Translate this Page

Rating: 3.0/5 (946 votos)



ONLINE
5




Partilhe este Site...

 

 

<

Flag Counter

mmmmmmmmmmm


// ]]>


teologia sistematica batismo por imersão
teologia sistematica batismo por imersão

                                   O BATISMO BÍBLICO – POR IMERSÃO

  

INTRODUÇÃO


                  2 Passagens mostram ou Batismo por imersão na Igreja Primitiva.

 

O Novo Testamento Contém algumas batismos descrições dos quais de: Não deixam Margem para Dúvidas que tratava de batismos por imersão.

                   

Mateus 3:16

E, Sendo batizado Jesus, logotipo Saiu da Água e eis que eu CEUs e Viu ou Espírito de Deus Descendo como pomba e ELE é abriram vindo em LHE.

 

Marcos 1: 9/10

E Aconteceu, naqueles dias, que Jesus, Tendo ido Nazaré da Galileia, batizado FOI João não Jordão.

E, logotipo Saiu da Água, VIU você Céus Abertos, EO Espírito que, como pomba, descia sobre ELE.

 

Atos 8: 36/39

E, indo enguias Caminhando, PE chegaram água alguma ao, e Disse ou eunuco aqui Água Eis; que impedem que SEJA batizado eu?

Filipe E Disse: É lícito, é tudo ou Coração Cres. E, respondendo Ele, Disse: Creio que Jesus Cristo E o Filho de Deus.

E Mandou parar ou carro, e desceram ambos água, tanto Filipe e ou eunuco EO batizou.

E, Sairam da when água ou Senhor do Espírito arrebatou Filipe, e Localidade: Não Viu ou Mais ou eunuco; e, jubiloso, continuou I ou Seu Caminho.

 

Como expressões "Descer Agua" e "Sair da Água" PROVAM SEM Margem para Dúvidas para imersão. Localidade: Não podar Haver DESCRIÇÃO Batismo dum Melhor fazer isso Passagem los Actos, fazer Batismo do eunuco Desceu à pois ELE Água e posteriormente Saiu da Água Sinal que FOI enterrado, Isto É, E Depois imerso ressuscitou como Jesus.

Serious pouco provável que pesam semana ou viajasse eunuco alguma reserva de água no carro Seu, mas isso foi suficiente para Nao imersão, dai a necessidade de Descer Terem de Agua. 

 

 

 

Este estudo visa esclarecer a questão do batismo em todos os seus termos. Busca primeiramente esclarecer o que é o batismo bíblico. Depois enfoca o batismo bíblico e o que os batistas ensinam sobre o mesmo; E finalmente esclarece porque os batistas não aceitam o batismo da maioria das denominações católicas e protestantes.

 

No mundo religioso, o batismo é considerado uma parte importante da doutrina. Quando perguntados a respeito disto, muitos se voltariam para as palavras de Paulo, em Efésios 4:4-6 para mostrar sua importância. Ainda, neste apelo à unidade, Paulo afirma que só há um batismo. Não é necessário olhar muito longe para se verem grupos religiosos com diferentes tipos de batismo e idéias em relação a este assunto. Alguns batizam crianças; alguns aspergem ou derramam  água nas cabeças dos crentes; outros ensinam que o batismo é simplesmente um ato para mostrar a qual igreja se pertence. Certamente, esta não é a idéia que Paulo apresentou aos irmãos em Éfeso. Onde, pois, podemos encontrar este único batismo? No meio da confusão religiosa a respeito do batismo, pode-se encontrar a verdade somente retornando ao plano do Novo Testamento. Por favor, tenha em mente com cuidado as idéias a seguir, enquanto tentamos encontrar o plano de Deus em relação ao batismo.

 

O Plano do Evangelho

 

Quando percebe a condição da alma sem Deus, o verdadeiro penitente sabe que uma mudança tem que ser feita. Por causa do amor de Deus por nós, um plano de salvação foi estabelecido através da morte de Cristo, pelo qual as pessoas poderiam fazer esta mudança. Neste plano, Deus incluiu diversas exigências aos homens. Uma destas importantes exigências é a crença Nele e que Seu plano salva. Quando se aceita este plano, Deus então exige arrependimento dos pecados passados, justamente como Paulo afirmou em Colossenses 3:5 "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria" e 3:2 "Pensai nas cousas lá do alto. . . ." Quando esta mudança tiver sido feita, então Deus espera confissão da crença Nele e no batismo para remissão dos pecados. Tomadas juntamente, estas são as exigências de Deus para os homens, no plano do evangelho.

 

O Batismo É Exigido?

 

Conforme foi afirmado antes, o batismo é uma parte essencial do plano de Deus para a salvação. É por meio deste ato que Deus acrescenta os verdadeiros crentes a Sua família (Atos 2:47). Muitos, no mundo religioso, têm contudo, tentado ensinar que o batismo não é essencial. Em resposta a este ensinamento, examine as seguintes passagens:

Em Mateus 28:19, Cristo ordenou aos apóstolos: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo".

 

Em Marcos 16:16, Cristo afirmou: "Quem crer e for batizado será  salvo; quem, porém, não crer será condenado".

 

Em Atos 2:38, Pedro pregou que o batismo em nome de Jesus Cristo é para a remissão dos pecados.

 

Em 1 Pedro 3:21, Pedro novamente afirmou que o batismo é essencial para a salvação.

 

Em cada uma destas quatro passagens lemos que o batismo é essencial para a salvação. Reforçando a idéia contida nestas passagens, há numerosos exemplos de batismo, alguns dos quais são estes: Crispo (Atos 18:8); o eunuco etíope (Atos 8:36-38); Paulo (Atos 22:16); o carcereiro de Filipos (Atos 16:25-34). Em vista destas passagens, temos que ver que o Novo Testamento ensina que o batismo é essencial no plano de Deus para o homem.

 

A Importância da Crença

 

É evidente, em vista das passagens acima, que a crença é importante. Entretanto, como em muitas coisas, alguns deixam o padrão de Deus e ensinam opiniões dos homens, em vez da verdade. Um destes falsos ensinamentos é que a crença por si só é suficiente e que o batismo é simplesmente um ato para mostrar aos outros homens que se crê. Em resposta a este argumento, observe novamente as palavras de Cristo em Marcos 16:16 e de Pedro em Atos 2:38. Estas afirmações, claramente, quando tomadas com outras da Bíblia, provam que, enquanto a crença é importante, ela sozinha não é suficiente. O batismo não deve ser removido do plano de Deus, pelo homem. Um outro ensinamento que vai contra o padrão bíblico é que a crença não é necessária. Tome, por exemplo, a prática de batizar crianças. Pode um bebê crer? Pode um bebê cumprir todas as exigências dadas por nosso Senhor e o apóstolo Pedro? Novamente, é claro que esta prática é contrária ao plano de Deus, porque ela deixa completamente fora a importância da crença no Senhor. Quando o plano da Bíblia é seguido, nenhuma das exigências de Deus para o homem será  omitida, ao contrário, o plano será seguido Inteiramente.

 

Como Deveria Ser Administrado o Batismo?

 

Várias respostas são dadas a esta questão. Para encontrar a resposta correta, contudo, temos que voltar novamente à Bíblia. Quando examinamos a linguagem original da Bíblia, encontramos que a palavra batismo significa, literalmente: "afundar, mergulhar, imergir". Isto apoiaria a idéia de que o batismo, no qual se é completamente submerso sob a água, é o significado real da palavra batizar. Um argumento ainda mais forte pelo batismo por imersão é encontrado nos exemplos bíblicos. Mateus 3:16 diz-nos que Jesus "batizado, saiu logo da água"., concluindo-se que ele tinha entrado na água. João 3:23 nos diz que João batizou em Enom "porque havia ali muitas águas". Se ele estivesse apenas borrifando ou derramando para batizar, porque teria sido necessária muita água? Em Atos 8:38-39, encontramos Filipe e o eunuco entrando na água. Novamente, isto reforça o fato de que o batismo por imersão é exigido do crente. Também, Paulo compara o batismo a um sepultamento (Colossenses 2:12, Romanos 6:3-6). Não sepultamos um corpo jogando apenas uma pá de terra sobre ele nem tentaríamos sepultar o velho homem do pecado simplesmente com umas poucas gotas de água. A imersão está no plano de Deus para o batismo do crente.

 

Precisamos não esquecer jamais que é através da graça de Deus que podemos ter a salvação. Por causa de seu amor por nós, mandando Seu Filho, agora temos a esperança de passar a eternidade com nosso Pai. Precisamos também lembrar que a obediência em todas as áreas é exigida por Deus. Seja batismo ou outro qualquer mandamento, temos que cumprir as exigências de Deus exatamente da maneira que ele determinou.

- notas  Greg Chandler

 

 

 

O Batismo e a Salvação

O batismo é um assunto importante nas Escrituras. Muitos textos mostram que o batismo está intimamente relacionado com outros temas fundamentais do evangelho. Quando Jesus encarregou os apóstolos da Grande Comissão, ele fez o batismo ser um elemento central da mensagem que eles deveriam pregar ao mundo: "Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas cousas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos as dias até à consumação do século" (Mateus 28:18-20). Quando Paulo apresentou os sete fundamentos da unidade cristã, o batismo era um deles: "Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação; há um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos" (Efésios 4:4-6). Você pode perceber a importância do batismo por causa da sua ligação com aqueles outros elementos vitais do cristianismo. Infelizmente, poucos entendem o que a Bíblia afirma acerca da relação entre batismo e salvação. O objetivo deste artigo é mostrar que o batismo é um requisito para a salvação.

As Escrituras ensinam que há vários requisitos para a salvação: a graça de Deus, o amor de Deus, o sangue de Cristo, o ouvir a palavra, o arrependimento, a confissão, a fé, a obediência, etc. Nenhum dos elementos acima salva sozinho; todos são, no entanto, imprescindíveis. Em meio a tudo o que o homem tem que fazer para ser salvo está o batismo. Ninguém pode ser salvo sem fé, sem a graça de Deus, sem o sangue de Cristo, sem o arrependimento, etc., mas também não pode ser salvo sem o batismo. O batismo é um dos vários requisitos indispensáveis para a salvação.

