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Subsidio BETEL familia adultos 4trim-2016 (N.1-13)
Subsidio BETEL familia adultos 4trim-2016 (N.1-13)

 

 

                                                

      

               CONTEUDO 1 TRIMESTRE 2016 AQUI  

           SUBSIDIOS PARA OS PROFESSORES

 

Lições Bíblicas

LIÇÕES EDITORA BETEL 2016

1º Trimestre de 2016

Janeiro a Março

CASAMENTO E FAMÍLIA

PROJETOS DE DEUS PARA O BEM-ESTAR DA SOCIEDADE 

Comentarista: Pr. Valdir Alves de Oliveira (AD do Gama/DF).

Introdução à Lição

Sumário

Lição 01 - O cristão e a família do século XXI

Lição 02 - Casamento, uma instituição divina

Lição 03 - Deveres da família à luz da Bíblia

Lição 04 - Ataques constantes contra a família

Lição 05 - Exercitando o amor no casamento

Lição 06 - Vivendo a felicidade no lar

Lição 07 - Cultivando o diálogo, a renúncia e a tolerância

Lição 08 - Preservando a ética no matrimônio

Lição 09 - Administrando as finanças no lar

Lição 10 - Superando os conflitos no lar

Lição 11 - A melhor idade na presença de Deus

Lição 12 - As demandas da juventude

Lição 13 - Os desafios de educar filhos       

    

 

             

       PAZ DO SENHOR POSTAMOS 2 SUBSIDIOS

 

      SUBSIDIO BETEL EDUCAÇÃO DOS FILHOS

 

Materialismo: Designa um conjunto de doutrinas filosóficas que, ao rejeitar a existência de um princípio espiritual, relaciona toda a existência à matéria e a suas modificações.

 

Um dos maiores desafios da Igreja, nestes dias trabalhosos e difíceis, é a educação materialista, secularizada e relativista que vai, desde o ensino fundamental até à universidade. As crianças, adolescentes e os jovens são alvos dessa educação permeada de falsas filosofias e enunciados contrários às Sagradas Escrituras.

 

  1. O ENSINO OFICIAL EM NOSSO PAÍS TENDE AO MATERIALISMO 
  1. A educação sexual. A maioria dos pais desconhece o que os seus filhos aprendem sobre sexualidade nas escolas. Trata-se, via de regra, de um ensino antibíblico e pecaminoso. A educação sexual, com base na pureza das Sagradas Escrituras, é dever da família e dos educadores realmente cristãos que, na Bíblia, têm a única regra de fé e prática.
  2. A Nova Era nas escolas. A Nova Era é a religião do Anticristo. Esse movimento vem entrando sorrateiramente nas escolas, onde as crianças são levadas a praticar ritos pagãos e técnicas de relaxamento, que muitos males psicológicos, emocionais e espirituais causam aos nossos filhos, levando-os a perder a capacidade de discernir entre o certo e o errado.Nas escolas, a educação sexual e as técnicas místicas de relaxamento, procedentes das seitas e religiões orientais, afrontam os pais cristãos e confundem as crianças evangélicas.

 

  1. AS CRIANÇAS SÃO ALVOS PREFERENCIAIS DA EDUCAÇÃO MATERIALISTA 
  1. O ateísmo incutido na mente infantil. Quando o comunismo estava no auge, principalmente no leste europeu, sua doutrina era ensinada sistematicamente a partir das crianças. Em nosso país, o ensino materialista vem predominando, especialmente nas áreas de Ciências e História, incutindo na mente das crianças a descrença em Deus por meio da falsa teoria do evolucionismo.
  2. Crianças ameaçadas pelo materialismo. As crianças são alvos fáceis do materialismo ateu. Existe um plano diabólico orquestrado contra elas. Há países em que as crianças não podem sequer agradecer a Deus pelo lanche na hora do recreio.

Os pais cristãos precisam estar mais atentos e orar constantemente por seus filhos. Com sabedoria, verifique quem são os seus professores, qual a linha pedagógica da escola e o que estão aprendendo, pois é grande a influência do materialismo por toda parte. É por isso que a Bíblia adverte-nos a ensinar as crianças no caminho em que devem andar (Pv 22.6; Jz 13.8,12).

  1. O que a Bíblia ensina sobre a educação das crianças?
  2. a) No Antigo Testamento as crianças eram valorizadas. Elas participavam do louvor a Deus ao lado dos adultos. No Salmo 148, os velhos, os rapazes, as donzelas e as crianças são exortados a louvar a Deus. As mulheres e os meninos alegravam-se durante os eventos sagrados (Ne 12.43).
  3. b) No Novo Testamento as crianças foram apresentadas como exemplo. Jesus foi extremamente cuidadoso com as crianças. Certa vez, o Mestre indignou-se e repreendeu seus discípulos por afastarem-nas de sua presença. Asseverou-lhes: “Deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus” (Mc 10.14). Os pais cristãos devem, com graça e conhecimento bíblico, fazer tudo o que estiver ao seu alcance, a fim de que seus filhos sigam a Jesus.
  4. c) As crianças devem ser ensinadas a caminhar com Cristo. Muitos cristãos não cumprem a ordenança do Senhor em relação às crianças. É preciso cuidar delas (Jo 21.15), e remover qualquer obstáculo que as impeça de caminhar com Cristo (Lc 18.16). Ver também Pv 22.6; Ef 6.4.O ateísmo e o materialismo são dois grandes desafios à família cristã. Somente o ensino sistemático das Escrituras é capaz de fortalecer as crianças contra os ataques seculares.

 

III. ADOLESCENTES E JOVENS AMEAÇADOS 

  1. A adolescência. É a idade que vai do final da infância à juventude. A maior parte dos crentes que se desviam do evangelho de Cristo está nessa faixa etária, pois são atraídos irresistivelmente pelo mundo. De acordo com as amizades que eles cultivam, podem ter sua personalidade bem formada, ou deformada. Ler 1 Co 15.33; Rm 16.17; 2 Co 6.14-17. Muitos deles têm como ícones pessoas destituídas do Reino de Deus.
  2. A juventude. Em certas escolas e faculdades, o ensino materialista visa incutir na mente dos jovens idéias ateístas e anticristãs. Entretanto, o jovem cristão, mais do que os outros, tem a seu dispor recursos valiosos para suas decisões. Ele tem a Palavra de Deus e a comunhão da Igreja de Cristo para que o orientem em todos os seus caminhos (Sl 119.9,105).
  3. Os “pontos de apoio”. A família, a igreja e os amigos crentes servem como sustentação para os adolescentes e jovens. Esses "pontos de apoio" são muito importantes e podem marcar toda a sua trajetória na busca de um futuro promissor. Quando os adolescentes cristãos encontram, na igreja, pessoas de sua idade que temem a Deus, tudo começa a caminhar no rumo certo (Sl 119.63). É a promessa divina.
  4. Perigos na formação espiritual. A formação espiritual começa no lar. Se o adolescente e o jovem tiverem uma firme base espiritual na família, poderão encarar, sem medo, a onda de materialismo que varre as escolas seculares. A igreja local pode muito ajudar nesse particular. É nas escolas seculares que se ensina a “teoria da evolução”, negando o criacionismo bíblico. Ao mesmo tempo, fazem apologias ao homossexualismo e a outros comportamentos condenados pela Bíblia Sagrada. Daí a importância do ensino religioso no lar. A Bíblia diz: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra; e luz para o meu caminho” (Sl 119.105).
  5. Amizades perigosas, jovens e adolescentes cristãos correm o risco de ser envolvidos por amizades ímpias. Muitos caem em armadilhas, envolvendo-se com drogas, sexo ilícito e violência. É preciso saber escolher os amigos. Diz o salmista: “Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos” (Sl 119.63). Por incrível que pareça, até nas igrejas, há amizades perigosas. Há pessoas que não se converteram verdadeiramente, influenciando os simples ao pecado. Pais e pastores, estejamos alertas.
  6. Perigos dentro de casa, na internet, nos filmes e novelas condenáveis. Há muitos adolescentes, jovens (e até adultos) que se tornam viciados e escravos da internet. Não oram, não lêem a Bíblia, não frequentam a Escola Dominical, pois deixaram-se escravizar por cenas e imagens geradas no próprio inferno. Cuidado com as visitas aos chats, blogs e flogs. Use a internet com discernimento e temor a Deus.Os adolescentes e jovens necessitam das Escrituras e de “pontos de apoio”, para que vençam os ataques ateístas.

 

  1. UMA PERSPECTIVA DE VITÓRIA 
  1. As portas do inferno não prevalecerão. Respondendo aos discípulos sobre a sua identidade messiânica, Jesus afirmou: Eu “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). Ao longo dos séculos, “as portas do inferno” têm combatido fortemente os arraiais dos cristãos, mas não têm prevalecido, nem haverão de prevalecer. Aleluia!
  2. Temos uma poderosa armadura para vencer. Com a armadura espiritual, a criança, o adolescente, o jovem e o adulto podem vencer os desafios do materialismo nas escolas e onde quer que ele se apresente (Ef 6.10-17). Com o poder de Deus, “somos mais do que vencedores” (Rm 8.37-39).Apesar dos ataques anticristãos à Igreja, as portas do inferno não prevalecerão contra nós, pois temos uma poderosa armadura para vencer os ataques do Maligno. 

Esperamos que essas reflexões despertem os servos de Deus contra os terríveis perigos que rondam e assaltam especialmente as crianças, adolescentes e jovens, através dos ensinos materialistas e ateus ministrados nas escolas seculares. 

 

                “A Ciência como Apologética

 

Nós ouvimos, por todos os lados, que a ciência desaprovou o cristianismo, mas hoje em dia a evidência histórica nos dá uma resposta clara: ao contrário, foi o cristianismo que possibilitou a ciência. Ao invés de nos sentirmos intimidados por ataques feitos em nome da ciência, podemos mostrar que a própria existência do método científico, e tudo o que alcançou, é um grande argumento de defesa da verdade do cristianismo.

Historicamente, muitos cristãos fizeram exatamente isso. Isaac Newton, com freqüência considerado o maior dos primeiros cientistas, era um cristão devoto, cuja procura pela ciência era fortemente motivada pelo seu desejo de defender a fé. Ele acreditava de modo convicto que o estudo científico do mundo precisaria levar diretamente ao Deus que criou o mundo. A ciência nos mostra ‘qual é a primeira causa, qual poder Ele tem sobre nós e quais benefícios nós recebemos dEle’, escreveu Newton, para que ‘o nosso dever em relação a Ele, assim como em relação aos outros, apareça em nós pela luz da natureza’. E por que a ciência nos mostra tudo isso? Porque o assunto da ciência é ‘deduzir as causas a partir dos efeitos, até que cheguemos à primeira causa, que certamente não é mecânica’. Em outras palavras, o mundo pode operar por causas mecânicas, mas quando procuramos as suas origens, deduzimos que a primeira causa deve ser um Ser inteligente e racional”.

 

O cristão é desafiado constantemente a responder a razão de sua fé concernente aos dilemas suscitados pela ciência (1 Pe 3.15; Jd v.3). A ciência moderna costuma distinguir e conceder pesos diferentes entre as afirmações que ela própria faz e as que o cristianismo defende. Para os cientistas, o criacionismo é um assunto que diz respeito à fé e à consciência individual e um problema da religião. E para você? A Bíblia só é digna de crédito se a ciência, a história ou a arqueologia comprovarem as doutrinas bíblicas? Lamentavelmente muitos crentes buscam comprovações científicas para os relatos bíblicos; são servos dos cientistas, não de Cristo; escravos da ciência, não das Escrituras. 

 

 

SUBSIDIO BETEL EDUCAÇÃO DOS FILHOS LIÇÃO N.13  N.2

 

                       Deuteronômio 6.1-9. 

 

Em lições anteriores vimos que grande parte dos pais não acompanha a vida estudantil dos filhos. Em que pese às demandas atuais da vida da família cristã, o que os pais cristãos têm feito pela educação religiosa dos seus filhos? Se, em primeiro lugar, a fé cristã não for ensinada e vivenciada no lar, certamente será impossível aos nossos filhos peregrinarem pelo caminho da retidão. A Educação Cristã é responsabilidade dada por Deus aos pais..

 

 PEDAGÓGICA 

Professor, para introduzir a lição dessa semana, sugerimos que leia o trecho do Manual de Ensino para o Educador Cristão, CPAD: “O mandato ‘Fazei discípulos’ (ARA [Almeida Revista Atualizada]) inclui intrinsecamente o ensino. Mas temos de notar que o ensino requerido aqui é o de determinada espécie, isto é, ‘guardar [obedecer] todas as coisas’ que Cristo ordenou. Em outras palavras, Seus ensinamentos foram designados para produzir informação e transformação [...]”.

 

Educação: Processo de desenvolvimento das capacidades física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social.

 

Educar os filhos não é uma tarefa fácil. Deus, porém, confiou-nos essa tarefa, e dela não podemos fugir. Infelizmente, muitos pais estão terceirizando a educação de seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã. Para que cumpramos essa tão nobre missão é necessário que busquemos a sabedoria que somente Deus pode conceder-nos (Tg 1.5; 3.17). Ainda que contemos com a ajuda da igreja, a responsabilidade de educar é dos pais.

 

  1. EDUCAÇÃO, A MISSÃO PRIORITÁRIA DOS PAIS
  1. O que significa educar? Segundo o Dicionário Houaiss “a palavra educar vem do latim educo e significa ‘criar uma criança’; cuidar, instruir”. Podemos definir educação como ensino e instrução. Não podemos jamais nos esquecer que a Igreja do Senhor tem uma função educadora. Como sal e luz deste mundo ela deve educar e instruir segundo a Palavra de Deus (Mt 28.19,20). Como crentes precisamos ser guiados e orientados segundo as Escrituras, pois ela nos protege das sutilezas do Maligno.
  2. Educação Cristã. Se quisermos uma sociedade melhor, mais justa e solidária, precisamos, como Igreja do Senhor, valorizar o ensino da Palavra de Deus. Para isso, é imprescindível investir na Educação Cristã, pois o seu principal objetivo é levar o crente a conhecer mais a Deus (Os 6.3), contribuindo para que o fiel tenha uma vida reta perante o Senhor e a sociedade. Nesse processo, a participação da liderança é decisiva. Aliás, ensinar é um dos deveres do pastor (1Tm 3.2; 2Tm 2.24).
  3. A educação nas escolas. Vivemos em uma sociedade permissiva, onde faltam valores morais e éticos. Tanto nas escolas públicas quanto nas privadas as crianças e os jovens estão em contato com filosofias ateístas, materialistas e pragmáticas. Tais ensinos, nocivos à fé cristã, já fazem parte do currículo de muitas escolas. Por isso, os pais não podem negligenciar a educação dos seus filhos. Eles precisam, com a ajuda da igreja, ser instruídos para orientar seus filhos (Ef 6.1-4). Os resultados da educação divorciada dos valores cristãos podem ser os piores possíveis: milhares de adolescentes grávidas, aumento das doenças sexualmente transmissíveis, aumento do número de casos de AIDS, etc.Educar é proporcionar uma formação completa ao educando: espiritual, moral e social. 

 

  1. A EDUCAÇÃO NO ANTIGO E EM O NOVO TESTAMENTO 
  1. No Antigo Testamento. A ordem do Senhor aos israelitas era para que estes priorizassem a educação. Os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel (Sl 78.5). Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a Deus e aprenderiam a temê-lo (Dt 4.9,10). No livro de Josué lemos a respeito do memorial erguido com doze pedras retiradas do rio Jordão (Js 4.20-24). Este memorial serviria para lembrar ao povo o dia em que o Senhor os fez passar a pés secos pelo rio. Ao verem esse memorial, as crianças ouviriam a sua história e aprenderiam mais sobre o Deus de seus pais. É preciso que façamos o mesmo com nossas crianças, testemunhando do poder de Deus às próximas gerações. É preciso aproveitar cada momento para mostrarmos a nossa gratidão a Deus, de modo que o nosso exemplo de vida fale tanto quanto nossas palavras.
  2. Em o Novo Testamento. As sinagogas também eram um centro de instrução onde os meninos judeus aprendiam a respeito da lei. Mesmo havendo essas “escolas” a educação no lar era prioritária. Jesus, como menino judeu, provavelmente participou do ensino nas sinagogas, pois seus pais cumpriam os rituais judaicos (Lc 2.21-24,39-42). Em sua pré-adolescência, Jesus já sabia de cor a Torá, chegando a confundir os doutores no templo (Lc 2.46,47). Em o Novo Testamento vemos que a educação começava no lar, passava pela sinagoga, e se fortalecia no templo. Temos também o exemplo do jovem obreiro Timóteo. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo exortando-o a permanecer nas Sagradas Escrituras, que havia aprendido ainda menino (2Tm 1.5,6; 3.14-17).
  3. Na atualidade. A Escola Dominical é a maior e a mais acessível agência de educação religiosa das igrejas evangélicas. Ela auxilia todas as faixas etárias na compreensão das Sagradas Escrituras. Porém, a Escola Dominical não pode ser a única responsável pela formação espiritual e moral de nossas crianças, adolescentes e jovens. A responsabilidade maior cabe aos pais. Aliás, a educação de nossos filhos deve começar, prioritariamente, em nosso lar, pois assim Deus recomenda em sua Palavra (Ef 6.1-4).No Antigo Testamento os israelitas priorizavam a educação dos filhos em casa. Em o Novo Testamento, as sinagogas eram os centros de instrução para os meninos aprenderem a lei.

 

 

III. A EDUCAÇÃO CRISTÃ NA FAMÍLIA 

  1. Os filhos são herança do Senhor. Os pais precisam cuidar dos filhos com zelo, carinho e amor, oferecendo uma educação de qualidade, pois eles são “herança do Senhor” e a nossa grande recompensa (Sl 127.3); portanto, agradeça a Deus pelos seus filhos. Como forma de gratidão, procure ensiná-los e educá-los no temor do Senhor (Ef 6.1-4). Não seja negligente com a educação deles (Pv 22.6).
  2. O ensino da Palavra de Deus no lar. Os pais são, por natureza, os primeiros professores dos filhos. A criança conhece a Deus primeiramente através dos pais, por isso, não deixe de fazer o culto doméstico. Reserve ao menos 10 minutos por dia para louvar e adorar ao Senhor com seus filhos. Tais momentos são especiais e ajudam a fortalecer a família. Não permita que a televisão ou quaisquer meios de distração impeçam a sua família de desfrutar desses minutos tão especiais.
  3. Leve seus filhos à igreja. Lamentavelmente, muitos pais vão à igreja sem seus filhos. As crianças e os jovens devem ser persuadidos, com amor, a ir à Casa do Senhor. Se ainda na infância forem conduzidos à Casa de Deus, quando jovens darão valor a essa prática saudável (Mc 10.13-16). A Educação Cristã começa no lar e é fortalecida na Igreja, notadamente na Escola Dominical.Na família, a Educação Cristã deve estar eminentemente presente. 

“Educação é dever do Estado e direito do cidadão”, porém, a educação começa na família. Os pais receberam de Deus uma das mais nobres missões: educar seus filhos. Aqueles que amam ao Senhor e a sua Palavra vão fazer de tudo para que seus filhos sejam educados segundo os princípios bíblicos. Somente assim livraremos nossos filhos dos horrores destes últimos dias.

 

                             “Educação Cristã 

É a ciência magisterial da Igreja Cristã que, fundamentada na Bíblia Sagrada, tem por objetivos:

  1. a) A instrução do ser humano no conhecimento divino, a fim de que ele volte a reatar a comunhão com o Criador, e venha a usufruir plenamente dos benefícios do Plano de Salvação que Deus estabeleceu em seu amado Filho. O apóstolo Paulo compreendeu perfeitamente o objetivo da Educação Cristã:

‘Admoestando a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo homem perfeito em Jesus Cristo’ (Cl 1.28).

  1. b) A educação do crente, para que este logre alcançar a perfeição preconizada nas Sagradas Escrituras: ‘toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra’ (2Tm 3.16,17).
  2. c) A preparação dos santos, visando capacitá-los a cumprir integralmente os preceitos divinos da Grande Comissão: ‘Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade’ (2Tm 2.15)” (ANDRADE, C. Teologia da Educação Cristã: A missão educativa da Igreja e suas implicações bíblicas e doutrinárias. 1 ed., RJ: CPAD, 2002, pp.5-6).

 

“[A Educação Cristã] FOI PRATICADA PELA IGREJA PRIMITIVA

Não há a menor sombra de dúvida de que o Novo Testamento ordena a Igreja a ensinar. Mas a Igreja Primitiva obedeceu mesmo esse mandamento?

 

A ILUSTRAÇÃO 

Em Atos 2.41-47, temos um retrato da Igreja primitiva, o qual nos informa que eles ‘perseveravam na doutrina [ensino] dos apóstolos’ (At 2.42). Este era o padrão contínuo; não uma exceção.

 

A IMPLEMENTAÇÃO 

Efésios 4 confirma o compromisso de ensinar. Jesus Cristo, após subir aos céus, deu dons aos homens, a fim de que servissem à Igreja, conforme está escrito: ‘Uns [...] para pastores e doutores [mestres, professores]’ (Ef 4.11). O propósito? ‘Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo’ (Ef 4.12); mais uma outra prova de que os talentosos são chamados para o ministério da multiplicação e não da adição.

Para o judeu, não havia uma posição mais alta na escada da sociedade do que a de rabino. Por conseguinte, quando a Igreja do primeiro século foi ensinada sobre a doutrina dos dons espirituais, confrontou-se com um problema. As pessoas clamavam pelo ‘dom de ensino’ com todos os privilégios a ele pertencentes. Como resultado, Tiago teve de emitir esta advertência: ‘Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres [professores], sabendo que receberemos mais duro juízo’ (Tg 3.1). Considerando que o professor é compelido a falar e que a língua é o último membro a ser dominado (Tg 3.2), deve-se ter muito cuidado, ao aspirar tal responsabilidade, ponderada e sensata.As evidências bíblicas acima devem ser constrangedoras o bastante para atrair o sério e abortar o superficial [a respeito do ensino]” (GANGEL, K.; HENDRICKS, H. G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1 ed., RJ: CPAD, 1999, p.7).

 

      Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais

 

A educação da criança é responsabilidade dos pais, e o mesmo ocorre quando se fala em educação cristã. Os pais cristãos são responsáveis por educarem seus filhos e transmitir a eles as verdades sobre a Bíblia e o Evangelho. É evidente que a igreja, por meio da Escola Dominical, terá sua participação na transmissão do Evangelho de forma didática e direcionada, mas isso não exime os pais de ensinarem seus filhos em casa e com o próprio exemplo de vida.

Lembremo-nos de que o mundo se utiliza dos meios escolares vigentes para transmitir aos nossos filhos ensinos que zombam da fé cristã, o que reforça a necessidade de investirmos em uma excelente educação cristã para nossos filhos.

No Antigo Testamento, não havia a ideia de “educação cristã”, pois não existia ainda o cristianismo, mas existia a obrigatoriedade de os pais ensinarem seus filhos a temerem ao Senhor, respeitar Sua Lei e ter ao Senhor como seu Deus. O ensino também era demonstrado por meio de monumentos, como as doze pedras retiradas do Jordão, que seria memorial para as futuras gerações se lembrassem de como Deus cumpriu sua promessa de colocar o povo na terra prometida, fazendo com que o Jordão fosse aberto na época das chuvas e o povo pudesse ultrapassar essa barreira geográfica. No futuro, as crianças perguntariam sobre aquele conjunto de pedras, e os pais deveriam contar como Deus havia realizado aquele milagre.

Mesmo com o passar dos anos, quando os judeus não tinham mais o Templo, instituíram as sinagogas para reunir os membros da comunidade e ensinar às crianças a lei de Deus. Foi essa instituição — a sinagoga — que Deus posteriormente utilizou para difundir o Evangelho aos judeus, quando Paulo, em suas viagens missionárias, ia de cidade em cidade para falar de Jesus. Paulo ia primeiramente às sinagogas, anunciando Jesus aos seus irmãos, e depois pregava aos gentios em outros lugares.

A educação cristã de nossos filhos deve ser de suma importância para nós, tanto quanto a educação secular nas escolas. Por isso, é importante levá-los à Escola Dominical, onde aprenderão sistemática e didaticamente a Palavra, por meio de histórias, leitura da Bíblia e outros meios utilizados para fazer com que as crianças entendam a fé cristã e tomem uma decisão por Cristo. Além de aprender a Palavra, eles desenvolverão amizades cristãs e já terão contato com ministérios próprios do culto, como a música e a adoração.

fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com.br

 

 

 

                   PAZ DO SENHOR VEJAM 2 SUBSIDIOS

 

            NAMORO   NOIVADO  E CASAMENTO

            Êxodo 34.14-16; 2 Coríntios 6.14-18.

 

Se você já teve a oportunidade de ir à zona rural e observar os animais puxarem o arado ou o carro de boi entenderá perfeitamente a alegoria bíblica. É muito interessante analisar como é importante eles pertencerem à mesma espécie e possuírem as mesmas características físicas. Quanto maior for a semelhança entre eles, melhor fluirá o trabalho no arado. Assim é no casamento, quanto maior compatibilidade houver entre o casal, mais fácil e feliz serão o processo de adaptação ao casamento e a convivência entre os cônjuges.

 

Há muitas coisas na vida nas quais você não pode exercer seu direito de escolha, como por exemplo a família, ninguém escolhe em que lar irá nascer. Todavia, Deus é tão maravilhoso que nos permite decidir com quem formaremos uma nova família. Isto é um presente concedido pelo nosso criador e como todo presente, podemos fazer com ele o que desejarmos. Rejeitá-lo ou aceitá-lo, aproveitá-lo o máximo possível, ou ainda dá-lo para outra pessoa. Esta é a segunda decisão mais importante da nossa vida — a primeira é aceitar a Jesus como Salvador — e, portanto, deve ser feita com muito cuidado, e obedecer a alguns critérios: A pessoa possui um compromisso firme com Deus? As diferenças socioeconômicas são perfeitamente conciliáveis? Feito isso, os propósitos traçados por Deus para o casamento, que é um processo contínuo e dinâmico de adaptação e aperfeiçoamento conjugal, como a felicidade do casal, o companheirismo, a intimidade, a origem de novos lares, a vitaliciedade e o testemunhar de Cristo serão plenamente atingidos.

 

ORIENTAÇÃO

Leve uma corda para a sala de aula. Solicite a colaboração de dois voluntários. Pegue a corda, amarre uma ponta na cintura de um aluno e a outra ponta na do outro. Depois peça que eles permaneçam lado a lado. Ao seu sinal, eles deverão andar para direções opostas. Todos observarão que é impossível saírem do lugar desta maneira. Depois escreva no quadro de giz a seguinte sentença: “Os opostos se atraem”. Agora discuta com sua turma.

 

A família é a unidade básica do gênero humano, instituída por Deus no Éden, a partir do marido e da mulher (Adão e Eva), como meio de propagação da raça humana. Em resumo, é o conjunto de pessoas unidas por laços de parentesco, partindo do casamento. Quando Deus estabeleceu a família, também designou um local apropriado para que o primeiro casal constituísse o seu lar, que é o ambiente onde mora a família. A comunidade, desde a menor até à metrópole, depende do lar para a sua existência; por isso, quando o lar fracassa e se desmorona, a comunidade torna-se um caos.

 

  1. NAMORO
  2. Definição do termo. Namorar é literalmente “despertar amor em alguém”. O termo é uma redução ortográfica do verbo enamorar. Namoro, no sentido sério, é uma fase de conhecimento social e amoroso entre um homem e uma mulher que pretendem se casar.
  3. Namoro de verdade. É evidente que estamos a tratar de namoro responsável, de compromisso, de duas pessoas que estão com o propósito de casar e estabelecer uma família. Não estamos a falar aqui de duas pessoas irresponsáveis, imaturas e compulsivas, que encaram o namoro como um passatempo sem propósito; uma aventura passional, fruto de compulsão, de uma febre, de imitação.
  4. O namoro hoje. O namoro hoje está ocorrendo quase todo fora do lar e infelizmente deixou de ser romântico e doméstico. Por isso, quase não há mais namoro realmente afetivo, e sim de motivação instintiva; logo, há tanto envolvimento sexual no namoro hoje.

 

  1. O JUGO DESIGUAL NO NAMORO, NOIVADO E CASAMENTO (2Co 6.14)

Não está dito “o jugo”, como se fosse um só, mas “um jugo”. Jugo é um implemento de trabalho, tipo canga, que se unem os bois para puxarem o arado ou o carro. O “jugo desigual” do qual fala o texto bíblico, ocorre quando se coloca no mesmo jugo animais de espécies diferentes, o que é proibido na lei de Deus (Dt 22.10; Lv 19.19). Esses animais são também diferentes no tamanho, na altura, no passo, na força, na alimentação etc. Em 2 Coríntios 6.14-17, a Bíblia, usando o termo jugo figuradamente, apresenta lições práticas preventivas para a vida do crente, a fim de que este evite a antibíblica e pecaminosa comunhão com o descrente. Este pode tornar-se “bonzinho” e até mesmo “quase crente” para conquistar o pretendente ao namoro, mas jamais mudará de vida, como está escrito em João 3.3,5 e 2 Coríntios 5.17.

  1. Jugos desiguais na vida. Alguns desses casos podem não parecer jugos desiguais agora, mas se não forem evitados hoje no namoro e no noivado, eles levarão a um casamento problemático, indesejável e infeliz.
  2. a) O jugo desigual da fé, da religião e da igreja. A ordem divina contrária é bem clara em textos como Deuteronômio 7.3,4; Esdras 9.2,12; Neemias 13.25. A doutrina bíblica é esclarecedora: “Casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor” (1Co 7.39). O namorado incrédulo não tem compromisso com a doutrina bíblica, com a vontade de Deus, com a santidade, com a pureza de atitudes.
  3. b) O jugo desigual do caráter. Quando lemos Mateus 5.13,14 e Filipenses 2.15; 4.8, temos a certeza de que o caráter cristão não se coaduna com o caráter tortuoso de quem não teme a Deus.
  4. c) O jugo desigual da idade. Se a diferença de idade é descabida, absurda e inadmissível, num curto prazo isso se transformará num jugo entre os dois. A idade, no seu devido tempo, afeta na pessoa as suas emoções, a cosmovisão da vida, o comportamento social, a vitalidade, a mentalidade, etc.
  5. d) O jugo desigual socioeconômico. Não parece, mas se isso não for amplamente abordado no devido tempo, pode tornar-se um jugo, como a disparidade na escolaridade, feitio da personalidade, status social, doença crônica ou preexistente, estado civil pré-matrimonial, etc.
  6. e) O jugo desigual e suas consequências nos filhos amanhã. Em Neemias 13.23-26, vemos os males resultantes do casamento de crente com incrédulo recaírem sobre os filhos. Eles perderam a sua identidade como povo do Senhor.

 

III. NOIVADO

É a fase de preparação para o casamento. Nos tempos bíblicos, o noivado já era a primeira fase do casamento, e portanto não podia ser desfeito banalmente como hoje. Enquanto noivos, antes das bodas, o rapaz e a moça residiam normalmente com os seus pais, sem qualquer envolvimento sexual.

  1. A escolha do futuro cônjuge. A primeira escolha mais importante de toda nossa vida é a de aceitar a Jesus como nosso Salvador e Senhor. A segunda é a de um cônjuge, para juntos compartilharmos a jornada da vida. Isso dá uma ideia da inestimável importância do casamento para quem o leva a sério. Uma escolha malfeita terá más consequências pelo resto da vida, a menos que o casal recorra a Deus.
  2. O lado espiritual da escolha. “Do Senhor vem a mulher prudente” (Pv 19.14). Para uma acertada escolha é preciso depender de Deus, que conhece todas as coisas e pessoas. Isso é válido para o homem e para a mulher (Ver Gênesis 24, todo o capítulo). Buscar a Deus, de coração e sem reservas, é o primeiro passo nesse sentido.
  3. O lado humano e pessoal da escolha. “O que acha uma mulher acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do Senhor” (Pv 18.22). Achar é resultado de uma procura; é a parte humana neste assunto.
  4. O noivado em si. Os noivos deverão a todo custo buscar aconselhamento pré-marital na igreja, sob a forma de curso ou reuniões específicas para isso, e também conversar com o pastor da igreja sobre o assunto. Isso feito com oração e propósito dos noivos de viverem nos caminhos do Senhor, conforme Efésios 5.21-33; 6.1-4 muito ajuda na estabilidade e felicidade do casamento.

 

  1. CASAMENTO

O casamento é uma instituição social de origem divina, fundada no princípio da raça humana, para dar origem e sustentação à família (Gn 2.22-24; Mt 19.4-6). Quanto ao ato, o casamento é um concerto, ou aliança, feito entre pessoas de sexos opostos — diante de Deus, da família, da igreja — de serem marido e mulher enquanto viverem (Ml 2.14).

  1. O casamento — a fase de união. É a fase da união dos noivos. O bom casamento é mais do que uma união de corpos; é uma comunhão plena de duas pessoas por amor. “Unir-se-á à sua mulher” (Gn 2.24; Mt 19.5). Um bom casamento deve ser também a união de duas famílias.
  2. O casamento — um estado digno e honroso (Hb 13.4). Isto acha-se também em Salmos 107.41; Efésios 5.31. O fato de Jesus comparecer a uma festa de casamento em Caná da Galileia, e ali realizar o seu primeiro milagre, muito dignifica o casamento.
  3. O casamento — uma mudança de vida. O casamento como Deus o instituiu não muda nunca.
  4. a) Gênesis 2.24. O casamento na sua gênese. “Deixará o homem seu pai e sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão os dois uma só carne”. Casar é passar a viver independente dos pais.
  5. b) Mateus 19.5. O casamento nos dias de Cristo. O texto bíblico inicial não mudou nada. Casar é viver a dois indissoluvelmente.
  6. c) Efésios 5.31. O casamento nos dias da Igreja. O texto bíblico inicial de Gênesis 2.24 em nada mudou, no sentido de tornar-se, vir a ser. Casar é um processo contínuo e dinâmico de adaptação e aperfeiçoamento conjugal. Quando da criação do ser humano, de um só (Adão), Deus criou os dois (Adão e Eva); no casamento, Deus, dos dois quer fazer um.
  7. Propósito de Deus para o casamento. Alguns dos propósitos de Deus no casamento:
  8. a) Felicidade em geral do casal. “Bem-aventurado” (Sl 128.2); “seja bendito” (Pv 5.18a); “goza a vida” (Ec 9.9).
  9. b) Companheirismo, intimidade e complementação mútua do casal (Gn 2.18,24; 1Co 11.11).
  10. c) Dar origem a novos lares. Novas famílias para a preservação da raça humana (Mt 19.5).
  11. d) Vitaliciedade (Mt 19.6).
  12. e) Testemunhar de Cristo e da sua Igreja (Ef 5.31,32).

