro: mas os instrumentos de música na casa de Deus, eu abomino e aborreço. Eles são o abusar da música [o transgredir da música de louvor a Deus]; e eu aqui registro meu protesto contra todas tais corruções na adoração do Autor do Cristianismo." - ADAM CLARKE (comentarista Metodista).

[Por que estes homens objetam tão fortemente contra instrumentos musicais na adoração da igreja? Porque têm compreendido, apropriadamente, que: 
1. [Tais instrumentos] eram uma extrapolação [indevida, pelos judaizantes] da adoração judaica;
2. Como tal, [os usos de tais instrumentos, nos cultos] estavam em desarmonia com a natureza ESPIRITUAL da adoração do NT; e
3. [Os usos de tais instrumentos, nos cultos] se encaixavam bem na Lei Antiga com suas "sombras", não com a VERDADEIRA adoração do NT.

 FONTE SOLASCRPTURA-TT.ORG