O Batismo é Necessário para a Salvação

Marcos 16:16­ "Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado." O texto é claro. É necessário que creiamos e sejamos batizados. Alguns acreditam que o batismo não é essencial porque na segunda metade do versículo Jesus não disse que aquele que não crê e não é batizado será condenado. A questão obviamente é se queremos ser salvos ou condenados. Para sermos salvos duas coisas são necessárias: a crença e o batismo. Para sermos condenados basta uma: a descrença. Examine este paralelo: quem for contratado pela fábrica e trabalhar esforçadamente receberá a promoção; quem não for contratado não receberá a promoção. Na verdade, não importa quão arduamente um homem trabalhe, se nunca for contratado, certamente não receberá a promoção.

João 3:5­ "Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus." Não é possível entrarmos no reino do céu sem nascermos de novo da água e do espírito. O único nascimento pela água de que falam as Escrituras é o batismo (veja Romanos 6:3-4). Nascer do espírito diz respeito à transformação espiritual que devemos experimentar. Sem o batismo das águas e sem a mudança espiritual, é impossível entrarmos no reino.

Atos 2:38­ "Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo." O contexto aqui é muito importante. Pedro tinha acabado de pregar um sermão no qual acusava os que o ouviam de haverem assassinado ao Senhor. Seus ouvintes perguntaram o que tinham que fazer então para serem salvos. Pedro mandou que se arrependessem e fossem batizados para receber o perdão dos pecados e o dom do Espírito Santo. Sem arrependimento e sem batismo, permanecemos perdidos, sem perdão.

Atos 22:16­ "E agora, porque te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele." Esse texto nos mostra como invocar o nome do Senhor e ser salvo. Certamente devemos invocar o nome do Senhor para sermos salvos (Romanos 10:13; Atos 2:21). Mas isso significa mais que simplesmente gritar "Jesus" (Mateus 7:21-23; Lucas 6:46; Atos 19:13-16; Romanos 10:1-3). Invocar o nome do Senhor significa voltar-se para ele e submeter-se a ele para receber a salvação. O modo pelo qual fazemos isso é para ser batizados e lavar os pecados. Uma vez que não é possível sermos salvos tendo ainda o pecado e uma vez que o batismo é exigido para ser lavado dos pecados, fica claro que o batismo é necessário para a salvação.

Romanos 6:3,4­ "Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida." Essa passagem compara o batismo do cristão com a morte, o sepultamento e a ressurreição de Cristo. Jesus morreu. Nós temos que morrer com respeito ao pecado. Jesus ressuscitou; devemos também ressurgir do nosso sepulcro do batismo para vivermos uma vida nova. Está claro que a nossa nova vida segue o nosso batismo. Como não se enterra ninguém vivo, mas sim os mortos, assim também os batizados são aqueles que estão mortos no pecado e não os que já estão vivos em Cristo. A vida nova é recebida após o batismo.

1 Pedro 3:21: "A qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de um boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo." O batismo compara-se ao dilúvio dos dias de Noé. O dilúvio salvou a Noé da corrupção e da perversidade do velho mundo. O batismo nos salva da corrupção e do pecado de nossa velha vida. Uma vez que o texto afirma que o batismo nos salva, a questão é indiscutível.

Objeções

"O batismo não é batismo de fato." Algumas pessoas tomam os textos acima e tentam desidratá-los, dizendo que não se referem ao batismo nas águas. Isso é difícil fazer de forma convincente. João 3:5, por exemplo, afirma claramente: "nascer da água e do espírito". As pessoas tentaram dar toda sorte de significados à água nesse texto. Algumas dizem que Jesus estava falando do nascimento físico e que a água é o líquido amniótico de que tratamos quando dizemos que rompeu a bolsa d'água de uma grávida. Mas seria um pouco estranho que Jesus dissesse a homens vivos que eles tinham de nascer de novo fisicamente para entrar no reino dos céus. Informar Nicodemos que precisava nascer fisicamente para entrar nos céus era visivelmente desnecessário; isso obviamente já havia ocorrido! No contexto, Jesus mostrou categoricamente que estava falando de um nascimento espiritual e não físico. Foi Nicodemos, não Jesus, que imaginou entrar de novo no ventre da mãe para nascer. Alguns dizem que água em João 3:5 significa a palavra. Mas isso é arbitrário. Podemos dizer que água significa qualquer coisa ­ iogurte, por exemplo ­ e ensinar que as pessoas devem ser batizadas no iogurte para ser salvas! Mas Jesus disse água, e não há por que mudar isso.

Deve ficar claro que 1 Pedro 3:21 se refere ao batismo nas águas. No contexto, ele estava falando sobre como o mundo dos dias de Noé se encheu de água. Alguns defendem a idéia de que Noé foi salvo das águas e não pelas águas. O ponto do contexto, entretanto, não é a preservação de Noé na arca, mas sua salvação pela água do pecado do mundo.

Alguns tentam interpretar essas passagens como se fosse uma referência ao batismo com Espírito Santo. É verdade que a Bíblia menciona o batismo do Espírito Santo. Há, no entanto, diferenças significativas entre o batismo nas águas e o batismo do Espírito Santo que devem deixar claro a qualquer estudioso qual é qual. O batismo do Espírito Santo era uma promessa, nunca uma ordem (observe Atos 1:4-5,8). Se um batismo é ordenado, sabemos que não se trata do batismo do Espírito Santo. Com base nisso, Atos 2:38 e Atos 22:16 têm que referir-se ao batismo nas águas. Cristo é quem batizava com o Espírito Santo, não o homem. Se o batismo tratado é um batismo feito por homens, sabemos tratar-se do batismo nas águas. Por essa razão, Marcos 16:16 deve referir-se ao batismo nas águas (veja Mateus 28:18-20; Marcos 16:15-16). Romanos 6:3-4 é o batismo nas águas porque implica um sepultamento e uma ressurreição para uma nova vida.

"A salvação não é salvação de fato." Às vezes as pessoas negam que esses textos realmente ensinem que o batismo é essencial para a salvação. Com muita freqüência, fazem-no com Atos 2:38: "Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo". Dizem que a expressão "para remissão dos pecados", no grego, significa ser batizado porque os seus pecados já foram perdoados e não para receber o perdão dos pecados. O interessante é que a mesma expressão, tanto em português quanto em grego, é usada em Mateus 26:28: "Porque isto é meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados". O sangue de Jesus foi vertido para remissão dos pecados. Teria seu sangue sido derramado porque os nossos pecados já haviam sido perdoados ou para recebermos o perdão? Sem dúvida, para recebermos. Atos 2 já em si afirma que devemos arrepender-nos e ser batizados para o perdão. Se devíamos ser batizados porque os nossos pecados já foram perdoados, então o arrependimento também se daria porque já recebemos a remissão dos pecados. Sabemos, porém, que o arrependimento é um requisito para recebermos o perdão; também o batismo.

"Salvos pela fé." Muitas pessoas fazem vistas grossas a todos os textos que tratam do batismo ao tentarem decidir se o batismo é ou não imprescindível para a salvação. Elas ressaltam os versículos bíblicos que ensinam que somos salvos pela fé (João 3:16; 5:24; Atos 16:31; Romanos 5:1; 10:9-10, etc.). Sem dúvida somos salvos pela fé. A Bíblia deixa isso bem claro. Mas esse fato nada fala sobre o batismo ser ou não também necessário para a salvação. Somos salvos por Cristo (Romanos 5:9-10), mas isso não significa que a fé seja dispensável. Somos salvos pelo arrependimento (Atos 3:19), mas isso não invalida a graça de Deus. Mateus 5:9 ensina que somos salvos por sermos pacificadores, mas isso não nos autoriza a descartar a fé, o arrependimento e o batismo, crendo que o fato de sermos pacificadores seja em si o que nos vai salvar. Se desejo saber sobre a relação que há entre o batismo e a salvação, devo estudar os textos que tratam do assunto do batismo e da salvação. Os textos que abordam a relação entre a fé e a salva'e7ão não responderão à pergunta.

Conquanto a Bíblia inequivocamente ensina que somos salvos pela fé, ela também nos mostra que nem todo tipo de fé salva. Tiago 2:14-26 sustenta com convicção que a fé sem a obediência é uma fé morta incapaz de salvar. João 12:42,43 apresenta algumas pessoas que creram, mas não professaram a Cristo: "Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus". Será que foram salvas? Certamente, nem todo tipo de fé salva, apenas a fé que obedece ao que as Escrituras ensinam (Gálatas 5:6; Hebreus 5:9).

O que realmente importa perguntar é: quando é que a fé salva? A fé de Josué e dos homens de Israel causaram a ruína dos muros de Jericó quando obedeceram ao Senhor e marcharam ao redor dos muros 13 vezes (Hebreus 11:30). A nossa fé salva quando obedecemos ao Senhor (Romanos 6:17-18) e somos batizados (Gálatas 3:26-27).

"Não salvo pelas obras." As Escrituras ensinam que não somos salvos pelas obras (Efésios 2:8-9; Romanos 4:1-5), mas também que somos salvos pelas obras (Tiago 2:24). Não há dúvida de que esses textos falam de diferentes tipos de obra. A Bíblia, aliás, aborda muitos tipos diferentes de obras. Há as obras da carne (Gálatas 5:19-21). É claro que não somos salvos por estas obras. A Bíblia trata de obras para ganhar ou merecer a salvação. Com estas obras, a salvação seria uma questão de salário e aquele que a recebesse poderia gabar-se de ter merecido a salvação porque trabalhou para conquistá-la. Esse tipo de obra não salva (Romanos 4:1-5). Mas as obras de uma fé obediente são imprescindíveis para a salvação (Tiago 2:14-26). Devemos sempre analisar o tipo de obra que se acha em discussão no contexto. Tito 3:5 ensina que não somos salvos pelas obras, mas pelo batismo: "Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo". Paulo estava aqui usando obras no sentido de Efésios 2 e de Romanos 4, afirmando que o batismo não é uma obra de merecimento, pela qual não somos salvos. O batismo é um ato de obediência pelo qual somos salvos.