 

Sempre que alguém da família está debilitado espiritualmente, toda a família sofre. O “jugo desigual”, tanto no namoro, noivado e casamento quanto em outras áreas de amizade, traz desequilíbrio à vida cristã individual e familiar. Que ninguém pense em ser feliz na vida em família, sem atentar para as normas bíblicas do Criador que a instituiu.

“A nossa mensagem é dirigida especialmente aos jovens que pretendem constituir um lar. Começamos pelo período do noivado, que é tempo certo para o lançamento das bases para o enlace matrimonial. Passaremos agora a uma série de recomendações que podem constituir pré-requisitos para um casamento feliz:

  1. a) Vida de oração — Os noivos devem orar muito a Deus, reservar tempo a esse exercício sagrado, ao invés das horas de aproximação excessiva...
  2. b) Certos da vontade do Senhor — Antes da decisão, devem ter certeza de que o casamento é a vontade de Deus...
  3. c) Firmeza de propósitos — Devem possuir firmeza de propósitos quanto a obediência à sã doutrina, na direção do Espírito Santo...
  4. d) Proteção à integridade do casamento — Os jovens que se amam e se respeitam não serão egoístas, pois visarão à felicidade e ao bem-estar um do outro. Cada um fará a sua parte para proteger a integridade do casamento, sabendo que, ao se tornarem marido e mulher, terão toda a liberdade.
  5. e) Domínio em todas as circunstâncias — Devem conservar-se sem culpa diante de Deus. Um casamento pode chegar à ruína se os contraentes levarem para ele o peso de culpa, por causa das liberdades que mantiveram antes ou durante o noivado. Tais comportamentos podem gerar desconfiança, frustração e atrair maldição de Deus.
  6. f) Preparo psicológico e espiritual — O amor alicerçado na sinceridade e no respeito pode se tornar puro como diamante e mais forte do que a morte.
  7. g) Preparo econômico — A fé em Deus não induz ao descuido e à displicência. Ao contrário, produz suficiente visão dos deveres e responsabilidades quanto à constituição e manutenção do lar... Daí a importância do jovem, antes do casamento, conseguir trabalho capaz de assegurar-lhe essas condições, mesmo que em proporções mínimas, em função da nova vida.
  8. h) Preparo físico — O despreparo físico ou falta de saúde de um dos jovens podem transformar o casamento em um peso, uma frustração.

Por fim, o casamento é o passo decisivo e o começo de uma jornada que pode durar longos anos. É o propósito de Deus, bem como a esperança dos pais que a vida conjugal dos filhos seja assinalada de alegria, de prosperidade, de bênção do céu e plenamente feliz. Só assim estarão tranquilos, e Deus será glorificado.

Com o casamento, evidencia-se o amor mútuo, que gera o senso de pertencer um ao outro, o desejo de ajudar e procurar o ajustamento necessário como companheiros da mesma sorte. As lutas, as vitórias, os problemas e a alegria são comuns a todo lar. O casamento exige o cumprimento, com dignidade, das promessas de honrar, proteger, ajudar e ser fiel um ao outro, até que a morte os separe” (...E Deus fez a família. CPAD, pp.45-48).

 

  SUBSIDIO ADULTOS BETEL 1 JOÃO CAP.2.13-17

    Coment.  Mattew Henrys   versículos 12-17

                              LIÇÃO N.12

 

Este novo comando do amor santo, com os incentivos ao mesmo, pode, eventualmente, ser direcionado para as várias fileiras de discípulos que estão aqui abordado. Os vários graduados na universidade cristã, a Igreja Católica, deve ter certeza de preservar o vínculo de amor sagrado. Ou, não sendo um dehortation importante e dissuasão de seguir, sem a observância do que a religião vital no amor de Deus e amor dos irmãos não podem subsistir, o apóstolo pode justamente parecem prefaciar isso com um endereço solene às várias formas ou ordens na escola de Cristo: deixe as crianças ou menores de idade, os adultos, os idosos (ou do Adepti , o teleioi , o mais perfeito ), na instituição cristã, sabem que têm de não amar este mundo; e assim,

 

  1. Nós temos o próprio endereço feita às diversas formas e graus na igreja de Cristo. Todos os cristãos não são da mesma posição e estatura; existem crianças em Cristo, há homens adultos, e discípulos de idade. Como estes têm seus estados peculiares, então eles têm suas funções peculiares; mas há preceitos e uma obediência correspondente comum a todos eles, como amor e desprezo do mundo particularmente mútuo. Vemos também que os pastores sábios será criteriosamente distribuir a palavra da vida, e dar aos vários membros da família de Cristo suas várias porções adequadas: . Vos escrevo as crianças, pais e jovens Neste distribuição dos endereços apóstolo,

 

  1. O menor na escola cristã: que vos escrevo, filhinhos, 1 João 2:12 . Não são novatos na religião, crianças em Cristo, aqueles que estão aprendendo os rudimentos da piedade cristã. O apóstolo pode parecer para incentivá-los, aplicando a eles em primeiro lugar; e pode ser útil para os maiores proficientes para ouvir o que é dito para seus juniores; elementos devem ser repetido; primeiros princípios são a base de tudo. Ele aborda as crianças no cristianismo em duas contas: - (1) Porque os seus pecados foram perdoados por amor do seu nome, 1 João 2:12 . O mais jovem discípulo sincero é perdoado; na comunhão dos santos é atendido com o perdão dos pecados. Pecados estão perdoados, quer por causa do nome de Deus, para o louvor da sua glória (suas perfeições gloriosas exibido no perdão), ou por causa do nome de Cristo, em cima sua pontuação, e sobre a conta da redenção que há nele; e aqueles que são perdoados de Deus são fortemente obrigado a abandonar este mundo, que de modo interfere com o amor de Deus. (2.) Por causa de seu conhecimento de Deus: eu vos escrevo, filhinhos, porque conhecestes o Pai, 1 João 2:13 . Crianças estão acostumados a conhecer nenhum tão cedo como seu pai. Crianças no cristianismo deve e fazer conhecer a Deus. Eles todos me conhecerão, desde o menor até o maior, Hebreus 08:11 . Filhos em Cristo deve saber que Deus é seu Pai; é a sua sabedoria. Nós dizemos: É um sábio que conhece o seu pai. Estas crianças não pode deixar de saber deles; eles podem muito bem ser assegurada por cujo poder eles são regenerados e por cuja graça de serem adoptados. Aqueles que conhecem o Pai pode muito bem ser retirado do amor deste mundo. Em seguida, o apóstolo, rendimentos,

 

  1. Para os da mais alta estação e em estatura, para os idosos no cristianismo, a quem ele dá uma denominação honrosa: eu vos escrevo, pais ( 1 João 2:13 , 1 João 2:14 ), para vós, Mnasons, você discípulos antigos, Atos 21:16 . O apóstolo passa imediatamente a partir da base para o topo da escola, da forma mais baixo para o mais alto, que aqueles no meio pode ouvir os dois aulas, pode se lembrar o que aprenderam e perceber que eles devem vir para: eu vos escrevo ., pais Aqueles que são de mais longo pé na escola de Cristo tem necessidade de mais conselhos e instrução; o discípulo mais antigo deve ir para o céu (a universidade acima) com o seu livro, a Bíblia, na sua mão; pais deve ser escrito, e pregou para; nenhum é velho demais para aprender. Ele escreve a eles sobre a conta do seu conhecimento: eu vos escrevo, pais, porque conheceis aquele que é desde o início, 1 João 2:13 , 1 João 2:14 . Homens velhos têm conhecimento e experiência, e esperam deferência. O apóstolo está pronto para possuir o conhecimento dos cristãos velhos, e para felicitá-los por isso. Eles sabem que o Senhor Cristo, particularmente a ele que era desde o princípio, como 1 João 1: 1 . Como Cristo é Alpha e Omega, . Por isso ele deve ser o início eo fim do nosso conhecimento Christian considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, Philemon 3: 8 . Aqueles que o que foi desde o início sabe, antes que este mundo foi feito, pode muito bem ser induzida, assim, a abandonar este mundo. Então,

 

  1. Para a idade média dos cristãos, para aqueles que estão em sua flor e flor: Eu vos escrevi, jovens, 1 João 2:13 , 1 João 2:14 . Há o adulto em Cristo Jesus, aqueles que chegaram à força de espírito e senso de som e pode discernir entre o bem eo mal. O apóstolo aplica a eles sobre estas contas: - (1) Após o relato de suas façanhas marciais. Soldados hábeis que estão no campo de Cristo: porque vencestes o Maligno, 1 João 2:13 . Há um maligno que está continuamente em guerra contra as almas, e particularmente contra os discípulos, mas aqueles que são bem ensinados na escola de Cristo pode lidar com os braços e vencer o maligno; e aqueles que podem vencê-lo pode ser chamado para vencer o mundo também, que é tão grande instrumento para o diabo. (2) Após a conta de sua força, descobriu nesta sua realização: Porque você é forte, e já vencestes o maligno, 1 João 2:14 . Os homens jovens estão acostumados a glória na sua força; será a glória de pessoas jovens a ser forte em Cristo e na sua graça; será a sua glória, e vai tentar a sua força, para superar o diabo; se eles não ser muito difícil para o diabo, ele vai ser muito difícil para eles. Que os cristãos vigorosos mostrar sua força em conquistar o mundo; e a mesma força deve ser exercida em superar o mundo como é empregado em superar o diabo. (3.) Por causa de sua familiaridade com a Palavra de Deus: E a palavra de Deus permanece em vós, 1 João 2:14 . A Palavra de Deus deve respeitar nos discípulos adultos; ele é o alimento e fornecimento de força para eles; é a arma pela qual eles superam do maligno; a espada do Espírito, em que saciam seus dardos inflamados, e aqueles em quem a palavra de Deus habita estão bem equipados para a conquista do mundo.

 

  1. Temos a dehortation ou dissuasão, assim, prefaciou e apresentou, um cuidado fundamental para a religião prática vital: ldblquote Não ameis o mundo, nem o que há no mundo, 1 João 2:15 . Ser crucificado para o mundo, ser mortificado às coisas, às actividades empresariais e seduções, do mesmo. dblquote Os vários graus de cristãos devem se unir neste, em ser morto para o mundo. Eram, assim, unidos, eles logo se unir a outras contas: o amor deve ser reservado a Deus; jogá-lo não de distância sobre o mundo. Agora aqui nós vemos as razões desta dissuasão e cautela. Eles são vários, e tinha necessidade de ser assim; é difícil contestar ou dissuadir-se discípulos do amor do mundo. Estas razões são tomadas,

 

  1. A partir da inconsistência desse amor com o amor de Deus: Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele, 1 João 2:15 . O coração do homem é estreito, e não pode conter ambos os amores. O mundo atrai o coração de Deus; e assim quanto mais o amor do mundo prevalece mais o amor de Deus se encolhe e se deteriora.

 

  1. A partir da proibição de amor mundano ou luxúria; não foi ordenado por Deus: Ele não é do Pai, mas do mundo, 1 João 2:16 . Este amor ou luxúria não é designado por Deus (ele chama-nos a partir dele), mas se intromete-se do mundo; o mundo é um usurpador de nossa afeição. Agora aqui temos a devida consideração e noção do mundo, segundo a qual é para ser crucificado e renunciado. O mundo, fisicamente considerada, é bom, e é para ser admirado como a obra de Deus e um copo em que suas perfeições brilho; mas é para ser considerada em sua relação com nós agora em nosso estado corrompido, e como ele funciona na nossa fraqueza e instiga e inflama nossas paixões infames. Há uma grande afinidade e aliança entre este mundo e da carne, e este mundo se intromete e invade a carne, e, assim, faz uma parte contra Deus. As coisas do mundo, portanto, são distinguidos em três classes, de acordo com as três inclinações predominantes de natureza depravada; como: (1) Existe a concupiscência da carne. A carne aqui, destacando-se a partir dos olhos e da vida, importa o corpo. A concupiscência da carne é, subjetivamente, o humor e apetite de ceder prazeres carnais; e, objetivamente, todas aquelas coisas que excitam e inflamam os prazeres da carne. Este desejo é geralmente chamado de luxo. (2.) Existe a concupiscência dos olhos. Os olhos estão satisfeitos com tesouros; riquezas e bens ricos estão ansiava por um olho extravagante; este é o desejo de cobiça. 3. Existe a soberba da vida. Uma mente vão anseia por toda a grandeza, equipagem, e a pompa de uma vida vão-gloriosa; esta é a ambição, e sede de honra e aplausos. Esta é, em parte, da doença do ouvido; deve-se lisonjeado com admiração e louvor. Os objetos desses apetites deve ser abandonada e renunciou; como se engajar e ocupar o carinho e desejo, eles não são do Pai, mas do mundo, 1 João 2:16 . O Pai não permite-los, eo mundo deve mantê-los para si. O desejo ou apetite para estas coisas devem ser mortificado e subjugado; e assim a indulgência de que não é nomeado pelo Pai, mas é insinuado pelo mundo enganarem.

 

  1. A partir do estado vão e desaparecimento das coisas terrenas e o gozo deles. E o mundo passa, ea sua concupiscência, 1 João 2:17 . As coisas do mundo estão desaparecendo e morrendo em ritmo acelerado. O desejo em si eo prazer dela murchar e decadência; o próprio desejo vai dentro em breve falhar e cessar, Eclesiastes 12: 5 . E o que aconteceu com toda a pompa e prazer de todos aqueles que encontram-se agora em decomposição no túmulo?

 

  1. A partir da imortalidade da amante divino, o amante de Deus: Mas aquele que faz a vontade de Deus, que deve ser o caráter da amante de Deus, em oposição a esta amante do mundo, permanece para sempre, 1 John 2:17 . O objeto do seu amor em oposição ao mundo que passa, permanece para sempre; sua paixão ou afeição sagrada, em oposição à luxúria que passa, permanece para sempre; amor nunca falhará; e ele mesmo é um herdeiro da imortalidade e vida eterna, e devem, em tempo, ser traduzido para lá.

 

De toda a estes versos, devemos observar a pureza e espiritualidade da doutrina apostólica. A vida animal deve ser submetido ao divino; o corpo com suas afeições devem ser influenciado pela religião, ou o amor vitorioso de Deus.FONTE coment. Mattew Henrys (N.T)

fonte www.avivamentonosul21.comunidades.net

 

 

 

          SUBSIDIO BETEL SERVIDO AO SENHOR

   A EM TODOAS IDADES  Josué 24.14-18,22,24.

                           LIÇÃO N.11

14 - Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses a que serviram vossos pais dalém do rio, e no Egito, e servi ao Senhor.

15 - Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servirdes ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

16 - Então, respondeu o povo, e disse: nunca nos aconteça que deixemos ao SENHOR para servirmos a outros deuses:

17 - porque o Senhor é o nosso Deus; ele é quem nos fez subir, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da servidão, e o que tem feito estes grandes sinais aos nossos olhos, e nos preservou por todo o caminho em que andamos, e entre todos os povos pelo meio dos quais passamos.

18 - E o Senhor expeliu de diante de nós a todas essas gentes, até ao amorreu, morador da terra. Também nós serviremos ao Senhor, porquanto é nosso Deus.

22 - E Josué disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos de que escolhestes o SENHOR, para o servir. E disseram: Somos testemunhas.

24 - E disse o povo a Josué: Serviremos ao SENHOR, nosso Deus, e obedeceremos à sua voz.

Caro professor, chegamos ao fim de mais um trimestre. É o momento de pararmos e refletirmos sobre o exercício magisterial deste semestre que passou. Como foi? Como professor, os objetivos foram cumpridos? Temos ainda mais um semestre pela frente e pensarmos e repensarmos a nossa prática de ensino é auspicioso para corrigirmos erros e vislumbrarmos acertos no futuro. Professor, a sua classe espera de você comprometimento, seriedade e conteúdo. Por isso, esforça-te em estudar e pensar a fé cristã. Leia, leia sempre. Pois a leitura é tremendamente libertadora — “Conhecereis a verdade, e esta te libertará”. Reflita!

 

ORIENTAÇÃO 

Prezado professor, para introduzir a lição dessa semana sugerimos que reproduza, conforme as suas possibilidades, o esquema abaixo. Este apresenta um breve resumo dos três personagens centrais da nossa lição. Explique à classe que, sem exceção, ambos os personagens viveram numa sociedade oposta aos princípios de sua fé e nem por isso deixaram de se posicionar contra as imoralidades daquela época. Afirme que é assim que devemos nos comportar diante de uma sociedade corrupta. Boa aula!

 

             POSICIONAMENTOS EM TEMPOS DE CRISE

NOÉ

Ele andou com Deus. Viveu numa sociedade absolutamente corrompida. Esta era marcada por uma imoralidade incontrolável. Ali, não havia temor a Deus. Mesmo assim Noé não hesitou em tomar a decisão de fazer a arca e anunciar o juízo de Deus para aquela sociedade. Pela decisão de entrarem na Arca, o Senhor livrou Noé e sua família do juízo...

 

JOSUÉ

Canaã estava num tempo de lassidão moral e idolatria. Naturalmente, o povo de Deus foi influenciado por este contexto de trevas. Mas Josué não deixou de se posicionar e, categoricamente, afirmou: “se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: [...]; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

 

RECABITAS

A sociedade judaica estava corrompida e carregada de vícios. Indignidade e infidelidade eram características dela. Nesse contexto é que o profeta Jeremias apresenta os Recabitas. Estes compunham uma tribo nômade que havia recebido do seu ancestral os princípios da lei do Senhor. Passaram-se duzentos anos e os recabitas não se dobraram à indignidade daquele tempo. Eles honraram ao Senhor e aos seus ancestrais.

 

Neste trimestre estudamos os diversos males que têm assolado a família e vimos também que Deus é a única resposta para os nossos dias. Por isso, devemos ter o Senhor Jesus como o esteio e o centro de nosso lar. Se orarmos, jejuarmos, lermos a Bíblia e fizermos o culto doméstico, teremos condições de lutar contra as forças do mal e vencê-las em nome de Jesus. Frequentemos assiduamente a igreja e não faltemos à Escola Dominical. A família que fielmente serve ao Senhor jamais será destruída.

Vigiemos e oremos em todo o tempo, para que a nossa casa não seja alcançada pelas águas do dilúvio moral que encobre o presente século. Digamos, pois, ousadamente: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

 

  1. O EXEMPLO DECISIVO E CORAJOSO DE NOÉ

 

  1. Noé andou com Deus. A vida de Noé revela as qualidades indispensáveis de um servo de Deus: “varão justo”, “reto em suas gerações” e que “andava com Deus” (Gn 6.9). Por isso mesmo, o patriarca “achou graça aos olhos do Senhor” (Gn 6.8). Todas essas características revelaram-se intensa e visivelmente na vida de Noé em meio a uma sociedade perversa, violenta, imoral e inimiga do Santíssimo Deus. O patriarca é um exemplo para os pais de família destes últimos dias.
  2. Vivendo numa sociedade corrompida. A época de Noé foi marcada por uma imoralidade incontrolável e por uma ausência completa de temor a Deus (Gn 6.11,12). Não poderia haver mundo pior. Quando analisamos a chamada sociedade pós-moderna, depressa concluímos: não há diferença entre o nosso século e o século no qual vivia o santo patriarca. Eis aí um dos mais fortes prenúncios da iminente volta de Jesus (Mt 24.37,39).

Portanto, que o exemplo de Noé nos inspire a confiar em Deus e a agir como Ele requer de todos os seus filhos. É hora de lutar por nossas famílias, a fim de que Satanás não as destrua.

  1. A salvação de Noé e sua família. No mundo antigo, apenas Noé e a sua família escaparam do cataclismo que devastou a terra (Gn 7.1). A fé de Noé estendeu-se aos seus filhos, estes creram em Deus e foram salvos do dilúvio. Não havia nada que pudesse salvá-los, a não ser a firme decisão de dizer “sim” ao Senhor. Somente a graça de Deus, que alcançou o patriarca e a sua casa, pode salvar o nosso lar da destruição moral e espiritual de nossos dias.Noé andou com Deus mesmo numa sociedade corrompida. Sua decisão e coragem é um exemplo para nós.

 

  1. JOSUÉ — UMA DECISÃO EXEMPLAR

 

  1. A firme tomada de posição. Josué tomou uma firme e decisiva posição, a fim de preservar a sua família da idolatria e da lassidão moral de Canaã (Js 24.15). É um exemplo que todo crente deve seguir. Caso contrário, nosso cônjuge e filhos serão destruídos pela iniquidade. Há muitos lares que, apesar de serem conhecidos como cristãos, não mais servem a Cristo. Os pais já abdicaram de suas responsabilidades quanto à formação espiritual, moral e ética de seus filhos. Não mais os educam com amor e firmeza; não lhes impõem qualquer limite. E o que dizer da violência doméstica? Não podemos confundir disciplina com truculência e brutalidade, pois a esse respeito a Palavra de Deus é bastante clara: “E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4).
  2. O perigo da omissão dos pais. A Palavra de Deus recomenda aos pais que criem os seus filhos “na doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4b). Isso significa que não podemos nos omitir. Veja mais uma vez o exemplo de Josué. Ele não se omitiu, mas levou toda a sua casa a servir somente a Deus (Js 24.15). De igual modo, devemos educar nossos filhos. Essa decisão tem de ser prioritária em nossa vida. Assim agiu Josué, porque ele sabia que, doutra forma, não haveria esperança para o seu lar.O patriarca Josué não se omitiu diante da idolatria que ameaçara as tribos israelitas. Ele tomou uma firme decisão juntamente com a sua família: servir ao Senhor.

 

III. O EXEMPLO DOS RECABITAS

 

  1. Uma família exemplar. A Bíblia de Estudo Pentecostal afirma que os recabitas eram um povo que “fazia parte de uma tribo nômade aparentada com os queneus e com Jetro, sogro de Moisés (cf. Jz 1.16; 1Cr 2.55). Seu ancestral, Jonadabe (cf. 2Rs 10.15-27), ordenara a seus filhos, mais de duzentos anos antes, que não bebessem nenhum tipo de vinho”.

Mais tarde, o próprio Deus tomou os recabitas como exemplo, para mostrar como uma família pode e deve comportar-se. Eles agiam com dignidade, moderação e fidelidade ao Senhor em meio a uma sociedade corrompida e carregada de vícios (Jr 35.1-19).

  1. Um exemplo de fidelidade. Aos seus filhos, Recabe transmitira fielmente os princípios da lei de Deus. Passados duzentos anos, seus descendentes continuavam a observar-lhe as ordenanças e a respeitar-lhe as tradições. Por isso, o Senhor resolveu mostrá-los como exemplo de fidelidade aos filhos de Judá. Instruído por Deus, Jeremias leva-os a uma das câmaras do Santo templo e oferece vinho àqueles homens (Jr 35.1-14). Mas eles se recusam a beber, porque se mantinham obedientes à voz de Recabe: “Não beberemos vinho, porque Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, nos mandou, dizendo: Nunca bebereis vinho, nem vós nem vossos filhos; [...] Obedecemos, pois, à voz de Jonadabe, filho de Recabe, nosso pai, em tudo quanto nos ordenou [...]” (Jr 35.6,8).

Em virtude de sua obediência, os recabitas foram grandemente abençoados: “visto que obedecestes ao mandamento de Jonadabe, vosso pai, e guardastes todos os seus mandamentos, e fizestes conforme tudo quanto vos ordenou, assim diz o Senhor dos Exércitos, Deus de Israel: Nunca faltará varão a Jonadabe, filho de Recabe, que assista perante a minha face todos os dias” (Jr 35.18,19). Quando da destruição de Jerusalém pelos babilônios, eles foram poupados por Deus ao passo que os judeus infiéis vieram a perecer.

Se encaminharmos nossos filhos nas Sagradas Escrituras, eles também serão preservados da tribulação que virá sobre este mundo que jaz no maligno. Portanto, instrua sua casa na doutrina e na admoestação do Senhor.Os recabitas são um exemplo de fidelidade aos princípios ensinados pelo seu ancestral, Recabe.

Diante de todo o Israel, Josué foi decisivo: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Se não agirmos da mesma forma, corremos o risco de ver o nosso lar destruído pelo Maligno. O momento requer firmeza e coragem. O que estamos esperando? Neste momento, reúna o seu cônjuge e filhos e renove os seus votos de fidelidade a Deus. Agindo assim, você terá o Senhor Jesus como o seu hóspede permanente. Oremos e lutemos pela família cristã.

 

 “NOÉ, UM SEGUNDO ADÃO

O pecado do homem nos dias de Noé era atroz e doloroso ao Senhor, que se arrependeu de ter criado o homem. Ele determinou enterrar o homem sob as águas do mar da mesma maneira que enterrara Adão sob a superfície da terra. As águas caóticas, que se submeteram obedientemente à mão do Criador para que a terra seca aparecesse, agora seriam soltas pelo Criador como instrumento da ira vingativa divina. Mas mesmo assim os propósitos criativos originais não seriam frustrados e reduzidos, porque Deus começaria novamente com outro Adão, outra imagem que manteria o mandato da soberania. Claro que este ‘Adão’ era nada mais nada menos que Noé.

Noé, embora justo e inocente, foi escolhido não por causa da sua condição reta, mas como objeto da graça eletiva de Deus (Gn 6.8). Essa eleição tinha óbvias implicações salvíficas — ele foi salvo do Dilúvio —, mas, além disso, e mais fundamentalmente, era a escolha pelo ajuste do concerto para o qual Adão fora criado. Noé tinha de ser o começo de um novo empreendimento de compromisso do concerto, um novo vice-regente por meio de quem os propósitos soberanos de Deus tornar-se-iam realidade” (ZUCK, R. B. (Ed.). Teologia do Antigo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD. 2009, p.36).

 

               “A Promessa de Temer e Obedecer a Deus

Quase todo o relato de Josué é preenchido com a conquista e a divisão da terra pelos israelitas. Nesse sentido, isso é o assunto de que o livro trata. No entanto, encontramos um subtexto importante que precede essa atividade e continua ao longo dela. O povo fez isso porque prometeu temer e obedecer a Deus.

Pergunto-me se você notou isso ao ler Josué ou se apenas seguiu as histórias extraordinárias de espiões e de queda de muros. No capítulo 1, eles prometeram obedecer a Josué, o porta-voz do Senhor (1.16-18). No capítulo 5, eles, depois de atravessar o Jordão, mas antes de ir para Jericó, começam de novo a praticar a circuncisão e a comemorar a Páscoa (5.7-10). Na época do Êxodo, quarenta anos atrás, o Senhor dera essas duas práticas ao seu povo, todavia, desde essa época tinham negligenciado essas práticas. O povo prometeu ter o Senhor como seu Deus ao reinstituir essas práticas. Em certo sentido, eles voltavam a ser o povo do Senhor após o período de quarenta anos no deserto, quando viveram em um estado de verdadeira suspensão do entusiasmo. A seguir, no capítulo 8, o povo escuta Josué reler toda a lei de Moisés (8.34,35) após a derrota de Jericó e de Ai que marcou o início da conquista da terra. Esse tempo incrível de ensino — é um símbolo poderoso de que, na verdade, eles são o povo do Senhor.

No final do livro, no registro de seus últimos atos públicos como líder deles, Josué leva o povo a renovar sua aliança com o Senhor. No que é uma das mais incomuns declarações da Bíblia, Josué soa como se incitasse o povo a não escolher seguir ao Senhor. Claro que não é esse o caso, ele tenta garantir que entendam a seriedade da escolha que estavam para fazer.

[...] Os anos (ou mesmo décadas) narrados nesse livro, mostra-nos que é exatamente isso que o povo faz. Ele mantém sua promessa de servir ao Senhor como o Deus deles. Entretanto, ao mesmo tempo em que fazem isso, eles continuam a pecar” (DEVER, M. A Mensagem do Antigo Testamento: Uma Exposição Teológica e Homilética. 1 ed., RJ: CPAD, 2008, pp.189-90).

 

          EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR

A Palavra de Deus nos mostra diversos homens que conduziram suas famílias em comunhão com Deus. Não eram famílias perfeitas, que viviam em um ambiente sem lutas ou adversidades, mas eram famílias que foram apresentadas a Deus e aos Seus cuidados. Dentre essas famílias, destacamos as de Noé e Josué.

A família de Noé viveu no período do Dilúvio. Ela presenciou a chamada de Deus a Noé, para que construísse uma arca gigantesca, nos moldes de um verdadeiro navio, a fim de abrigar as espécies animais de uma grande inundação que viria. Aquela família trabalhou com Noé durante décadas para que aquela obra pudesse ser concluída, pois entendeu que aquela construção era também a obra que salvaria suas vidas. Terminado o trabalho, toda a família foi salva das águas que destruíram a humanidade porque creram em Deus e respeitaram a liderança de seu pai. Imagine os anos de zombaria aos quais eles se submeteram para realizar aquilo que Deus ordenara. Ainda assim, foram recompensados tendo suas vidas preservadas daquela catástrofe.

Outro exemplo a analisar é o de Josué. Nascido como escravo no Egito, Josué tornou-se ajudante de Moisés e homem escolhido por Deus para suceder o grande legislador. Josué viu os milagres de Deus no Egito, a providência divina no deserto, a terra prometida e desprezada pela sua geração, o preço pago por seus amigos por não crerem nas palavras de Deus e as rebeliões de Seu povo até chegarem na terra prometida. Josué é o exemplo de um homem que persistiu em ser fiel a Deus e que foi recompensado por sua fé. Mas ele fez questão de reafirmar a fé em Deus para sua família.

Ele reuniu o povo de Israel, lembrou-lhes de tudo o que Deus fizera por eles, da origem escrava que tiveram e da condição de pessoas livres e proprietários de terras em que agora estavam. Eles eram livres, tinham uma terra e uma promessa divina de bênçãos sem medida. Mas aquele povo também guardava suas idolatrias, e que foram aprendidas com seus pais!

Josué 24.14 toca em um ponto muito delicado. Os filhos de Israel entraram na terra que Deus lhes dera por promessa, mas não deixaram para trás os deuses que os seus pais serviram. E Josué os advertiu: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR” (Js 24.15).

 

 

 

 

     PAZ DO SENHOR POSTAGEM 2 SUBSIDIOS

   SUBSIDIO  (1 )  BETEL SUPERANDO CONFLITOS NO LAR

                      Efésios 5.22-30. LIÇÃO N.10

Foi no Éden que a família vivenciou seu primeiro e maior conflito. A consequência desta desordem é sentida até hoje em todos os lares. Porém, Deus não foi pego de surpresa com o pecado do homem e já no Éden providenciou a solução para as famílias e para a iniquidade: Jesus Cristo. O Filho de Deus veio ao mundo como um bebê e experimentou a vida familiar. Atualmente, em Jesus, as famílias podem resolver seus conflitos. Com o amor verdadeiro no coração, que é resultado da graça divina, poderemos não somente vencer, mas evitar as confusões. Para isto precisamos convidar Jesus a fazer do nosso lar sua morada permanente. Que o Filho de Deus tenha a primazia em nossos lares.

 

Conflito: Embate, discussão acompanhada de injúrias e ameaças; desavença.

Os conflitos familiares vêm de tempos imemoriais. No Éden, antes da Queda, havia um ambiente perfeito: harmônico e amoroso. Mas o casal, ouvindo o tentador, perdeu a doce comunhão com Deus, e a consequência não podia ser outra: o início de sérios conflitos familiares. A boa nova para os nossos dias é saber da possibilidade, em Cristo, de equacionarmos os problemas que, às vezes, afetam a família cristã.

 

  1. DESENTENDIMENTO ENTRE OS CÔNJUGES

 

  1. Temperamentos diferentes. Dentre os vários motivos existentes para justificar os desentendimentos entre os cônjuges, o que mais se destaca é o temperamento. Segundo os psicólogos, temperamento “é a combinação de características inatas que herdamos dos nossos pais que, de forma inconsciente, afetam o nosso comportamento”. De acordo com o conceito popular, podemos dizer que o temperamento é a maneira própria pela qual reagimos aos diversos estímulos e situações que se nos apresentam cotidianamente (Gn 25.27). Mas, pelo amor, podemos (e devemos) vencer todas as nossas diferenças, a fim de que tenhamos um casamento feliz (1Pe 4.8).
  2. Fatores que trazem conflitos. Diversos são os fatores que desencadeiam conflitos no lar. Eis alguns deles:
  3. a) Falta de confiança. O casamento só tem sentido quando é estabelecido na plena confiança do amor verdadeiro, pois o amor folga com a verdade (1Co 13.6). Quando há amor entre o casal não há motivos para desconfianças ou ciúmes (1Co 13.5b). Há quem pense que o ciúme desenfreado é prova de amor. Grande engano! É loucura que pode, inclusive, colocar em risco a estabilidade conjugal.
  4. b) Tratamento grosseiro. Onde o Espírito Santo se faz presente há perfeito amor, paz, alegria e longanimidade, que é a paciência para se suportar as falhas alheias (Gl 5.22). Uma das formas de demonstrarmos o fruto do Espírito é vista na maneira como usamos nossas palavras, pois a palavra branda joga para longe o furor. Mas os conflitos entre os cônjuges suscitam ira, ódio e destruição (Pv 15.1). E a forma com que tratamos uns aos outros é vista por Deus como uma referência para designar quem é sábio ou não, pois a sabedoria é manifesta em obras de mansidão (Tg 3.13).
  5. c) Dívidas. As dívidas ocasionam muitos conflitos familiares, chegando até mesmo a terminar um relacionamento conjugal. Quando uma pessoa se endivida não pensa em mais nada a não ser nas dívidas. Algumas pessoas até adoecem. Assim, precisamos ouvir a Palavra de Deus e nada dever a ninguém (Rm 13.8). Através de um planejamento eficiente, bom senso e autocontrole podemos fugir das dívidas. Faça isso para o bem-estar da sua família (Pv 11.15; 22.7,26)!
  6. d) Infidelidade. Quando o cônjuge encobre a sua conduta pecaminosa o pecado vem a público inesperadamente (Lc 12.2). O casamento sofre um duro golpe, os filhos ficam sem direção e a família transtorna-se. É imperativo que os cônjuges evitem, a todo o custo, o envolvimento extraconjugal. Além de ser um grave pecado contra Deus, é uma ofensa contra o cônjuge, filhos e filhas (ler Pv 5.3-6). A infidelidade contra o cônjuge é infidelidade contra Deus.Falta de confiança, tratamento grosseiro, dívidas e infidelidade podem causar conflitos familiares.