A confusão surge do nosso uso da palavra obra. Suponhamos que eu lhe prometa dar um milhão de reais sob certas condições. Você tem de limpar toda a minha casa. Minha casa não é muito grande, nem está muito suja, então está claro que o pagamento se trata de um presente e não um salário. Você fez obras suficientes para merecer um milhão? Claro que não. Seria absolutamente impossível você ganhar um milhão de reais limpando uma casa. Você fez obras para cumprir as condições e receber um milhão de presente? Sem dúvida. Você o recebeu só depois de limpar a casa. Nossa palavra obra às vezes só faz referência a algo feito. Outras vezes, refere-se a algo feito para merecer salário. Precisamos fazer algo para ser salvos, mas não podemos ganhar a nossa salvação como um pagamento.

"O ladrão na cruz." Às vezes, ouvimos a objeção de que o ladrão da cruz não foi batizado, mas foi salvo. O ladrão foi salvo antes de Jesus morrer. Ninguém podia ser batizado na morte de Jesus antes que ele mesmo tivesse morrido. Portanto, nem Abraão, nem Moisés, nem Davi, nem ninguém antes de Jesus foi batizado para ser salvo. Os requisitos bíblicos para a salvação mudaram com a morte de Cristo. Nem Abraão, nem Moisés, nem Davi, nem o ladrão acreditaram que Jesus tinha ressuscitado dentre os mortos. Mas ninguém pode ser salvo hoje sem crer que Jesus ressuscitou dos mortos.

Hebreus 9:15-18 afirma que o testamento de uma pessoa passa a vigorar após sua morte. Antes de eu morrer, posso distribuir os meus bens da maneira que eu bem entender. Após minha morte, minhas propriedades serão distribuídas de acordo com as disposições do meu testamento. Antes da morte de Jesus, ele deu a salvação àqueles que quis. Mas, após morrer, a salvação é dada de acordo com as condições de seu testamento. Após sua morte, Jesus claramente afirmou que aquele que crê e se batiza será salvo (Marcos 16:15-16).

Muitas vezes Deus fez uso da água como linha divisória. Nos dias de Noé, a água do dilúvio separava o mundo pecaminoso da nova vida num mundo purificado (Gênesis 6-8). No êxodo, a água do mar Vermelho era a linha divisória entre a escravidão e a liberdade (Êxodo 12-15). Nos dias de Naamã, a água do rio Jordão era a linha divisória entre a lepra e a purificação (2 Reis 5). Nos dias do cego, a água do Tanque de Siloé era a linha divisória entre a cegueira e a capacidade de ver (João 9). Por que Deus usou a água nesses casos, eu não sei. Mas, sem dúvida, não nos deve parecer estranho que Deus tenha feito a água no Novo Testamento ser a linha divisória entre a velha vida de pecado e a nova vida em Cristo.

O batismo não é o único requisito para a salvação hoje, mas não podemos ser salvos sem ele. "Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus" (João 3:5).

fonte por Gary Fisher

 

 

O BATISMO BÍBLICO

O primeiro batismo de que se tem noticia no Novo Testamento é o praticado por João, o batista. Este batismo foi chamado de o batismo do arrependimento pelo apóstolo Paulo. Por ele passou todos os apóstolos de Jesus. Jesus foi batizado por João, mas o batismo de Jesus tem um desígnio totalmente diferente do administrado por João aos pecadores confessos. Finalmente temos o batismo administrado pela Igreja de Jesus, primeiramente pelos apóstolos antes de sua morte, depois, pela Igreja organizada de Jerusalém.

 

O BATISMO DE JOÃO AOS PECADORES CONFESSOS

 

Esse batismo era por imersão (veremos mais adiante um estudo específico sobre o significado da palavra). Seu desígnio era totalmente diferente do administrado pela Igreja. Simbolizava que Jesus iria morrer, iria ser sepultado e iria ressuscitar dentre os mortos. Era uma crença "Naquele que há de vir", como dizia o próprio João. João podia administrá-lo porque como ele confirmou, e não negou: "aquele que me mandou batizar", referindo-se ao próprio Deus, dera-lhe tal autoridade. Importante lembrar que João só batizava pecadores confessos, ou seja, pessoas que estavam conscientes de que eram pecadores.

 

Grande número de pessoas participaram desse batismo administrado por João. Inclusive os doze apóstolos do Senhor Jesus. Foi um ministério tão grande que muitos anos depois Paulo encontrou alguns de seus discípulos na longínqua cidade de Éfeso. Apolo, grande pregador e cooperador de Paulo, foi um de seus discípulos. Este batismo terminou quando João foi encerrado na prisão, coincidindo com o início do ministério de Jesus. Aquele que havia de vir chegou, e por isso, não necessitavam mais ser batizados para aquele fim. Quando Jesus iniciou seu ministério João foi preso, e da prisão foi decapitado. Findou-se assim o batismo de João aos pecadores confessos.

 

O BATISMO DE JOÃO A JESUS

 

O batismo de Jesus também foi por imersão. Seu desígnio também era diferente do administrado por João aos pecadores confessos e dos administrado pela Igreja aos crentes arrependidos. Simbolizava que Ele daria sua vida nossos pecados, seria sepultado e depois ressuscitaria em Glória. Não era uma crença, era o cumprimento da vontade do Pai, ou como o próprio Senhor Jesus disse: "Para que se cumpra toda a justiça". Nesta passagem vemos a importância da pessoa que administra o batismo, pois, o Senhor Jesus podia ter batizado a si próprio, mas não o fez. Andou mais de cem quilômetros e foi até onde João estava batizando, e lá, recebeu o batismo da pessoa que o próprio Deus tinha ordenado para o ato.

 

O BATISMO ADMINISTRADO PELA IGREJA PRIMITIVA

 

Esse batismo também foi por imersão. Seu desígnio inaugurava um propósito todo novo. Simbolizava que Jesus morreu pelos nossos pecados, que foi sepultado e que ressuscitou dentre os mortos. Só era batizado aquele que tinha feito profissão sincera de sua fé no Senhor Jesus. Nunca, em momento algum, temos a notícia de que pelo menos um dos batizados pela igreja fosse pessoas não convertidas, ou forçadas para o ato, ou qualquer recém-nascido. Consideremos o que disse Filipe para o Eunuco: "Você pode ser batizado, se creres de todo o seu coração"; e após a pregação de Pedro em Atos 2 vemos a Bíblia esclarecendo que "foram batizados todos os que voluntariamente... ", portanto, eram batizados após terem a certeza de salvação e de livre e espontânea vontade. Também não era qualquer um que podia batizar. Não vemos dizer que os membros excluídos batizaram alguém, que também os facciosos batizaram alguém e fosse aceito, e não há nenhuma menção de que alguém tenha sido batizada por si mesma. Do membro excluído a Bíblia ensina a se afastar dele, e do faccioso a evitá-lo. Assim temos que A IGREJA ESTAVA COM A ORDENANÇA DO BATISMO, e só podia realizar o batismo ou um pastor ou um membro que estivesse em plena comunhão com a igreja biblicamente correta.

O SIGNIFICADO DA PALAVRA BATISMO

Tenho visto muitas definições sobre o significado da palavra batismo. Alguns dicionários da língua portuguesa chegam ao absurdo de dizerem que a palavra significa "dar nome a alguém". Esse absurdo é um reflexo de como a nossa sociedade chamada de "cristã" está tão errada e sendo conduzida ao erro em respeito ao significado desta palavra. Abaixo daremos várias opiniões a respeito do significado da palavra "batismo". São opiniões de pastores e bispos de diversas igrejas, e também a opinião de algumas autoridades da língua grega, língua esta de onde originou-se a palavra batismo.O trecho a ser inserido aqui foi tirado do livro Manual das Igrejas Batistas de Edward T. Hiscox, editado pela IBR, em Abril de 1966, a partir da página 78. Fique distintamente entendido, contudo, que todos os nomes abaixo, são pedo-batistas, ou seja, praticam o batismo infantil:A palavra batizar, propriamente falando, é um termo grego (baptizo), adaptado para o idioma português por uma alteração em sua terminação. É o termo sempre empregado por Cristo e seus apóstolos para expressar e definir a ordenança. Que significa tal vocábulo, segundo originalmente usado? Que é que dizem os eruditos do grego? Como é que os léxicos gregos definem esse vocábulo?

 

Scapula diz: "Mergulhar, imergir, como fazemos com qualquer coisa com o propósito de tingi-la;"

 

Schleusner diz: "Significa, propriamente mergulhar, imergir, imergir em água."

 

Parkhurst diz: "Mergulhar, imergir, ou meter em água."

 

Stevens diz: "Imergir, submergir ou sepultar em água."

 

Robinson diz: "Imergir, afundar." ...

 

O professor Moses Stuart, um dos de maior capacidade da América do Norte, declarou: "Batismo significa mergulhar, meter ou imergir em qualquer líquido. Todos os lexicógrafos e críticos de qualquer nomeada concordam sobre isso."

 

Stourdza, o erudito e diplomata russo, diz: "A Igreja Ocidental, portanto, desviou-se do exemplo de Jesus Cristo, obliterou inteiramente a sublimidade do sinal externo. Batismo e Imersão são idênticos. Batismo por aspersão é a mesma coisa como se alguém dissesse imersão por aspersão, ou qualquer outro absurdo da mesma natureza."

O Deão Stanley, erudito e historiador da Igreja Oriental, afirma: "A prática da Igreja Oriental, e o significado do vocábulo, não dão motivo suficiente para qualquer duvida de que a forma original do batismo era imersão completa nas profundas águas batismais. " Hist. da Igreja Oriental, pg. 34.

Martinho Lutero, o fundador da Igreja Luterana, disse: "O termo batismo é grego; em latim pode ser traduzido por Mersio, uma vez que imergimos qualquer coisa em água, para que o todo seja coberto pela água". Works, V. I, pg. 77, 1582.

 

Melancthon, o mais erudito e hábil colaborador de Lutero, escreveu: "Batismo é imersão em água". Works, V.I pg. 71, 1582.