 

 

  1. ATIVIDADES PROFISSIONAIS DOS PAIS

 

  1. A mulher no mercado de trabalho. Devido às modernas demandas sociais, a mulher deixou de se dedicar exclusivamente às funções domésticas, e passou também a exercer funções em empresas e organizações diversas, ocupando a maior parte do seu tempo em atividades profissionais. Mas essa mudança tem trazido sérias consequências. Há mais de uma década, para cada dez homens que morria de infarto, apenas uma mulher sofria desse mal. Hoje, o número de mulheres que morre desse mal subiu para quatro.
  2. A ausência dos pais prejudica a criação dos filhos. Sem a presença dos pais, as crianças ficam desorientadas. Muitas vezes elas convivem com pessoas que não têm a menor capacitação para educá-las. Por outro lado, algumas crianças ficam o dia todo em frente da “babá eletrônica”, a televisão, ou com a “mestra eletrônica”, a internet. Ali, são “educadas” pelos heróis artificiais. As figuras do pai e da mãe presentes estão cada vez mais escassas. Tal ausência é sentida quando os nossos filhos entram na adolescência, uma fase de novidades e mudanças bruscas.

Os pais podem trabalhar fora, todavia, não podem descuidar da educação de seus filhos. A educação dos filhos deve ser prioridade.

 

III. MÁ EDUCAÇÃO DOS FILHOS

  1. Educação prejudicada. A melhor escola ainda é o lar. Precisamos ensinar a Palavra de Deus aos nossos filhos na admoestação do Senhor (Ef 6.4; Pv 22.6). Infelizmente, o excesso de ocupação dos pais relegou a educação dos filhos às instituições educacionais. Esperando que tais entidades construam o caráter dos seus filhos, os pais ignoram a família como instituição responsável pela formação espiritual e moral da criança. Muitos não acompanham a rotina escolar dos filhos e sequer a filosofia pedagógica adotada pela instituição de ensino.
  2. Quem são os professores? Infelizmente, são graves os prejuízos à nação na área educacional. Os “mestres” das crianças, hoje, são os artistas e as empresas de telecomunicação. É comum ver as nossas crianças e adolescentes prostrados diante da TV, consumindo todo tipo de má educação. Mas é raro vê-los nos cultos de oração e ensino da Palavra. Que a igreja local invista nos professores de Escola Dominical. Que os professores da Escola Dominical se preparem eficazmente para o grande desafio de ensinar a Palavra de Deus num mundo que jaz no maligno (Rm 12.7).
  3. Falta de estrutura espiritual e moral. A ausência de Deus é o inimigo número um do lar. É essencial que aqueles que constituem família convidem Jesus, o maior educador de todos os tempos, a estar presente em seu lar. É indispensável que os pais, com a assistência da Igreja, optem por servirem a Deus, contrariando as propostas do mundo (Js 24.15). Realizemos o culto doméstico e, juntamente com os nossos filhos, estudemos a Bíblia. Não nos esqueçamos: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl 127.1).A ausência de Deus é o inimigo número um do lar. Jesus, o maior educador de todos os tempos, precisa estar presente em nossos lares.

Sempre haverá conflitos nas relações familiares, mas a família cristã precisa saber como contornar tais conflitos à luz da Palavra de Deus. Com o amor verdadeiro no coração, poderemos não somente vencer, mas igualmente evitar os conflitos. Basta ter a Jesus como o hóspede de nosso lar.

 

                               “Zelo Bíblico como Relacionamento

Nós acreditamos que o companheirismo permanece sendo o propósito primário do casamento. Apesar de todas as coisas maravilhosas que Deus criou no jardim do Éden, elas eram inadequadas para suprir as necessidades de Adão. Nenhum dos animais, esplêndidos como devem ter sido antes da queda, podiam oferecer uma companhia adequada para ele. Naquele momento o Senhor criou a primeira família. Em Gênesis 2.18, Deus disse: ‘Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja diante dele.’ Aqui está de novo — paternidade segue a parceria. Paternidade depende de fidelidade. O papel estratégico do relacionamento marido/esposa no casamento estabelece um ponto central no alvo familiar. Tudo mais é secundário. Tudo o mais é inferior, porque quando o companheirismo não funciona, a família não pode funcionar.

Nós, pais, permanecemos no pináculo estabelecido por Deus, em nossa unidade familiar, por isso somos ao mesmo tempo gratos, temerosos e esperançosos no que se refere a nossa tarefa de liderança e ao nosso zelo divino (cuidado estabelecido pela aliança) por nossos relacionamentos no casamento” (GANGEL, K. O. & GANGEL, J. S. Aprenda a ser pai com o Pai: Tornando-se o pai que Deus quer que você seja. 1 ed., RJ: CPAD, 2004, pp.72-3).

 

“Esta passagem [Ef 5.19-21] tem sido deturpada e fica quase irreconhecível em algumas interpretações. Muitas vezes ouço pessoas fazendo malabarismos com essa passagem em favor daquele versículo que diz que as esposas têm que se submeter aos seus maridos — que os homens são o cabeça da casa. Mas pegar esse versículo isolado da passagem anterior destrói o significado da Escritura. Nós podemos ser tentados a controlar os outros, para transformá-los em alguma espécie de imagem que nós formamos. Mas este tipo de intolerância não é o que Paulo está falando. A ideia de Paulo era que maridos e esposas devem submeter-se mutuamente. Eles devem ser sensíveis às necessidades um do outro e fazer o possível para alcançá-las. Eles precisam ver seus cônjuges como distintos, como independentes deles, com necessidades peculiares, e não devem controlar ou dominar o esposo, ou a esposa, ou dizer a eles como devem viver. também não devem viver inteiramente separados do seu parceiro. Paulo idealizou uma interação íntima e santa entre marido e mulher: ‘Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido’ (Ef 5.33)” (HAWKINS, D. 9 erros críticos que todo casal comete: Identifique as armadilhas e descubra a ajuda de Deus. 3 ed., RJ: CPAD, 2010, p.93).

                                 Conflitos na Família

A vida em sociedade nunca foi livre de conflitos, e o mesmo se dá no lar. Nenhuma família está isenta de passar por situações em que seus membros não apenas possuem opiniões diferentes, mas apresentam muitas vezes reações emocionais extremas quando contrariados. Independente da existência de conflitos, eles devem ser tratados de forma coerente, bíblica e, acima de tudo, de forma que Deus seja honrado e a unidade da família seja preservada. Dentre as diversas formas de conflitos na família, destacamos:

Brigas na família — Cada pessoa na família possui um temperamento diferente. Temperamento e, em síntese, a forma com que reagimos diante de situações e estímulos. Ainda que tenham temperamentos diferentes, somos desafiados a agir não de acordo com nossos temperamentos, mas sim de acordo com a presença de Deus em nossas vidas.

Atividades dos pais — Em nossos dias, temos visto que pais e mães de família têm se dedicado muito ao trabalho, devido aos muitos desafios financeiros e o custo de vida cada vez mais alto. Isso pode prejudicar a família, se os pais não tiverem um tempo adequado para ficar com seus filhos, participar da educação deles, passar-lhes as tradições da família e acima de tudo, repassar-lhes a fé em Deus e no evangelho.

Questões financeiras — Conflitos familiares podem advir de questões financeiras. Um cônjuge que não possui controle de gastos e tem propensões consumistas pode atrapalhar seu casamento, pois coloca em risco a economia de toda a família. Os cônjuges precisam ter um controle correto de seus gastos, aprender a gerir corretamente seus recursos financeiros e evitar desconfortos que atrapalhem a convivência. É preciso aprender a poupar, tentar comprar a vista os bens necessários e abster-se de adquirir coisas que não são necessárias naquele momento. Todo cuidado nessa esfera é importante, a fim de que a família não passe necessidade por culpa de um de seus membros que não possui domínio próprio.FONTE CPAD

 

 

 

    SUBSIO(2) BETEL ADULTOS SUPERANDO CONFLITOS

                   Efésios 5.25,28: Tito 2.3-5.LIÇÃO N.10

 

É bastante difícil definir a palavra amor, entretanto podemos compreender um pouco melhor seu significado quando atentamos para as direções para as quais ele se volta. Phileo, o amor fraternal, relacionado à amizade; storge, sentir afeição, amor dos pais pelos filhos; eros, o amor desejo, trata-se do amor entre pessoas do sexo oposto e ágape, o amor caridade, originado em Deus. Discuta com seus alunos sobre o significado da palavra amor. De que forma podemos demonstrá-lo? Há limites para o amor?

 

SÍNTESE TEXTUAL

Para que o homem entendesse a dimensão do amor que ele deveria ter pela sua esposa, a Bíblia o compara ao amor de Cristo pela Igreja. Entretanto, a fim de facilitar a compreensão humana sobre como deveria se dar isto, o apóstolo Paulo faz uma analogia entre o amor do marido pela esposa e pelo próprio corpo. Quem ama ao seu corpo, respeita-o, honra-o, valoriza-o, protege-o e cuida dele com muito zelo. Para o homem, não é difícil amar o próprio corpo, isto é um problema tipicamente feminino, por isso que Deus lhe ordenou. O lar, os filhos e o marido necessitam da atenção da mulher, pois a sua obrigação, como esposa e mãe, é dedicar-se à família; nisto, é observado o amor. Ela deve interessar-se pelas aspirações dos filhos e do marido, encorajá-los e ser afetuosa para com eles. Somente com amor uma família pode alcançar os propósitos divinos e ser feliz, de outra maneira, será apenas mais um lugar onde as pessoas moram juntas.

Deus estabeleceu o casamento para o bem-estar e felicidade dos cônjuges, o que somente será possível pelo vínculo do amor. Sem este, tal união passa a ser uma caricatura sem vida, sem conteúdo, sem realidade. Uma vez que diante de Deus é vitalícia, pela sua natureza e finalidade, essa união depende do amor para persistir por toda a vida. Duas de suas finalidades são: perpetuar a família e ser figura da união entre Cristo e sua Igreja. A lição é evidente: sem amor, a família se degrada e se embrutece, e só o amor realiza a comunhão entre Cristo e a Igreja.

 

  1. O AMOR NAS NECESSIDADES DA FAMÍLIA

 

  1. Necessidades relativas à sobrevivência. São necessidades concentradas na área física: alimentação, descanso, lazer, proteção e auxílio mútuo entre os membros da família, a partir do casal. 0 atendimento dessas necessidades motivado pelo amor pode ser simples e corriqueiro, mas o seu efeito e influência perduram e aumentam a felicidade da família. Por isso, a Bíblia assevera: “Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade” (1Co 16.14). Ou seja, se não pusermos amor em tudo o que fazemos, a vida perde o sentido e torna-se um vazio. Na vida do casal, que é o pilar da família, a realidade do amor viabiliza o suprimento dessas necessidades.
  2. Necessidades psicológicas. Em Gênesis 1.27, está escrito que o homem foi criado à imagem de Deus; então, de certa forma, ele reflete Deus. Deus é uma Pessoa que ama, pensa, sente, tem objetivos e toma decisões; tudo de maneira perfeita, mesmo que não pareça aos homens. Tomando a referência acima e outras semelhantes, o homem também tem personalidade. A Bíblia utiliza vários termos para designar os componentes da personalidade no homem: alma, espírito, mente, memória, coração, sentimento, vontade, conhecimento, etc.

A necessidade primordial dessa personalidade é a de amar e ser amado. É evidente que não estamos falando de amor no sentido popular, mas como atributo e virtude que refletem o Criador, pois “Deus é caridade e quem está em caridade está em Deus, e Deus, nele” (1Jo 4.16). Os cônjuges são os líderes da família e, portanto, com necessidades mútuas profundas, originadas em si mesmos, e oriundas também das grandes responsabilidades dos seus encargos domésticos.

A mulher, como esposa, quer ser valorizada pelo que é e por aquilo que ela proporciona ao marido como sua “adjutora” (Gn 2.18). Seu amor pelo marido manifesta-se através do respeito, da dedicação, da solicitude, das tarefas e dos cuidados no dia-a-dia; tudo pela motivação do amor, da sabedoria mencionada em Provérbios 14.1 e das responsabilidades assumidas (1Co 7.34b).

 

  1. O AMOR DO MARIDO PELA ESPOSA

 

A Bíblia enfatiza este amor de forma imperativa, e sem quaisquer rodeios, para que o marido não tenha desculpa nem invente uma alternativa ou evasiva. “Vós, maridos, amai vossa mulher” (Ef 5.25). Este dever do marido está na forma imperativa. Deus sabe que só o amor puro, total, sincero e leal garante a perpetuidade e felicidade real do casamento. É até possível — por interesses, condições e situações incomuns — um casamento ser estável sem tal amor, mas neste caso é impossível que seja feliz e perpétuo. Se os dois casaram-se de fato por amor, este deverá nortear a vida do casal enquanto viver.

  1. Amar como Cristo amou a Igreja. Este confronto requer do homem uma reflexão profunda diante de Deus, tendo em vista o seu alcance e responsabilidade, pois o amor de Jesus pela Igreja é supremo, sacrificial, providente, protetor e permanente. Este amor deve ser o objetivo de todo homem casado para com sua esposa. Trata-se de um amor sacrificial, que não busca seus próprios interesses (1Co 13.5). Desta forma, Deus deseja que o marido ame a sua mulher e por isso esteja sempre comprometido e disposto a dar-se por ela, em toda e qualquer circunstância.

Outrossim, a Bíblia ensina que além de amar a esposa, o marido deve também agradá-la (1Co 7.33). Agrado não depende de normas prescritas; é algo espontâneo que flui da vontade inspirada por amizade, afeto, amor, fraternidade, retribuição. De igual modo, a mulher, além de amar o marido e obedecer-lhe, também deve agradá-lo (1Co 7.34). Amor e obediência são deveres (Rm 13.8). O agrado é um fruto que brota espontaneamente do amor, da gratidão e do contentamento.

  1. Características do amor do marido:
  2. a) Puro. Assim sendo, ele é uma demonstração de respeito e honra à esposa. Deve ser desprovido de impureza, e não ser apenas baseado na sensualidade e no erotismo.
  3. b) Sincero. Isto é, amor não fingido, não de aparência, não de conversa, como está escrito em Romanos 12.9a.
  4. c) Constante. O marido não deve permitir que as contrariedades e situações irritantes do dia-a-dia, seja onde for e com quem for, venham influir e interferir na continuidade do amor conjugal. No caso da esposa, mesmo que ela cometa falhas sem querer, o marido deve perdoá-la, em virtude deste amor. É assim que Cristo ama a Igreja.
  5. d) Perpétuo. O amor não tem data de validade para expirar. A Bíblia nada ensina sobre o casal entediar-se um do outro e providenciar o término do casamento. Se voltarmos o pensamento para Cristo e sua Igreja, Ele jamais a renunciará para originar outro povo seu (Ef 5.31,32).
  6. e) Protetor (sacerdotal). A mulher é mais dependente de segurança do que o homem. No casal, essa segurança da mulher está no marido. Por isso ele deve esforçar-se em promover o bem-estar físico e espiritual dela.
  7. f) Provedor. Este amor deve prover à esposa tudo o que lhe é necessário, conforme as posses do casal, a provisão de necessidades da família, a previdência de situações futuras e de imprevistos, e o bom senso dos dois.
  8. Amar como a seu próprio corpo. Nenhum homem normal (a menos que esteja psicológica ou espiritualmente enfermo) odeia a si próprio; seu corpo é o primeiro objeto de seu amor, para dele cuidar, alimentar, tratar e proteger. É assim que o marido deve considerar e amar sua esposa. Se alguém muito entusiasmado deseja se sacrificar pela igreja a ponto de morrer por ela, em detrimento do seu casamento, não o faça. Faça sempre o melhor e o máximo que puder por sua esposa (Gn 29.18,20). Quem tinha que sacrificar-se pela Igreja até a morte, já o fez — o Senhor Jesus (Ef 5.25).

 

III. QUANDO O AMOR CONJUGAL REGRIDE

 

  1. No marido. A mulher que não se sente amada pode ter o seu comportamento no lar distorcido, trazendo danos para si mesma e para toda a família.
  2. a) Ela pode, por decepção, se isolar e tornar-se inútil.
  3. b) Pode, também, tornar-se uma mãe dominadora, controlando ilogicamente os filhos e tornando-os objetos de sua satisfação pessoal, uma vez que não a encontrou em seu marido. Esses filhos podem crescer com problemas psicológicos, bloqueios e serem incapazes de enfrentar a vida.
  4. c) Um outro mecanismo seu de compensação, quando frustrada e desnorteada, é buscar afeto fora do lar.
  5. Na esposa. Quando a mulher se casa por fama, dinheiro, sensualidade, ou necessidade de sobrevivência, esta crise pode instalar-se, partindo dela para o seu marido. Neste caso, os papéis se invertem. O marido vai compensar suas frustrações investindo nos filhos, em segmentos sociais, onde sinta-se valorizado, e às vezes em relacionamentos pecaminosos.

A falta de amor na mulher normalmente se manifesta pela falta de respeito à autoridade do marido. A Bíblia exige dela este respeito (Ef 5.22; Cl 3.18).

A falta de amor tanto do marido quanto da esposa, se não administrada em tempo hábil, pode levar à desintegração do lar, com prejuízos espirituais, morais e sociais.

 

  1. COMO MANTER O AMOR

 

  1. Auto-avaliação. É dever de todo o cônjuge avaliar diariamente a sua conduta dentro do casamento.
  2. Humildade. É indispensável que ambos tenham a humildade para corrigirem seus equívocos, exageros e omissões no relacionamento.
  3. Diligência. É imprescindível a iniciativa de um procurar o outro para retomada de posições quando qualquer problema surgir, para não incorrer no distanciamento emocional, manifesto em silêncio e/ou agressões verbais.
  4. Presença no altar. É necessário que o casal reserve um bom período no altar da oração, apresentando-se quebrantado diante do Senhor, a fim de receber dEle a graça necessária à harmonia no casamento.

O que se espera do leitor é que após esta lição o seu amor conjugal desenvolva-se sobremaneira. Assim, o seu casamento e sua família estarão salvos.

“O mandamento do amor é: ‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo semelhante a este é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo’ (Mt 22.37,38).

Aqui está a plataforma de toda a ética cristã. A verticalidade e a horizontalidade do amor que tem como marco zero o próprio indivíduo: ‘como a si mesmo’. Jesus não está pressupondo com isso um terceiro mandamento. O amor a si mesmo é um fato, e não um caminho a mais a ser seguido, como sugerem alguns. Isto seria, aliás, a negação da fé cristã, que nos instrui a deixarmos de lado todo o tipo de egoísmo, como: ‘Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros’ (Fp 2.4). Ser cristão é agir como João Batista: ‘Importa que ele cresça e eu diminua...’.

... O amor a si mesmo não é uma exigência escriturística. Jesus parte do pressuposto natural como verdade absoluta em cada ser humano. Usa-o como ponto de partida e também como parâmetro de amor ao próximo. Mais que isto, Jesus impõe um redirecionamento para o amor. Trata-se de uma mudança em que as intenções mais egoístas da vontade são vencidas pelo rompimento desse círculo que faz coabitar o amor sempre em torno de si mesmo.

O amor é centrífugo e não centrípeto, isto é, vai sem a pretensão de voltar. Parte do ‘eu’ para o ‘próximo’. Doa, e não espera recompensa.

Jesus vincula o amor ao próximo ao primeiro mandamento porque sabe da incapacidade humana de praticar a horizontalidade deste amor na independência da sua verticalidade. Não há como amar verdadeiramente o próximo sem amar a Deus primeiro.

Para o homem natural, as formas de amor são inevitavelmente dominadas pelos interesses do ‘eu’. Para praticar um amor altruísta, ele precisa primeiro exercer domínio sobre o amor egoísta.

A prática do ágape se dá numa ética teocêntrica. Este amor só será verdadeiro se for centralizado em Deus.

O amor ágape nos capacita a fazer uma leitura da vida com beleza e esperança. Anula as picuinhas, ignora as mesquinharias e descortina as coisas que estão diante de nós. Ágape é o amor que nos levará mais ao sacrifício do que ao bem-estar; mais a dar do que a receber. Não promete vantagens, mas o poder de um espírito rico e de um caráter marcado pelas insígnias do bem!” (Conhecidos pelo Amor. CPAD, pp.34,35).

 

 

 

 

 

 

 

PAZ DO SENHOR AOS PROFESSORES DAS LIÇÕES

           BETEL ,POSTAMOS 2  SUBSIDIOS

 

      SUBSIDIO(1) BETEL ADMINISTRÇÃO DA                                    FINANÇAS ADULTOS

                  OS PERIGOS DA AMBIÇÃO 

              Salmos 131.1-3; 1 Timóteo 6.7-12.

Salmos 131

1 - SENHOR, o meu coração não se elevou, nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes assuntos, nem em coisas muito elevadas para mim.

2 - Decerto, fiz calar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada para com sua mãe, tal é a minha alma para comigo.

3 - Espera Israel no SENHOR, desde agora e para sempre.

 

1 Timóteo 6

7 - Porque nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.

8 - Tendo, porém, sustento e com que nos cobrirmos, estejamos com isto contentes.

9 - Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína.

10 - Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

11 - Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão.

12 - Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas.

 

 

ORIENTAÇÃO 

Professor, ensine aos seus alunos que a Bíblia descreve vários personagens que sucumbiram à ambição e ao orgulho: Adão e Eva (Gn 3.1-7); Tiro (Ez 28.1-10); Nabucodonosor (Dn 4.29-37); Herodes (At 12.21-23), entre outros. Esse mesmo orgulho também foi ensinado na filosofia. Nietzsche afirmou que o super-homem reconheceria a inutilidade dos valores morais e religiosos e se colocaria acima deles. O filósofo ateu Feuerbach, considerava que a grande reviravolta da história será quando o homem se conscientizar de que o único Deus do homem é o próprio homem. Fale aos educandos que o mesmo orgulho que prejudicou a Adão, Tiro, Nabucodonosor e Herodes é o mesmo que foi ensinado por esses filósofos ateus. Contudo, afirme que, assim como os personagens bíblicos receberam o merecido castigo, todos os soberbos e ambiciosos receberão, cedo ou tarde, o justo juízo divino.

Palavra Chave

Ambição: Desejo veemente de alcançar os bens materiais, o poder, a glória, a riqueza, a posição social, etc.

Ambição é a procura irracional e desordenada pelas riquezas, poder, glória e honras. É o mesmo que cobiça ou desejo veemente pela aquisição de bens materiais. Esse termo, conforme se encontra originalmente em Romanos 12.16 significa "elevado", "alto". Também pode significar "arrogância" como nos textos de 1 Timóteo 6.17 e Romanos 11.20. A Bíblia é taxativamente contra a sociedade materialista que exige cada vez mais que as pessoas sejam ambiciosas, individualistas e almejem "coisas elevadas" (Sl 131.1; Hc 2.9). Esse é o assunto que iremos estudar nesta lição.

  1. AMBIÇÃO NO MUNDO SECULAR

 

São três os principais elementos que desencadeiam a ambição humana:

  1. Poder. O poder é o direito de agir, mandar, deliberar e exercer autoridade sobre as coisas, pessoas, instituições e nações (Ec 8.2-4). As pessoas dotadas de poder são aquelas que impõem a sua vontade sobre as outras, controlando e manipulando-as segundo o seu próprio querer. Muitos líderes políticos que ambicionaram incontrolavelmente o poder, como Hitler, cometeram as maiores atrocidades contra a humanidade (Mq 2.1). Outros exerceram o poder de modo positivo, como os reis piedosos de Israel e Judá (1 Rs 15.11,23; 22.43,46). Porém a Bíblia afirma categoricamente "que o poder pertence a Deus" (Sl 62.11; 66.7; 147.5; Mt 6.13; 1 Tm 6.16).
  2. Dinheiro. A cobiça pelo poder e o desejo irrefreável de adquirir riquezas são inseparáveis. Para os que possuem estas pretensões, o acúmulo de bens materiais nunca é suficiente (SI 62.10; PV 30.15); o ter é mais importante que o ser. Nas prateleiras das livrarias somam-se, a cada ano, livros que alimentam a ambição pelas posses, entretanto, tais obras nunca alertam que o "amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males" (1 Tm 6.10).
  3. Sexo. A sexomania está intimamente atrelada à sede de poder. Devido à condenável liberação sexual na sociedade de hoje, a prática do sexo ilícito tornou-se um dos pecados mais comuns e perniciosos de nosso tempo. Vivemos em um mundo erotizado, cujos padrões morais estão cada vez mais frouxos e degenerados (Sl 14; Rm 1.18-32; 3.23). O que se vê é o aumento assustador da pornografia, prostituição, homossexualidade e infidelidade conjugal (Rm 1.21-27). Todavia, as Sagradas Escrituras nos exortam à completa e perfeita santidade (1 Co 6.18-20; 1 Ts 4.3-7; 5.23).

 

  1. AMBIÇÃO NA IGREJA

 

  1. Poder. Para certos pregadores e conferencistas da atualidade, o ministério é um meio de projeção pessoal; um modo de se adquirir prestígio, poder temporal e lucro financeiro (At 20.28-30; 2 Co 2.17; 2 Pe 2.1). Diótrefes é um perfeito exemplo da presença desses maus elementos na igreja (3 Jo vv.9,10). O que não dizer também das abomináveis disputas por cargos eclesiásticos, oriundas de ambições pessoais? (1 Co 3.1-7). Tiago em sua epístola, capítulo 4, versículos 1 e 2 afirma que a cobiça é a causa de muitos desentendimentos entre o povo de Deus. A Palavra de Deus reprova qualquer atitude pessoal que objetive o "prêmio de Balaão" (Jd vv.11-16; 2 Pe 2.1 5; Ap 2.14).
  2. Dinheiro (1 Tm 6.5,9). Infelizmente, em nossos dias, há certos obreiros que abrem igrejas e fundam ministérios visando apenas o lucro financeiro. Por isso a Bíblia nos adverte acerca daqueles que não são pastores, mas mercenários (Jo 10.12,13), "lobos cruéis", que não perdoam o rebanho (At 20.29).

O mercenário é aquele que trabalha em troca de qualquer vantagem material, sem nenhum interesse e intenção honesta de cuidar das ovelhas (2 Pe 2.3). Deus rechaça terminantemente a ganância, a avareza e a cobiça (Lc 12.13-21; Tg 4.1,2).

  1. Sexo. Em 2 Pedro, capítulo 2, a Bíblia expõe uma extensa lista de pecados dos falsos mestres; quais sejam: a) ensinos e práticas heréticas que destroem a fé e a vida cristã: "heresias de perdição" (v.1); b) todo tipo de conduta vergonhosa: "suas dissoluções" (v.2); c) exploração mercenária do povo: "por avareza farão de vós negócios" (v.3); d) adultério e pecados do sexo extraconjugal: "tendo os olhos cheios de adultério" (v.14); e) falsa liberdade: "Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção" (v.19). Tudo isso é produto da ambição.

 

III. COMO VENCER A AMBIÇÃO

 

  1. Dominando a sede de poder. Os pecados de avareza (Cl 3.5; Hb 13.5; 2 Pe 2.2,3,14), ambição (Mc 4.19; Rm 12.16), soberba (Mc 7.21,22; 1 Jo 2.16) e concupiscência dos olhos (1 Jo 2.15-17) devem ser vencidos, mediante a fé no sangue de Jesus (Rm 5.1). Todos esses pecados podem ser dominados, mortificados e purificados pelo poder do sangue de Cristo, derramado por nós, e pela virtude do Espírito Santo que em nós habita (1 Jo 1.7,9; Rm 6.4; 8.2,13).
  2. Dominando a cobiça pelo dinheiro. Segundo a Bíblia é impossível servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo (Mt 19.23-26; Pv 16.5), porque o senhorio de Mamom é contrário ao de Cristo (Mt 6.24). Portanto, cada cristão deve examinar a si mesmo e perguntar: "Sou cobiçoso?" "Sou egoísta?" "Aflijo-me, perdendo a paz e o sono para ficar rico?" "Tenho intenso e incontido desejo de honrarias, prestígio, fama, poder e posição?" Já os que são ricos, não devem julgar-se como tal, e sim, como administradores dos bens de Deus (Lc 12.31-34, 42,43). Os tais devem ser generosos e fartos em boas obras (Ef 2.10; 4.28; 1 Tm 6.17-19).
  3. Dominando os desejos carnais (2 Tm 2.22). A concupiscência da carne e dos olhos e a soberba da vida são inclinações pecaminosas que não devem dominar o crente (1 Jo 2.15-17; Gl 5.19-21). A Palavra de Deus nos admoesta a andarmos em Espírito: "Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne" (Gl 5.16).

 

  1. O CONTENTAMENTO CRISTÃO (1 Tm 6.6,8)

 

A Bíblia nos orienta a vivermos satisfeitos em Cristo: "Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei" (Hb 13.5). Esse contentamento pode ser resumido da seguinte forma:

  1. Deus é o nosso provedor. O crente deve viver contente e satisfeito porque suas necessidades são supridas em Deus (Sl 23.1; Fp 4.1 9). Ele é o Senhor que provê - Jeová Jiré - todas as exigências naturais da vida humana (Gn 22.14; Sl 34.10).
  2. Ausência de cobiça (Pv 15.27). Isto decorre da confiança do crente em Deus (Mt 6.25, 31-33) e da obediência irrestrita à sua Palavra (At 20.33-35; Rm 12.16; Hb 13.5; 1 Tm 6.9,10).
  3. Disposição de suportar a privação (2 Co 4.16-18). O crente fiel sabe, melhor do que qualquer pessoa, que não somos imunes às provações, ao contrário (Rm 8.18; 2 Tm 3.12), precisamos passar por elas para sermos aperfeiçoados (Tg 1.2-4; Rm 8.28). Temos de estar dispostos a sofrer privações, se necessário, para realizarmos os elevados propósitos de Deus (Fp 4.11,12).
  4. a) Privação não significa pobreza e penúria. "Contentar-se" não significa se acomodar à pobreza, preguiça ou inatividade (Pv 6.6-11; 12.27; 15.19). A Bíblia não se opõe àqueles que labutam diariamente pela vida cotidiana (Pv 10.5), entretanto, condena os que se enriquecem ilicitamente (Pv 10.4; 11.1), esquecendo-se do Reino de Deus (Mt 6.33; Jo 6.27).
  5. b) Privação não significa resignação. O cristão não deve portar-se com indiferença, inércia e acomodação diante das adversidades da vida, mas com disposição, trabalho e honestidade (At 20.33-35; Rm 12.11; Ef 4.28).

 O crente fiel a Deus não ambiciona as coisas elevadas desse mundo, mas entrega-se ao Senhor confiando que é poderoso para suprir todas as suas necessidades, quer nas áreas social e financeira, quer na espiritual. O que o filho de Deus realmente aspira, é a presença do Senhor (Sl 42.1), seus dons (1 Co 14.1) e seu Reino (Mt 6.33), pois está certo que as demais coisas lhe serão acrescentadas.

 

                                   "Corretores Cristãos do Poder

Buscar arrogantemente o poder não é atributo espiritual. É sinal de egoísmo e orgulho. Todo aquele que deseja o poder para obter prestígio é traiçoeiro. No esforço de tornar-se imperial, adquire a mentalidade que diz: 'Estou gostando desta liderança. Sei o que é melhor, apenas sigam-me!'.

Apreciam alguns poderosos - leigos, pregadores, empresários, educadores, oficiais do governo ou quem quer que seja - o brilho, a honra e o prestígio da liderança? Têm prazer em chegar ao topo pela escada da adulação? Vêem as pessoas como irmãos e irmãs, e a si mesmos como um de seus companheiros de serviço? Ou estão mais inclinados a manter o rebanho em seu lugar? Trovejam mensagens quanto ao que o trabalho deve ser? Ou guiam alegremente como um pastor?

Quero chamar sua atenção de perdedor financeiro para o simples fato: muitos de nós estamos nadando em dívidas e vivendo um caos conjugal como resultado de nada menos que uma necessidade descontrolada de possuir e acumular coisas. A verdade é que o caos em nosso casamento poderia ter fim se nós simplesmente parássemos de acumular e começássemos a estar satisfeitos com as coisas que já temos".

Nossa atitude com relação às pessoas é, freqüentemente, uma ofensa a Deus e aos que estão se esforçando para servir. Enquanto as pessoas estão quase sempre ansiosas para liderar - liderança santa e inspirada - estamos afundados em nosso 'trabalho'. Quando isso acontece, podemos facilmente nos tornar insensíveis aos sentimentos alheios".(DORTCH, R. W. Orgulho fatal. RJ: CPAD, 1996, pp.103-4.)

Somos todos culpados diante do Senhor por nossas ambições e orgulho! Somos inescusáveis diante do tribunal divino. O nosso opróbrio não é maior do que os sulcos de dor, desprezo, incapacidade e desdém que cavamos diariamente em nossos irmãos (1 Jo 3.15). Somos culpados de orgulho e ambição diante de Deus. Confessemos os nossos pecados (1 Jo 3.19-21). Peçamos um novo coração e uma nova disposição espiritual (Sl 51.10). Sejamos perdoados e oremos como fez o salmista:

'Ó SENHOR Deus, eu já não sou orgulhoso; deixei de olhar os outros com arrogância.

Não vou atrás das coisas grandes e extraordinárias, que estão fora do meu alcance.

Assim, como a criança desmamada fica quieta e tranqüila nos braços da mãe, assim eu estou satisfeito e tranqüilo, e o meu coração está calmo dentro de mim'.(Sl 131.1,2 - NTLH). FONTE CPAD    

   

 

   OS MALES DO CONSUMISMO SUBSIDIO (2)                 BETEL    Eclesiastes 2.4-11. LIÇÃO N.9

 

4 - Fiz para mim obras magníficas; edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas.5 - Fiz para mim hortas e jardins e plantei neles árvores de toda espécie de fruto.6 - Fiz para mim tanques de águas, para regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores.7 - Adquiri servos e servas e tive servos nascidos em casa; também tive grande possessão de vacas e ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim, em Jerusalém.8 - Amontoei também para mim prata, e ouro, e jóias de reis e das províncias; provi-me de cantores, e de cantoras, e das delícias dos filhos dos homens, e de instrumentos de música de toda sorte.9 - E engrandeci-me e aumentei mais do que todos os que houve antes de mim, em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria.10 - E tudo quanto desejaram os meus olhos não lhos neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho.11 - E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito; e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito e que proveito nenhum havia debaixo do sol.

Prezado professor, esta lição é importantíssima para seus alunos. Portanto, invista tempo em seu preparo: ore, pesquise, observe e discuta o tema com outros professores. Lembre-se! As verdades que você ensinará neste domingo, poderão modificar completamente a vida financeira de seus alunos, mas esta mudança deve começar primeiramente em você.

 

ORIENTAÇÃO 

Nesta lição usaremos como método o Debate Orientado. Divida a turma em dois grupos e proponha uma discussão sobre o consumismo. O primeiro grupo discutirá por cinco minutos o tema: "Quais são as conseqüências do espírito consumista". (Nesse momento, a outra equipe apenas observará anotando os pontos que julgar importante.) A seguir, o segundo, assumirá o debate, com a pergunta: "Por que esse comportamento descontrolado ocorre com as pessoas na hora das compras?" (agora é a vez do primeiro grupo apenas observar). Após os dois grupos apresentarem suas opiniões, o professor fará o fechamento do debate. Entenda que o objetivo não é apenas trazer soluções, mas instigar, "fazer pensar" e provocar reflexões sobre assunto.