John Wesley, fundador da Igreja Metodista, diz: "Sepultados com Ele, alude à maneira antiga de batizar por imersão". Nota sobre Rom. 6,4;

João Calvino, fundador do presbiterianismo, escreveu: "Pelas palavras de João 3,23; pode-se inferir que o batismo era administrado por João e por Cristo, mediante mergulho do corpo inteiro sob a água." Com sobre Jo 3,23;

 

Cave, em sua notável obra sobre as Antigüidades Cristãs, diz: "A pessoa a ser batizada era inteiramente imersa, ou posta debaixo da água." Prim. Christ. P.I. Cap. X, pg. 320.

Grotius, a quem seu biógrafo chama um dos nomes mais ilustres da literatura, da política e da teologia, diz: "Que o batismo era realizado por imersão, e não por derramamento, se entende pelo próprio sentido da palavra, como também pelos lugares escolhidos para administração do rito." Anot. sobre Mat. 3,6; e Jo 3,23;

 

Adam Clarck, o grande comentarista metodista, declara: "Fazendo alusão às imersões praticadas no caso de adultos, nas quais pessoas pareciam ser sepultadas sob a água, como Cristo foi sepultado no coração da terra." Com. sobre Col. 2,12;

O Bispo Bossuet, o célebre bispo Católico francês, orador e conselheiro de estado, afirma: "Batizar significa afundar, conforme admitido por todo o mundo. "

Assim, de acordo com tantos testemunhos, e todos de indivíduos não batistas e que praticam o batismo infantil, e com exceção dos católicos orientais, todos praticantes do batismo por aspersão ou derramamento, fica mais que claro que a posição dos batistas a respeito do uso e interpretação da palavra batismo, além de bíblica é incontestável, mesmo aos fundadores e seguidores do batismo por aspersão ou afusão.

Em seu livro O Batismo Estranho e os Batistas, pg. 26-27 o autor W. M. Nevins, cita um caso ocorrido com o Dr. John T. Cristian, quando este escreveu ais principais eruditos gregos da América e da Inglaterra, fazendo-lhes a seguinte pergunta: "Há qualquer léxico (dicionário) grego-inglês que defina a palavra baptizo por aspergir ou derramar?

 

Respostas Americanas:

"Não há nenhum léxico grego-inglês que de aspergir ou derramar como um dos sentidos da palavra grega baptizo"

Prof. H. W. Humphreys, Universidade Vanderbilt

"Não há nenhum léxico grego-inglês padrão de que aspergir quer dizer derramar como um dos significados da palavra grega baptizo".

Prof. Dodge, Universidade de Michigan

Respostas Inglesas

"A palavra baptizo quer dizer afundar, ou mergulhar na água, não respingar. Não sei de nenhum léxico que de respingar por batizar"
.

Prof. H. Kinatton, D.D. Universidade de Durhan

"Não sei de qualquer léxico grego-inglês que dê o significado de respingar ou derramar. Se alguém o fizer, eu diria que se enganou".

Prof. G. E. Mamdin, Universidade de Londres

"Não sei se há qualquer léxico autorizado grego-inglês que faz a palavra significar respingar ou derramar. Apenas posso dizer que semelhante palavra nunca pertence a baptizo no grego clássico."

Prof. R. C. Jebb, Universidade de Cambridge.

A conclusão que chegaram os homens acima mencionados é a mesma conclusão das grandes universidades, tanto dos Estados Unidos quanto da Inglaterra. Portanto, não fica dúvida nenhuma sobre o verdadeiro significado da palavra baptizo na Bíblia, o qual quer dizer uma só coisa: "Mergulho ou imersão". Em suma batizar significa mergulhar totalmente o candidato na água.

              Batismo MAIS NOTAS PARA PESQUISA 

 

Caixa de ferramentas Resource

Imprimir artigo

Enviar Link a um amigo

bap'tiz 'm:

I. Significado do Batismo

1 Terminologia

2 Proselyte Batismo

3 Uso grego

4 Novo Testamento Uso

5 O Didache

6 Regeneração Batismal

II. Os sujeitos do Batismo

III. A obrigação presente

literatura

 

Este artigo não é uma discussão de todo o assunto, mas é apenas uma apresentação da interpretação Batista da ordenança. A origem ea história da portaria, como um todo, não entram dentro do alcance do presente tratamento.

 

I. Significado do Batismo

1 Terminologia

 

O verbo usado no Novo Testamento é (βαπτίζω, baptizo). O baptisma substantivos e baptismos ocorrer, embora este último não é usada no Novo Testamento da ordenança do batismo, exceto por implicação (Hebreus 6: 2, "o ensino de batismos"), onde a referência é a distinção portaria entre o cristão e abluções cerimoniais judaicas. Alguns documentos tê-lo também em Colossenses 2:12 (compare Hebreus 9:10, "várias abluções") para uma referência puramente para as purificações judaicas (compare ACERCA purificar a disputa em João 3:25). O baptizo verbo aparece em Lucas 11:38 Este sentido (margem), onde o fariseu se admiravam de que Jesus "não se lavara antes de café da manhã" (meio-dia refeição). 

 

Os regulamentos mosaicos necessário o banho de todo o corpo (Levítico 15:16) para Un Certain imundícies. Tertuliano (do Batismo, XV) diz que o judeu necessário lavar quase diariamente. Heródoto (II.47) diz que, se um egípcio "toca um porco, de passagem, com as roupas, ele vai para o rio e mergulha-se (bapto) dele" (citado por Broadus no Comentário sobre Mateus, 333). Veja também o escrúpulo judeu ilustrado em Siraque 34:25 e Judith 12: 7, onde baptizo ocorra. A mesma coisa aparece no texto correto em Marcos 7: 4 ", e quando voltam do mercado local, a não ser que" bathemselves, eles não comem. "Aqui está o verdadeiro baptizo texto. O uso de rhantızō ("borrifar") é devido à dificuldade sentida pelos copistas familiares Não com os costumes judaicos. Ver também a omissão de "leitos" na mesma vista. Os sofás eram "paletes" e poderia facilmente ser mergulhado em água. Vale ressaltar aqui rhantizō que é usado em contraste com baptizo, mostrando Baptizo Isso não significava chuvisco. Os baptismos termo ocorre em Josefo (Ant., XVIII, v, 2) em conexão com o batismo de João (compare B 686 ACERCA também o batismo de Cristo Irineu). Em geral, no entanto I, o baptisma substantivo é encontrado para a portaria. O verbo baptizo é na realidade um frequentative ou intensivo de bapto ("dip"). Exemplos ocorrem onde appropriate` Essa idéia ainda é, como em 2 Reis 05:14 (Septuaginta), onde Naamã é dito que "mergulhou sete vezes no Jordão" (ebaptısato).

 

 A noção de repetição pode ocorrer também em Josefo (Ant., XV, III, 3) em conexão com a morte de Aristóbulo, irmão de Mariana, para amigos de Herodes "mergulhou-o como eu estava nadando, e mergulhou-o na água, na escuro da noite ". Mas, em geral, o termo baptizo, como é comum com as Tais formas tardias em grego, é simplesmente equivalente a bapto (compare Lucas 16:24) e significa "mergulhar", "submergir", assim como rhantizó, como rhainō, significa simplesmente "polvilhe. "

Se baptizo nunca ocorreu em conexão com uma portaria em disputa, não haveria controvérsia sobre o significado da palavra. Há, de fato, o uso figurativo ou metafórico da palavra como de outras palavras, mas o figurativo é Aquela de imersão, como o nosso "Imerso em cuidados", "Mergulhado em tristeza", etc Resta analisar se o uso da palavra para uma cerimônia ou ordenança seu significado mudou no Novo Testamento como Comparado com o grego antigoIsso pode-se observar Batista ainda não escreveu um léxico da língua grega, e ainda os léxicos padrão, como a de Liddell e Scott, uniformemente dar o significado de baptizo como "mergulho", "imergir". Eles não dão "derramar" ou "regar", nem ninguém alguma vez apresentou um caso em que este verbo significa "derramar" ou "chuvisco". A presunção é a PORTANTO nome de "mergulho" no Novo Testamento.

 

2 Proselyte Batismo

 

Antes de passar diretamente para a discussão do uso cerimonial, uma palavra é chamado no que diz respeito ao batismo prosélito judeu. Ele ainda é uma questão de disputa se rito de iniciação Esta existia na época de João Batista ou não. Argumenta Schürer habilmente, se não for conclusiva, pois a noção de que proselitismo batismo Este estava em uso muito antes da primeira menção a ele no século 2. (Compare com o povo judeu no tempo de Jesus Cristo, Div II, II, 319ff; Também Edersheim, Life and Times of Jesus, apêndice, xii, Batismo de prosélitos). Não importa nada o que a contenção Batista é verdade a este respeito. Não seria estranho se um banho era necessário para um gentio que se tornou um judeu, quando os judeus se como tais as abluções cerimoniais freqüentes necessário. Mas qual era o rito de iniciação chamado batismo judeu convertido? Lightfoot (Horae Hebraicæ, Mateus 3: 7) Dá a lei para o batismo de prosélitos: "Assim que eu cresce toda a ferida da circuncisão, eles levá-lo para o Batismo, e que está sendo colocado na água eles 'novamente instruí-lo em algum weightier e em alguns comandos mais claros da lei. que ser ouvido, eu mergulha-se e vem, e eis que ele é um israelita em todas as coisas ". 

Para esta citação Marcus Dods (Presbiteriana) HDB acrescenta: "Para usar a linguagem paulina, Seu velho homem está morto e enterrado na água, e têm sobe a partir desta grave limpeza um novo homem o pleno significado do rito teria sido perdido tinha. média de usuários praticado imersão ". Lightfoot diz ainda. "Cada pessoa deve DIP Batizado Seu corpo inteiro, agora despojado e fez nu, em um mergulho e, onde na lavagem Lei do corpo ou roupas é mencionado, isso não significa nada mais do que a lavagem de todo o corpo. "Edersheim (op cit ..) Diz: "As mulheres foram atendidas por sexo Aqueles própria, os rabinos de pé na porta lá fora." Batismo judeu convertido, um rito cerimonial iniciático, harmoniza exatamente com o significado atual do baptizo já visto. Não fazia sentido "sagrado" peculiar que mudou "mergulho" para "chuvisco"

.