 

Palavra Chave

Consumismo: Sistema que favorece o consumo exagerado.

A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 121.20; Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfermidade.

 

  1. OS MALES DO CONSUMISMO
  2. O apelo consumista nos meios de comunicação. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc, para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21).

O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: "Crédito imediato é também dívida imediata!". Façamos, pois, a oração de Agur: "Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada" (Pv 30.8,9).

  1. O supérfluo em detrimento do essencial. Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2 Tm 4.5).
  2. A Compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1 Tm 6.10).

Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; 13.8,14; Gl 5.22).

 

  1. COMÉRCIO E CONSUMO NO AMBIENTE CRISTÃO
  2. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam o preço dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).
  3. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um "ministério" que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, "missionários" e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2 Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só vêem o promissor mercado evangélico à sua frente.
  4. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular; por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem "torpe ganância"? (Tt 1.7).

 

III. PROVISÃO DIVINA DAS NECESSIDADES DIÁRIAS

  1. Pedindo a Deus a provisão necessária (Pv 30.7,8). Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro, que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo, que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfazer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramente equilibrada (Lc 12.29-31).

Na Oração Dominical, Jesus ensinou o mesmo princípio (Mt 6.9-13, 25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais - o "pão" (Mt 6.11). Em Filipenses 4.11-13, Paulo reforça o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: "aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância" [...] "estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece".

  1. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13,19). Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (1 Rs 17.2-7, 8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo Deus que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, "é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente" (Hb 13.8; Dt 8.15-18; Lc 12.15; 1 Tm 6.17).

 

  1. COMO FUGIR DO CONSUMISMO

 

  1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).
  2. Economize, poupe e fuja das dívidas! Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35,36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia. Fuja das dívidas!
  3. Invista no Reino de Deus. O dinheiro não é um mal em si mesmo (1 Tm 6.10), pelo contrário, pode e deve ser uma bênção para a obra do Senhor. Seja fiel nos dízimos e você verá a bênção de Deus sobre sua vida financeira (Ml 3.10,11).

 

Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catástrofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos. Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado! Não peça emprestado! Liberte-se do consumo irresponsável! Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (Jo 8.32,36).

 

 

                                   "É um Mundo Consumista

'E o que há de errado com isto?', você pode estar se perguntando. Talvez você pense que eu queira persuadi-lo a vender tudo o que tem e ir viver nas montanhas feito eremita. Fique tranqüilo, eu não pretendo fazer isto! Nem estou tentando fazê-lo sentir-se culpado por ter uma lista de 'coisas a comprar' guardada na gaveta da cômoda. Não. Não é nada disso.

O que estou tentando dizer é que o problema está em ser acometido pela síndrome do 'adquira-e-possua' de nossa cultura, em viver para ter e ter para viver, em ter uma casa cheia de 'coisas' - todas estas coisas raramente satisfazem [...] E quanto mais ficamos fascinados com as coisas novas que brilham à nossa volta, mas espaço, energia, tempo e dinheiro será necessário para manter o vício do consumo! [...]

Quero chamar sua atenção de perdedor financeiro para o simples fato: muitos de nós estamos nadando em dívidas e vivendo um caos conjugal como resultado de nada menos que uma necessidade descontrolada de possuir e acumular coisas. A verdade é que o caos em nosso casamento poderia ter fim se nós simplesmente parássemos de acumular e começássemos a estar satisfeitos com as coisas que já temos".(BARNHILL, J. A. Antes que as dívidas nos separem. RJ: CPAD, 2003, pp. 70-1.)

 

"Guiará os mansos retamente; e aos mansos ensinará o seu caminho" (Sl 25.9). Dois grandes atributos de Deus são ressaltados nesse poema. No primeiro deles, o Senhor é um seguro Guia. Ele nos conduz por caminhos verdejantes (Sl 23.2); por águas tranqüilas (Sl 23.2); por caminhos certos (Sl 23.3) ; mesmo nos vales escarpados da dor não abandona os seus filhos, mas protege e dirige-os (Sl 23.4) . Ele está com você, professor, em qualquer circunstância. No segundo atributo, Ele é o Mestre, que ensina a sua vontade. Os que temem ao Senhor aprendem com Ele o caminho que devem seguir (Sl 25.12). Essas duas qualidades são indissociáveis, uma vez que o mestre é um guia. Permita que o Senhor seja o seu Mestre e Guia eternamente. FONTE CPAD

 

 

 

      PAZ DO SENHOR FORAM POSTADOS 3  

                SUBSIDIOS.LIÇÃO 21/2/2016

 

SUBSIDIO (N.1)ETICA NO CASAMENTO NÃO SEJA INFIEL.                 

       Provérbios 5.1-5; Mateus 5.27,28. N.8

 

Provérbios 5

1 - Filho meu, atende à minha sabedoria: à minha razão inclina o teu ouvido;

2 - para que conserves os meus avisos e os teus lábios guardem o conhecimento.

3 - Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite;

4 - mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois fios.

5 - Os seus pés descem à morte: os seus passos firmam-se no inferno.

 

Mateus 5

27 - Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.

28 - Eu, porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.

Como vai o seu casamento professor(a)? Como vai a sua família? O adultério é um pecado de consequências desproporcionais ao bem-estar da família. Sofre o cônjuge ferido, os filhos e toda a família. Esta, certamente, não é a vontade divina, por isso, a presente lição, além de ensinar aos alunos a respeito do perigo da infidelidade conjugal, é uma ótima oportunidade para todos nós fazermos uma autoanálise. A família é o bem maior que o Senhor nos concedeu. Por isso, vale todo o esforço para aperfeiçoar o relacionamento conjugal e aprofundar o convívio com a família. Pense nisso!

 

AMIZADE PROFISSIONAL

Quando trabalhamos numa empresa conhecemos diferentes pessoas. Naturalmente as afinidades aparecem e estabelecemos permanente comunicação com elas. A amizade profissional é uma consequência direta do nosso trabalho.

 

RELACIONAMENTO NA IGREJA

Na igreja local também nos relacionamos com pessoas distintas. No Departamento dos Jovens, na União Feminina e outros. A igreja local é uma ótima oportunidade de estabelecermos laços fraternos de amizade com pessoas distintas.

Palavra Chave

Infidelidade: Procedimento de infiel; deslealdade, traição, perfídia.

 

Vivemos num mundo carente de valores éticos e princípios cristãos. Para as pessoas que não seguem os desígnios divinos, a infidelidade conjugal é vista como prática socialmente aceitável. Porém, os mandamentos divinos são eternos. De acordo com a Bíblia, o adultério é e continuará a ser uma ofensa ao próprio Deus. Lamentavelmente, muitos cristãos estão se deixando levar pelas astutas ciladas do Diabo, fazendo da infidelidade conjugal um hábito. Nesta lição, refletiremos a respeito desse terrível mal que vem infelicitando as famílias.

 

  1. ADULTÉRIO, UM GRAVE PECADO

 

  1. Conceito e origem da palavra. A palavra adultério vem do latim adulterium, que significa “dormir em cama alheia”. Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe (CPAD), é a relação sexual entre uma pessoa casada com outra que não é o seu cônjuge. Tal ato é um pecado gravíssimo perante Deus, sendo condenado tanto no Antigo quanto em o Novo testamento (Êx 20.14; Dt 5.18; Rm 13.9; Gl 5.19). É um ato tão grave que no tempo da lei Mosaica, a pena para o adultério era o apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).
  2. É preciso vigiar. A infidelidade conjugal é um processo maligno que tem início na mente. No começo, são apenas alguns pensamentos que surgem de “mansinho”. Se estes, porém, não forem combatidos, acabam por nos impregnar a alma e o coração, redundando em atos vergonhosos. Tomemos muito cuidado com o que vemos e pensamos (Sl 101.3; Fp 4.8). Enfim, vigiemos e oremos constantemente para não cairmos nas astutas ciladas do Diabo (Ef 6.11). Jesus exortou-nos a respeito da vigilância e da oração (Mt 26.41). Davi, mesmo sendo um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13.14), não vigiou. Ele cometeu um adultério que o arrastou a um homicídio (2Sm 11). Por isso, vigie.
  3. Buscar a presença de Deus e não desprezar o cônjuge. Sem a presença de Deus, o casal torna-se vulnerável às investidas do Maligno. Todavia, a comunhão diária com o Senhor, por intermédio da oração, da leitura da Bíblia e do jejum, além de fortalecer-nos, ajuda-nos a ter um bom relacionamento com o cônjuge. A presença divina auxilia-nos a suportar as crises.

Muitos obreiros, por falta de orientação, acabam dedicando-se excessivamente ao ministério eclesiástico em detrimento da família. O resultado é que a esposa e os filhos deixam de receber atenção e carinho. É bom dedicar-se à Obra de Deus. A família, porém, não pode ser esquecida, pois ela é o primeiro rebanho do pastor (1Tm 3.1-7; 5.8; 1Co 7.32-34).

 

  1. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE

 

  1. Afastamento de Deus. A Palavra de Deus diz que “os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite” (Pv 5.3). O pecado, a princípio, pode ser até “prazeroso”, mas o preço a ser pago é muito alto; não vale a pena; traz sofrimento e muita dor.

A imoralidade sexual e a infidelidade destroem a família. Todos no lar são afetados de alguma forma. Alguns minutos de prazer ilícito podem levar um homem, ou uma mulher, para o inferno, para a perdição eterna (1Co 6.10). Deus é santo e não aceita o pecado. O adultério divide a família, afasta o cônjuge da presença de Deus e impede as bênçãos divinas (Is 59.1,2).

  1. Morte espiritual. O adultério leva à morte espiritual, às vezes até a morte física. Quando nos afastamos de Deus morremos espiritualmente. A infidelidade conjugal fere as pessoas e destrói a alma (Pv 6.32). Davi arrependeu-se, mas pagou um alto preço pelo seu erro. Se o Senhor não ouve as orações daqueles que tratam mal os cônjuges (1Pe 3.7), imagine como Ele reage à infidelidade conjugal (Ml 2.16).
  2. Um lar despedaçado. O adultério aflige toda a família. Os filhos, independentemente de sua idade, são sempre os maiores prejudicados. Em geral, ficam decepcionados com os pais e tendem a desconfiar sempre de todos. Alguns filhos acabam, além de carregarem mágoas de seus pais, levando ressentimentos e dor para suas futuras famílias. Seus relacionamentos são afetados. Por isso, Deus abomina a infidelidade, a deslealdade (Ml 2.15). O marido deve amar a esposa, assim como a esposa precisa amar o marido (Ef 5.22-33). A falta de amor prejudica o casamento e abre brechas à deslealdade. O amor entre os cônjuges deve ser incondicional, assim como o de Cristo pela Igreja. Tal amor é um antídoto contra a deslealdade.

 

III. CONSELHOS CONTRA A INFIDELIDADE

 

  1. Fuja das tentações. É preciso ser prudente e evitar o mal. Jesus ensinou os discípulos a terem uma atitude de prudência e sensatez diante das tentações (Mt 10.16; 26.41). Ante o perigo, façamos como José. Ele preferiu fugir a pecar contra Deus. Temendo ao Senhor, rejeitou o pecado. E embora viesse a pagar um alto preço por sua fidelidade, foi honrado por Deus no devido tempo (Gn 39-41). Diante do pecado, fuja (1Ts 4.3).
  2. Honre o seu cônjuge. Há maridos que se envergonham de suas esposas. O profeta Malaquias advertiu o povo de Deus, para que ninguém fosse “desleal para com a mulher da sua mocidade” (Ml 2.15). Envelhecer junto à mulher amada é um privilégio. Também há mulheres que, com o passar do tempo, deixam de se interessar e honrar seus maridos. A Bíblia, porém, recomenda a esposa a reverenciar o marido (Ef 5.33). Os muitos afazeres levam algumas mulheres a se esquecerem de seu papel junto ao esposo. Honre seu cônjuge, dando-lhe o apreço e o respeito necessários.
  3. Aprecie seu cônjuge. Você aprecia seu cônjuge? Ter apreço significa vê-lo como algo valioso. A Palavra de Deus nos diz que “onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração” (Lc 12.34). Se o seu cônjuge é o seu tesouro, ou seja, uma joia que você protege e zela com carinho e respeito, o adultério não terá vez em sua vida. Há esposas e maridos que cuidam bem da casa, do carro, da conta bancária, da igreja, mas não têm cuidado nem interesse pelo seu cônjuge. Valorize-o e alegrem-se juntos no Senhor. Não busque jamais beber água de outra cisterna (Pv 5.1-23).

 

Muitas famílias têm sido destruídas por causa da infidelidade conjugal. Para que tenhamos uma vida conjugal bem-sucedida precisamos investir diariamente em nosso relacionamento. É necessário orar, vigiar e demonstrar afeto, apreço, investir no diálogo franco e não abrir mão do respeito. Temos de conscientizar-nos de que a família e o relacionamento conjugal são prioridades. Uma família bem constituída é uma bênção para a obra de Deus.

 

“UMA META DE VIDA [...]

[...] Nossa igreja evangélica parece uma comunidade de casamentos sãos. É tão boa na superfície “ cursos de extensão, segurança financeira, casas elegantes, igrejas dignas, pessoas bonitas e terapeutas matrimoniais para quando houver uma lombada na estrada. Mas como é que Deus mede nosso casamento? Não é por esses padrões.

O casamento de meus pais estava muito longe do maravilhoso pacote evangélico que descrevi. Contudo, havia autenticidade e beleza nas promessas feitas e mantidas por este casal trabalhador que enfrentou o que pareciam probabilidades insuperáveis. O resultado foi uma colheita de graça, e eu sou parte disto.

Kent e eu somos casados há trinta e oito anos. Temos quatro filhas adultas e dezesseis netos. Juntos tentamos vivenciar as diretivas da Palavra de Deus sobre casamento. Nossas lutas foram muitos diferentes das de meus pais, mas mesmo assim nosso compromisso se fortaleceu, como o de meus pais, num amor profundo e permanente um pelo outro. Nosso compromisso mútuo em viver conforme o plano de Deus para marido e mulher nos capacitou a experimentar uma unidade feliz - algo raro e admirável neste mundo arruinado” (HUGHES, B. Disciplinas da Mulher Cristã. 1 ed., RJ: CPAD, 2005, p.150).

 

A infidelidade conjugal

 

A infidelidade conjugal é, sem dúvida, o fator mais destrutivo da união familiar. É tão séria que foi a única opção descrita por Jesus como tolerável, em um caso de divórcio, para que um homem se afastasse de sua mulher para se casar com outra (a esposa infiel era repudiada pelo esposo e vinha então o divórcio).

A infidelidade conjugal é prejudicial à família e à relação com Deus. O Antigo Testamento mostra que a idolatria é comparada a uma infidelidade conjugal. Oséias, profeta de Deus, demonstrou em sua profecia a similaridade da traição de sua mulher, Gomer, com as traições de Israel para com Deus, motivo que fez com que Deus se irritasse muito com Seu próprio povo.

Vigilância dos crentes — Não são poucos os crentes que utilizam a desculpa da “espiritualidade” para se desvencilharem de suas obrigações conjugais. Paulo deixa claro que essa atitude tem uma implicação séria: a tentação de satanás. “Não vos negueis um ao outro, a não ser de comum acordo por algum tempo, a fim de vos consagrardes à oração. Depois, uni-vos de novo, para que Satanás não vos tente por causa da vossa falta de controle” (1Co 7.5). Paulo deixa claro que a abstinência sexual das pessoas casadas devem seguir estes princípios: Deve ser de comum acordo, ou seja, o casal deve concordar com essa abstinência, ou ela não poderá acontecer; deve ser temporário, ou seja, não pode ser por toda a vida; deve ser para que a pessoa se dedique à oração, ou seja, um propósito específico e elevado. A consequência de não se respeitar esses princípios é ser alvo da tentação de Satanás. Imagine a situação: se andamos com Deus e ainda assim somos tentados, quem dirá se abrirmos a guarda e dermos motivos para que o tentador nos ataque. Portanto, que isso fique claro: atender ao nosso cônjuge em suas necessidades sexuais faz parte de nossa obrigação também diante de Deus, e nos resguarda de tentações satânicas na esfera sexual. Portanto, fuja desse tipo de tentação, compreendendo seu cônjuge e honrando-o em suas necessidades afetivas.

Lembremo-nos das duas consequências funestas da infidelidade conjugal: a destruição do lar e o afastamento de Deus. É evidente que o preço a se pagar por tal pecado é alto demais para aqueles que prezam por sua família e pela comunhão com Deus. Uma família bem estruturada tem seu preço, e da mesma forma uma família desestruturada. Que isso nos sirva de lição para que nos guardemos dos pecados sexuais e de suas consequências.

 

 

         ETICA NO CASAMENTO SUBSIDIO N.2

                   1 Pedro 8.1,2,7. LIÇÃO N.8

1 - Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra,

2 - considerando a vossa vida casta, em temor.

7 - Igualmente vós, maridos, coabitai com ela com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus coerdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações.

Confiança significa entre outras coisas “entregar-se aos cuidados de outrem” e “deixar-se persuadir”. Ela representa um pilar do relacionamento conjugal por isso é imprescindível. Imagine um casamento entre um homem e uma mulher em que não haja confiança. Sobreviveria uma relação onde habitam a suspeita e a dúvida? Há algum limite para a confiança? Oculta-se alguma coisa de quem se confia? Pense nisso.

Para que a família viva feliz e vitoriosa, o casal deve desempenhar fielmente o propósito para o qual Deus o designou, cumprindo com todas as responsabilidades determinadas. A mulher deve submeter-se ao seu marido e através de seu procedimento conquistá-lo para Cristo. Da mesma maneira, os maridos devem amar, respeitar e honrar a sua própria mulher; apesar delas serem fisicamente mais frágeis, são espiritualmente iguais aos homens, afinal para Deus todos os salvos são um em Cristo Jesus (Gl 3.28). Se o casal não exercer o seu papel, esta instituição será prejudicada: os filhos ficarão suscetíveis a deformações no caráter e no comportamento porque os meninos precisam ter um referencial de pai, marido e chefe de família, e as meninas necessitam de um modelo de mãe, esposa e dona de casa.

 

ORIENTAÇÃO

Leve para a sala de aula um quebra-cabeça infantil (poucas peças) e uma tira de pano. Solicite a colaboração de dois voluntários. Coloque as peças em cima da mesa. Um aluno terá os olhos vendados e poderá ficar sentado ou em pé, mas sempre diante da turma. Este deverá montar o quebra-cabeça somente com a orientação do outro aluno, pois não é permitido receber qualquer ajuda com as mãos. Observe o comportamento dos participantes e veja que será impossível montarem o quebra-cabeça se não desenvolverem a confiança, a cooperação e a interação. Relacione o resultado desta atividade ao assunto da lição.

A Bíblia quando trata de pessoas, quase sempre o faz juntamente no seu espaço social e no tempo em que viveram, mas também discorre sobre o papel que lhes coube nesse espaço ou contexto. São raros os casos expostos pela Bíblia sem tal contexto, como o de Agur (Pv 30.1), Lemuel (Pv 31.1), Noadias (Ne 6.14), etc.

Deus, ao estabelecer neste mundo a família, determinou também a missão, os deveres e as responsabilidades de seus membros a partir do marido e da mulher que são os esteios da família. A Bíblia é também o manual da família.

 

  1. O PADRÃO BÍBLICO DO PAPEL DO MARIDO

 

  1. O pai/marido: modelo masculino para os filhos. Hoje, verifica-se um elevado e crescente percentual de crianças e adolescentes do sexo masculino com atitudes e gesticulações femininas. Isso não é apenas influência furtiva e pestilenta do Príncipe das Trevas, mas também a condenável ausência do modelo masculino no lar, isto é, falta-lhes o referencial masculino do pai, do marido e do chefe de família.
  2. Comprometido com o amor. Raramente a Bíblia exorta a mulher para amar o seu marido. O marido, porém, é advertido a amar a sua mulher (Ef 5,25.28.33; Cl 3.19). O homem naturalmente se volta com muita facilidade e exagero para o sucesso profissional e para o poder, negligenciando o seu compromisso maior com o casamento: o cultivo do amor pela esposa, acompanhado do esforço prático e sincero para agradá-la (1Co 7.33). Por sua vez, a esposa retribui ao amor do marido e tudo faz para também agradá-lo (1Co 7.34).
  3. Modelo afetivo para os filhos. Quando o marido manifesta seu amor espontâneo pela mulher na prática, e ao mesmo tempo procura agradá-la, ele torna-se um modelo específico para os filhos. Só assim, é que o lar se torna um laboratório para a formação de jovens qualificados para suprir e abençoar a sociedade, construir lares estáveis, tementes a Deus e abençoados e servir na causa do Senhor.
  4. Cabeça do lar. Quanto ao homem, a sua predisposição psíquica é mais racional que emocional, por isso Deus lhe confiou a condução do lar. A ele compete enxergar os problemas, estudar e prover as suas soluções. O marido deve também ser o líder espiritual da família, a começar por uma vida cristã de testemunho santo, leitura da Bíblia no lar, prática da oração e do jejum, a frequência à Casa do Senhor, o dízimo e as ofertas como atos de adoração a Deus, os cânticos de louvor, o culto doméstico, a participação no trabalho do Senhor, etc. Além disso, se requer dele maturidade, sabedoria e equilíbrio em cada situação que surgir.
  5. Companheiro. O companheirismo conjugal amoroso, pleno, mútuo e franco é um princípio essencial da estabilidade do casamento e de toda família. Quando os filhos do casal deixam o lar, o marido e a esposa superam o vazio deixado, desde que haja esse companheirismo sob as bênçãos de Deus.

 

  1. O PADRÃO BÍBLICO DO PAPEL DA MULHER

 

  1. A mulher: modelo para as filhas. O apóstolo Paulo diz que as mulheres de mais idade devem ser um exemplo para as mais novas (Tt 2.3-5). Quem está no primeiro círculo de influência destas mulheres são suas filhas, dentro de casa. Assim, as mulheres precisam estar conscientes de que devem ensinar (principalmente com o exemplo) suas filhas a serem cristãs dedicadas, a amarem seus maridos, a serem boas donas-de-casa, bondosas e submissas a seus cônjuges.
  2. Companheira: parceira em tudo. Da mesma forma que o marido, a mulher deve investir no companheirismo. Ela é a auxiliadora do marido (Gn 2.18).
  3. Comprometida com o amor. Nenhuma mulher pode pensar que o marido é apenas um meio de torná-la feliz. Ela deve amá-lo de coração. É importante que ela compartilhe, dê de si mesma e se dedique à busca da felicidade familiar.
  4. Administradora do lar. As pressões e demandas sociais e econômicas dos últimos tempos têm levado multidões de mulheres a buscar o incremento dos recursos financeiros da família, o que não fere os princípios bíblicos. Porém, isso não a isenta da responsabilidade de cumprir as orientações do seu marido no lar, principalmente na educação dos filhos, além da própria manutenção e bem-estar da família (Pv 31). Por mais que esta mulher disponha de pessoas para executar as tarefas rotineiras do lar, sobre ela recai a responsabilidade final das atribuições de uma mãe de família e dona de casa.

 

III. OS MALES DA OMISSÃO DOS PAPÉIS

 

  1. Quando o homem não assume. Muitos maridos e pais acham que basta gerarem filhos e tão somente marcarem sua presença em casa. Entretanto, se ele não cumpre seu papel como referencial para os filhos do sexo masculino, bem como na liderança em geral da família, é como se estivesse ausente, de maneira a não imprimir nos filhos um padrão de formação e comportamento social ideal. Se este homem é um cristão, está desqualificado para exercer qualquer função na casa de Deus (1Tm 3.4,12).
  2. Quando o homem é omisso no lar (1Pe 3.7). O matrimônio é uma situação de “dar e receber”. Quase todas as dificuldades e problemas matrimoniais surgem do egoísmo de um dos cônjuges ou de ambos. Em 1Pe 3.7, o apóstolo Pedro exorta o marido cristão a coabitar (vocábulo que inclui todos os aspectos físicos, psíquicos e espirituais da vida cotidiana) com sua esposa, com entendimento (ou seja, prudência e compreensão embasadas num bom conhecimento da constituição psicológica da mulher).
  3. Quando a mulher é negligente com sua casa (Pv 14.1). Muitas famílias estão arruinadas por causa da má administração, desleixo ou preguiça das mulheres. É papel da mulher ser prudente e diligente nas questões do lar. As ocupações da mulher na igreja não devem sacrificar estes deveres. Do contrário, ao invés de edificar a sua casa, ela a destrói. Novamente colocamos que não é proveniente do Pai celestial um cristão trabalhar tanto que prejudique a família. A prioridade da mulher casada é cuidar dos seus encargos familiares e agradar a seu marido (1Co 7.34).

 

Como acabamos de ver, os noivos antes do casamento precisam conhecer plenamente à luz da Bíblia os deveres e responsabilidades conjugais, éticos e sociais de cada um. Quando isto não ocorre, a ruína é certa. Se você que é casado percebeu que não está cumprindo seu papel no casamento, ainda é tempo de mudar. Reconheça seu erro, busque o perdão de Deus, do seu cônjuge e dos seus filhos, e recomece com oração e fé em Deus, firmado nas promessas da sua Palavra. O Senhor lhe dará graça e força. O propósito original de Deus é que tanto você quanto sua família vivam uma vida feliz e vitoriosa.

“Pedro observa que a submissão de uma esposa cristã a seu marido pode ter um propósito evangelístico: ‘Para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra’.

Ao dirigir-se a essas esposas, Pedro emprega um jogo de palavras. Embora, seus maridos desobedeçam às palavras do evangelho (1.12,23-25), essas mulheres testemunham sem dizer sequer uma palavra; isto é, em silêncio. Segundo a opinião de Pedro, o bom comportamento e a submissão da esposa serão muito eficientes para conseguir que o desobediente passe a obedecer a Cristo.

Este testemunho silencioso torna-se ainda mais eficaz quando cada marido considera a ‘vida casta, em temor’ de sua esposa. 0 comportamento das esposas deve incluir conduta e atitude: deverão ser moralmente castas ou puras e respeitosas. Nesse ponto, Pedro aplica características que devem ser válidas para todos os cristãos, especialmente para as esposas. Isto é, assim como todos os cristãos devem ser santos (1.15,16), as esposas devem ser castas. Além disso, pelo fato de todos os cristãos e os escravos terem de respeitar seus senhores (2.18), as esposas deverão respeitar (literalmente ‘temer’) seus maridos” (Comentário Bíblico Pentecostal — Novo Testamento. CPAD, p.1712).FONTE CPAD 

 

 

      SUBSIDIO(N.3) LIÇÕES BETEL LIÇÃO N.8

         A ETICA NO CASAMENTO TITO 2.2-10

                                     Introdução

O apóstolo aqui dirige Tito sobre o fiel desempenho de seu próprio escritório em geral ( Tito 2: 1 ), e particularmente como a vários tipos de pessoas ( Tito 2: 2-10 ) e dá os motivos destas e de outras direções seguintes ( Titus 2: 11-14 ), com um sentido de resumo no fim, Tito 2:15 .

 

versículos 1-10

Deveres relativos.   AD 66.

1 Mas fala o que é o que convém à sã doutrina: 2 os velhos a que sejam moderados, grave, temperado, sãos na fé, no amor, na paciência. 3 As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam no comportamento como convém a santidade, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras do bem 4 para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos , 5 para ser discreta, castos, donas de casa, bondosas, submissas a seus maridos, que a palavra de Deus não seja blasfemada. 6 Exorta semelhantemente os jovens a que sejam moderados. 7 Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra , gravidade, sinceridade, 8 linguagem incorrupção de som, que não podem ser condenados que aquele que é da parte contrária se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós. 9 Exorta os servos a que sejam submissos a seus senhores, e para agradar -los bem em todas as coisas não responder novamente 10 nem defraudando, antes mostrando perfeita fidelidade que sejam ornamento da doutrina de Deus nosso Salvador em todas as coisas.

 

Aqui é a terceira coisa na questão da epístola. No precedente capítulo, o apóstolo tinha dirigido Titus sobre assuntos de governo e pôr em ordem as coisas que ainda restam nas igrejas. Agora, aqui ele exorta-o,

 

  1. De modo geral, a um fiel desempenho de seu próprio escritório. Seus outros ordenação para pregar não iria desculpar-se de pregar, nem pode ele cuidar de pastores e presbíteros somente, mas ele deve instruir os cristãos privadas também no seu dever. A partícula adversativa ( mas ) aqui aponta de volta para os professores corruptos, que ventilados fábulas, coisas vãs e inúteis: em oposição a eles, diz ele, " mas fala tu as coisas que convém à sã doutrina, o que é agradável à palavra, que é pura e incorrupta, saudáveis ​​e nutritivos para a vida eterna ". Observe: (1) As doutrinas verdadeiras do evangelho são doutrinas de som, formal e concreto são em si bom e santo, e fazer os crentes para que eles torná-los aptos para, e vigoroso, o serviço de Deus. (2.) Os ministros devem ter o cuidado de apenas ensinar tais verdades. Se a conversa comum dos cristãos deve ser incorrupta, para promover a edificação, tal como pode ministrar graça aos ouvintes ( Efésios 4:29 ), muito mais deve pregação dos ministros ser tal. Assim, o apóstolo exorta Tito geral: e, em seguida,

 

  1. Especialmente em particular, ele instrui-lo a aplicar esta doutrina de som para vários tipos de pessoas, desde Tito 2: 2-10 . Ministros não devem ficar em generais, mas deve-se dividir a cada um a sua parte, o que é de sua idade, ou lugar, ou condição de vida que deve ser particular, bem como prático em sua pregação eles devem ensinar aos homens o seu dever, e deve ensinar todos e cada um o seu dever. Aqui é um excelente directório Christian, acomodados ao velho e ao jovem para homens e mulheres para o próprio pregador e servos.

 

  1. Para os homens idosos. Por homens com idades compreendidas entre alguns entendem anciãos por escritório, incluindo diáconos, & c. Mas é, em vez de ser tomada em consideração a idade no ponto de anos. Discípulos antigos de Cristo deve conduzir-se de cada coisa agradavelmente com a doutrina cristã. Que os homens com idades compreendidas entre sejamos sóbrios, não pensar que os decaimentos da natureza, que se sentem na velhice, irá justificá-los em qualquer inordinacy ou intemperança, pelo qual eles presunção para repará-los eles devem manter medida nas coisas, tanto para a saúde e para a aptidão, para conselhos e exemplo para os mais jovens. grave: leveza é imprópria em qualquer, mas especialmente em idosos que deve ser composto e ficou, grave no hábito, discurso e gaudiness comportamento no vestido, leveza e vaidade no comportamento, como que fica mal em seus anos! temperada, moderado e prudente, aquele que governa bem suas paixões e afetos, de modo a não ser correu por eles para qualquer coisa que é mau ou indecente. sãos na fé, sincera e fiel, sempre aderindo à verdade do evangelho, não gosta de novidades, nem pronto para correr em opiniões corruptos ou partidos, nem a tomar com fábulas judaicas ou tradições, ou os dotages de sua rabbin. Aqueles que estão cheios de anos deve estar cheio de graça e bondade, o homem interior renova cada vez mais como os decaimentos exteriores. Na caridade, ou ama este é adequadamente juntou-se com fé, que opera por, e deve ser visto em, amor, amar a Deus e os homens, e solidez nele. Deve ser amor sincero, sem dissimulação: o amor de Deus por si mesmo, e de homens por amor de Deus. Os deveres da segunda tabela deve ser feito em virtude de as do primeiro amor aos homens como homens, e os santos como o excelente da terra, nos quais deve ser um prazer especial e amor em todos os momentos, na adversidade, bem como prosperidade. Assim, deve haver solidez na caridade ou amor. E na paciência. Indivíduos com idade tendem a ser mal-humorado, irritado, e apaixonado e, portanto, precisa estar em guarda contra tais enfermidades e tentações. Fé, amor e paciência, são três principais graças cristãs, e solidez nestes é muito da perfeição evangélica. Há duradoura paciência e esperando paciência, sendo que ambos devem ser cuidadas para suportar males becomingly e contente para querer o bem , até que ela esteja pronta para ele e para nós, sendo seguidores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. Assim como para os homens envelhecidos.

 

  1. Para as mulheres com idades compreendidas. Estes também devem ser instruídos e avisados. Algumas dessas mulheres com idades compreender as diaconisas, que eram em sua maioria empregadas em cuidar dos pobres e assistir os doentes, mas é bastante a tomar (como nós torná-lo) de todas as mulheres com idades compreendidas entre professam religião. Eles devem estar em comportamento como convém a santidade: ambos os homens e mulheres deve acomodar o seu comportamento para a sua profissão. Essas virtudes antes mencionado ( a sobriedade, a gravidade, a temperança, a solidez na fé, caridade e paciência ), recomendado para homens com idade, não são adequados apenas para eles, mas aplicável a ambos os sexos, e para ser olhado para as mulheres com idades bem que os homens. As mulheres são para ouvir e aprender seu dever da palavra, bem como os homens: não há um caminho de salvação para um sexo ou espécie, e outro para outro, mas ambos devem aprender e praticar as mesmas coisas, tanto como idade e como cristãos as virtudes e deveres são comuns. que as mulheres idosas, semelhantemente (assim como os homens) estar em comportamento como convém a santidade ou como Euroopa adapta e é adequado para pessoas santas, como eles professam ser e deve ser, mantendo a decência piedosa e decoro na roupa e no gesto, na aparência e discurso, e todo o seu comportamento, e isso a partir de um princípio interior e hábito de santidade, influenciando e ordenando a conduta exterior em todos os momentos. Observe-se, embora a Escritura expressa não ocorrem, ou não ser levado, por cada palavra, ou olhar, ou de moda, em particular, ainda regras gerais não estão de acordo com a qual todos devem ser solicitados como 1 Coríntios 10:31 , que quer que você faça, . tudo para a glória de Deus e Filipenses 4: 8 , tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude , e se há algum louvor, nisso pensai. e aqui, tudo o que é conveniente ou santidade que fica mal formar uma medida e regra de conduta a ser olhou para. não falsos acusadores - me diabolous, há caluniadores ou semeadores de discórdia, difamando e caluniando seus vizinhos, um grande e muito comum culpa não só amando a falar, mas falar mal, de pessoas, e para separar muito amigos. Um caluniador é um cuja língua é inflamada pelo inferno tanto, e tão diretamente, fazer estes fazer a obra do diabo, que, para que o nome do diabo é dada para tal. Este é um pecado contrária aos grandes deveres de amor, justiça e equidade entre um ao outro que brota muitas vezes de malícia e ódio ou inveja, e tal como causas do mal, deve ser evitado, assim como o efeito. Não dado a muito vinho a palavra denota tais addictedness mesma forma a estar sob o poder e domínio do mesmo. Este é impróprio, e mal nenhum, mas especialmente neste sexo e idade, e foi muito para ser encontrado entre os gregos da época e lugar. Como indecente e vergonhoso, corrompendo e destruindo a pureza do corpo e da mente! Do que o mal exemplo e tendência, unfitting para a coisa, o que é um dever positivo de matronas idosos, ou seja, ser professores de coisas boas! Pregadores não públicas, que é proibido ( 1 Coríntios 14:34 , eu não permito que a mulher falar na igreja ), mas caso contrário, ensinam eles podem e devem, isto é, por exemplo, e boa vida. Daí observar, aqueles cujas ações e comportamentos tornam-se santidade são, assim, mestras do bem e, além disso, eles poderão e deverão também ensinam por meio de instrução doutrinária em casa, e de uma maneira particular. As palavras do rei Lemuel, a profecia ensinou sua mãe . ele Tal mulher é elogiado, abre a sua boca com sabedoria, e em sua língua é a lei da bondade, Provérbios 31: 1,26 . professores de coisas boas opõem-se a professores de coisas corrupto, ou para o que é insignificante e vão, sem uma boa utilização ou tendência, as fábulas antigas ou ditos supersticiosos e observâncias em oposição a estes, o seu negócio é, e eles podem ser chamados a ele, para ser professores de coisas boas.

 

  1. Há lições para as mulheres jovens também, quais as mulheres com idade deve ensinar, instruir e aconselhando-os nos deveres da religião de acordo com os seus anos. Para ensinar essas coisas que as mulheres com idade têm muitas vezes um melhor acesso do que os homens, mesmo que os ministros têm, o que, portanto, eles devem melhorar em instruir as mulheres jovens, especialmente os jovens esposas pois ele fala de seu dever para com seus maridos e filhos. Estas mulheres jovens quanto mais idade deve ensinar, (1.) Para ter um bom caráter pessoal: Para ser sóbrio e discreto, ao contrário da vaidade e temeridade que anos mais jovens estão sujeitos a: discreta em seus julgamentos e sóbrio em suas afeições e comportamento . Discreto e casto estande bem juntos muitos se expõem a tentações fatais, segundo o que a princípio pode ser, mas a indiscrição. Provérbios 02:11 , Discrição te guardará, a compreensão te salvar do mau caminho. Castas, e donas de casa, são bem juntaram também. Dinah, quando ela foi para ver as filhas da terra, perdeu sua castidade. Aqueles cuja casa é a sua prisão, é para ser temido, sentem que a sua castidade é seus grilhões. Não, mas há ocasiões, e será, de ir para o estrangeiro, mas um temperamento gadding de alegria e amor empresa, à negligência de assuntos domésticos, ou de mal-estar em estar em seu lugar, é o mal oposto pretendido, que é comumente acompanhada de ou chama depois dele, outros males. 1 Timóteo 5: 13,14 , eles aprendem a ser ociosas, andando de casa em casa e não somente ociosas, mas também paroleiras e curiosas, coisas falando o que não convém. Seu negócio é a dirijam a sua casa, e eles devem dar nenhuma ocasião para o inimigo de maldizer. Bom, geralmente, em oposição a todos os vícios e, especialmente, no seu lugar, tipo, prestativos, e caridade como Dorcas, cheia de boas obras e esmolas. É também podem ter, como alguns pensam, a mais particular sentido de um manso e ainda o espírito alegre e temperamento, não taciturno, nem amarga não provocando não se preocupar e irritante qualquer não de uma disposição problemático ou dissonante, desconfortável em si mesma e aos que nela mas de uma natureza boa e conversa agradável, e do mesmo modo úteis pelos seus conselhos e as dores: assim, a construção de sua casa, e fazer o seu marido bem, e não mal, todos os dias. assim, em seus caráter pessoal sóbrio, moderadas, castas, donas de casa, e boa: e, (2) Nas suas capacidades relativas: a amarem seus maridos, e ser obediente a eles e onde há amor verdadeiro esta será nenhum comando difícil. Deus, na natureza, e por sua vontade, fez essa subordinação: sofro não uma mulher use de autoridade sobre o homem ( 1 Timóteo 2:12 ) ea razão é adicionado: Para primeiro foi formado Adão, depois Eva. Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão, Tito 2: 13,14 . Ela caiu em primeiro lugar, e foi o meio de seduzir o marido. Ela foi dada para ser um auxiliar, mas provou ser um empecilho mais grave, até mesmo o instrumento de sua queda e ruína, em que foi confirmado o vínculo de sujeição, e amarrado mais rápido em seu ( Gênesis 3:16 ): Teu desejo será para o teu marido e ele te dominará, com menos facilidade, pode ser, do que antes. É, portanto, duplamente intimados: primeiro na inocência, quando foi liquidada uma subordinação da natureza, Adam sendo formado primeiro e depois Eva, e a mulher, sendo retirado do homem e, em seguida, após a queda, a mulher, sendo a primeira na transgressão, e seduzindo o homem aqui agora começou a ser uma sujeição não é tão fácil e confortável, sendo uma parte da pena no caso dela ainda por meio de Cristo é este, no entanto, um estado santificado. Efésios 5: 22,23 , Wives sujeitai-vos a vós próprios maridos, como para o Senhor, como possuir a autoridade de Cristo neles, cuja imagem eles carregam para o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja:. e ele é o salvador do corpo Deus teria uma semelhança da autoridade de Cristo sobre a igreja manifestado com o marido de sobre a esposa. Cristo é a cabeça da igreja, para proteger e salvá-lo, para fornecê-lo com todo o bem, e assegurar ou entregá-lo do mal e por isso o marido sobre a esposa, para mantê-la de lesões, e para obter confortavelmente para ela, de acordo a sua capacidade. Portanto, como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam a seus próprios maridos, como convém no Senhor ( Colossenses 3:18 ), como comporta com a lei de Cristo, e é para a glória dele e do Pai. Não é, então, um absoluto ou ilimitado, nem uma sujeição servil que é necessário, mas uma subordinação amorosa, para evitar desordem ou confusão, e para promover todas as extremidades da relação. Assim, em referência aos maridos, as esposas devem ser instruídos em seus deveres de amor e sujeição a eles. E a amarem seus filhos, não com apenas uma afeição natural, mas uma espiritual, um amor brota de um coração santificado santo e regulamentada pela a palavra não um amor tolo Apaixonado, entregando-os no mal, negligenciando devido repreensão e correção, se necessário, mas um amor cristão regular, mostrando-se na sua educação piedosa, formando a sua vida e costumes corretamente, tendo o cuidado de suas almas, bem como de seus corpos, de seu bem-estar espiritual, bem como de sua temporal da antiga principalmente e em primeiro lugar. É adicionado a razão: . Que a palavra de Deus não pode ser blasfemado Falhas em tais deveres relativos seria grandemente para a reprovação do Cristianismo. "Quais são estes, o melhor para esta sua nova religião?" que os infiéis estar pronto para dizer. A palavra de Deus e o evangelho de Cristo é puro, excelente, e glorioso, em si mesmos e sua excelência deve ser expressa e mostrado nas vidas e conduta dos seus professores, especialmente em falhas relativas deveres aqui é desgraça. Romanos 2:24 , o nome de Deus é blasfemado entre os gentios. "o juiz que um Deus que ele é", eles estariam prontos para dizer, "por estes seus servos e que a sua palavra, e da doutrina e religião, são por estes seus seguidores. " Assim que Cristo ser ferido na casa de seus amigos. Assim, dos deveres das mulheres mais jovens.

 

  1. Aqui é o dever de homens jovens. Eles tendem a ser ansiosas e quente, impensado e precipitante, portanto, eles devem ser seriamente chamados e exortados a ser atencioso, não rash aconselhável e submissa, não intencional e head-strong humilde e suave, não altivo e orgulhoso, pois há mais jovem pessoas arruinada por orgulho do que por qualquer outro pecado. O jovem deve ser grave e sólida em seu comportamento e boas maneiras, juntando-se a gravidade da idade com a vivacidade eo vigor da juventude. Isso fará com que mesmo aqueles anos mais jovem para passar para um bom propósito, e matéria de rendimento de reflexão confortável quando os maus dias vêm será preventivo de muito pecado e tristeza, e estabelecer as bases para fazer e desfrutar de muito bom. Tal não deve gemas no passado, mas ter paz e conforto na morte, e depois de uma coroa de vida gloriosa.

 

  1. Com estas instruções a Tito, respeitando o que ele deve ensinar aos outros - os homens e mulheres com idade, e os mais jovens de ambos os sexos (Titus-se, provavelmente, neste momento, uma jovem também), as inserções apóstolo algumas direções para si mesmo. Ele não podia esperar tanto sucesso para ensinar aos outros, se ele não se comportar-se bem tanto em sua conversa e pregação. (1) Aqui é a direção para sua conversa: Em tudo te dá por exemplo de boas obras, Tito 2: 7 . Sem isso, ele iria puxar para baixo com uma mão o que ele construiu com o outro. Observe, pregadores de boas obras deve ser padrões deles também boa doutrina e boa vida deve continuar juntos. Tu, que ensinas a outrem, ensinas tu não te? Um defeito aqui é um grande defeito e um grande obstáculo. Em todas as coisas alguma leitura, acima todas as coisas, ou acima de todos os homens. Instruindo outros nas particularidades de seu dever é necessário, e, acima de todas as coisas, como por exemplo, especialmente a do próprio professor, é necessária decide luz e influência são mais propensos a ir junto. "Deixe-os ver uma imagem animada dessas virtudes e graças em tua vida que devem estar nos deles. Exemplo pode ensinar e impressionar as coisas ensinadas quando vêem pureza e gravidade, sobriedade e tudo de bom a vida, em ti, eles podem ser mais ganhou facilmente e trouxe a eles próprios podem tornar-se piedoso e santo, sóbrio e justo, como tu és ". Ministros devem ser exemplos para o rebanho, e as pessoas seguidores de-los, pois eles são de Cristo. E aqui é a direção, (2.) Por seu ensinamento e doutrina, bem como para a sua vida: Na doutrina que mostra incorrupção, gravidade, sinceridade, linguagem sã, que não pode ser condenado, Tito 2: 7-8 . Eles devem fazer parecer que o projeto de sua pregação é puramente para fazer avançar a honra de Deus, o interesse de Cristo e seu reino, e o bem-estar e felicidade das almas que este escritório não foi celebrado nem utilizados com vista seculares, e não de ambição, nem a cobiça, mas um objetivo puro nas extremidades espirituais de sua instituição. Em sua pregação, portanto, a exibição de engenho ou partes, ou de aprendizagem ou oratório humana, não deve ser afetado, mas o discurso de som deve ser utilizado, que não pode ser condenado escritura de língua, tanto quanto bem pode ser, na expressão de escritura -Verdades. Este é o discurso de som, que não pode ser condenado. . Nós temos mais de uma vez estas funções de um ministro definidos em conjunto 1 Timóteo 4:16 , Guarda-te, e à tua doutrina: e, Tito 2:12 . do mesmo capítulo, " Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê um exemplo de fiéis na palavra --em tua fala, como um cristão, sendo sepultura, séria, e ao uso da edificação e na tua pregação, que ser a pura palavra de Deus, ou o que é agradável a ele e fundada sobre ele Assim ser um exemplo. em palavras: e na conversação, a duração de vida conforme com a doutrina ao fazer isso. , te salvarás a ti mesmo e aqueles que te ouvir. " Em 2 Timóteo 3:10 , tens seguido a minha doutrina e modo de vida (diz o mesmo apóstolo), que agradáveis ​​estes têm sido. E então ele deve estar com os outros o seu ensino deve ser agradável para a palavra, e sua vida com o seu ensino. Este é o ministro verdadeiro e bom. 1 Tessalonicenses 2: 9,10 . Labouring noite e dia, já vos pregamos o evangelho de Deus e que são testemunhas, e Deus também, quão santa, e justa, e irrepreensivelmente, nos portamos . entre vós Isso deve ser olhado para, como as próximas palavras mostram, que são, (3.) a razão tanto para o rigor da vida do ministro e da gravidade e da solidez de sua pregação: que aquele que é da parte contrária pode se envergonhar, não tendo nenhum mal que dizer de nós. adversários seria buscando ocasião para refletir, e faria para que eles pudessem encontrar qualquer coisa errada na doutrina ou na vida, mas, se ambos tinham razão e bom, tais ministros pode definir-se a calúnia na desafio que teriam coisa não mal que dizer com justiça, e por isso deve ter vergonha de sua oposição. Observe, ministros fiéis terão inimigos que esperam o seu parada, como se esforçará para encontrar ou pegar buracos em seu ensino ou o comportamento mais necessidade, portanto, para eles olharem para si mesmos, para que nenhuma ocasião apenas ser encontrado contra eles. Oposição e calúnia, talvez, não pode ser escapado homens corruptos de entendimento vai resistir a verdade, e muitas vezes censurar os pregadores e professores, mas deixá-los ver que com o bem-fazer que emudecer a ignorância dos homens insensatos que, quando eles falam mal deles como malfeitores aqueles podem ser confundidos os que blasfemam do seu bom procedimento em Cristo. Esta é a direção para si mesmo, e assim dos deveres de pessoas livres, homens e mulheres, velhos e jovens Titus. Em seguida, siga,

 

  1. As direções respeitando servos. Servos não devem pensar que a sua média e baixa Estado coloca-los sob aviso de Deus ou as obrigações de suas leis - que, porque eles são servos dos homens, eles são assim lançadas de servir a Deus. Não há funcionários devem conhecer e fazer o seu dever de seus senhores terrenos, mas com um olho à sua celeste um: e Tito não deve apenas instruir e alertar senhores terrenos de suas funções, mas os funcionários também deles, tanto na sua pregação pública e admoestações particulares . Servos devem participar das ordenanças de Deus para a sua instrução e conforto, bem como os próprios mestres. Neste sentido a Tito há os próprios deveres, para o qual ele deve Exorta os servos, e uma consideração com que peso era para aplicá-las.

 

(1.) Os deveres próprios são os seguintes: -

 

[1] Para ser obedientes a seus senhores, Tito 2: 9 . Este é o principal dever, aquele pelo qual eles são caracterizados. Romanos 6:16 , Seus servos que você é quem você obedece. Deve haver dentro sujeição e respeito obediente e reverência na mente e pensamentos. " Se eu sou senhor, onde está o meu temor, o carinho respeitoso você mostrar para mim, juntamente com os significados e expressões de-a para fora adequados, em fazer o que eu vos mando?" Este deve estar em servos a sua vontade deve estar sujeito à vontade de seu mestre, e seu tempo e trabalho à disposição de seu mestre e de comando. 1 Pedro 2:18 , Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor, não só para o bem e moderados, mas também aos maus. os resultados de dever da vontade de Deus, e relação na qual, por sua providência, ele colocou tal, não a partir da qualidade da pessoa. Se ele ser um mestre, os encargos de um servidor devem ser pagos a ele como tal. Servos, portanto, devem ser exortados a ser obedientes a seus senhores. E,

 

[2] Para agradá-los bem em todas as coisas, em todas as coisas legais, e como lhes pertence para comandar, ou pelo menos como não são contrárias à vontade de seu grande e superior Senhor. Não devemos entendê-lo tanto de obedecer ou agradar-los absolutamente, sem qualquer limitação, mas sempre com uma reserva do direito de Deus, que não pode em caso algum ser enraizada em cima. Se o seu comando e o terrestre mestrado entrar em competição, somos instruídos a obedecer a Deus do que aos homens, mas, em seguida, os funcionários devem estar sobre bons fundamentos desta, que há uma inconsistência, outra coisa são eles não realizada para ser dispensado. E não só deve a vontade de Deus ser a medida da obediência do servo, mas a razão de ele também. Tudo deve ser feito com respeito a ele, em virtude de sua autoridade, e para agradá-lo primariamente e, principalmente, Colossenses 3: 22-24 . Ao servir o mestre terrena segundo a vontade de Cristo, ele é servido e como serão recompensados ​​por ele em conformidade. Mas como são servos para agradar seus mestres em todas as coisas, e ainda assim não ser para agradar aos homens? Resposta, para agradar aos homens, no sentido defeituoso, são tais que os homens olho só, ou principalmente, no que fazem, deixando Deus de fora, ou subordinando-o ao homem, quando a vontade do homem deve carregá-lo, embora contra a vontade de Deus, ou o prazer do homem é encaradas mais do que o seu, - quando esta pode contentar-los, que o mestre terrena tem o prazer, embora Deus esteja descontente, - ou quando mais cuidado, ou mais satisfação, é levado em que o homem estar satisfeitos do que em Deus, isto é pecaminoso homem-agradável, da qual todos devemos prestar atenção. Efésios 6: 5-7 : " Servos, obedecei aos que são a sua senhores segundo a carne, com temor e tremor, com sinceridade de vosso coração, como a Cristo. Não servindo somente à vista, como para agradar aos homens (que olham para nada, mas a favor ou desagrado dos homens, ou em nada mais do que isso), mas como servos de Cristo, fazendo a vontade de Deus de coração, com boa vontade, como ao Senhor, e não aos homens "não para eles, principalmente, mas a Cristo, que exige, e que irá recompensar , qualquer bem feito, seja por escravos ou livres. Observe, portanto, a liberdade cristã comporta bem com a servidão civil e sujeição. As pessoas podem servir os homens, e ainda ser servos de Cristo não sejam contrários, mas subordinada, na medida em que serve os homens é segundo a vontade de Cristo e por causa dele. Cristo não veio para destruir ou ordem civil preconceitos e diferenças. " És tu chamado, ser um servo? O cuidado de não por ele, 1 Coríntios 7:21 . Não deixe isso te perturbe, como se fosse uma condição indigna de um cristão, ou em que a pessoa assim chamada é menos agradável a Deus para que ele que é chamado no Senhor, mesmo sendo escravo, é um liberto do Senhor, não é livre a partir desse serviço, mas livre nela livre espiritualmente, embora não no sentido civil. da mesma forma também o que foi chamado sendo livre, escravo é de Cristo , ele é obrigado a ele, ainda que não esteja em sujeição civil para qualquer forma que, escravos ou livres, todos são um em Cristo. " Servos, portanto, não deve se arrepender nem ser incomodado na sua condição, mas ser fiel e alegre na estação em que pôs Deus eles, que se esforça para agradar seus mestres em todas as coisas. Difícil pode estar sob alguns Nabals rudes, mas deve ter por objectivo, tanto quanto possível.

 

[3] Não responder novamente não contradizê-los, nem disputando com eles não lhes dando qualquer linguagem desrespeitosa ou provocando. Job queixou-se de seus servos, que ele chamou-os, e eles não lhe deu resposta que estava com defeito de outra forma: não respondere pro convitio est - Tal silêncio é desprezo: mas aqui é o respeito, em vez de tomar um cheque ou repreensão com humilde silêncio, sem fazer quaisquer respostas confiantes nem negrito. Quando consciente de uma falha, para aliviar ou ficar na justificação de que duplica-lo. No entanto, este não atender mais uma vez não exclui transformando o furor com uma resposta branda, quando a estação e as circunstâncias admitir. Mestres bom e sábio estará pronto para ouvir e fazer o certo, mas respondendo excepcionalmente, ou de forma imprópria, ou, se for o caso não admite licença, a ser pert ou confiante, mostra uma falta de humildade e mansidão, que tal relação exige.

 

[4] Não defraudando, antes mostrando perfeita fidelidade. Este é outro grande essencial de bons servos, para ser honesto, não convertendo isso para o seu próprio uso que é o seu mestrado, nem desperdiçar as mercadorias que estão encarregadas isto é, defraudando . devem ser justo e verdadeiro, e fazer por seus mestres como fariam ou deveria por si mesmos. Provérbios 28:24 , que rouba a seu pai ou a sua mãe, e diz: Isso não é transgressão, o mesmo é o companheiro do destruidor ele estará pronto para se juntar com ele. Assim, tendo tais pensamentos claros de tomar para além do que é certo, ainda que seja de um pai ou mestre, é susceptível de endurecer consciência para ir mais longe é tanto mau em si mesmo, e isso tende a mais. Seja ele de modo que o mestre é difícil e estreito, mal fazendo provisão suficiente para os funcionários ainda não devem ser seus próprios escultores, nem ir sobre por roubo que a se eles devem suportar a sua sorte, comprometendo a sua causa a Deus para corrigir e modo de eles. Não falo de casos de extremidades, para preservar a vida, as coisas necessárias para o qual o empregado tem direito. Não defraudando, antes mostrando perfeita lealdade , ele deve não só não roubar, nem resíduos, mas devem melhorar os bens de seu senhor, e promover a sua prosperidade e próspera, a seu máximo. Aquele que não aumentou o talento de seu senhor é acusado de infidelidade, se não tivesse desviado nem perdeu. Fidelidade em um servo reside na execução pronta, pontual e completa das ordens de seu mestre mantendo seus segredos e conselhos, despachando seus negócios e gerenciamento com frugalidade e para tanto basta vantagem para seu mestre como ele é capaz olhando bem à sua trusts, e evitando, tanto quanto ele pode, tudo estragar, ou a perda ou dano. Esta é uma maneira de trazer uma bênção sobre si mesmo, como pelo contrário, muitas vezes traz ruína total. Se você não fostes fiéis no que é de outro homem, quem vos dará o que é vosso? Lucas 16:12 . Assim, dos próprios deveres, para que os servos devem ser exortados. Então,

 

(2.) Aqui é a consideração com que Tito era para aplicá-las: Que eles sejam ornamento da doutrina de Deus nosso Salvador em todas as coisas , isto é, que eles podem recomendar o evangelho e santa religião de Cristo para a boa opinião daqueles que são sem, por sua manso, a conduta humilde, obediente e fiel em todas as coisas. Até mesmo os servidores, embora eles podem pensar que, como eles, na baixa e inferior uma condição, pouco podem fazer para trazer prestígio ao cristianismo, ou ornamento da doutrina de Cristo, e estabelecidas as excelências de sua verdade e formas, ainda, se que ter o cuidado de fazer o seu dever, ele vai redundar em glória de Deus e o crédito da religião. Os mestres incrédulos pensaria melhor de que maneira desprezado, que foi em todos os lugares falado contra, quando descobriram que os dos seus servos que estavam cristãos eram melhores do que os seus outros agentes - mais obedientes e submissos, mais justo e mais fiéis e mais diligente em seus lugares. A verdadeira religião é uma honra para os professores do mesmo e eles devem ver que eles não fazem qualquer desonra para ele, mas enfeitá-lo, em vez de tudo o que eles são capazes. Nossa luz deve brilhar entre os homens, de modo que, vendo nossas boas obras, glorifiquem o Pai que está nos céus. E, assim, das direções do apóstolo a Tito, sobre o exercício das suas funções, em referência a vários tipos de pessoas.

 

versículos 11-14

Nature and Design da Tendência Evangelho O Santo da natureza evangelho da redenção de Cristo.    AD 66.

11 Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens, 12 ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos sóbria, justa e piamente, neste mundo atual 13 Aguardando a bendita esperança e o glorioso aparecimento do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo 14 que se entregou por nós, a fim de remir-nos de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras.

 

Aqui temos os motivos ou considerações sobre o qual todas as indicações anteriores são instados, tiradas da natureza e design do evangelho, e o fim da morte de Cristo.

 

  1. Da natureza e design do evangelho. Vamos jovens e velhos, homens e mulheres, senhores e servos, e ele mesmo Tito, que todos os tipos fazer suas respectivas funções, para isso é a própria finalidade e negócios do cristianismo, para instruir e ajudar, e formar pessoas, em todas as distinções e relações, a um frame da direita e conduta. Por esta,

 

  1. Eles são colocados sob a dispensação da graça de Deus, para que o Evangelho é chamado, Efésios 3: 2 . É a graça em relação à primavera de ele - o favor gratuito e boa-vontade de Deus, e não qualquer mérito ou deserto na criatura como manifestando e declarando essa boa vontade de uma maneira eminente e de sinal e como ele é o meio de transmitir e graça trabalhando nos corações dos crentes. Agora a graça é prestativo e restringindo a bondade: Não deixe o pecado reinar, mas apresentai-vos a Deus por não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça, Romanos 6: 12-14 . O amor de Cristo nos constrange não viver para si mesmo, mas para ele ( 2 Coríntios 5: 14,15 ), sem este efeito, a graça é recebida em vão.

 

  1. Esta graça evangelho traz a salvação (revela e oferece-lo aos pecadores e assegura aos crentes) - a salvação do pecado e da ira, da morte e do inferno. Por isso, é chamado a palavra da vida que traz para a fé, e assim a vida, a vida de santidade agora e de felicidade futura. A lei é o ministério da morte, mas o evangelho a ministração de vida e paz. Este, portanto, deve ser recebido como salvação (suas regras minded, seus comandos obedecidos), que pode ser obtido no final do mesmo, a salvação da alma. E mais imperdoável é que os neglecters desta graça de Deus trazendo salvação agora ser, uma vez que,

 

  1. Ele já apareceu, ou brilhou de forma mais clara e ilustrativamente do que nunca. A antiga dispensação foi relativamente escuro e sombrio esta é uma luz clara e brilhante e, como é agora mais brilhante, tão mais difusa e extensa também. Para,

 

  1. Ele já apareceu a todos os homens não somente dos judeus, como a glória de Deus apareceu no monte Sinai para que as pessoas em particular, e para fora da vista de todos os outros, mas a graça do evangelho é aberto a todos, e todos estão convidados a vir e participar do benefício do mesmo, gentios, assim como os judeus. A publicação do que é livre e geral: Disciple todas as nações: pregar o Evangelho a toda a criatura. O pálido é discriminado não existe tal gabinete agora como antigamente. A pregação de Jesus Cristo, que foi mantido em segredo desde que o mundo começou, agora é manifesto e, por meio das escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus, eterno, dado a conhecer a todas as nações para obediência da fé, Romanos 16: 25,26 . A doutrina da graça e da salvação pelo evangelho é para todas as classes e condições de homens (escravos e servos, bem como mestres), portanto, envolver e incentivar a todos para receber e acreditar, e andar adequadamente a ele, adornando-lo em todas as coisas .

 

  1. Esta revelação evangelho é para ensinar, e não por meio de informações e única instrução, como um professor faz seus alunos, mas por meio de preceito e de comando, como um soberano que dá leis aos seus súditos. Ele direciona o que evitar eo que a seguir, o que evitar eo que fazer. O evangelho não é para especulação única ou principalmente, mas para a prática e recta ordenação da vida para ela nos ensina,

 

(1.) Para abandonar o pecado: renunciando à impiedade e às paixões mundanas a renunciar e não têm mais a ver com estes, como tivemos: Coloque fora, quanto ao procedimento anterior, do velho homem que se corrompe ou seja, todo o corpo de pecados, aqui distribuídos em impiedade e às paixões mundanas. "Tirai irreligião impiedade e, toda incredulidade, negligência ou disesteem do Ser divino, não amar, nem temer, nem confiando nele, nem obedecendo a ele como deveríamos, negligenciando os seus juízos, negligenciando a sua adoração, profanando o seu nome ou o dia. Assim, negar a impiedade (ódio e colocá-lo fora) e às paixões mundanas, todos os desejos e afetos corruptos e cruéis que prevalecem em homens do mundo, e levar a cabo para as coisas do mundo a concupiscência da carne, também, e dos olhos, ea soberba da vida, toda sensualidade e imundícia, cobiças e ambição, busca e valorização mais a glória dos homens do que de Deus guardou tudo isso ". Uma conversa terrena sensual se adapte e não uma vocação celestial. Aqueles que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Eles têm feito isso por convênio-compromisso e promessa, e tê-lo feito inicialmente e predominantemente no acto que acontece no trabalho, limpando-se mais e mais de toda a imundícia da carne e do espírito. Assim, o evangelho em primeiro lugar unteaches o que é mau, a abandonar o pecado e, em seguida,

 

(2) Para fazer com que a consciência de que o que é bom: Para viver sóbria, justa e piamente, & c. A religião não é composta de negativos lá apenas deve estar fazendo bem, assim como evitando o mal nestes conjuntamente, é sinceridade provado e o evangelho adornada. Devemos viver com sobriedade em relação a nós mesmos, na devida governo dos nossos apetites e paixões, mantendo os limites da moderação e temperança, evitando todos os excessos desordenadas, e justa para com todos os homens, tornando a toda a sua dívida, e ferindo ninguém, mas sim fazer o bem aos outros, de acordo com a nossa capacidade e da sua necessidade:. isso parece uma parte da justiça e da justiça, pois não nascemos para nós mesmos e, portanto, não pode viver apenas para nós mesmos Nós somos membros uns dos outros, e deve buscar todas as homem riqueza de outro, 1 Coríntios 10: 24,12: 25 . O público, em especial, que inclui os interesses de todos, deve ter os cumprimentos de todos. O egoísmo é uma espécie de injustiça rouba outros de que a parte em nós que lhes é devido. Quão amável então uma conduta justa e justos ser! Ele protege e promove todos os interesses, não particular só, mas gerais e públicos, e assim contribui para a paz e felicidade do mundo. Viver em retidão, portanto, bem como sobriamente. E piamente em Deus, nos deveres de seu culto e serviço. Que diz respeito a ele, na verdade deve ser executado através de tudo. Se você comer ou beber, ou qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus, 1 Coríntios 10:31 . Deveres pessoais e relativos deve ser feito em obediência aos seus comandos, com a devida objetivo de agradar e honrar ele, desde princípios de amor santo e medo dele. Mas há um expresso e dever direta também que temos para com Deus, ou seja, a crença e reconhecimento do seu ser e perfeições, pagando-lhe culto e homenagem interna e externa, - amando, temendo, e confiando nele, - dependendo ele, e dedicar-nos a ele, - observar todos os direitos e preceitos religiosos que ele nomeou, - orando a ele, elogiando-o, e meditar sobre sua palavra e obras. Esta é a piedade, a procura e chegar a Deus, como nosso estado é agora, não imediatamente, mas como ele se manifestou em Cristo o mesmo acontece com o evangelho direta e exigem. Para ir a Deus de qualquer outra forma, ou seja, por santos ou anjos, não é adequado, sim, contrariando a regra evangelho e mandado. Todas as comunicações de Deus para nós são através de seu Filho, e os nossos retornos também deve ser por ele. Deus em Cristo, devemos olhar para como o objeto de nossa esperança e adoração. Assim, devemos nos exercitar a piedade, sem o qual não pode haver adorno desse evangelho, que está de acordo com ele, que ensina e exige tal comportamento. Uma conversa evangelho deve acontecer uma conversa piedosa, expressando nosso amor e temor e reverência a Deus, nossa esperança e confiança nele, tal como se manifesta em seu Filho. Nós somos a circuncisão (que têm na verdade o que foi mostrado por esse sacramento ) que adoram a Deus em espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne. Veja em quão pequena uma bússola nosso dever é composta de ser colocado em poucas palavras, renunciando à impiedade e as paixões mundanas, e viver sóbria, justa e piamente, neste mundo atual. O evangelho nos ensina não só como acreditar e espero bem, mas também para viver bem, como se torna que a fé ea esperança neste mundo, e, como expectadores de um outro e melhor. Não é o mundo que agora é, eo que há de vir o presente é o tempo eo lugar do nosso julgamento, e o evangelho nos ensina a viver bem aqui, não é, contudo, como o nosso estado final, mas com um olho principalmente para um futuro, porque ela nos ensina em todos,

 

(3) Para olhar para as glórias de um outro mundo, ao qual uma vida sóbria, justa e piedosamente neste processo é preparativa: . Olhando para a bendita esperança ea manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo Esperança, por uma metonímia, é colocado para a coisa que se esperam, a saber, o céu e as felicidades do mesmo, chamado enfaticamente que a esperança, porque é a grande coisa olhamos e longo e esperar por e uma bendita esperança, porque, quando atingido, teremos . ser completamente feliz para sempre . e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo Isto denota tanto o tempo do efectuarem a nossa esperança e da firmeza e da grandeza dele: será na segunda vinda de Cristo, quando vier na sua glória, e em seu pai, e dos santos anjos, Lucas 9:26 . Sua própria glória que ele tinha antes que o mundo existisse e seu pai, sendo a expressa imagem da sua pessoa, e como Deus-homem, seu governante delegado e juiz e dos santos anjos, como seus ministros e atendentes gloriosos. Sua primeira vinda foi na maldade, para satisfazer a justiça e comprar a felicidade a sua segunda será em majestade, de doar e instaurar seu povo nele. Cristo foi oferecido uma vez para tirar os pecados de muitos e para os que procurá-lo ele vai aparecer o segunda vez, sem pecado, para a salvação, Hebreus 9:28 . o nosso grande Deus e Salvador (ou até mesmo o nosso Salvador ) Jesus Cristo para que eles não são dois assuntos, mas apenas um, como parece pelo artigo único, tou Megalou Theou kai Soteros, não kai tou Soteros, e por isso é kai prestados 1 Coríntios 15:24 , quando ele entregar o reino a Deus, ao Pai para Theo kai Patri. Cristo é então o grande Deus, não figurativamente, como magistrados e outros às vezes são chamados deuses, ou como aparecendo e agindo em nome de Deus, mas de forma adequada e absolutamente, o verdadeiro Deus ( 1 João 5:20 ), o poderoso Deus ( Isaías 9: 6 ), que, sendo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus, Filipenses 2: 6 . Em sua segunda vinda ele irá recompensar seus servos, e trazê-los para a glória com ele. Observar, [1] Há uma esperança comum e abençoado para todos os verdadeiros cristãos no outro mundo. Se só para esta vida que eles tinham esperança em Cristo, eles eram de todos os homens os mais miseráveis, 1 Coríntios 15:19 . Pela esperança se entende a coisa esperada, isto é, o próprio Cristo, que é chamado a nossa esperança ( 1 Timóteo 1: 1 ), e bem-aventurança, e através dele, até mesmo riquezas da glória ( Efésios 1:18 ), daí apropriadamente denominado aqui que aventurada esperança. [2] o projeto do evangelho é para agitar tudo para uma boa vida por esta bendita esperança. Cinge os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e espero até o fim para a graça que deve ser levada vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo, 1 Pedro 1:13 . Para o mesmo significado aqui, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, viver sóbria, justa e piedosa, neste mundo, procurando o bem-aventurada esperança e não como mercenários, mas como respeitoso e agradecido cristã. Que tipo de pessoas deveis ser em santidade e piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus! 2 Pedro 3: 11,12 . Olhando e aceleração, isto é, esperando e diligentemente preparando para isso. [3] No e, em, a manifestação da glória de Cristo será a bendita esperança dos cristãos ser atingido por sua felicidade será este, Para estar onde ele está, e para contemplar a sua glória, João 17:24 . A glória do nosso grande Deus e Salvador, então, sair como o sol. Embora no exercício do seu poder judiciário, ele aparecerá como o Filho do homem, mas ele vai ser poderosamente declarado ser o Filho de Deus também. A divindade, que na terra foi muito velada, vai brilhar para fora, em seguida, como o sol na sua força. Por isso o trabalho e design do evangelho são para elevar o coração para esperar por esta segunda vinda de Cristo. Estamos gerou de novo para uma viva esperança de que ( 1 Pedro 1: 3 ), virou-se para servir ao Deus vivo, e aguarde seu Filho do céu, 1 Tessalonicenses 1: 9,10 . Os cristãos são marcadas por isso, esperando seu Mestre vinda ( Lucas 00:36 ), amando sua aparência, 2 Timóteo 4: 8 . Vamos então olhar para esta esperança deixar os nossos lombos seja cingida, e as nossas luzes acesas, ea nós mesmos como aqueles que esperam o seu senhor o dia ou hora, não sei, mas aquele que há de vir virá, e não tardará, Hebreus 10 : 37 . [4] O conforto e alegria dos cristãos são de que seu Salvador é o grande Deus, e gloriosamente se manifestar em sua segunda vinda. Poder e amor, majestade e misericórdia, em seguida, aparecem juntos no mais alto brilho, ao terror e confusão dos ímpios, mas para o triunfo eterno e regozijo dos piedosos. Se ele não, portanto, o grande Deus, e não uma mera criatura, ele não poderia ser o seu Salvador, nem sua esperança. Assim, as considerações para fazer cumprir as indicações de todos os tipos para as respectivas funções da natureza e design do evangelho. E com isto está ligado um outro local, ou seja,

 

  1. A partir do final da morte de Cristo: que se entregou por nós, a fim de remir-nos de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras, Tito 2:14 . Para nos trazer para a santidade ea felicidade era o fim da morte de Cristo, bem como o âmbito da sua doutrina. Aqui temos,

 

  1. O comprador da salvação - Jesus Cristo, que nosso grande Deus e Salvador, que não poupa simplesmente como Deus, e muito menos como o único homem, mas como Deus-homem, duas naturezas em uma só pessoa: o homem, para que ele pudesse obedecer, e sofrer e morrer, para o homem, e ser reunir-se para lidar com ele e para ele e Deus, para que pudesse apoiar a virilidade, e dar valor e eficácia às suas empresas, e ter em devida conta os direitos e honra da divindade, bem como o bem da sua criatura, e trazer o último para a glória do primeiro. Tal pessoa tornou-se a nós e este foi,

 

  1. O preço da nossa redenção: . Ele deu a si mesmo . O Pai lhe deu, mas ele deu a si mesmo e também, na franqueza e voluntariedade, assim como a grandeza da oferta, lançar a aceitabilidade eo mérito dele Por isto meu pai me ama, porque dou a minha vida, para que eu possa levá-la novamente. Ninguém ma tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo, João 10: 17,18 . Então, John 17:19 , " Por eles eu me santifico, ou separada e me dedicar a este trabalho, para ser um sacerdote e sacrifício a Deus pelos pecados dos homens." . A natureza humana foi a oferta, e do divino no altar, santifica a oferta, eo todo o ato da pessoa Ele deu a si mesmo em resgate por todos, 1 Timóteo 2: 6 . Uma vez no fim do mundo tem ele apareceu , para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. Ele era o sacerdote e sacrifício também. Nós somos redimidos, não com prata e ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo ( 1 Pedro 1: 18,19 ), chamou o sangue de Deus ( Atos 20:28 ), isto é, daquele que é Deus.