3 Uso grego

 

A língua grega teve uma história contínua, e baptizo é usada hoje na Grécia para o batismo. Como é bem conhecido, não só na Grécia, mas em toda a Rússia, onde quer que a Igreja grega prevalece, a imersão é a prática ininterrupta e universal. Os gregos Certamente poderá ser creditado com o conhecimento do significado de sua própria língua. A substituição de aspersão ou ablução por imersão, como a ordenança do batismo cristão, era tarde e gradual e, finalmente triunfou no Ocidente, porque o decreto do Concílio de Trento. Mas a posição de Batista é que esta substituição foi injustificada e subverte o significado real da portaria. 

A igreja grega faz a prática de imersão trígono, uma imersão para cada pessoa da Trindade, uma prática antiga (compare ter mergitamur, Tertuliano II.79 A), mas não o uso das Escrituras. A palavra será necessário mais tarde Quanto ao método por meio do derrame que se arrastou ao lado de imersão no segundo e séculos posteriores. Antes de nos voltarmos para o Novo Testamento usa Diretamente de baptizo é bom citação do Lexicon grego dos períodos bizantino por Professor EA Sófocles, ele próprio um grego nativo Roman e. Eu disse (p 297): ". Não há nenhuma evidência de que Lucas e Paulo e os outros escritores do Novo Testamento darem a este verbo significados não reconhecidos pelos gregos" Estamos, portanto, esperar encontrar no Novo Testamento "mergulho", como a palavra de this significado, no sentido de um rito cerimonial de iniciação cristã. Léxico de Thayer define a palavra na mesma forma Este uso cerimonial cristã para significar "uma imersão na água, Interpretada como um sinal da remoção do pecado."

 

Batistas poderia muito bem ter recursos para descansar o assunto aqui. Não há necessidade de pedir o testemunho de um único estudioso Batista sobre este assunto. O mundo da ciência tornou a sua decisão com imparcialidade e força no lado dos batistas nesta matéria. Alguns livramentos recentes serão suficientes. Dr. Alfred Plummer (Igreja da Inglaterra) em seu novo Commentary on Matthew (p. 28) afirma que o escritório de João Batista era "para vinculá-las a uma nova vida, simbolizada por imersão em água." Swete (Igreja da Inglaterra) em seu comentário sobre Mark (p. 7) fala do "pensamento adicional de imersão, que dá vivacidade à cena." Os primeiros escritores eclesiásticos gregos mostram que a imersão foi empregado (compare Barnabé, XI, 11): "Nós vamos para a água cheia de pecados e imundícia, e chegamos até a dar frutos no coração." Para exemplos veja multidão numerosa eclesiástica Lexicon de Sófocles.

 

4 Novo Testamento Uso

 

Mas o próprio Novo Testamento deixa toda a questão perfeitamente claro. O significado uniforme de "mergulho" para baptizo eo uso do rio como o lugar para o Jordão por João Batista batizava inevitavelmente faz com que a noção de imersão a menos que haja algum testemunho contraditório direta. É uma questão que deve ser levantada acima argúcias verbal ou qualquer esforço para refutar os fatos óbvios. A narrativa simples em Mateus 3: 6 É "Eles eram por ele batizados no rio Jordão." Em Marcos 1: 9, Marcos 1:10 o batismo é aguçado um pouco no uso de eis e ek ̌. Jesus "foi batizado por João no (eis) do Jordão. E, logo que saiu do (ek) da água, eu vi." Assim, lemos em Atos 8:38. "Os dois desceram para (eis) da água, Filipe eo eunuco Ambos, e eu tê-lo batizado e quando eles vieram para cima de (ek) da água, o Espírito ... arrebatou a Filipe. "Se alguém ainda poderia estar em dúvida sobre o assunto, Paulo define-o em repouso pelo simbolismo usado em Romanos 6: 4: "Fomos, pois, sepultados Bapti através sm Com Ele na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos em novidade de vida também. "A submersão e surgimento de imersão Assim, de acordo com Paulo, a simbolizar a morte eo sepultamento de nenhum por um lado e da ressurreição para a vida nova em Cristo, do outro. Sanday e Headlam (Church of England) colocá-lo assim, em seu comentário sobre Romanos (153 p.): .. "Ela expressa simbolicamente uma série de atos correspondentes aos atos redentores de Cristo Immersion = Submersão Morte = Burial (a ratificação da morte ). 

Emergência = Ressurreição ". Em Colossenses 2:12 Paulo diz novamente: "tendo sido sepultados com ele no batismo, no qual também levantou também estavam com ele através da fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos." A mesma imagem é apresentada aqui. Lightfoot (Igreja da Inglaterra) em Colossenses (182 p.) Diz :. "O batismo é o túmulo do homem velho eo nascimento do novo como sumidouros I sob as águas batismais, o crente enterra lá todos os seus afetos corruptos e passado pecados, como eu sair dali, eu sobe regenerado, acelerou a novas esperanças e vida nova ".

Não há nada no Novo Testamento para compensar essa interpretação óbvia e inevitável. Existem algumas coisas que são brought up, mas eles desaparecem em exame. O uso de "com" depois Inglés batizar na tradução é apelada como refutando imersão. É o suficiente para responder que a Comissão de Revisão da Norma americana, que não tinha membro Batista no revisão final, Substituição "in" para "com". Assim: "Eu vos batizo com água, para arrependimento" (Mateus 3:11; Também comparar Mark 1, 8). O uso de ambos "com" e "no", em Lucas 03:16 é um Stickling desnecessário para o uso do grego no Com o caso locativo. 

Em Marcos 1: 8 está ausente nos melhores manuscritos, e ainda os Revisores americanos corretamente render "em". Em Atos 1: 5 eles procuram chamar a distinção entre o mero locativo eo locativo e sobre. Por uma questão de fato, o caso locativo sozinho é amplamente suficiente para, em grego, sem a noção de em "in". Assim, em João 21: 8 a tradução é: "Mas os outros discípulos vieram no barquinho". Não há, no grego, mas "o barco" é simplesmente no caso locativo. Se Ele se discutir que informações temos o caso instrumental (compare instrumental, no caso de, em Apocalipse 6 como: 8, "matar com a espada"), a resposta é que a maneira de usar a água como um instrumento de imersão é colocar o assunto na água, como a natureza da maneira de usar o barco (Jo 21, 8) como um instrumento para chegar a ele. A presença ou ausência de pelo Com baptizo é totalmente imaterial. Em ambos os casos "mergulho" é o significado do verbo a objeção de que três mil pessoas não poderiam ter sido imersos em Jerusalém no dia de Pentecostes é superficial. Jerusalém foi abundantemente supridos de piscinas. Foram 120 discípulos na mão, a maioria, provavelmente, quais eram homens (compare os 70 enviados por Jesus antes).

 Não é de todo a supor necessário que os 12 (Matthias agora era um deles) fez todos os apóstolos batizando. Mas, mesmo assim, isso seria apenas 250 cada. Eu me batizei 42 candidatos em meia hora em um riacho onde não haveria atraso. Só seria, no máximo, uma questão de quatro ou cinco horas para cada um dos doze. Entre os Telugus este registro tem-se excedeu. Ela é: às vezes objetar que Paulo não poderia ter Imerso o carcereiro na prisão; Essa é a resposta, mas Lucas não diz isso. Na verdade apenas o oposto implica Luke: "E tomei (levou junto no grego para) eles a mesma hora da noite, lavou-lhes listras, e foi batizado." Ele levou Paulo e Silas Junto com ele e encontrou um lugar para o batismo, provavelmente, em algum lugar em razão da prisão. Não há absolutamente nada no Novo.

 

5 O Didache

 

Recurso foi-feita para o Ensino dos Doze Apóstolos, que pode pertencer à primeira metade do século 2. Aqui, pela primeira vez é distintamente ADMITIDOS derramando como ordenança no lugar de imersão. Por causa de this é notável passagem por alguns argumentaram que, apesar de imersão foi o batismo normalmente e regularmente, mas ao lado dele, derramando era permitido, e que, na realidade, era uma questão de indiferença que ainda foi usado no primeiro século. Mas essa não é a verdadeira interpretação dos fatos no caso. A passagem merece ser citada na íntegra e é dado aqui na tradução de Philip Schaff (Presbiteriana) em sua edição do Didache (184ff pp.): "Agora Quanto ao batismo, assim: com todas essas coisas ensinadas primeiro, batizar-vos . dentro (eis) o nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, em água viva e se tu não água viva, batizar em outra água, e se não podes em água fria, em seguida, em água morna (água). Mas se tu não tens, derramar água sobre a cabeça três vezes em (eis) o nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo ".

 Não há dúvida, assim, que no início do século segundo alguns cristãos sentiram batismo era tão importante que, quando os verdadeiro batismo (imersão), não pôde ser realizada devido à falta de água, derramando pode ser usado em seu lugar. Isto é absolutamente tudo o que pode ser deduzido a partir desta passagem. É de notar que para despejar outra palavra (ekcheo) é usado, mostrando claramente Baptizo Isso não significa que "a ur po." A própria exceção confirma a afirmação de Batista arquivado Quanto ̌ baptizo. Agora, no Novo Testamento, a palavra baptizo é usado para o batismo. Ekcheo nunca é tão usado. Harnack em uma carta ao CEW Dobbs, Madison, Ind (publicado no The Independent de 09 de fevereiro de 1885), sob a data de 16 de janeiro de 1885 diz: .. "(1) Sem dúvida baptizein significa imersão (Eintauchen) (2) Nenhuma prova isso pode ser encontrado que significa que qualquer outra coisa no Novo Testamento e na mais antiga literatura cristã. Quanto a sugestão 'um sentido sagrado' está fora de questão ". Este é o ponto de todo os batistas admiravelmente afirmado por Adolph Harnack.

 Não há nenhum pensamento de negar que despejar no início do século 2 passou a ser usado no lugar de imersão em Un Certain casos extremos. O significado de baptizo não é uma partícula afetados por este fato. A questão de saber por que este uso remanescente de derramar em casos extremos cresceu. A resposta é que foi devido a uma estimativa errada e exagerada colocada sobre o valor do batismo como essencial para a salvação. Aqueles que morreram sem batismo foram sentidos por alguns de ser perdido. Assim surgiu "clínica" batismos.