 

  1. As pessoas para quem: para nós, nós, pobres pecadores perdem, saído de Deus e se rebela contra ele. Ele deu a si mesmo por nós, não só para o nosso bem, mas em nosso lugar. Messias foi cortado, não para si mesmo, mas para nós. Ele sofreu, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus, 1 Pedro 3:18 . Ele foi feito pecado por nós (como oferta e sacrifício pelo pecado) , para que fôssemos feitos justiça de Deus nele, 2 Coríntios 5:21 . Maravilhosa condescendência e de graça! Ele nos amou e se entregou por nós o que podemos fazer menos do que amor e dar-se-nos a Ele? Especialmente considerando,

 

  1. As extremidades de seu dando a si mesmo por nós, (1.) a fim de remir-nos de toda a iniqüidade. Este está equipado com a primeira lição, renunciando à impiedade e as paixões mundanas. Cristo deu a si mesmo para nos redimir destes, portanto, colocá-los longe. Para amar e viver em pecado é pisar sob sangue redentor pé, a desprezar e rejeitar um dos maiores benefícios da mesma, e agir contra a sua concepção. Mas como poderiam os curtas sofrimentos de Cristo resgata-nos de toda a iniqüidade? Resposta, Através da infinita dignidade de sua pessoa. Aquele que foi Deus sofreu, embora não como Deus. Os atos e as propriedades de qualquer natureza são atribuídas à pessoa. Deus comprou sua igreja com seu próprio sangue, Atos 20:28 . Poderia pagamento seja feito de uma só vez, não há necessidade de sofrer para sempre. . Uma mera criatura não poderia fazer isso, a partir da finitude de sua natureza, mas Deus-homem poderia O nosso grande Deus e Salvador deu a si mesmo por nós, isto é responsável por isso. Por uma só oblação para sempre aperfeiçoado os que são santificados, Hebreus 9: 25,26,10: 14 . Ele não precisava oferecer a si mesmo muitas vezes, nem podia ser retido por morte, quando ele havia passado por isso. Final feliz e fruto da morte de Cristo, a redenção de toda a iniqüidade! Cristo morreu para isso: e, (2) . Para purificar para si um povo todo Isso reforça a segunda lição: . Para viver sóbria, justa e piamente, neste mundo presente Cristo morreu para purificar, bem como para pardon-- para obter a graça, para curar a natureza, bem como para libertar da culpa e condenação. Ele deu a si mesmo para a sua igreja, para purificá-la. Assim que ele faz para si um povo todo, purificando-los. Assim, eles são distinguidos do mundo que está no maligno que nascem de Deus, e equiparado a ele, levar a sua imagem, são santos como o Pai celestial é santo. Observe-se, a redenção do pecado e da santificação da natureza andam juntos, e ambos fazem o povo adquirido para Deus: liberdade da culpa e condenação, a liberdade do poder do concupiscências, e purificação da alma pelo Espírito. Estes são a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, e assim o povo adquirido. E, (3.) zeloso de boas obras. Esta especificidade pessoas, como eles são feitos de modo pela graça purificando-os, por isso, eles devem ser vistos a sê-lo por fazer o bem, e um zelo nele. Observe, O evangelho não é uma doutrina de licenciosidade, mas de santidade e de boa vida. Somos redimidos de nossa vã maneira de viver, para servir a Deus em santidade e justiça todos os dias da nossa vida. Vamos ver, então, que fazemos o bem, e ter zelo em apenas olhando aquele zelo ser guiado pelo conhecimento e espirituoso com amor, dirigido para a glória de Deus, e sempre em alguma coisa boa. E, portanto, o motivo das atribuições dirigido, a partir do final da morte de Cristo.

 

verso 15

Exortação a várias obrigações.       AD 66.

15 Fala estas coisas, exorta e repreende com toda autoridade. Ninguém despreze a ti.

 

O apóstolo fecha o capítulo (quando ele começou-lo) com uma direção resumo a Tito sobre o todo, em que temos a matéria e forma de ensino dos ministros, e uma instrução especial para Tito, em referência a si mesmo.

 

  1. A questão do ensino dos ministros: Estes coisa, ou seja, aqueles antes mencionado: fábulas não judaicas e tradições, mas as verdades e deveres do evangelho, de evitar o pecado, e viver sóbria, justa e piamente, no presente mundo . Observe-se, Ministros em sua pregação deve manter perto da palavra de Deus. Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus, 1 Pedro 4:11 , e não os Figments e invenções de seu próprio cérebro.

 

  1. A maneira pela doutrina, exortação e reprovação com toda a autoridade. 2 Timóteo 3:16 , Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça , isto é, a ensinar a sã doutrina, para convencer do pecado e refutar o erro, para reformar a vida, e para levar adiante no que é justo e bom que o homem de Deus (o cristão ou ministro) pode ser perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra que são a ser praticado por ele próprio ou a ser ensinada aos outros. Aqui está o que irá fornecer para todas as partes do seu dever, ea descarga direita deles. " Fala estas coisas, ou ensinar shun não declarar todo o conselho de Deus." Os grandes e necessárias verdades e deveres do evangelho, especialmente, estes falar e exortar, parakalei, pressione com muita seriedade. Ministros não deve ser frio e sem vida em entregar doutrina celeste e preceitos, como se fossem coisas indiferentes ou de pouco interesse, mas eles devem exortá-los com seriedade adequada a sua natureza e importância que deve recorrer a pessoas de mente e ouvidos, e não ser somente ouvintes, enganando-se, mas cumpridores da palavra, para que possam ser abençoados nele. E repreensão convencer e reprovar tal como contradizer ou negar, ou negligência e não recebem a verdade como deveriam, ou mantê-la em injustiça - aqueles que ouvem não com tal crente e mente obediente e coração como deveriam, mas, em vez disso (pode ser) vivem em práticas contrárias, mostrando-se teimosos e desobedientes, e em toda boa réprobos trabalho. repreende com toda autoridade, veio em nome de Deus, e armados com suas ameaças e disciplina, quem quer fazer a luz de que irá fazê-lo em seu próprio risco. Ministros são reprovadores à porta.

 

III. Aqui é uma instrução especial para Tito, em referência a si mesmo: " Ninguém despreze a ti isto é, dar nenhuma ocasião para o fazer, nem sofrer sem repreensão, considerando que aquele que despreza não rejeita ao homem, mas de Deus. " Ou assim: " Fale e exortar essas coisas, pressioná-los a todos, uma vez que podem ser respectivamente em causa com coragem e fidelidade reprovar o pecado, e cuidadosamente olhar para ti e tua própria conduta, e, em seguida, ninguém vai te despreze." A maneira mais eficaz para os ministros para assegurar-se de desprezo é manter perto da doutrina de Cristo, e imitar seu exemplo - para pregar e viver bem, e fazer o seu dever com prudência e coragem isso vai melhor preservar tanto a sua reputação e sua conforto.

 

Talvez também uma advertência pode ser aqui pretendida para o povo - que Tito, embora jovem, e mas um substituto do apóstolo, ainda não deve ser condenado por eles, mas considerado e respeitado como um fiel ministro de Cristo, e encorajados e apoiados em seu trabalho e escritório. " Conhecer os que trabalham entre vós, presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam e estima-los muito bem no amor, por causa da sua obra, 1 Tessalonicenses 5: 12,13 Mente seu ensino, respeitar suas pessoas, apoiá-los em. sua função, e, o que depender de vós, prosseguir os seus esforços para a honra de Deus ea salvação das almas.

 

 

 

 

 

     SUBSIDIO BETEL ADULTOS UM LAR FELIZ

       SALMO 128    Versículos 1-6 LIÇÃO N.6

 

Título. Â € "A Song of Degrees. Há uma subida evidente a partir da última Salmo: que fez, mas dica na maneira em que uma casa pode ser construída, mas isso desenha um retrato daquela casa construído e decorado com felicidade doméstica através do próprio bênção do Senhor. Há claramente um avanço na idade, pois aqui nós vamos além filhos aos filhos dos filhos; e também um progresso na felicidade, para as crianças que, em última Salmo eram setas são aqui plantas verde-oliva, e em vez de falar "com os seus inimigos à porta" nós feito com "paz sobre Israel." Assim, subir passo a passo, e cantar como nós ascendemos.

 

Assunto. Â € "É um hino familiar, â €" uma música para um casamento ou um nascimento, ou para qualquer dia em que uma família feliz se reuniu para louvar o Senhor. Como todas as canções de graus, ele tem um olho para Sião e de Jerusalém, que estão ambos expressamente mencionado, e fecha como Salmos 125: 1-5; Salmos 130: 1-8; Salmos 131: 1-3, com uma alusão para Israel. É uma curta Salmo, mas extremamente completo e sugestivo. Sua poesia é da mais alta ordem. Talvez em nenhum país pode ele ser melhor compreendida do que na nossa própria, pois acima de todas as nações encantar a cantar de "Home, doce lar".

 

EXPOSIÇÃO.

 

Ver. 1. Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor. A última Salmo terminou com uma bênção, â € "para a palavra não traduzida como" feliz "é a mesma que está aqui traduzida" abençoado ": assim, as duas músicas são unidos por uma palavra captura. Há também neles é uma comunidade perto de assunto. O temor de Deus é a pedra angular de toda a bem-aventurança. Devemos reverenciar a Deus já abençoou antes que possamos ser abençoados nós mesmos. Alguns pensam que esta vida é um mal, uma imposição, uma coisa sobre a qual repousa a maldição; mas não é assim; o homem temente a Deus tem um presente bênção repousar sobre ele. Não é verdade que seria para ele "algo melhor não ser." Ele está feliz agora, porque ele é o filho de Deus feliz, o Senhor sempre vivo; e ele é mesmo aqui um herdeiro com Jesus Cristo, cujo património não é miséria, mas a alegria. Isto é verdade para cada um dos tementes a Deus, de todas as condições, em todos os tempos: cada um e cada um é abençoado. Sua bem-aventurança não pode ser sempre; visto por razão carnal, mas é sempre um fato, pois o próprio Deus declara que é assim; e sabemos que aqueles que ele abençoa é abençoado de fato. Vamos cultivar esse temor filial santo do Senhor, que é a essência de toda a verdadeira religião; â € "o medo de reverência, de medo de ofender, de ansiedade de agradar, e de toda submissão e obediência. Este temor do Senhor é a fonte em forma de uma vida santa: nós olhamos em vão para além da santidade é a seguinte: ninguém, mas aqueles que temem o Senhor nunca vai andar nos seus caminhos.

 

Que anda nos seus caminhos. A vida religiosa, que Deus declara ser abençoado, deve ser prático, bem como emocional. É inútil falar de temer o Senhor se agirmos como aqueles que não têm cuidado se existe um Deus ou não, os caminhos de Deus serão os nossos caminhos se temos uma reverência sincera para ele: se o coração está unido a Deus, a pés vão seguí-lo. O coração do homem será visto em sua caminhada, ea bênção virá onde o coração e caminhada são ambos com Deus. Observe que o primeiro Salmo liga a bênção com a caminhada de uma forma negativa, "Bem-aventurado o homem que não anda", etc .; mas aqui nós encontrá-lo em conexão com a forma positiva de nossa conversa. Para desfrutar a bênção divina que deve estar ativa, e caminhar; temos de ser metódico, e andar em certos aspectos; e temos de ser piedoso, e andar nos caminhos do Senhor. Os caminhos de Deus são formas abençoadas; eles foram lançados pelo Abençoado, eles foram pisadas por ele em quem nós somos abençoados, eles são freqüentados por bem-aventurados, eles são fornecidos com meios de bênção, eles são pavimentadas com bênçãos presentes, e eles levam a bem-aventurança eterna: quem não teria vontade de andar neles?

 

Notas explicativas e PROVÉRBIOS pitoresco.

 

Todo o Salmo., Salmos 128: 1-6 segue Salmos 127: 1-5, pela mesma razão como Salmos 2: 1-12 segue Salmos 1: 1-6. Em ambos os casos, eles são colocados juntos Salmos, um dos quais começa com ashre (feliz, muito feliz), e as outras extremidades com ashre. Em outros aspectos Salmos 128: 1-6; Salmos 127: 1-5 suplemento um do outro. Eles estão relacionados uns aos outros tanto quanto as parábolas do Novo Testamento sobre o tesouro no campo ea uma pérola estão relacionados. Aquilo que torna o homem feliz é representado em Salmos 127: 1-5 como um presente que vem como uma bênção, e em Salmos 128: 1-6 como uma recompensa vem como uma bênção, que é brevemente indicado nas palavras rks, saka, recompensa, em Salmos 127: 3 que está sendo aqui expandido e desdobrado. Aí aparece como um dom da graça em contraste com a atividade auto alienado Deus do homem; aqui como um fruto do ora et labora. â € "Franz Delitzsch.

 

Todo o Salmo. â € "Deve ser observado que aqui todos os homens são falados de como casados; porque esta é a propriedade comum da maioria das pessoas. Veja 1 Coríntios 7: 1-2. Neste dia todo judeu é obrigado a se casar em cerca de 18 anos de idade, ou antes de vinte; mais ele é contabilizado como um que vive em pecado. â € "John Trapp.

 

Todo o Salmo. Este Salmo é um logos epiyalamio, escritas para o louvor, instrução e consolo daqueles que são ou já casados ​​ou estão prestes a entrar nesse tipo de vida. Ele enumera, portanto, no início, como é usual em canções deste tipo, todas aquelas coisas que são consideradas como cargas na vida conjugal, como os trabalhos em busca de fornecer para toda a família; o cônjuge, e que o vínculo do casamento, que, por assim dizer, se liga um homem e parece fazer dele um escravo, assim como aquele personagem diz na comédia, "Eu tomei uma esposa; eu vendi a minha liberdade:" finalmente, a educação dos filhos, o que certamente é mais trabalhoso e requer a maior despesa. Para aliviar o peso de todas essas coisas, não é adicionado a cada uma bênção ou uma promessa, para que eles possam aparecer ligeira. E no fim, ele subjoins em geral, uma promessa espiritual, que facilmente faz luz de todos os trabalhos e inquietações da vida conjugal; mesmo se vierem a ser o mais pesado. A bênção vem de Sião ou a Igreja: pois não há nada tão complexo e difícil, mas o que ele pode ser facilmente suportados por aqueles que são os membros da verdadeira Igreja, e conhecer as fontes de verdadeiro consolo. â € "DH Mollerus.

 

Ver. 1. Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor, etc. Aqui temos a fonte viva da bênção que repousa sobre o estado conjugal e doméstica. Quando prudência mundana tenta escolher uma esposa e formar uma família, pode aplicar-se apenas a sua mão para tanto do trabalho como tem a sua sede na terra, e é visível ao olho do sentido. Baseia-se, por assim dizer, o primeiro e segundo andares, acrescenta cornija e frontão, e que o tecido apresenta uma aparência justas, mas não tem qualquer fundamento. Sempre que você vê a família de um par casado continua a desafiar cada tempestade, você pode ter certeza de que ela repousa sobre um alicerce seguro, encontrando-se fora do alcance do sentido humano, e que essa base é o temor do Senhor. Para o temor do Senhor, por isso, o Salmista santo tem sabiamente dado um lugar na frente desta bela Salmo, que celebra a bênção que desce sobre a vida conjugal e doméstica. â € "Augustus F. Tholuck, em" Horas de Devoção cristã "de 1870.

 

Ver. 1. Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor. Há um temor do Senhor que tem terror nele e não bem-aventurança. A apreensão com que um rebelde guerreando respeita seu soberano triunfante e ofendido, ou os sentimentos de uma falência fraudulenta para com um credor severo, ou, uma consciência atingidas criminoso para um juiz justo, são muitas vezes os tipos de sentimentos dos homens em relação a Deus. Isso, evidentemente, não pode ser o medo que o "abençoado" deste Salmo sensação. Também não se pode deles, por outro lado, ser o medo atormentando de auto acusação.

 

Seu medo é o que o revelações acreditavam prestaram dele em sua produção Word. É o medo que uma criança sente em relação a um pai honrado, â € "um medo de ofender: é aquilo que os que foram resgatados da destruição sentir ao benfeitor que nobremente e com o sacrifício mais vasto interposta pela sua segurança, â € "um medo de agir indignamente da sua bondade: é aquilo que enche o peito de um rebelde perdoado e grato em presença telha de um soberano venerada em cujo trono ele está autorizado a ficar na honra, â €" um medo de que ele deveria sempre esquecer a sua bondade, e dar-lhe motivos para se arrepender. Tal é o medo de o cristão de hoje: um medo que reverência pela majestade, gratidão por misericórdias, pavor de desprazer, o desejo de aprovação, e saudade para a irmandade do céu, inspirar; o medo de anjos e do bendito Filho; o medo não de tristeza, mas de amor, que encolhe com recuo instintivo de fazer alguma coisa que tenderia a se lamentar, ou de negar qualquer coisa que tenderia a honrar. A religião é o grande ea única sabedoria; e desde o início, o meio eo fim de tudo, é o temor do Senhor, bendito é todo aquele que é influenciado por ela. â € "Robert Nisbet, em" Os cânticos do templo Peregrinos ", 1863.

 

Ver. 1. Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor. Vamos dar um pouco do caráter do homem abençoado. Quem é que é destemido? "O homem que teme a Deus." O medo soa bastante contrária à bem-aventurança; tem um ar de miséria; mas adicionar quem. Ele que "teme o Senhor"; aquele toque transforma em ouro. Aquele que assim receios, medos apodrecer: ele não deve ter medo; todos os medos mesquinhos são tragados neste grande medo; e este grande temor é tão doce e agradável como pequenos medos são ansiosos e vexatório. Seguro de outras coisas, ele pode Saya € "" Se o meu Deus esteja satisfeito, não importa quem está descontente: não importa o que me desprezam, se ele me conta sua Embora todos me desampares, embora meus amigos mais queridos crescer distante, se ele rejeitar. me não, esse é o meu único medo; e para que eu não estou perplexo, eu sei que ele não vai ". Um crente não tem medo, mas de o descontentamento do Céu, a ira de Deus caia sobre ele; ele responde que só terrível; mas ele ainda não temeria a ela; Acaso, não apreender ele vai cair sobre ele, é melhor convencidos da bondade de Deus. Então esse medo ainda está se juntou com confiança: â € "" Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia ": Salmos 33:18. â € "Robert Leighton, 1611-1684.

 

Ver. 1. Bem-aventurado é todo aquele, etc. Há um esforço em tudo ("cada um"), ensinando que há disparidade de sexo ou condição, de posição ou riqueza, afeta o grau de felicidade concedida por Deus para cada um de seu verdadeiro servos em suas várias estações. Deve ser observado, ainda, que sempre que o temor do Senhor é mencionado nas Sagradas Escrituras, nunca é definido por si só, como se suficiente para a consumação da nossa fé, mas sempre tem algo adicionado ou prefixado, por que para estimar sua devida proporção da perfeição, como está afirmado por Salomão, em Provérbios 2: 3-5. â € "JM Neale e RF Littledale; em "Um Comentário sobre os Salmos de escritores primitivos e medievais", 1860.

 

Ver. 1. Bem-aventurado é todo aquele, etc. É uma promessa preciosa, mas talvez tu és tentado a dizer no teu coração, não significou para cada um. Tu queres responder contra o Senhor? Ouvi-lo falar na canção. Ele diz: "cada um". "Bem-aventurado todo aquele que teme ao Senhor." Ninguém está excluído, mas aqueles que não andam nos seus caminhos. â € "Edward Robinson Jewett.

 

Ver. 1. Bem-aventurados, etc. A, adágio, "Isso é melhor não ter nascido em tudo, ou a morrer mais rapidamente possível", foi certamente por muito tempo desde recebido pelo consentimento comum de quase todos os homens. Juízes razão carnal quer que toda a humanidade, sem exceção, são miseráveis, ou que a fortuna é mais favorável aos homens ímpios e perversos do que para o bem. Para o sentimento de que aqueles são abençoados que temem o Senhor, tem uma aversão inteira. Tanto telha mais necessária, então, é que a habitam sobre a consideração desta verdade. Mais adiante, como esta bem-aventurança não é visível a olho nu, é de importância, a fim de sermos capazes de apreendê-lo, primeiro a participar da definição que será dada dele perto eo adeus; e em segundo lugar, saber que isso depende principalmente sobre a proteção tim de Deus. Embora nós coletamos juntos todas as circunstâncias que parecem contribuir para uma vida feliz, certamente nada será encontrado mais desejável do que ser mantido escondido sob a tutela de Deus. Se esta bênção é, em nossa opinião, deve ser preferida, como merece, a todas as outras coisas boas, quem está convencido de que os cuidados de Deus é exercida sobre o mundo e assuntos humanos, irá, ao mesmo tempo, sem dúvida, reconhecer que o que é aqui previsto é o ponto principal da felicidade. â € "John Calvin.

 

Ver. 1. Que teme ao Senhor; que anda nos seus caminhos. O temor do Senhor é o princípio interno; mas a menos que haja uma expressão correspondente na vida exterior, que razão há para supor que ela tenha qualquer existência em tudo?

 

Observe também, que não há uma curta nos caminhos do Senhor, até que seu medo ser estabelecida no coração. Não pode haver nenhuma moralidade genuína para além do temor de Deus. Como pode um homem obedecer a Deus enquanto seus afetos são alienados dele? â € "N. M'Michael.

 

Ver. 1. Que anda nos, seus caminhos. Deus faz bem-aventurados aqueles que andam nos caminhos dele, porque ele próprio anda com eles. Isto é dito a respeito de David, e é explicado como companheirismo que o abençoou, 2 Samuel 5:10: "E Davi prosseguiu, e cresceu grande, eo Senhor Deus dos exércitos era com ele": onde o "e" pode ser tomado como a partícula causal "porque". Que Deus realmente juntar-se aos que andam nos caminhos dele como companheiro e líder que temos em 2 Crônicas 17: 3-4: "E o Senhor era com Jeosafá, porque andou conforme os primeiros caminhos de Davi, seu pai, e procurado não aos baalins; mas buscou ao Deus de seu pai ". â € "Thomas Le Blanc.

 

DICAS PARA pregadores.

 

Ver. 1. â € "A universalidade da bem-aventurança de Deus homens tementes. Circunstâncias, pessoais ou relativos, não pode alterar a bênção; nem a idade, nem a opinião pública, nem mesmo seu próprio senso de indignidade.

 

Ver. 1. Considere o seguinte:

 

  1. A união de um medo direita com um pé direito.

 

  1. Há um medo errado, porque servil; isso nunca pode levar a obediência genuína, que deve ser de bom grado e alegremente prestado.

 

  1. Mas o medo de reverência e amor filial certamente irá virar os pés para os caminhos de Deus, mantenha-os aí firme e asa-los com velocidade.

 

  1. A bem-aventurança daquele em quem eles estão unidos.

 

  1. É a bem-aventurança da vida; para que é prosperou.

 

  1. É a bem-aventurança da felicidade doméstica; para onde o chefe de família é santo, a família é a casa da paz.

 

  1. É a bem-aventurança de uma santa influência em todas as esferas da sua actividade.

 

  1. É profundamente sentida bem-aventurança coração em andar com Deus.

 

  1. E tudo é apenas um prelúdio para a bem-aventurança eterna do céu. â € "JF

 

Salmos 128: 2 *

 

EXPOSIÇÃO.

 

Ver. 2. Pois comerás do trabalho das tuas mãos. A doutrina geral em Salmos 128: 1 aqui recebe uma aplicação pessoal: observe a mudança para a segunda pessoa: "comerás", etc. Esta é a porção dos santos de Deus, â € "a trabalhar, e para encontrar uma recompensa ao fazê-lo. Deus é o Deus de trabalhadores. Nós não estamos a deixar nossos chamados mundanos, porque o Senhor nos chamou pela graça: não estamos prometeu uma bênção sobre ociosidade romântico ou sonhar razoável, mas em cima do trabalho duro e da indústria honesto. Embora estamos nas mãos de Deus nós somos a ser apoiado por nossas próprias mãos. Ele nos dará pão de cada dia, mas deve ser feita por nosso próprio trabalho. Todos os tipos de trabalho são aqui incluídos; pois se uma labuta com o suor de sua testa, e outro faz isso com o suor do seu cérebro, não há diferença na telha bênção; a ressalva de que é geralmente mais saudável para trabalhar com o corpo do que com apenas a mente. Sem Deus seria inútil para o trabalho; mas quando nós somos cooperadores de Deus uma promessa está diante de nós. A promessa é que o trabalho deve ser frutífero, e que aquele que a realiza devem-se aproveitar a recompensa dela. É um grave mal para um homem escravo sua vida fora e não recebem remuneração justa pelo seu trabalho árduo: em regra, os servos de Deus levantará de tal escravidão e reivindicar os seus próprios, e recebê-lo: de qualquer forma, este versículo pode encorajar a fazê-lo. "O trabalhador é digno do seu salário." Sob a teocracia o povo escolhido poderia ver essa promessa cumprida literalmente; mas quando os governantes do mal oprimiram seus ganhos foram retidos por churls, e suas colheitas foram arrebatados com eles por saqueadores. Tivessem eles andava no temor do Senhor que nunca teria conhecido esses grandes males. Alguns homens nunca desfrutar de seu trabalho, pois dão-se sem tempo para descanso. Ânsia de obter lhes tira a capacidade de desfrutar. Certamente, se vale a pena para o trabalho, vale a pena para comer do que o trabalho. "Serás tu és feliz", ou, Oh, as tuas felicidades. Amontoados felicidades no plural pertencem a esse homem que teme ao Senhor. Ele está feliz, e ele será feliz de mil maneiras. O contexto nos leva a esperar a felicidade da família. Nosso Deus é o nosso Deus doméstico. Os romanos tiveram sua Lares e Penates, mas temos muito mais do que aquele que vive no único e verdadeiro Deus. E será bem contigo, ou, bom para ti. Sim, é bom para o bem; e tudo estará bem com aqueles que o fazem bem.

 

"Que palavras são essas cheering!

 

Sua doçura que pode dizer?

 

Com o tempo, e dias eternos,

 

'Tis com os justos também. "

 

Se tememos a Deus podemos descartar todas as outras medo. No andar nos caminhos de Deus, estaremos sob sua proteção, provisão e aprovação; perigo e destruição deve ser longe de nós: todas as coisas contribuirão nosso bem. Na visão de Deus não seria uma coisa abençoada para nós a viver sem esforço, nem comer o pão não ganhos de dependência: o estado mais feliz na terra é aquela em que temos algo para fazer, força para fazê-lo com, e uma feira voltar para o que temos feito. Este, com a bênção divina, é tudo o que devemos desejar, e é suficiente para todo o homem que teme ao Senhor e abomina a cobiça. Tendo alimento e vestuário, vamos estar lá com o conteúdo.

 

Notas explicativas e PROVÉRBIOS pitoresco.

 

Ver. 2. Pois comerás do trabalho das tuas mãos, etc. Há um sentido literal quádrupla aqui: viverás por trabalho honesto, calmo, não pela rapina e violência em que é produzida pela labuta de outros, nem ainda indolentemente e luxuosamente; tu "comer", e não penuriously stint a ti mesmo e aos outros; tuas colheitas não deve ser marcada, mas deverá produzir abundantemente; e nenhum inimigo deverá destruir ou levar consigo a tua colheita. E estas duas últimas interpretações conceder melhor com as punições converse ameaçavam os desobedientes por Moisés. "Comerás do trabalho das tuas mãos". Mas aquele que odeia o trabalho não comer dele, nem ele pode dizer: "Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra": João 4:34. Por outro lado, aquele a quem esse trabalho é uma delícia, não se limita a olhar em frente com esperança para os futuros frutos ou recompensas de trabalho, mas mesmo aqui e agora encontra-sustento e prazer em labutar para Deus; de modo que é "bem" com ele no mundo, mesmo em meio a todas as suas preocupações e problemas, e ele "deve ser feliz" no que está por vir, de onde a tristeza é banido para sempre, como está escrito no Evangelho: "Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus": Lu 14:15. â € "Neale e Littledale.

 

Ver. 2. comerás do trabalho das tuas mãos, etc. Este deve eles também aprendem que são casados, que devem trabalhar. Para a lei da natureza pede conta o marido deve sustentar e nutrir sua esposa e seus filhos. Para depois que o homem ea mulher sei que eles devem temer a Deus seu Criador, que não só as fez, mas deu sua bênção também a sua criatura; este segundo lugar eles devem saber, que eles devem fazer algo que eles não consomem seus dias na facilidade e ócio. Hesíodo, o poeta, dá seu conselho, que primeiro deves-te uma casa, em seguida, uma mulher, e também um boi para lavrar a terra ... Por que embora nossa diligência, cuidado e trabalho de parto não é capaz de manter a nossa família , mas Deus usa como um meio pelo qual ele nos abençoará. â € "Martin Luther.

 

Ver. 2. comerás do trabalho das tuas mãos. Os homens têm sonhado sonhos fascinantes de remover as deficiências e limitações do mundo e os males da vida, sem tristeza. Poetas têm retratado paraísos terrestres, onde a vida seria uma longa festival, â € "

 

"Ilhas de Verão de Eden encontra-se em esferas roxas escuras do mar."

 

Mas vão são todos esses sonhos e anseios. Eles são de humano, não é de origem divina, e na primavera de uma raiz do egoísmo e não da santidade. Eles não podem ser realizados em um mundo caído, cheio de tristeza, porque cheio de pecado. Todas as bênçãos na economia do homem são recebeu de dores. A felicidade é a flor que cresce a partir de um espinho de tristeza transformada pela cultura do homem. A bela mito que colocou as maçãs de ouro das Hespérides em um jardim guardado por dragões, é uma alegoria ilustrativa do grande fato humano que não até que tenhamos matado os dragões do egoísmo e preguiça podemos obter qualquer um dos sucessos de ouro da vida. Supondo que fosse possível que pudéssemos obter os objetos de nosso desejo, sem qualquer fadiga ou problemas, não devemos apreciá-los. Para beneficiar-nos realmente, eles devem ser os crescimentos de nossa própria auto-negação e de trabalho. E esta é a grande lição que os milagres de Nosso Senhor, fazia a maneira em que eles estavam, desdobrou. Eles nos ensinam que, em ambas as coisas temporais e espirituais, não devemos então nos lançar sobre a providência ou graça de Deus como a negligenciar a parte que temos de nós mesmos para agir, â € "que Deus coroas todo esforço honesto e fiel do homem com sucesso: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos Pois tu. comerás do trabalho das tuas mãos: serás feliz tu és, e ele deve estar bem contigo." â € "Hugh Macmillan, em" O Ministério da Natureza "de 1871.

 

Ver. 2. (primeira cláusula). â € "

 

Do Trabalho, o símbolo da punição do homem;

 

Trabalho, o segredo da felicidade do homem.

 

â € "James Montgomery, 1771-1854.

 

Ver. 2. feliz serás. Oh confiança no Senhor para a felicidade, bem como para a ajuda! Todas as fontes de felicidade estão nele. Trust "naquele que dá-nos todas as coisas ricamente para desfrutar"; que, por sua própria misericórdia rico e livre, segura-los para nós, como em sua própria mão, que, recebendo-os como seus dons, e como penhor de seu amor, podemos desfrutar de tudo o que possuímos. É o seu amor dá um prazer para todos nós provar, coloca a vida e doçura para todos; enquanto todas as criaturas leva-nos até o grande Criador, e todos Terra é uma escala para o céu. Ele transfunde as alegrias que estão em sua própria mão direita em tudo o que ele concede a seus filhos agradecidos, que, tendo comunhão com o Pai e seu Filho Jesus Cristo, desfrutar dele em tudo e acima de tudo. â € "John Wesley, 1703-1791.

 

Ver. 2. serás tu és feliz. Sr. Disraeli põe estas palavras notáveis ​​na boca de um de seus personagens: â € "" A juventude é uma tolice; masculinidade uma luta; a velhice um arrependimento. " Uma visão triste e Cheerless do progresso da vida que! Pode ser verdade, na medida, de uma vida separada da piedade; certamente não é verdade de uma vida aliado com piedade. Haja "a vida ea piedade", e, em seguida, a juventude não é um erro, mas um sábio propósito e uma esperança brilhante; masculinidade não é apenas uma luta, mas uma conquista e uma alegria; a velhice não é um lamento, mas uma memória rica e uma perspectiva gloriosa. â € "RP Macmaster, em" The Baptist Magazine "de 1878.

 

DICAS PARA pregadores.

 

Ver. 2. A bem-aventurança dos justos são generalizadas em primeiro lugar, em seguida, particularizado. Aqui eles são divididos em três elementos.

 

  1. O fruto do trabalho do passado.

 

  1. gozo Presente.

 

  1. bem-estar futuro: "Tudo vai bem contigo." Bem a tempo; bem na morte; bem no juízo final; bem sempre. â € "GR

 

Ver. 2.

 

  1. Trabalho uma bênção para aquele que teme a Deus.

 

  1. Os frutos do trabalho o resultado da bênção de Deus.

 

  1. O gozo dos frutos do trabalho mais uma bênção de Deus.

 

â € "WHJP

 

Ver. 2. (primeira cláusula). O sucesso na vida.

 

  1. Seu SourceA € "a bênção de Deus.

 

  1. Sua channelsâ € "o nosso próprio trabalho.

 

  1. A medida em que é promisedâ € "tanto quanto nós podemos comer. Mais está acima da promessa.

 

  1. O gozo. Estamos autorizados para comer ou desfrutar de nosso trabalho.

 

Ver. 2. (segunda cláusula). Felicidade dos deuses.

 

  1. segue a bênção de Deus.

 

  1. Cresce fora do personagem: "teme ao Senhor."

 

  1. Segue trabalho: veja anterior sentença.

 

  1. É apoiado pelo bem-estar: ver seguinte frase.

 

Ver. 2. (última cláusula).

 

  1. Deve ser bem contigo enquanto tu vives.

 

  1. Ele deve ser melhor contigo quando tu morres.

 

  1. É o melhor de tudo contigo na eternidade.

 

â € "Adaptado de Matthew Henry.

 

Salmos 128: 3 *

 

EXPOSIÇÃO.

 

Ver. 3. A tua mulher. Para alcançar o pleno de felicidade terrena um homem não deve ficar sozinho. Era necessária uma companheira no Paraíso, e certamente ela não é menos necessário de fora. Aquele que encontra uma esposa acha uma coisa boa. Não é todo homem que teme ao de carga que tem uma esposa; mas se ele tem, ela deve participar de sua bem-aventurança e aumentá-la.

 

Será como a videira frutífera. Para completar as crianças felicidade doméstica são enviadas. Eles vêm como o fruto legítimo do casamento, mesmo como clusters aparecem sobre a videira. Para as uvas da vinha foi plantada; para as crianças era a esposa fornecida. É geralmente bem com qualquer criatura quando se cumpre o seu propósito, e é tão longe assim com pessoas casadas quando o grande projeto de sua união é provocada. Eles não devem olhar para fecundidade como um fardo, mas como uma bênção. Boas esposas também são frutíferos em bondade, parcimônia, utilidade, e afeição: se eles não suportará as crianças, eles são de nenhuma maneira estéril se eles nos deu o vinho da consolação e os aglomerados de conforto. Verdadeiramente-aventurado o homem cuja mulher é fértil nessas boas obras que são adequados à sua posição próximo e querido.

 

. Pelos lados da tua casa Ela continua para a casa: ela é um pássaro casa. Alguns imaginam que ela é como uma videira que é pregado até a parede da casa; mas não temos tal costume na Palestina, também não é agradável pensar de uma esposa como crescer por uma parede, e como ligado aos próprios tijolos e argamassa de habitação de seu marido. Não, ela é a videira frutífera, e uma empregada fiel; se você quiser encontrá-la, ela está dentro da casa: ela deve ser encontrada, tanto dentro como fora de casa, mas a sua utilidade principal é no lado interior da habitação, que ela adorna. Casas orientais costumam ter uma praça aberta no centro, e as várias salas são variou em torno dos lados, â € "lá é a esposa ser encontrado, ocupado em um quarto ou de outra, como a hora das demandas dia. Ela mantém em casa, e assim mantém a casa. É a casa de seu marido, e ela é seu marido; nos o texto coloca â € "" tua mulher ", e" a tua casa "; mas por seu cuidado amoroso de seu marido é feito tão feliz que ele tem o prazer de possuí-la como um titular de igualdade com si mesmo, pois é dela, ea casa é dela também.

 

Teus filhos como plantas de oliveira ao redor da tua mesa. Centenas de vezes eu vi as plantas jovens oliveiras surgindo em torno da haste pai, e ele sempre fez mc acha deste versículo. O salmista nunca teve a intenção de sugerir a idéia de plantas de oliveira, em volta de uma mesa, mas de jovens surgindo em torno de seus pais, assim como plantas de oliveira cercam a multa árvore, bem enraizada. A figura é muito marcante, e não deixe de apresentar-se com a mente de todos os observadores no país de oliva. Como é belo para ver a azeitona retorcida, ainda a dar frutos abundantes, cercado por um pequeno grupo de sucessores robustos, qualquer um dos quais seria capaz de tomar o seu lugar deve a azeitona central sejam derrubadas, ou removidas de qualquer outra forma. A noção de uma mesa em um pavilhão pode atender uma cockney em um jardim de chá, mas nunca ocorreria a um poeta oriental; não são as plantas de oliveira, mas as crianças, que estão ao redor da mesa. Além disso, note que não é de oliveira ramos, mas plantas, â € "uma coisa muito diferente. Nossos filhos se reúnem em torno nossa mesa para ser alimentado, e isso envolve despesas: quanto melhor é isso do que vê-los definhando em camas de doença, incapaz de vir para as suas refeições! Que bênção ter suficiente para colocar em cima da mesa! Vamos para este benefício louvar a generosidade do Senhor. A esposa é ocupado por toda a casa, mas os jovens são mais movimentado na hora das refeições; e se a bênção do Senhor repousará sobre a família, não pode ser vista mais agradável. Aqui nós temos a videira ea oliveira blendedâ € "alegria da esposa frutífero, e conforto sólido a partir da crescente família; estes são os mais escolhidos produtos de terra pode produzir: as nossas famílias são jardins do Senhor. Pode nos ajudar a valorizar os privilégios da nossa casa, se considerarmos onde deveríamos estar, se eles foram retirados. E se o parceiro querido da nossa vida foram retirados dos lados de nossa casa para os recessos do sepulcro? Qual é o problema de crianças em comparação com a tristeza de sua perda? Pense, querido pai, qual seria o seu sofrimento se você tinha que chorar com Jó: "Oh que eu fosse como no mês passado, como nos dias em que Deus me guardava. Quando meus filhos eram sobre mim"

 

Notas explicativas e PROVÉRBIOS pitoresco.

 

Ver. 3. A tua mulher será como a videira frutífera, etc. A comparação talvez ser levados para fora mais claramente, organizando o versículo da seguinte forma: â € "

 

"A tua mulher será na parte interior da tua casa

 

Como a videira frutífera;

 

Teus filhos redor da tua mesa

 

Assim como os rebentos da oliveira ".

 

Na parte interna, literalmente, "os lados da tua casa", como em Amós 6:10, ou seja, apartamentos das mulheres, como a marcação a esfera apropriada da esposa envolvidos em suas tarefas domésticas, e também, em certa medida sua reclusão, embora este foi muito menos entre os judeus do que entre outras orientais.

 

O "videira" é um emblema principalmente de fecundidade, mas talvez também de dependência, como necessitando de apoio; o "azeite", de, saudável, vida alegre vigorosa. A mesma figura é empregado por Eurípides, Herc. Fur., 839. Med. 109S. â € "JJ Stewart Perowne.

 

Ver. 3. A tua mulher será como a videira frutífera, etc. Não me lembro de ter se reuniu com uma única instância, no Oriente, de videiras treinadas contra as paredes de uma casa, ou de azeitonas próximo ou sobre uma casa. Nem temos lido de tais casos. A passagem sem dúvida deriva suas figuras da fertilidade da vinha e do aparecimento da azeitona, ou a ordem em que as oliveiras são plantadas. A construção seria então: "Tua esposa, nos lados (interior) apartamentos de tua casa, será como a videira frutífera, e teus filhos ao redor da tua mesa, como plantas de oliveira". â € "John Kitto (1504-1854), em" A Bíblia Pictorial. "

 

Ver. 3. A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa. A mulher é comparado a não espinhos ou espinhos, nem mesmo de carvalhos ou a outros frutos e árvores, mas para a videira; e também a uma videira nem em um vinhedo, nem em um jardim, mas definido pelas paredes da casa; também não estéril, mas fértil e dar fruto. Este admoesta os maridos, bem como esposas de suas funções. Porque, assim como as paredes apoiar a videira, e defendê-la contra a força dos ventos e tempestades, por isso devem os maridos, tanto quanto é do seu poder, para defender suas mulheres à sua conversa piedosa e ensinamentos saudáveis ​​e instituições contra o vento pestilencial do antiga serpente; também contra as lesões de homens dispostos mal. "Quem ama a sua mulher, ama a si mesmo Porque ninguém jamais odiou a própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor da Igreja.": Efésios 5: 28-29.

 

Além disso, a videira é de madeira extremamente frágil, e não para alguma obra, Ezequiel 15: 4. Maridos, portanto, deve se lembrar que eles devem se comportar para com suas esposas com paciência e prudência, como com o vaso mais fraco; não tendo em conta a fragilidade da madeira, mas a abundância ea doçura da fruta. Se os maridos observar este, que vai acontecer com eles que a Escritura diz a respeito do tempo de paz de Salomão, "Judá e Israel habitavam seguros, cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira": 1 Reis 04:25. Tal era a vida de casado com Sarah de Abraão, Isaac com Rebeca, Jacó com, Lia e Raquel. â € "Solomon Gesner.

 

Ver. 3. A videira frutífera, no interior da tua casa. Ela não diz sobre os lados da casa, mas por os lados. A passagem provavelmente se refere aos trellissed, caramanchões que muitas vezes levam até as casas, e estão cobertas de vinhas, as uvas, que paira sobre a cabeça. Sentado nestes Bowers está sentado debaixo de nossos próprios vinha: Micah 4: 4. Tenho visto em Constantinopla uvas que paira sobre as cabeças das pessoas nas ruas principais, as vinhas sendo treinados a partir de um lado da rua para o outro. â € "John Gadsby, em" Minhas Andanças ", 1860.

 

Ver. 3. Pelos lados da tua casa. Não no telhado, nem no chão; um é muito alto, ela não é uma régua; o outro muito baixo, ela não é escravo; mas nos lados, um lugar igual entre ambos. â € "Thomas Adams.

 

Ver. . 3. Pelos lados da tua casa A casa é o seu devido lugar, pois ela é "a beleza da casa"; lá suas mentiras negócios, lá ela é segura. Os antigos pintá-los com um caracol sob seus pés, e os egípcios negando seus sapatos femininos, e os citas queima árvore eixo carruagem da noiva em sua porta, quando ela foi levada para a casa de seu marido, e do perguntando Abraham onde Sarah foi anjo ( embora soubesse bem o suficiente), que pode ser observado, ela estava "na tenda", fazer tudo o íntimo, que, pela lei da natureza, e pelas regras da religião, a mulher deve manter em casa, a não ser urgente necessidade fazer chamá-la no exterior. â € "Richard Steele (â €" 1692), em "Os exercícios de manhã."

 

Ver. 3. Como é visível que os filhos do bom homem ser "como plantas de oliveira em torno da sua mesa", não significa que eles devem ser como as plantas de oliveira, que cresceu em volta de sua mesa, sendo, presumo, um pensamento em Bishop Patrick que não vai ser defendida, que o salmista se refere a uma mesa posta em um mandril composto por oliveiras jovens, pois encontramos nenhum desses arbours no Levante, nem é a árvore muito adequado para esse fim; tão em forma como a primeira cláusula deve significar, tua mulher deve estar nos lados, ou apartamentos privados, de tua casa, frutífero como uma vinha prosperando: o lugar aqui mencionados (os lados da casa), referente a esposa, para não a videira; como o outro (a tabela) refere-se as crianças, não para as azeitonas. Nem este é um novo pensamento, é uma observação que Musculus e outros intérpretes fizeram.

 

A palavra hebraica, traduzida lados, é muito bem conhecida para indicar os mais apartamentos privados de uma casa, como eles também observaram; e aquele que lê a descrição do Dr. Shaw de uma casa Oriente, deve ver imediatamente o valeria a pena convocar os apartamentos privados de seus lados. Essa casa é constituída por uma corte quadrado, o que o médico observa, é chamado no meio da casa; e apartamentos privados redondas ele, o que pode como bem ser chamado de seus lados em consequência: a este meio da casa, ou esse quadrilátero, empresa, ele nos diz, são algumas vezes recebidos, em que outros autores nos contar suas esposas permanecer oculto em tais ocasiões. â € "Thomas Harmer, 1719-1788.

 

Ver. 3. Os teus filhos como plantas de oliveira, etc. Siga-me no bosque, e eu vou lhe mostrar o que pode ter sugerido a comparação. Aqui temos bateu em cima de uma bela ilustração. Esta árvore velha e deteriorada está cercado, como se vê, por vários brotos jovens e frugais, que brotam a partir da raiz do pai venerável. Eles parecem defender, proteger e abraçá-lo, podemos até imaginar que eles agora suportar essa carga de frutas que de outra forma seriam exigidos do pai fraco. Assim, fazer boas e carinhosas crianças se reúnem em volta da mesa dos justos. Cada um contribui algo à riqueza e bem-estar da wholeâ € "uma bela vista, com o qual Deus pode atualizar os olhos de cada amigo meu comum. â € "WM Thomson.

 

Ver. 3. O homem por natureza, não influenciada pela graça, é "uma oliveira brava"; eo objeto da maioria dos pais é apenas a de cultivar este oliveira brava. O que a ansiedade está lá sobre as realizações que, como soever atraente, mas são as flores que morrem desta oliveira brava! â € "Richard Cecil, 1748-1810.

 

Ver. 3. Embora o mundo está a levar por desejos irregulares após vários objetos, entre os quais é perpetuamente flutuante na sua escolha, Deus nos dá neste Salmo uma descrição do que mentira considera ser uma bênção além de todas as riquezas e, portanto, devemos prendê-lo em alta estima. Se um homem tem uma mulher de boas maneiras amáveis ​​como o companheiro de sua vida, deixá-lo definir nada menos valor sobre esta bênção do que Salomão fez, que, em Provérbios 19:14, afirma que é somente Deus que dá uma boa esposa. Da mesma forma, se um homem ser pai de uma prole numerosa, deixá-lo receber esse benefício considerável com um coração agradecido. â € "John Calvin.

 

Ver. 3. Antes do Paraíso queda foi a casa do homem; uma vez que a casa queda tem sido o seu paraíso. â € "Augustus William Hare (1792-1834), e Julius Charles Hare (1795-1855), em" suposições na verdade. "

 

DICAS PARA pregadores.

 

Ver. 3. A bênção das crianças.

 

  1. Eles são redondos nossa TableA € "despesa, ansiedade, responsabilidade, prazer.

 

  1. Eles são como plantsâ oliva € "forte, plantada em ordem, dando em cima de nós sucesso, proveitosa para Godâ €" como a oliveira desde óleo para a lâmpada.

 

Ver. 3. A imagem da família completa. Aqui estão o marido, a esposa, os filhos, a casa, os quartos do lado, na mesa. Devemos pedir uma bênção sobre cada, bendizer a Deus por cada um, e usar cada de uma forma abençoada.

 

Salmos 128: 4 *

 

EXPOSIÇÃO.

 

Ver. 4. Eis que assim será abençoado o homem que teme ser o Senhor. Marcar este. Coloque uma Nota Bene contra ele, pois é digno de observação. Não é de se inferir que todos os homens bem-aventurados são casados, e são pais; mas que esta é a maneira pela qual o Senhor favorece as pessoas piedosas que são colocados na vida doméstica. Ele faz seus relacionamentos felizes e rentável. Desta forma Jeová Deus abençoe temendo famílias, pois ele é o Deus de todas as famílias de Israel. Vimos esta pontuação bênção de vezes, e nunca deixou de admirar em paz doméstica o mais doce de felicidade humana. Aventurança família vem do Senhor, e é uma parte de seu plano para a preservação de uma raça divina, e para a manutenção de sua adoração na terra. Para o Senhor Só temos de olhar para ele. A posse de riquezas não vai garantir que ele; a escolha de uma noiva saudável e bonito não vai garantir que ele; o nascimento de numerosas crianças comely não vai garantir que ele: deve haver a bênção de Deus, a influência da piedade, o resultado de uma vida santa.

 

Notas explicativas e PROVÉRBIOS pitoresco.

 

Ver. 4. Como Haman fez com que fosse proclamado (Esdras 6: 9), "Assim se faz ao homem a quem o rei deseja honrar"; por isso aqui, Eis que assim será abençoado o homem que teme ser o Senhor. Ele será abençoado em sua esposa, e abençoados em seus filhos; tão abençoado tanto que o salmista chama a todos para observar, como um raro, bonito, sim, maravilhosa vista: "Eis que assim deve o homem ser abençoado." E ainda assim o homem temente a Deus serão abençoados mais do que o seguinte: a sua bênção virá da melhor forma (Salmos 128: 5): "O Senhor te abençoe de Sião"; suas misericórdias temporais virão de uma forma espiritual, sim, ele terá as bênçãos espirituais: "Ele te abençoará desde Sião"; e terá as bênçãos além de suas próprias paredes: "verás a prosperidade de Jerusalém todos os dias da. tua vida Sim, tu verás os filhos de teus filhos, e paz sobre. Israel" Às vezes, um bom homem pode ter nenhum conteúdo em seu misericórdias da família por causa de aflições da igreja; ele "prefere Jerusalém acima de sua maior alegria" (Salmos 137: 6), e ao mesmo tempo que está de luto ele não pode deixar de ser aflitos, embora sua própria casa ser cheio de alegria. Às vezes própria família de um homem é tão aflito, e sua casa tão cheia de tristeza, que ele não pode deixar de lamentar, mesmo quando Jerusalém com alegria, Zion está contente. Mas quando um bom homem olha para casa para sua própria casa e vê bom lá; quando também ele olha para o exterior para Jerusalém e vê bom lá também, como completo é sua alegria! quão completa é a sua bem-aventurança! e, "Eis, portanto, o homem é abençoado que teme ao Senhor." â € "Joseph Caryl.

 

Ver. 4. Eis que assim deve o homem ser abençoado, etc. Afirma-se com uma nota comandando atenção: eis que pela fé na promessa; eis que pela observação do desempenho da promessa; contemplá-la com a garantia de que assim será, pois Deus é fiel; e com admiração que deveria ser; para nós merecem nenhum favor, nenhuma bênção dele. â € "Matthew Henry.

 

DICAS PARA pregadores.

 

Ver. 4. felicidade doméstica a bênção peculiar de piedade. Mostrar como ela produz e mantém-lo.

 

Salmos 128: 5 *

 

EXPOSIÇÃO.

 

Ver. 5. O Alto te abençoará desde Sião. A bênção espiritual deve ser recebido pelo homem gracioso, e este deve coroar todas as suas misericórdias temporais. Ele é um entre os muitos que compõem a herança de Deus; sua tenda é parte integrante do acampamento ao redor do tabernáculo; e, portanto, quando a bênção é pronunciada no centro deve irradiar para o doente para o seu lugar. A bênção da casa de Deus cairá sobre a sua casa. A bênção sacerdotal que é registrado em Números 6: 24-26, diz assim: "O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti: o Senhor levante o seu rosto sobre ti e te dê a paz ". É isso que virá sobre a cabeça do homem temente a Deus. Sião era o centro da bênção, e que as pessoas olhavam quando procuraram por misericórdia: a partir do altar do sacrifício, do propiciatório, a partir da luz Shekinah, sim, do próprio Jeová, a bênção virá a cada um dos seus povo santo. E verás a prosperidade de Jerusalém por todos os dias da tua vida. Ele deve ter alegria de um patriota, bem como a paz de um patriarca. Deus lhe dará a ver seu país prosperar, e sua cidade metropolitana florescer. Quando misericórdias tendas são seguidos por misericórdias do templo, e estes são atendidos por misericórdias nacionais, â € "o homem, o adorador, o patriota é triplamente favorecido pelo Senhor. Este benefício é para ser permanente ao longo da vida do bom homem, e que a vida é para ser longo, pois ele é para ver filhos de seus filhos. Muitas uma vez que a verdadeira religião trazer essas bênçãos para os homens; e quando essas coisas boas são negados, eles têm uma recompensa maior, como uma compensação.

 

Notas explicativas e PROVÉRBIOS pitoresco.

 

Ver. 5. verás a prosperidade de Jerusalém, etc. O que é adicionado a respeito de "o bem de Jerusalém" deve ser considerado como ordenando-os piedosos o dever não só de procurar o seu próprio bem-estar individual, ou de ser dedicado a seus próprios interesses peculiares; mas, em vez de tê-lo como seu principal desejo de ver a Igreja de Deus em uma condição florescente. Seria uma coisa muito razoável para cada membro para desejar o que pode ser rentável para si mesmo, enquanto, entretanto, o corpo foi negligenciadas. De nossa extrema propensão a errar a este respeito, o profeta, e com razão, recomenda solicitude sobre o bem-estar público; e mentira se mistura juntos bênçãos domésticos e os benefícios comuns da igreja, de tal forma que para nos mostrar que eles são coisas unidas, e que é ilegal o separe. â € "John Calvin.

 

DICAS PARA pregadores.

 

Ver. 5. A bênção de Sião. Veja Números 6: 24-26.

 

Ver. 5. Dois misericórdias inestimável.

 

  1. A casa de Deus uma bênção para nossa casa. Ele é conectado com a nossa própria salvação, edificação, consolação, etc. É nossa esperança para a conversão dos nossos filhos e servos, etc. É o lugar de sua educação e para a formação de amizade útil, etc.

 

  1. A nossa casa uma bênção para a casa de Deus. Interesse pessoal na igreja, a hospitalidade, a generosidade, serviço, etc. Crianças auxiliando o trabalho santo. Esposa útil, etc.

 

Salmos 128: 6 *

 

EXPOSIÇÃO.

 

Ver. 6. Sim, tu verás os filhos de teus filhos. Este é um grande prazer. Os homens vivem suas vidas jovens outra vez em seus netos. Não Solomon dizer que "os filhos dos filhos são a coroa dos anciãos?" Então, eles estão. O homem bom é um prazer que um estoque piedosa é susceptível de ser continuado; ele se alegra na crença de que outras casas tão feliz quanto o seu próprio será construído em que altares para a glória de Deus deve fumar com o sacrifício da manhã e à noite. Esta promessa implica longa vida, e que a vida prestados feliz por seu que está sendo continuado em nossa prole. É um símbolo da imortalidade do homem que ele deriva alegria de estender sua vida na vida de seus descendentes.

 

. E a paz sobre Israel Com esta palavra doce Salmos 126: 1-6 foi fechada. É uma fórmula preferida. Vamos própria herança de Deus estar em paz, e todos nós estamos contente com isso. Contamos que a nossa própria prosperidade para os escolhidos do Senhor, para encontrar descanso e sossego. Jacob foi duramente sacudida; sua vida sabia pouco de paz; mas ainda assim o Senhor livrou-o de todas as suas tribulações, e levou-o para um lugar de descanso em Goshen por um tempo, e depois de dormir com seus pais, na cova de Macpela. Sua gloriosa semente foi gravemente afetada e na última crucificado; mas ele subiu para a paz eterna, e em sua paz que habitamos. Descendentes espirituais de Israel ainda partilhar as suas condições de xadrez, mas resta ainda um repouso para eles também, e eles terão paz da parte de Deus de paz. Israel era um peticionário orando nos dias de seu wrestling, mas ele tornou-se um príncipe que prevalece, e é aí que a sua alma encontrou a paz. Sim, todos em torno dele é € trueâ "" A paz esteja Paz Israel! Sobre Israel. "

 

Notas explicativas e PROVÉRBIOS pitoresco.

 

Ver. 6. Senhor, a tua bênção tão acompanhar meus esforços em sua prole, que todos os meus filhos sejam Benaiahs, edifício do Senhor, e, em seguida, todos eles serão Abners, luz de seu pai; e que todas as minhas filhas sejam Bethins, filhas do Senhor, e em seguida, eles serão todos Abigails, a alegria de seu pai. â € "George Swinnock.

 

Ver. 6. A religião é tão favorável para uma vida longa como para a felicidade. Ela promove a vida longa por destruir esses males, a tendência é de que limitar a duração da existência humana. Guerra varre milhões em uma graça prematura. Os homens vivem mais tempo no cristã do que em países pagãos. Eles vivem mais em protestante do que nos países católicos romanos. O efeito direto da verdadeira religião é aumentar o período de vida humana. "Aumento de dias há na sua mão direita." â € "N. Michael M '.

 

Ver. 6. A conexão deste com o Salmo seguinte encontramos o seguinte em uma famosa divino escocês: ". Paz sobre Israel" â € " A grande bênção da paz, que o banho Senhor prometeu ao seu povo, mesmo nesta vida, (para onde o Senhor dá misericórdia a qualquer, ele dá-lhes a paz também, paz e graça são inseparavelmente unidas), esta paz, eu digo, não consiste no fato de que o povo de Deus não devem ter inimigos; não, pois não há uma inimizade imortal e sem fim contra eles. Nem sua paz consiste no fato de que seus inimigos não devem agredir-los; nem ele consiste no fato de que seus inimigos não devem molestar ou afligi-los. Nós enganamos a nós mesmos, mas se é que nós imaginamos, enquanto estamos nesta nossa peregrinação, e na nossa guerra aqui, se nós prometemos a nós mesmos uma paz desse tipo; por enquanto vivemos neste mundo, nós ainda terá inimigos, e estes inimigos devem agredir-nos, e perseguir e afligir-nos. "â €" Alexander Henderson.

 

DICAS PARA pregadores.

 

Ver. 6. A velhice abençoada quando

 

  1. A vida tem sido gasto no temor de Deus.

 

  1. Quando é cercado para o seu fim por afeição humana.

 

  1. Quando se mantém o seu interesse na causa de Deus.

 fonte coment. Mathew Henry

fonte www.avivamentonosul21.comunidades.net

 

 

 

         SUBSIDIO BETEL ATAQUES A FAMILIA N.4

                              Efésios 5.22-30.

22 - Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;

23 - Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja: sendo ele próprio o salvador do corpo.

24 - De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.

25 - Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,

26 - Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,

27 - Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.

28 - Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.

29 - Porque nunca ninguém aborreceu a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;

30 - Porque somos membros do seu corpo.

introdução

 

Palavra Chave

Conflito: Embate, discussão acompanhada de injúrias e ameaças; desavença.

Os conflitos familiares vêm de tempos imemoriais. No Éden, antes da Queda, havia um ambiente perfeito: harmônico e amoroso. Mas o casal, ouvindo o tentador, perdeu a doce comunhão com Deus, e a consequência não podia ser outra: o início de sérios conflitos familiares. A boa nova para os nossos dias é saber da possibilidade, em Cristo, de equacionarmos os problemas que, às vezes, afetam a família cristã.

 

  1. DESENTENDIMENTO ENTRE OS CÔNJUGES
  2. Temperamentos diferentes. Dentre os vários motivos existentes para justificar os desentendimentos entre os cônjuges, o que mais se destaca é o temperamento. Segundo os psicólogos, temperamento “é a combinação de características inatas que herdamos dos nossos pais que, de forma inconsciente, afetam o nosso comportamento”. De acordo com o conceito popular, podemos dizer que o temperamento é a maneira própria pela qual reagimos aos diversos estímulos e situações que se nos apresentam cotidianamente (Gn 25.27). Mas, pelo amor, podemos (e devemos) vencer todas as nossas diferenças, a fim de que tenhamos um casamento feliz (1Pe 4.8).
  3. Fatores que trazem conflitos. Diversos são os fatores que desencadeiam conflitos no lar. Eis alguns deles:
  4. a) Falta de confiança. O casamento só tem sentido quando é estabelecido na plena confiança do amor verdadeiro, pois o amor folga com a verdade (1Co 13.6). Quando há amor entre o casal não há motivos para desconfianças ou ciúmes (1Co 13.5b). Há quem pense que o ciúme desenfreado é prova de amor. Grande engano! É loucura que pode, inclusive, colocar em risco a estabilidade conjugal.
  5. b) Tratamento grosseiro. Onde o Espírito Santo se faz presente há perfeito amor, paz, alegria e longanimidade, que é a paciência para se suportar as falhas alheias (Gl 5.22). Uma das formas de demonstrarmos o fruto do Espírito é vista na maneira como usamos nossas palavras, pois a palavra branda joga para longe o furor. Mas os conflitos entre os cônjuges suscitam ira, ódio e destruição (Pv 15.1). E a forma com que tratamos uns aos outros é vista por Deus como uma referência para designar quem é sábio ou não, pois a sabedoria é manifesta em obras de mansidão (Tg 3.13).
  6. c) Dívidas. As dívidas ocasionam muitos conflitos familiares, chegando até mesmo a terminar um relacionamento conjugal. Quando uma pessoa se endivida não pensa em mais nada a não ser nas dívidas. Algumas pessoas até adoecem. Assim, precisamos ouvir a Palavra de Deus e nada dever a ninguém (Rm 13.8). Através de um planejamento eficiente, bom senso e autocontrole podemos fugir das dívidas. Faça isso para o bem-estar da sua família (Pv 11.15; 22.7,26)!
  7. d) Infidelidade. Quando o cônjuge encobre a sua conduta pecaminosa o pecado vem a público inesperadamente (Lc 12.2). O casamento sofre um duro golpe, os filhos ficam sem direção e a família transtorna-se. É imperativo que os cônjuges evitem, a todo o custo, o envolvimento extraconjugal. Além de ser um grave pecado contra Deus, é uma ofensa contra o cônjuge, filhos e filhas (ler Pv 5.3-6). A infidelidade contra o cônjuge é infidelidade contra Deus.

 

  1. ATIVIDADES PROFISSIONAIS DOS PAIS
  2. A mulher no mercado de trabalho. Devido às modernas demandas sociais, a mulher deixou de se dedicar exclusivamente às funções domésticas, e passou também a exercer funções em empresas e organizações diversas, ocupando a maior parte do seu tempo em atividades profissionais. Mas essa mudança tem trazido sérias consequências. Há mais de uma década, para cada dez homens que morria de infarto, apenas uma mulher sofria desse mal. Hoje, o número de mulheres que morre desse mal subiu para quatro.
  3. A ausência dos pais prejudica a criação dos filhos. Sem a presença dos pais, as crianças ficam desorientadas. Muitas vezes elas convivem com pessoas que não têm a menor capacitação para educá-las. Por outro lado, algumas crianças ficam o dia todo em frente da “babá eletrônica”, a televisão, ou com a “mestra eletrônica”, a internet. Ali, são “educadas” pelos heróis artificiais. As figuras do pai e da mãe presentes estão cada vez mais escassas. Tal ausência é sentida quando os nossos filhos entram na adolescência, uma fase de novidades e mudanças bruscas.

 III. MÁ EDUCAÇÃO DOS FILHOS

  1. Educação prejudicada. A melhor escola ainda é o lar. Precisamos ensinar a Palavra de Deus aos nossos filhos na admoestação do Senhor (Ef 6.4; Pv 22.6). Infelizmente, o excesso de ocupação dos pais relegou a educação dos filhos às instituições educacionais. Esperando que tais entidades construam o caráter dos seus filhos, os pais ignoram a família como instituição responsável pela formação espiritual e moral da criança. Muitos não acompanham a rotina escolar dos filhos e sequer a filosofia pedagógica adotada pela instituição de ensino.
  2. Quem são os professores? Infelizmente, são graves os prejuízos à nação na área educacional. Os “mestres” das crianças, hoje, são os artistas e as empresas de telecomunicação. É comum ver as nossas crianças e adolescentes prostrados diante da TV, consumindo todo tipo de má educação. Mas é raro vê-los nos cultos de oração e ensino da Palavra. Que a igreja local invista nos professores de Escola Dominical. Que os professores da Escola Dominical se preparem eficazmente para o grande desafio de ensinar a Palavra de Deus num mundo que jaz no maligno (Rm 12.7).
  3. Falta de estrutura espiritual e moral. A ausência de Deus é o inimigo número um do lar. É essencial que aqueles que constituem família convidem Jesus, o maior educador de todos os tempos, a estar presente em seu lar. É indispensável que os pais, com a assistência da Igreja, optem por servirem a Deus, contrariando as propostas do mundo (Js 24.15). Realizemos o culto doméstico e, juntamente com os nossos filhos, estudemos a Bíblia. Não nos esqueçamos: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Sl 127.1).

Sempre haverá conflitos nas relações familiares, mas a família cristã precisa saber como contornar tais conflitos à luz da Palavra de Deus. Com o amor verdadeiro no coração, poderemos não somente vencer, mas igualmente evitar os conflitos. Basta ter a Jesus como o hóspede de nosso lar.

 

 

                  “Zelo Bíblico como Relacionamento

Nós acreditamos que o companheirismo permanece sendo o propósito primário do casamento. Apesar de todas as coisas maravilhosas que Deus criou no jardim do Éden, elas eram inadequadas para suprir as necessidades de Adão. Nenhum dos animais, esplêndidos como devem ter sido antes da queda, podiam oferecer uma companhia adequada para ele. Naquele momento o Senhor criou a primeira família. Em Gênesis 2.18, Deus disse: ‘Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja diante dele.’ Aqui está de novo — paternidade segue a parceria. Paternidade depende de fidelidade. O papel estratégico do relacionamento marido/esposa no casamento estabelece um ponto central no alvo familiar. Tudo mais é secundário. Tudo o mais é inferior, porque quando o companheirismo não funciona, a família não pode funcionar.

Nós, pais, permanecemos no pináculo estabelecido por Deus, em nossa unidade familiar, por isso somos ao mesmo tempo gratos, temerosos e esperançosos no que se refere a nossa tarefa de liderança e ao nosso zelo divino (cuidado estabelecido pela aliança) por nossos relacionamentos no casamento” (GANGEL, K. O. & GANGEL, J. S. Aprenda a ser pai com o Pai: Tornando-se o pai que Deus quer que você seja. 1 ed., RJ: CPAD, 2004, pp.72-3).