 

6 Regeneração Batismal

 

(Para a doutrina da regeneração batismal ver Justino Mártir, Primeira Apologia, 61) A partir dessa perversão do simbolismo do batismo cresceu como uma ordenança Ambos vazamento e batismo infantil. Se o batismo é necessário para a salvação ou o meio de regeneração, em seguida, os doentes, os moribundos, os bebês, deve ser batizado, ou pelo menos algo deve ser feito para eles, se o verdadeiro batismo (imersão) não pode ser realizada devido a doença grave ou falta de água. A alegação Batista é para protestar contra a perversão do significado do batismo como a ruína do símbolo. Batismo, como é ensinado no Novo Testamento, é a imagem da morte e sepultamento e ressurreição para não para uma nova vida, uma imagem do que tem ocorrido já no coração, e não os meios pelos quais a mudança espiritual é forjado. É um privilégio e um dever, não uma necessidade. É um quadro que se perde quando algo é substituído em seu lugar. Veja regeneração batismal.

 

II. Os sujeitos do Batismo

 

É significativo que até mesmo o Ensino dos Doze Apóstolos Com sua noção exagerada da importância do batismo não permite batismo de crianças. Ele diz: "Tendo ensinado primeiro todas estas coisas." Instrução precede o batismo. Isso é uma negação do batismo infantil distinta. A prática uniforme no batismo do Novo Testamento é que segue confissão. As pessoas "confessando os seus pecados" foram batizados por João (Mateus 3: 6). 

É francamente admitido por estudiosos pedobatista Que Dá mandado o Novo Testamento para o batismo infantil não. ASSIM Jacobus (Congregacional) no Dicionário Bíblico Padrão diz: "Não temos nenhum registro no Novo Testamento do batismo de crianças." Scott (Presbiteriana) no HDB-vol 1 diz: "O Novo Testamento não contém nenhuma referência explícita ao batismo de crianças ou crianças pequenas." Plummer (Church of England), HDB, diz: "Os destinatários do batismo cristão eram obrigados a se arrepender e crer." Marcus Dods (Presbiteriana), DCG, diz: "Um rito Onde por imersão em água a participante simboliza e sinaliza sua transição de um impuro para uma vida pura, sua morte a um passado eu abandona, e seu novo nascimento para um futuro têm desejos . "Seria difícil afirmar a interpretação Batista em melhores condições. Assim, nenhuma sala é encontrado no Novo Testamento para o batismo infantil que vai simbolizar o que a criança não experimentou ou seria entendido para causar a regeneração na criança, uma forma de sacramentalismo repugnante para o ensino do Novo Testamento como entendido pelos batistas.

 A nota dominante é a relação da alma da equipe Batista a Deus além de portaria, igreja ou padre. A criança que morre não batizado será salvo sem o batismo. O single Batizado, infantil (para crianças são batizados pelos batistas Muitas vezes, as crianças que apresentam sinais de conversão) ou homem, é convertido antes de Seu batismo. O batismo é o símbolo da mudança operada já. Tão clara é esta a Batista traz contínua que eu protesto contra a perversão de this Aquela linda ordenança por aqueles que tratá-lo como um meio de salvação ou que a fazem sentido quando realizada antes da conversão. O batismo é um pregador da vida espiritual. A alegação Batista é um membro de uma igreja regenerada, colocando o reino diante da igreja local. 

A associação ao reino precede a participação na igreja. As passagens citadas do Novo Testamento em apoio à noção de batismo infantil são totalmente irrelevantes, como, por exemplo, em Atos 02:39, onde não há essa noção como batismo de crianças. Assim, em 1 Coríntios 7:14, observe onde marido e mulher. O ponto é que a relação matrimonial é santificado e as crianças são legítimas, embora marido ou esposa ser pagão. A relação matrimonial deve ser mantida. Ele está implorando a questão de assumir a presença de crianças nos vários batismos domésticos em Atos. No caso da família de Cornélio que "todos falavam em línguas e Deus ampliado (Atos 10:46). Casa do carcereiro "alegrou" (Atos 16:34). Nós não sabem sequer que Lydia era casado. Sua família pode ter sido apenas emprega-la em seu negócio. O Novo Testamento apresenta nestessunto sem exceções.

 

III. A obrigação presente

 

 

Os batistas fazer mais um ponto a respeito do batismo. É que, uma vez que Jesus se submeteu a ele e ordenou que a Seus discípulos, a portaria é de obrigação perpétua. Os argumentos para a origem eclesiástica tarde de Mateus 28:19 não são convincentes. Se parece estranho que Jesus deveria mencionar as três pessoas da Trindade em conexão com o comando para batizar, deve-se lembrar que o Pai eo Espírito eram ambos Manifestada a Ele em Seu batismo. Não era um mero ablução cerimonial como os ritos judaicos. Foi o público ea confissão formal da fidelidade a Deus, e os nomes da Trindade ocorrer corretamente. O novo coração é operada pelo Espírito Santo. Reconciliação com o Pai é forjado na base do trabalho do Filho, que se manifestou no amor do Pai por Sua vida e morte, sem. O fato de que os atos dos exemplos de batismo em nome de Jesus só ocorre que não mostra a formulação exata Isto foi usado. Pode ser um simples resumo do fato histórico essencial. O nome de Jesus se para as outras duas pessoas da Trindade. Por outro lado, o comando de Jesus pode ter sido considerada não como uma formulação para o batismo; enquanto em nenhum sentido sacramental ou redentora, mas é obrigatória e de importância eterna. Não é para ser descartado como uma das excrescências judeus ao cristianismo.

 A forma em si é necessário para o significado do rito. Por isso, os Batistas sustentam que a imersão é o único a ser praticado, sinc e só imersão era comandado por Jesus e praticada nos tempos do Novo Testamento. Imersão só estabelece a morte para o pecado, o sepultamento no túmulo ea ressurreição para uma nova vida em Cristo. O batismo conforme ensinado no Novo Testamento é "um molde de doutrina", um pregador do coração do Evangelho. Batistas negar o direito de discípulos de Jesus para quebrar esse molde. O ponto de um símbolo é a forma em que é lançado. Para mudar radicalmente a forma é destruir o simbolismo. Batistas insistem na ce manu do batismo primitiva do Novo Testamento é o batismo Porque sozinha, sozinha proclama a morte e ressurreição de Jesus, a morte e ressurreição espiritual do crente, a ressurreição final do crente da sepultura.

 O discípulo não está acima do seu senhor, e não tem o direito de destruir A imagem rica e poderosa para o bem da conveniência pessoal, nem porque Ele está disposto a fazer outra coisa não recomendam que Jesus e que não tem nenhuma associação com ele. Os longos anos de perversão não justificam esta errado à memória de Jesus, mas todos os mais modernos invocam discípulos a seguirem o exemplo de Jesus que se brilhante justiça, indo para as águas do Jordão e recebendo imersão nas mãos de John Batista. Testamento para disputar o significado de baptizo ̌ invariável.(NOS ADOTAMOS O BATISMO POR IMERSÃO,O QUAL É PRATICADO POR MAIORIA DOS PENTECOSTAIL E IGREJAS EVANGELICAS).NOTAS

 

 

 

                         O MODO PELO QUAL ERA ADMINISTRADO O BATISMO

 

Comumente, hoje existe pelo menos três formas de batismo. A mais usada é a aspersão, a qual é usada nas igrejas Católicas Romanas, Presbiterianas, Luteranas, Metodistas, Congregacionais, entre outras. Depois vem pela afusão, ou derramamento, sendo que algumas igrejas protestantes praticam essa forma. E depois, o batismo por imersão, bandeira pela qual os batistas foram perseguidos e de onde vem o seu nome denominacional "batista", dado justamente pelos seus opositores. A pergunta de muitos é: Qual é o modo certo de se batizar? Por que os outros jeitos não valem?

Ora, não fica dúvidas para qualquer leitor simples das escrituras que o modo correto é a imersão. Já vimos que o significado é esse, ou seja, o mergulho do indivíduo crente sob a água. Abaixo daremos alguns trechos bíblicos sobre a clareza dessa afirmação:

O Batismo de Jesus

O batismo de Jesus no rio Jordão é assim descrito: "Batizado Jesus, saiu logo da água" (Mat. 3,16). E novamente é registrado que Jesus "por João foi batizado no rio Jordão" (Mar 1,9). Certamente ele não desceria ao Jordão para que O aspergissem com água. Foi batizado no Jordão, e não com o Jordão. Além disso, foi batizado, ou seja, imerso, e não "rantizado" isto é, aspergido. A frase bíblica é muito clara nesse assunto: "saiu logo da água", e se saiu é por que estava dentro, e se estava dentro é porque havia a necessidade de estar dentro da água para receber o batismo do modo certo, ou seja, mergulhar o candidato na água. Fosse o batismo por aspersão ou afusão não havia a necessidade nem de Jesus (o candidato) nem de João batista ( o administrante) estarem dentro da água. Seria muito mais simples batizá-lo fora de um rio.

 

O Bispo Taylor diz: "O costume das Igrejas antigas não era a aspersão e sim imersão, de conformidade com o sentido do termo nos mandamentos e no exemplo de nosso Bendito Salvador. Comentário de Mateus 3,16;

MacKnight afirma: "Cristo submeteu-se a ser batizado, isto é, a ser sepultado sob a água, e a ser novamente levantado da mesma, como emblema de sua futura morte e ressurreição". Comentário da Epistola aos Romanos 6,14;

Muita Água Necessária

Está escrito que "João estava também batizando em Enom, perto de Salim, porque havia ali muitas águas" (João 3,24;). Por que haveria necessidade de tanta água, a não ser para mergulhar ou sepultar os candidatos no ato do batismo?

João Calvino, o grande teólogo, erudito e comentador, reputado por Scaliger como o homem mais erudito da Europa (o autor não concorda com estas qualificações mencionadas a pessoa de Calvino), escreveu: "Pelas palavras de João (cap. 3,23) pode-se inferir que o batismo era administrado por João e por Cristo, mediante mergulho do corpo inteiro sob a água."Poole diz: "É evidente que tanto Cristo como João batizavam emergindo todo o corpo na água, pois do contrário não teriam tido a necessidade de buscar lugares onde houvesse abundância de água."