“Esta passagem [Ef 5.19-21] tem sido deturpada e fica quase irreconhecível em algumas interpretações. Muitas vezes ouço pessoas fazendo malabarismos com essa passagem em favor daquele versículo que diz que as esposas têm que se submeter aos seus maridos — que os homens são o cabeça da casa. Mas pegar esse versículo isolado da passagem anterior destrói o significado da Escritura. Nós podemos ser tentados a controlar os outros, para transformá-los em alguma espécie de imagem que nós formamos. Mas este tipo de intolerância não é o que Paulo está falando. A ideia de Paulo era que maridos e esposas devem submeter-se mutuamente. Eles devem ser sensíveis às necessidades um do outro e fazer o possível para alcançá-las. Eles precisam ver seus cônjuges como distintos, como independentes deles, com necessidades peculiares, e não devem controlar ou dominar o esposo, ou a esposa, ou dizer a eles como devem viver. também não devem viver inteiramente separados do seu parceiro. Paulo idealizou uma interação íntima e santa entre marido e mulher: ‘Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido’ (Ef 5.33)” (HAWKINS, D. 9 erros críticos que todo casal comete: Identifique as armadilhas e descubra a ajuda de Deus. 3 ed., RJ: CPAD, 2010, p.93).

 

                                Conflitos na Família

A vida em sociedade nunca foi livre de conflitos, e o mesmo se dá no lar. Nenhuma família está isenta de passar por situações em que seus membros não apenas possuem opiniões diferentes, mas apresentam muitas vezes reações emocionais extremas quando contrariados. Independente da existência de conflitos, eles devem ser tratados de forma coerente, bíblica e, acima de tudo, de forma que Deus seja honrado e a unidade da família seja preservada. Dentre as diversas formas de conflitos na família, destacamos:

Brigas na família — Cada pessoa na família possui um temperamento diferente. Temperamento e, em síntese, a forma com que reagimos diante de situações e estímulos. Ainda que tenham temperamentos diferentes, somos desafiados a agir não de acordo com nossos temperamentos, mas sim de acordo com a presença de Deus em nossas vidas.

Atividades dos pais — Em nossos dias, temos visto que pais e mães de família têm se dedicado muito ao trabalho, devido aos muitos desafios financeiros e o custo de vida cada vez mais alto. Isso pode prejudicar a família, se os pais não tiverem um tempo adequado para ficar com seus filhos, participar da educação deles, passar-lhes as tradições da família e acima de tudo, repassar-lhes a fé em Deus e no evangelho.

Questões financeiras — Conflitos familiares podem advir de questões financeiras. Um cônjuge que não possui controle de gastos e tem propensões consumistas pode atrapalhar seu casamento, pois coloca em risco a economia de toda a família. Os cônjuges precisam ter um controle correto de seus gastos, aprender a gerir corretamente seus recursos financeiros e evitar desconfortos que atrapalhem a convivência. É preciso aprender a poupar, tentar comprar a vista os bens necessários e abster-se de adquirir coisas que não são necessárias naquele momento. Todo cuidado nessa esfera é importante, a fim de que a família não passe necessidade por culpa de um de seus membros que não possui domínio próprio.

Fonte CPAD

 

                        

       SUBSIDIO ADULTOS DEVERES DA FAMILIA

            17/1/2016    1 TRIMESTRE 2016 N.3

 

                          Deuteronômio 6.1-9.

1 - Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o Senhor vosso Deus para se vos ensinar, para que os fizésseis na terra a que passais a possuir;2 - Para que temas ao Senhor teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados.3 - Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes, para que bem te suceda, e muito te multipliques, como te disse o Senhor Deus de teus pais, na terra que mana leite e mel.4 - Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.5 - Amarás, pois o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.6 - E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;7 - e as intimarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.8 - Também as atarás por sinal na tua mão e te serão por testeiras entre os teus olhos.9 - E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.

 

Palavra Chave

 

Educação: Processo de desenvolvimento das capacidades física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social.Educar os filhos não é uma tarefa fácil. Deus, porém, confiou-nos essa tarefa, e dela não podemos fugir. Infelizmente, muitos pais estão terceirizando a educação de seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã. Para que cumpramos essa tão nobre missão é necessário que busquemos a sabedoria que somente Deus pode conceder-nos (Tg 1.5; 3.17). Ainda que contemos com a ajuda da igreja, a responsabilidade de educar é dos pais.

  1. EDUCAÇÃO, A MISSÃO PRIORITÁRIA DOS PAIS

 

  1. O que significa educar? Segundo o Dicionário Houaiss “a palavra educar vem do latim educo e significa ‘criar uma criança’; cuidar, instruir”. Podemos definir educação como ensino e instrução. Não podemos jamais nos esquecer que a Igreja do Senhor tem uma função educadora. Como sal e luz deste mundo ela deve educar e instruir segundo a Palavra de Deus (Mt 28.19,20). Como crentes precisamos ser guiados e orientados segundo as Escrituras, pois ela nos protege das sutilezas do Maligno.
  2. Educação Cristã. Se quisermos uma sociedade melhor, mais justa e solidária, precisamos, como Igreja do Senhor, valorizar o ensino da Palavra de Deus. Para isso, é imprescindível investir na Educação Cristã, pois o seu principal objetivo é levar o crente a conhecer mais a Deus (Os 6.3), contribuindo para que o fiel tenha uma vida reta perante o Senhor e a sociedade. Nesse processo, a participação da liderança é decisiva. Aliás, ensinar é um dos deveres do pastor (1Tm 3.2; 2Tm 2.24).
  3. A educação nas escolas. Vivemos em uma sociedade permissiva, onde faltam valores morais e éticos. Tanto nas escolas públicas quanto nas privadas as crianças e os jovens estão em contato com filosofias ateístas, materialistas e pragmáticas. Tais ensinos, nocivos à fé cristã, já fazem parte do currículo de muitas escolas. Por isso, os pais não podem negligenciar a educação dos seus filhos. Eles precisam, com a ajuda da igreja, ser instruídos para orientar seus filhos (Ef 6.1-4). Os resultados da educação divorciada dos valores cristãos podem ser os piores possíveis: milhares de adolescentes grávidas, aumento das doenças sexualmente transmissíveis, aumento do número de casos de AIDS, etc.

Educar é proporcionar uma formação completa ao educando: espiritual, moral e social.

  1. A EDUCAÇÃO NO ANTIGO E EM O NOVO TESTAMENTO
  2. No Antigo Testamento. A ordem do Senhor aos israelitas era para que estes priorizassem a educação. Os pais tinham a responsabilidade de ensinar os filhos a respeito dos atos do Senhor em favor do povo de Israel (Sl 78.5). Assim os filhos, mediante o testemunho dos pais, conheceriam a Deus e aprenderiam a temê-lo (Dt 4.9,10). No livro de Josué lemos a respeito do memorial erguido com doze pedras retiradas do rio Jordão (Js 4.20-24). Este memorial serviria para lembrar ao povo o dia em que o Senhor os fez passar a pés secos pelo rio. Ao verem esse memorial, as crianças ouviriam a sua história e aprenderiam mais sobre o Deus de seus pais. É preciso que façamos o mesmo com nossas crianças, testemunhando do poder de Deus às próximas gerações. É preciso aproveitar cada momento para mostrarmos a nossa gratidão a Deus, de modo que o nosso exemplo de vida fale tanto quanto nossas palavras.
  3. Em o Novo Testamento. As sinagogas também eram um centro de instrução onde os meninos judeus aprendiam a respeito da lei. Mesmo havendo essas “escolas” a educação no lar era prioritária. Jesus, como menino judeu, provavelmente participou do ensino nas sinagogas, pois seus pais cumpriam os rituais judaicos (Lc 2.21-24,39-42). Em sua pré-adolescência, Jesus já sabia de cor a Torá, chegando a confundir os doutores no templo (Lc 2.46,47). Em o Novo Testamento vemos que a educação começava no lar, passava pela sinagoga, e se fortalecia no templo. Temos também o exemplo do jovem obreiro Timóteo. O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo exortando-o a permanecer nas Sagradas Escrituras, que havia aprendido ainda menino (2Tm 1.5,6; 3.14-17).
  4. Na atualidade. A Escola Dominical é a maior e a mais acessível agência de educação religiosa das igrejas evangélicas. Ela auxilia todas as faixas etárias na compreensão das Sagradas Escrituras. Porém, a Escola Dominical não pode ser a única responsável pela formação espiritual e moral de nossas crianças, adolescentes e jovens. A responsabilidade maior cabe aos pais. Aliás, a educação de nossos filhos deve começar, prioritariamente, em nosso lar, pois assim Deus recomenda em sua Palavra (Ef 6.1-4).

No Antigo Testamento os israelitas priorizavam a educação dos filhos em casa. Em o Novo Testamento, as sinagogas eram os centros de instrução para os meninos aprenderem a lei.

III. A EDUCAÇÃO CRISTÃ NA FAMÍLIA

  1. Os filhos são herança do Senhor. Os pais precisam cuidar dos filhos com zelo, carinho e amor, oferecendo uma educação de qualidade, pois eles são “herança do Senhor” e a nossa grande recompensa (Sl 127.3); portanto, agradeça a Deus pelos seus filhos. Como forma de gratidão, procure ensiná-los e educá-los no temor do Senhor (Ef 6.1-4). Não seja negligente com a educação deles (Pv 22.6).
  2. O ensino da Palavra de Deus no lar. Os pais são, por natureza, os primeiros professores dos filhos. A criança conhece a Deus primeiramente através dos pais, por isso, não deixe de fazer o culto doméstico. Reserve ao menos 10 minutos por dia para louvar e adorar ao Senhor com seus filhos. Tais momentos são especiais e ajudam a fortalecer a família. Não permita que a televisão ou quaisquer meios de distração impeçam a sua família de desfrutar desses minutos tão especiais.
  3. Leve seus filhos à igreja. Lamentavelmente, muitos pais vão à igreja sem seus filhos. As crianças e os jovens devem ser persuadidos, com amor, a ir à Casa do Senhor. Se ainda na infância forem conduzidos à Casa de Deus, quando jovens darão valor a essa prática saudável (Mc 10.13-16). A Educação Cristã começa no lar e é fortalecida na Igreja, notadamente na Escola Dominical.

 “Educação é dever do Estado e direito do cidadão”, porém, a educação começa na família. Os pais receberam de Deus uma das mais nobres missões: educar seus filhos. Aqueles que amam ao Senhor e a sua Palavra vão fazer de tudo para que seus filhos sejam educados segundo os princípios bíblicos. Somente assim livraremos nossos filhos dos horrores destes últimos dias.

 

                                “Educação Cristã

 

É a ciência magisterial da Igreja Cristã que, fundamentada na Bíblia Sagrada, tem por objetivos:

  1. a) A instrução do ser humano no conhecimento divino, a fim de que ele volte a reatar a comunhão com o Criador, e venha a usufruir plenamente dos benefícios do Plano de Salvação que Deus estabeleceu em seu amado Filho. O apóstolo Paulo compreendeu perfeitamente o objetivo da Educação Cristã:‘Admoestando a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo homem perfeito em Jesus Cristo’ (Cl 1.28).
  2. b) A educação do crente, para que este logre alcançar a perfeição preconizada nas Sagradas Escrituras: ‘toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra’ (2Tm 3.16,17).
  3. c) A preparação dos santos, visando capacitá-los a cumprir integralmente os preceitos divinos da Grande Comissão: ‘Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade’ (2Tm 2.15)” (ANDRADE, C. Teologia da Educação Cristã: A missão educativa da Igreja e suas implicações bíblicas e doutrinárias. 1 ed., RJ: CPAD, 2002, pp.5-6).

Efésios 4 confirma o compromisso de ensinar. Jesus Cristo, após subir aos céus, deu dons aos homens, a fim de que servissem à Igreja, conforme está escrito: ‘Uns [...] para pastores e doutores [mestres, professores]’ (Ef 4.11). O propósito? ‘Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo’ (Ef 4.12); mais uma outra prova de que os talentosos são chamados para o ministério da multiplicação e não da adição.

Para o judeu, não havia uma posição mais alta na escada da sociedade do que a de rabino. Por conseguinte, quando a Igreja do primeiro século foi ensinada sobre a doutrina dos dons espirituais, confrontou-se com um problema. As pessoas clamavam pelo ‘dom de ensino’ com todos os privilégios a ele pertencentes. Como resultado, Tiago teve de emitir esta advertência: ‘Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres [professores], sabendo que receberemos mais duro juízo’ (Tg 3.1). Considerando que o professor é compelido a falar e que a língua é o último membro a ser dominado (Tg 3.2), deve-se ter muito cuidado, ao aspirar tal responsabilidade, ponderada e sensata.

As evidências bíblicas acima devem ser constrangedoras o bastante para atrair o sério e abortar o superficial [a respeito do ensino]” (GANGEL, K.; HENDRICKS, H. G. (Eds.). Manual de Ensino para o Educador Cristão: Compreendendo a natureza, as bases e o alcance do verdadeiro ensino cristão. 1 ed., RJ: CPAD, 1999, p.7).

 

         Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais

 

A educação da criança é responsabilidade dos pais, e o mesmo ocorre quando se fala em educação cristã. Os pais cristãos são responsáveis por educarem seus filhos e transmitir a eles as verdades sobre a Bíblia e o Evangelho. É evidente que a igreja, por meio da Escola Dominical, terá sua participação na transmissão do Evangelho de forma didática e direcionada, mas isso não exime os pais de ensinarem seus filhos em casa e com o próprio exemplo de vida.

Lembremo-nos de que o mundo se utiliza dos meios escolares vigentes para transmitir aos nossos filhos ensinos que zombam da fé cristã, o que reforça a necessidade de investirmos em uma excelente educação cristã para nossos filhos.No Antigo Testamento, não havia a ideia de “educação cristã”, pois não existia ainda o cristianismo, mas existia a obrigatoriedade de os pais ensinarem seus filhos a temerem ao Senhor, respeitar Sua Lei e ter ao Senhor como seu Deus. O ensino também era demonstrado por meio de monumentos, como as doze pedras retiradas do Jordão, que seria memorial para as futuras gerações se lembrassem de como Deus cumpriu sua promessa de colocar o povo na terra prometida, fazendo com que o Jordão fosse aberto na época das chuvas e o povo pudesse ultrapassar essa barreira geográfica. No futuro, as crianças perguntariam sobre aquele conjunto de pedras, e os pais deveriam contar como Deus havia realizado aquele milagre.

Mesmo com o passar dos anos, quando os judeus não tinham mais o Templo, instituíram as sinagogas para reunir os membros da comunidade e ensinar às crianças a lei de Deus. Foi essa instituição — a sinagoga — que Deus posteriormente utilizou para difundir o Evangelho aos judeus, quando Paulo, em suas viagens missionárias, ia de cidade em cidade para falar de Jesus. Paulo ia primeiramente às sinagogas, anunciando Jesus aos seus irmãos, e depois pregava aos gentios em outros lugares.

A educação cristã de nossos filhos deve ser de suma importância para nós, tanto quanto a educação secular nas escolas. Por isso, é importante levá-los à Escola Dominical, onde aprenderão sistemática e didaticamente a Palavra, por meio de histórias, leitura da Bíblia e outros meios utilizados para fazer com que as crianças entendam a fé cristã e tomem uma decisão por Cristo. Além de aprender a Palavra, eles desenvolverão amizades cristãs e já terão contato com ministérios próprios do culto, como a música e a adoração.

 

 

 

               SUBSIDIO BETEL  ADULTOS

                    FAMILIA INSTITUIÇÃO DIVINA

                        1 TRIMESTRE 2016   N.2          

                       Gênesis 1.27,28; 2.7,18,22.

 

Gênesis 1

27 - E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

28 - E Deus os abençoou e disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

 

Gênesis 2

7 - E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.

18 - E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.

22 - E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.

A frase dita por Josué “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” talvez seja uma das mais conhecidas da Bíblia. Ele já decidira. Deus não estará aguardando um posicionamento nosso em relação a nossa família? Talvez estejamos passivos demais diante da situação em que nossos familiares se encontram. Josué fez a sua escolha. E você? Pense nisso.

A família foi a primeira instituição divina e possui atribuições como: vida íntima conjugal, propagação do gênero humano, subsistência, educação, proteção e afeto. Deus tinha um propósito específico ao estabelecê-la, portanto, conferiu responsabilidades a cada membro dela e um dia teremos de prestar-Lhe contas.

Para que ela alcance o ideal divino, cada componente deve exercer seu papel com fidelidade, diligência e amor. O maior modelo de paternidade em que podemos nos espelhar é o do Pai celestial, pois Ele consegue harmonizar amor com justiça e bondade com severidade (Rm 11.22). Entretanto, a Bíblia fornece alguns bons exemplos de pais que obtiveram grande sucesso em seu lar. Aprenda a ter o respeito de sua família como Noé, a ser um grande líder como Josué e a exercer o sacerdócio no lar como Filipe.

Neste trimestre, estaremos estudando sobre a família, faça algo bastante especial com sua turma. Separe um tempo durante a semana para refletir sobre que atividades você poderia realizar para incrementar suas aulas e torná-las ainda mais interessantes. Pense também como poderia ajudar a família de seus alunos a superar os seus problemas. Uma atividade muito simples é pedir-lhes que anotem num pedaço de papel quais as dificuldades encontradas no relacionamento familiar. Reserve cinco minutos para que eles façam uma análise crítica e sincera. Cada aluno deve guardar o seu papel e apresentar a Deus estas dificuldades durante todo o trimestre. Participe deste propósito com sua classe, pois, certamente, Deus fará grandes obras.

Com esta lição, damos início a uma série de ensinamentos bíblicos acerca das ameaças à integridade e ao bem-estar da família. Trataremos também de conceitos e padrões bíblicos estabelecidos por Deus para a bênção e felicidade de tal instituição. A família, em síntese, como estrutura social, deve identificar-se e relacionar-se intimamente com a igreja. Na tão conhecida e instrutiva passagem sobre a família (Ef 5.28-33; 6.1-4), a Palavra de Deus cita a igreja seis vezes.

  1. CONCEITO E ATRIBUIÇÕES DA FAMÍLIA
  2. Conceito. Família é o sistema social básico, instituído no Éden por Deus, para a constituição da sociedade e prossecução da raça humana. Os primeiros capítulos de Gênesis revelam que a família foi a primeira das instituições divinas na terra.

Jesus utilizou-se da família para ilustrar certos atributos, atos, qualidades e dádivas de Deus, como o amor, o perdão, a longanimidade, a paternidade. Vários dos milagres de Jesus estão relacionados à família, suas necessidades, provações, encargos e responsabilidades (Mt 8.5-15; 9.18-26; Jo 2.1-11; 4.46-54; 11.1-45). Isto nos leva a imaginar o grande valor que Deus confere a esta sua primeira e vital instituição humana.

  1. Atribuições da família. Dentre as muitas atribuições da família, enumeramos algumas consideradas relevantes:
  2. a) Vida íntima conjugal. Só o casamento justifica e legitima a união sexual marido-mulher. Logo no primeiro capítulo da Bíblia está escrito a respeito do primeiro casal, “Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra” (v.28). E como se dá tal multiplicação? Pela união física do casal, que deve decorrer do amor e do consenso mútuo. No capítulo seguinte (Gn 2.24) está também registrado que, após o casamento, homem e mulher “serão ambos uma carne”.
  3. b) Propagação do gênero humano. Este foi um dos propósitos de Deus quando da instituição da família: a geração de filhos, para o povoamento da terra e a prossecução do gênero humano. Deus conferiu esta faculdade ao casal, o que constitui uma elevada responsabilidade (Gn 1.28).
  4. c) Subsistência. Basicamente, a motivação que está subentendida no desempenho diuturno e penoso do trabalho e igualmente do exercício das profissões é o sustento, o conforto, o bem-estar; enfim, o atendimento suficiente e sensato das necessidades dos membros da família.
  5. d) Educação. Os filhos são herança do Senhor (Sl 127.3) e não meros acidentes biológicos na vida do casal. Cada filho que nasce ou que é admitido na família importa em cinco principais responsabilidades para os pais: um corpinho para cuidar (vestuário, saúde, etc); um estômago para alimentar; uma personalidade para formar; uma mente para educar e uma pessoa completa para ser conduzida a Cristo, seu Salvador e Senhor.
  6. e) Proteção. É responsabilidade dos pais prover no lar paz, harmonia, sossego, união, proteção e amparo. Ver as lições espirituais de Deuteronômio 22.8.
  7. f) Afeto. As relações afetuosas, fraternas e cordiais iniciam-se na família. É nesse ambiente, propício e acolhedor, que a criança recebe afeto, cuidado amoroso dos pais e irmãos mais velhos, e aprende a praticá-lo.

 

  1. A FAMÍLIA DE DEUS

Deus valoriza tanto a família que a tomou como exemplo para ilustrar o seu relacionamento com a igreja, como já mostramos na introdução desta lição.

  1. Deus, nosso Pai. Deus é o nosso supremo exemplo quanto ao papel da paternidade. Vejamos algumas de suas características como nosso Pai celestial.
  2. a) Pai cuidadoso e provedor que jamais falha. Ele cuida de cada um de seus filhos (Mt 10.31) e de suas necessidades (Mt 6.8). Ele, que já nos deu a suprema dádiva do céu — Jesus, não nos daria também com Ele todas as coisas? (Rm 8.32).
  3. b) Pai amorável. Não há maior amor que o de Deus por nós (Jo 3.16; 15.13; 1 Jo 4.10,19; Rm 5.8). Ele é de igual modo compassivo e amoroso para com o filho que erra (Lc 15.20).
  4. c) Pai que disciplina. O filho sempre está sujeito à disciplina amorosa de seu pai. A disciplina é um sinal do amor de Deus para com seus filhos, visando seu benefício (Hb 12.5ss). Mediante a disciplina, Deus visa nos tornar melhores discípulos dEle. Os termos disciplina e discípulo têm sua origem no mesmo radical latino que significa aprender.
  5. d) Pai perdoador. Não há passagem que ilustre tão bem esta característica quanto a parábola do Filho Pródigo (Lc 15.11-32).
  6. e) Pai conciliador. Na mesma parábola do Filho Pródigo, Jesus nos mostra que, muitas vezes, os pais são os apropriados e idôneos mediadores de conflitos na família (Lc 15.31,32).
  7. O relacionamento entre os irmãos. Segundo a Bíblia, os filhos de Deus devem sempre se relacionar bem uns com os outros baseados no amor. O apóstolo João, em outras palavras, nos diz que Deus não habita naquele que não ama a seu irmão (1 Jo 4.11,20,21; 2.9-11; Jo 13.34), o que evidentemente não é filho de Deus! “Se amamos uns aos outros, Deus continua a habitar em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado” (Bíblia de Estudo Pentecostal).

Os crentes devem ser conhecidos pelo amor que demonstram uns aos outros, pois quando assim fazem, eles imitam a seu Senhor e Mestre (Jo 13.35).

O amor de Deus manifesto em nós é um distintivo do cristão que o leva a considerar seus semelhantes com estima, respeito, justiça e compaixão. O amor cristão é uma virtude inspirada e exemplificada por Cristo. Este amor permeia todo o evangelho (Jo 3.16; Mt 22.34-40; 1 Tm 1.5; Jo 15.12) e é, em resumo, a essência do cristianismo. Ele deve ser real no viver dos crentes para que sua vida espiritual na família de Deus — a Igreja (Ef 2.19) — seja abundante, abençoada e harmônica.

III. BONS EXEMPLOS DE FAMÍLIA

Da Bíblia podemos extrair bons exemplos de famílias, que devem ser imitados:

  1. Noé. Mesmo idoso, com filhos adultos, Noé ainda liderava sua família e tinha dela o respeito e a submissão sem qualquer dificuldade. Seus filhos deixaram suas atividades e atenderam o chamado do pai (Gn 7.1-7; Hb 11.7). Como se vê, eles eram casados, cada um com sua vida doméstica independente, ainda assim, não se recusaram a aceitar os conselhos do pai. O resultado é que esta obediência redundou na benção pessoal da preservação da vida de cada um deles e, mais do que isso, foram instrumentos exclusivos de Deus na preservação da espécie humana. Outrossim, Deus os abençoou na companhia de seu pai (Gn 9.1).
  2. Josué. Em seu último ato público, Josué, como chefe de família temente a Deus, lançou ao povo um desafio: “Escolhei hoje a quem sirvais” (Js 24.15). Ele já havia feito sua escolha, por si e por sua família. Certamente assim procedeu Josué pela fé no Senhor, pois era homem de fé como se vê em Hebreus 11.30. A afirmação pública de Josué autentica sua convicção de que, deixando este mundo, sua família sobreviveria estruturada nos princípios decorrentes dos valores que ele lhes havia passado durante toda a sua vida.
  3. Filipe. Nas suas incessantes lides em prol da causa do Mestre, Paulo não iria se hospedar com pessoas cujas vidas não demonstrassem um elevado quilate e maturidade espiritual condizente (At 21.8,9). O relato de Atos espelha a boa estrutura espiritual existente na família de Filipe, resultante de um investimento espiritual demorado e contínuo. A princípio, como diácono da igreja em Jerusalém (At 6.5), e mais tarde, como evangelista (At 8.4-40). Filipe, apesar de sua intensa atividade ministerial, não se descuidou do exercício sacerdotal no lar. Por isso, teve a grande satisfação de contemplar suas quatro filhas servindo a Deus, sendo portadoras de dons espirituais.

A Bíblia é clara quando afirma que sem Cristo nada podemos fazer (Jo 15.15). Isto também é verdade no relacionamento familiar. O Senhor, sendo o centro do lar em tudo, concederá a sua bênção no sentido de que cada membro da família dê sua contribuição para que o relacionamento cristão ideal seja uma realidade no lar, a fim de honrar o nome do Senhor. A Palavra de Deus é um guia para tudo na nossa vida. É dela que vamos extrair o padrão de comportamento que cada membro da família deve ter, a partir da mais tenra infância. Procedendo assim, a vida de cada um de nós se aproximará bastante do ideal estabelecido por Deus.

 

“O que é família?

A família não é um grupo de pessoas rivais, alheias aos interesses uma das outras. Em termos de unidade, é o conjunto de todas as pessoas que vivem sob o mesmo teto, proteção ou dependência do dono da casa ou chefe, que visam ao bem-estar do lar; enfim, que se comunicam, se amam, se ajudam. Essa convivência exige o uso e a aplicação de toda a capacidade de viver em conjunto, a bem do perfeito e contínuo ajustamento entre seus membros e destes para com Deus. O convívio entre os familiares indica o grau e o nível da relação com o Pai e determina o curso do sucesso na família... A despeito da desobediência de Adão e Eva, Deus não mudou seu plano quanto à instituição da família, pois era o meio lícito e puro para perpetuar a raça humana em nível de elevada moral. Eles foram castigados por sua desobediência, mas antes de expulsá-los do Éden, Deus deu-lhes sinal da sua graça e a promessa de redenção: ‘E fez o Senhor Deus para Adão e para sua mulher túnicas de peles e os vestiu’ (Gn 3.21). Portanto, logo que o primeiro casal tombou diante do combate de Satanás, o Criador manifestou a sua bondade em prol da restauração da paz e da alegria de suas preciosas criaturas.

Deus se interessa pelo bem estar e pela salvação de sua família, Ele demonstrou que não deseja vê-la despida das qualidades morais, virtudes de uma sociedade digna do Criador, próspera e feliz. Cuide de sua família! Lucas, ao encerrar a genealogia de Jesus, identifica o Mestre com toda a raça humana, dizendo: ‘E o mesmo Jesus começava a ser de quase trinta anos, sendo (como se cuidava) filho de José, e José de Eli’, e conclui com: ‘E Cainã, de Enos, e Enos, de Sete, e Sete, de Adão, e Adão, de Deus’ (Lc 3.23-38).

Concluindo, a família foi criada por Deus para cumprir a sua vontade e habitar com Ele na glória eterna: ‘Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa’ (At 16.31).” (...E Fez Deus a Família. CPAD, págs. 15,16 e 30).

 

 

 

 

 

             SUBSIDIO LIÇÕES BETEL COMENTARIO

                          DEUTERONOMIO 6.4-91

                      TRIMESTRE 2016 LIÇÃO N.1 

 

Versículo 1

  1. Agora, pois, ouve, ó Israel. Ele requer o povo a ser dócil, a fim de que eles possam aprender a servir a Deus; para o começo de uma vida boa e reto é saber o que é agradável a Deus. A partir daí, então, Moisés começar ordenando-lhes que estejam atentos na busca de sentido da lei; e, em seguida, admoestando-os a provar por toda a sua vida que eles têm devidamente lucrou na Lei. A promessa que é aqui inserido, convida-los apenas para a obediência sem reservas através da esperança da herança. O ponto principal é que eles não devem nem acrescentar ou diminuir a partir da doutrina pura do Direito; e isso não pode ser o caso, a menos que os homens primeiro renunciar aos seus próprios sentimentos pessoais, e em seguida, fechar os ouvidos contra todas as imaginações dos outros. Para ninguém deve ser contabilizada (verdadeiros discípulos) da Lei, mas aqueles que obtiverem a sua sabedoria dele sozinho. É, então, como se Deus ordenou-lhes que se contentar com seus preceitos; porque em nenhuma outra maneira seriam eles manter Sua lei, exceto dando-se inteiramente ao seu ensino. Daí segue-se que eles só obedecer a Deus que dependem de Sua autoridade só; e que eles só pagam o seu legítimo direito honra, que não recebem nada que se opõe a seu significado natural. A passagem é um notável, condenando abertamente qualquer engenho do homem pode inventar para o serviço de Deus.

 

Versículo 3

3.. Os seus olhos viram o que o Senhor fez Este alargamento shews mais claramente que tão evidente foi o exemplo dado na punição, que não podia ser escondido até mesmo o mais ignorante; Moisés não aqui abordar as de julgamento refinado, mas as pessoas comuns em geral, que apenas tinham sido espectadores. Seguramente, se a vingança de Deus tinha sido menos manifesto, ele não teria tanta confiança apelou a eles como testemunhas; portanto, era a sua impassibilidade a menos desculpável, se eles estavam cegos para tão claro e notório um fato.

 

Seu louvor de sua constância Refiro-me sozinho no presente caso; pois é claro que eles não perseverar na aderindo a Ele. O significado é que houve uma discriminação manifesta neste castigo divino, de modo que a morte do ímpio multidão deve preservar o puro culto de Deus entre os sobreviventes.

 

Versículo 6

  1. Mantenha, portanto, e fazê-las. A fim de que eles podem definir mais alegremente sobre a observância da lei, e pode prosseguir com mais firmeza nessa empreitada, ele lembra-lhes que nada é melhor ou mais conveniente para si. Porque Deus não está devidamente honrado, exceto com mentes prontas e obediência volutary, ao qual estamos bastante atraído pelo prazer do que por rigor forçado e violência. Agora, uma vez que todo o desejo de excel, diz ele, que este é o chefe de excelência de Israel, que eles têm Deus por seu Legislador e Mestre. Se qualquer objeto que o que ele diz pode ser refutado por dois argumentos, a saber, porque a Lei de Deus era desconhecido às nações pagãs; e porque a forma de adoração de Deus prescrita nele, e toda a religião judaica, não só era desprezado, mas odiado por eles; Eu respondo, que outras nações não estão aqui absolutamente indicado para ser os juízes ou árbitros, mas que as palavras devem ser assim entendida, viz., Que não haverá nação, se ele deve chegar a um entendimento correto, que se atrevem a comparar-se, e muito menos a preferir-se a você; pela comparação muito ele vai reconhecer o que uma altura de dignidade Deus ressuscitou você. Portanto, embora a doutrina da lei deve permanecer negligenciada, ou melhor, detestado, por quase todo o mundo, ainda Moisés com a verdade manifesta, que desde que Deus se dignou a entregar aos judeus uma regra de vida, uma fase tinha sido erguido antes de outros nações, sobre o qual a nobreza de que um povo seria visível. Para não era razoável que a glória de Deus deve ser manchada ou extinto pela ignorância dos cegos. Mas se reunir a partir desta passagem que, depois, são verdadeiramente sábios, quando dependemos de palavras de Deus, e apresentar o nosso sentimento de Suas revelações. Onde eu tornaram as palavras, "Certamente (CERTO) este povo," a partícula hebraica, רק, (226) rak, é usado, que é muitas vezes aplicado em um sentido exclusivo, para que fosse adequadamente suportar este significado: "Só este povo ", etc. Inquestionavelmente, a condição eminente das pessoas, por conta de seus privilégios graciosas, é referido.

 

O versículo 7

  1. Por que há tão grande? Moisés repete agora em seu próprio nome que ele tinha afirmado na pessoa dos outros, como se para mostrar por razões adicionais, que não sem motivo seria os judeus ser comemorado em todo o mundo, porque seria, na verdade, parece que nenhum deles era igual a eles. Ele menciona dois pontos, em primeiro lugar, porque Deus estaria pronto para ajudar a pagá-los, quantas vezes eles o invocam; em segundo lugar, porque Ele os havia instruído em perfeita justiça, para além do qual nada poderia ser desejado; para, quando ele diz que Deus é "quase-lhes:" Refiro-o para a presença de Seu poder, que havia sido abundantemente manifestada por muitos milagres. Justamente ele negar que os gentios nunca tinha experimentado tal auxílio de seus deuses, uma vez que as suas orações e gritos foram oferecidas aos surdos e ídolos mortos.

 

O versículo 9

  1. Tão-somente guarda-te a mesma partícula, רק, rak, de que acabo de falar, é usado aqui, e seu significado neste lugar é, como se Moisés tinha dito, que esta única permaneceu; a menos que ele é o preferido para traduzi-lo., no entanto, que se segue literalmente significa "Guarda (custodi) a ti mesmo, e guarda a tua alma," em que Moisés avança por graus, lembrando-lhes que eles não precisavam de diligência comum, mas que eles devem tomar cuidado com extrema vigilância e diligência para que não se deve falhar através da falta de-los; para a indolência da carne deve ser estimulado por essas instigações como estes, e ao mesmo tempo a nossa fraqueza deve ser fortificada, e temos de tomar medidas contra o nosso unsteadfastness; pois nada é mais fácil do que todo o nosso zelo deve ser esquecido, de repente, ou deve crescer gradualmente frio. Deus estabeleceu a certeza da Sua lei, tanto quanto era necessário, para o grato e atencioso, mas não sem razão que Ele deseja as pessoas a lembrar o quão grande é o descuido dos homens. Nem ele comandar aqueles só para lembrar que foram testemunhas oculares, mas também a mão para baixo (o que tinham visto) para seus filhos e netos, que a memória dessas coisas notáveis ​​pode ser preservada.

Fonte comentário bíblico João Calvino (A.T)

fonte www.avivamentonosul21.comunidades.net