 

Filipe e Eunuco

 

"Ambos desceram à água, e Filipe batizou a Eunuco. Quando saíram da água, o Espirito do Senhor arrebatou a Filipe" (Atos 8,38-39). Por que descer à água, ambos, ou mesmo um deles, senão para o ato de imersão?Se o batismo pudesse ser administrado por aspersão, por que não pegaram um pouco de água de sua própria botija, pois, como alguém como o Mordomo-Mor de uma rainha iria viajar sem um pouco de água para beber? Acontece que num copo ou numa botija não dá para mergulhar o corpo de uma pessoa.

OBJEÇÕES A ESSA PRÁTICA

Os administrantes do batismo por aspersão tem feito muitas objeções a essa prática bíblica, e portanto a única, de se batizar. Daremos algumas mais usadas.

Dizem que no Jordão não havia água o suficiente para mergulhar:

O Jordão é um rio com mais de 260 Km de cumprimento. A Bíblia diz que sua largura e profundidade eram tantas que foi preciso Josué fazer com que as águas se tornassem num montão para que pudessem passar a seco. Js 3,6; O mesmo se deu com Elias e Eliseu. II. Re 2,8 e 14; Caso não tivesse água o suficiente como dizem, porque então ter que fazer as águas secarem? E ainda temos o caso de Naamã, o qual foi curado da lepra quando mergulhou sete vezes neste rio. Não há dúvida que essa é uma objeção sem fundamento e nitidamente de má intenção.

Onde foram batizadas as três mil almas de Atos 2?

Os que afirmam isso desconhecem que em Jerusalém tinham fontes de água como a de Betesda e a de Siloé. A de Betesda era tão grande que dezenas de pessoas ficavam em sua beira para receber a obscura cura de João 5. E o tanque de Siloé era um reservatório de dezoito metros de cumprimento por seis de largura e 6 de profundidade. Será que um tanque assim não daria para batizar as pessoas? Sem contar os rios que passavam perto dessa cidade. Eu mesmo, quando batizado, fui levado a uma distancia de 11 Km para receber o batismo por imersão, já que em nossa igreja não tinha batistério. Se Jesus andou uma distancia de mais de cem quilômetros para receber o seu batismo, porque nós, reles pecadores, não podemos fazer o mesmo. Mais o que realmente importa é que a Bíblia diz que eles foram imergidos e não aspergidos.

 

Dizem que o Batismo para ser realmente Bíblico deveria ser efetuado no rio Jordão:(A Semente, publicação quadrimestral da Igreja Presbiteriana Independente, pg. 20).

Essa é outra pergunta que desafia o bom senso. Aliás, é capciosa. Jesus não foi batizado com o Jordão é sim, no Jordão. Além disso, o batismo de Jesus no Jordão não é o único exemplo de batismo na Bíblia. Temos por exemplo o batismo do Eunuco, o qual, certamente foi realizado em algum ponto que liga Jerusalém a Gaza, e por lá não passa o Jordão, e nem por isso o Eunuco deixou de ser batizado. Temos o caso do batismo de Lídia, a qual morava em Filipos, e em Filipos não passa o rio Jordão. Sem contar os inúmeros casos da Bíblia onde as pessoas foram imergidas sem ter sido no Jordão. Não é o lugar que conta e sim a suficiência da água ( Jo 3,24;). Essa suficiência deve ser o bastante para que o candidato possa mostrar ao mundo que Jesus morreu e foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia.

 

 

E os lugares que não tem água como nos desertos e terra de seca?

É uma pergunta pelo menos mais interessante. Também não vemos malícia nela, apenas curiosidade. Nos lugares desertos não há muitos moradores. Onde há muitos moradores sempre existem cisternas e poços para que o local fique abastecido e as pessoas possam sobreviver. Além da sobrevivência eu não tenho notícia de um lugar que as pessoas nunca tomam banho, e se tomam banho há de se ter uma firmeza bíblica para se guardar um mínimo possível para que se efetue o batismo. Nossos missionários nestes lugares distantes sempre conseguem de alguma forma batizar seus candidatos, e até hoje, nunca foi um problema ao ponto de terem que começar a batizar por aspersão ou derramamento.

 

Como batizar os moribundos em seu leito de morte por imersão?

Não podemos mudar a forma do batismo só porque nosso candidato está a beira da morte. Devemos lembrar que a água do batismo não está na frente do sangue de Jesus e sim o sangue de Jesus é o que lava pecados. O batismo é somente um quadro do evangelho, e não um quesito pelo qual nós alcançamos a salvação. Caso o candidato esteja em condições de se batizar que o faça sem reclame. Caso não tenha tempo ou condições para isso, seja ele como o ladrão da cruz, e esteja com Cristo sem o ato do batismo. Não devemos ficar aborrecidos ou preocupados por ele ter morrido sem ser batizado. Foi a vontade de Deus que assim se sucedesse. O que não pode é mudar a Bíblia e batizar por aspersão, esse sim é um grave erro.

 

Sendo o batismo apenas um quadro do evangelho, não tem problema que ele seja por aspersão ou derramamento.

Praticar formas de batismo impróprias usando esta desculpa é uma desconsideração para com a Bíblia, e por isso, uma desconsideração para com os mandamentos de Deus. Devemos lembrar que o batismo de João era só um quadro representativo também. Nem por isso deixou de ser realizado da forma certa. O batismo de Jesus também era um símbolo, mas nosso Salvador fez questão de ser mergulhado por João. O batismo da igreja primitiva era uma ordenação simbólica de Jesus aos seus discípulos, entretanto, não temos um único relato de que alguém tenha efetuado uma mudança em sua forma original, ou seja, mergulhar o candidato na água.

Na verdade, essa desculpa de que "não tem problema", é uma desculpa original dos que preferem sua própria versão à versão de Deus. Foi pensando assim que Eva comeu da árvore proibida. Seu filho Caim achava que o jeito certo de se fazer sacrifício não era dos mais limpos. Resolveu mudar. Trouxe a Deus uma oferta sem sangue, e por isso foi rejeitado pelo Senhor. O mesmo pensamento irresponsável levou o rei Saul a fazer um sacrifício que não lhe era permitido, e naquele dia ele perdeu seu reino e o apoio de quem tanto o ajudara.

Não podemos nos esquecer da admoestação que Moisés recebeu do Senhor antes de fazer o Tabernáculo: "Faze tudo conforme o modelo que no monte se te mostrou". (Hebreus 8,5;). O que Moisés iria construir era apenas objetos e coisas materiais. Coisas que para muitos não tinha o menor valor ou importância. Mas para Deus tinha muita importância. Era tão grande o valor de se fazer o jeito certo que ele deteve Moisés quarenta dias e quarenta noites explicando detalhadamente como ele queria. Certamente Moisés não teve por coisa pouca essa orientação de Deus. Por isso lemos nas escrituras: "Assim se acabou a obra do Tabernáculo... e os filhos de Israel fizeram conforme com tudo que o Senhor ordenara a Moisés".

Essas objeções são levantadas por igrejas ou indivíduos a elas ligados que praticam um modo incorreto de se batizar. Geralmente batizam por aspersão ou por derramamento. Lendo um Manual de Estudos Dominicais da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, chamado de "A Semente", II. Semestre de 1984, encontrei a seguinte citação a respeito do pensamento deles sobre o Modo de Batizar:

"Há muitas pessoas que fazem enormes discussões sobre a forma de se batizar, se por aspersão ou imersão. A Bíblia simplesmente omite esta preocupação..." pg. 20

Pelo que já estudamos no capitulo anterior a Bíblia não omite a forma pelo qual o candidato deve ser batizado. A própria palavra baptizo já quer dizer "mergulhado ou imergido". No mesmo manual e na mesma página ele discute o assunto dizendo:

"Documentos antigos do primeiro e segundo século da Igreja apresentam as duas formas como corretas, parecendo terem optado definitivamente pelo batismo por aspersão por considerarem-no, quem sabe uma cerimonia mais simples"
.

Aqui há dois erros. O primeiro de não citar as fontes pela qual ele defende a sua tese. Segundo pelas inverdades relatadas, pois, o batismo por aspersão foi conhecido pela primeira vez no século terceiro, por um homem chamado Novaciano*, o qual, depois de conscientizar de seu erro, batizou-se por imersão negando sua prática anterior. O batismo por aspersão só apareceu como regra definitiva nas igrejas no século treze**, e não nas igrejas verdadeiras, e sim, na Igreja Católica Romana, que é uma igreja excluída e considerada pagã desde 225 pelos crentes fiéis.

 

* Manual das Igrejas Batistas pg. 98, por T. Hiscox

** Manual das Igrejas Batistas pg. 99, por T. Hiscox

               Por que muitas igrejas batizam por aspersão e não por imersão?

Essa é uma pergunta que os próprios batizadores da forma incorreta deviam responder, mais não o fazem com clareza e sinceridade. As desculpas mais conhecidas são:

1. "É mais prático fazer assim, pois a imersão dificulta o ato".

Que é mais prático não há dúvida. Ser prático não quer dizer ser bíblico. Temos o exemplo da adoração (veneração) de santos e imagens pelos católicos hoje. Quando essa prática entrou nas igrejas católicas, era mais prático para ganhar os bárbaros. (O Cristianismo Através dos Séculos pg. 129) Antes de uma igreja ser prática ela precisa ser bíblica. O batismo por aspersão é um ato antibíblico e não autorizado pelas escrituras.

 

2. "Não tem problema, pois, o batismo não salva mesmo".

 

Primeiro: Não é a forma bíblica, portanto é errada. Jesus não foi batizado por aspersão. A igreja Primitiva não batizou por aspersão, e mesmo a igreja Católica, por 1200 anos continuou a batizar por imersão até mudá-la em definitivo no século treze para aspersão.

Segundo: Batismo por aspersão foi idealizado numa idéia errada; As igrejas que o praticam pensam que o batismo tem uma ação salvadora, tendo poder de purificar e santificar a alma, tornando a salvação mais segura. Colocam o batismo à frente do sangue. Por isso começaram a batizar crianças recém-nascidas, alegando que elas são pagãs até realizaram esse ato.

3.Terceiro: Foi a Igreja Católica que inventou.

 Seu invento errado foi herdado pelas igrejas (filhas) saídas dela, ou seja, Anglicana, Presbiteriana, Luterana, Congregacional, e até pela filha de suas filhas (neta) Metodista.

Batizar alguém por aspersão seria o mesmo que mergulhar uma pessoa com meia dúzia de gotas de água. O resultado é o mesmo: Não dá.

O CANDIDATO CORRETO AO BATISMO

Preocupados em ter um número cada vez maior de fiéis em sua igreja, muitos pastores se esquecem de uma grande exigência bíblica para o batismo, que é o do candidato ser uma pessoa apropriada. Preocupados em receber mais ofertas e que sua igreja estará mais cheia, nem pensam que o candidato precisa ser uma pessoa que tenha feito uma sincera profissão de fé, e que como a Bíblia ensina, tenha se tornado uma nova criatura, deixando a velha vida de pecados para trás, procurando viver uma nova vida (dada por Jesus) voltada para Cristo e para sua Igreja.

Não pode ser um candidato apropriado aquele que professa Cristo como Senhor, e no entanto, o mundo ainda continua a mandar em sua vida. Ele aceitou Jesus de boca mas ainda ama o tabaco. Aceitou Jesus de palavras mas ainda é escravo do álcool. Diz que é filho de Deus mas sua única preocupação são as coisas terrenas.

É comum numa igreja que realmente professa o nome de Jesus Cristo o candidato passar por uma avaliação de conhecimentos e bom testemunho. A igreja, representada pelo pastor e seus membros, certamente podem interrogar o candidato (como fez Filipe a Eunuco quando este lhe pediu batismo). São perguntas básicas como: "Por que você quer ser batizado? Que significa o batismo? Para que serve o batismo? Tem certeza de sua salvação eterna? Entre outras de acordo com a exigência de cada igreja local. Certas perguntas são básicas. Precisam ser perguntadas e necessitam de respostas certas. Filipe fez uma pergunta básica: "Podes, se crer de todo o coração", e a resposta foi certa: "Eu creio que Jesus é o Filho de Deus...". Algumas pessoas, muito espertas, sabem decor as perguntas, mas suas vidas dão um testemunho contrário à sua fé. Por exemplo: Se o candidato aceitou Jesus, e era católico praticante, certamente foi um idólatra; Caso ele continue a adorar ídolos e imagens, ou pelo menos guardá-las a escondido, é uma prova de que Cristo ainda não é o Senhor absoluto de sua vida.
 O mesmo se dá com vícios, costumes errados e prazeres indignos, que, orientados pela igreja local, deve o candidato ter abandonado a tudo que lhe atrapalha de servir o seu novo dono, Jesus.

Toda Igreja que não faz avaliações sinceras dos candidatos à batismo estará correndo sérios riscos. O mais grave é de colocar na mesa do Senhor pessoas indignas, ou seja, encher a casa do Senhor de incrédulos e chamá-los de irmãos. Após essa tragédia vem as futuras conseqüências, ou seja, o testemunho deles irá falhar, e quem passará a vergonha pública é a própria igreja que o aceitou sem ter feito as prévias avaliações. Se fazendo as prévias avaliações já corre o risco da pessoa se desviar, imagine ir aceitando qualquer um. Existem pessoas que só querem pertencer a uma religião, tanto faz ser numa igreja católica, protestante ou batista. Por isso, numa entrevista sincera com ele, a igreja saberá de suas intenções. A prévia entrevista é uma arma contra futuros problemas com a membresia.

 

 

O DESÍGNIO DO BATISMO

 

Por que uma pessoa é batizada? Essa pergunta tem confundido muitas mentes. Faça você mesmo o teste e pergunte ao seu vizinho, colega ou parente o porque dele ter sido batizado. Qual seria sua resposta? Será que sua resposta seria a mesma da Bíblia?

 

"O batismo do indivíduo crente no Senhor Jesus tenciona representar a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação. E todo crente que recebe esta ordenança, por meio dela professa ter fé nos méritos da morte de Cristo como fundamento de sua própria esperança de salvação; e também professa ter comunhão com seus sofrimentos, declarando assim a sua própria morte para o pecado, e sua ressurreição para uma nova vida em Cristo. O batismo também tipifica a lavagem da regeneração: declara, mais, a esperança que o candidato tem na ressurreição dentre os mortos, tal como Cristo, na semelhança de cuja morte ele é sepultado, que foi ressuscitado pela glória do Pai. Principalmente, a morte, o sepultamento e a ressurreição, os grandes fatos da graça redentora, são exibidos pelo batismo. O batismo por imersão ensina tudo isso, pois somente a imersão pode ensiná-lo." ( Manual das Igrejas Batistas, pg. 94, por E. T. Hiscox).

O desígnio do batismo para os batistas é o significado puramente bíblico. O batismo não serve para a remissão de pecados. Nada tem a ver com a nossa salvação. É um quadro exibindo o evangelho: a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus, e significa que o batizando está morto para a velha vida de pecados e ressurgido para uma nova vida em Cristo Jesus. É uma ordenação do Senhor Jesus à sua Igreja, e deve ser efetuada e recebida com obediência e fé.

 

"Portanto, estamos sepultados com Cristo pelo batismo na morte, para que como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, andemos nós também em novidade de vida" (Romanos 6,4;).

 

 

O ADMINISTRANTE APROPRIADO

Já estudamos que o verdadeiro candidato para o batismo é aquele que já aceitou o Senhor Jesus como Único e Suficiente Salvador, e que o modo pelo qual o batismo deve ser administrado é por imersão. Também estudamos que ele não é um sacramento, antes, o seu desígnio visa representar o que Cristo fez por nós, ou seja, morreu, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia. Agora estudaremos o elemento do administrante no batismo. É ele importante? Qual é o administrante apropriado a fazê-lo?

 

A IMPORTÂNCIA DO ADMINISTRANTE

A Bíblia claramente mostra qual a importância do administrante na realização de um batismo. Ela mostra que não é qualquer pessoa ou qualquer igreja que pode realizá-lo. Numa análise sincera sobre o batismo de uma pessoa é necessário analisar-mos quem a batizou. Pode ser que a pessoa que administrou seu batismo estivesse sem condições para o ato, e assim, mesmo sendo seu batismo correto a respeito do candidato, do modo e do desígnio, deve ser considerado inválido devido o administrante não corresponder com as exigências bíblicas.

Em 1872 a Convenção Batista de Georgia, USA, reunida em Macon, fez o seguinte pronunciamento que nos ajudará a entender a importância do administrante apropriado:

"Batismo é a imersão do crente em Jesus Cristo por um administrante autorizado, em nome da Trindade. Semelhante batismo é pré-requisito à comunhão da Igreja e à admissão à mesa do Senhor. Pessoas não batizadas, não sendo membros da Igreja, não podem ser investidas de autoridade para administrarem ordenanças; logo, imersões executadas por elas são nulas e inúteis. A sinceridade do candidato não pode suprir a falta de autoridade do administrante.

Não duvido da sinceridade das pessoas que entregam se ao batismo nas mãos de pastores que tenham vindo de igrejas erradas ou divididas. O que refutamos é que o administrante do ato não era autorizado, e portanto, o batismo se torna inválido.

 

QUEM É UM ADMINISTRANTE APROPRIADO?

Para quem Jesus proferiu estas palavras?

"E Jesus se acercou e lhes falou dizendo: Toda autoridade me é dada no céu e na terra, portanto, ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo? Ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado" Mateus 28,19-20;

Note bem. Ele não disse essas palavras a uma pessoa isoladamente. Ele disse a Sua Igreja. Note também como ele pronuncia a palavra "autoridade". Pois bem, Jesus está nos dizendo que o Pai lhe deu toda a autoridade sobre a terra e sobre o céu. Usando dessa autoridade, Ele, Nosso Salvador, autorizou a Sua Igreja a Pregar, batizar e ensinar.

Sim, para pregar, batizar e ensinar a palavra de Deus, é preciso que se tenha tido a autoridade divina para isso. A autoridade para realizar um batismo não está no indivíduo em si, mas está na Sua Igreja, a mesma igreja que Ele informou que "as portas do inferno não prevaleceriam contra ela" (Mateus 16,18;). Jesus autorizou a Sua Igreja de pregar, batizar e ensinar suas palavras.   

 

O EXEMPLO DE JOÃO BATISTA

João batista é um exemplo da necessidade do administrante ser autorizado. Na ocasião do batismo de nosso Salvador, João fez uma declaração sobre quem o autorizou a realizar batismos:

 

"Eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água, aquele me disse: Sobre quem vires descer o Espirito e que permanecer sobre ele, esse é que batiza com o Espirito Santo." Jo 1,33;

Quem enviou (ou autorizou) João de batizar? Foi o próprio Deus Pai Todo Poderoso. Deus deu a João batista a autoridade de batizar com o batismo do arrependimento, o qual, era um prenuncio da vinda de Cristo. Essa autoridade foi reconhecida pelos homens que vieram ao batismo de João e também pelo próprio Senhor Jesus. Nosso Salvador andou dezenas de quilômetros para poder ser batizado por um administrante autorizado por Deus. Se ele não se importasse com essa questão do administrante, então porque sairia de Nazaré, andaria até o Jordão e seria batizado justamente por João, o batista? Jesus deixou claro que em fazendo isso ele estaria "cumprindo toda a Justiça". Para Jesus, ser batizado pelo administrante autorizado, era cumprir a vontade de Deus. Veja o trecho bíblico:

"Então Jesus veio a Galiléia a João no Jordão, para ser batizado por ele. Mas João se opunha, dizendo: Eu necessito ser batizado por ti, e tu vens a mim? Mas Jesus lhe respondeu: Deixa agora porque convém que cumpramos toda a justiça. Então João o permitiu" Lucas 3,13-16;

 

Até João achava-se não autorizado a um batismo tão importante. Mas Jesus lhe acalmou o coração dizendo que ele era autorizado para o ato. Quando somos batizados precisamos saber se o pastor que nos batizou é um pastor que estava em plena comunhão com sua igreja naquele momento. Não só isso, mas se esta igreja é uma igreja escriturística, que não tenha vindo da linhagem romana ou de divisões.

O EXEMPLO DA IGREJA PRIMITIVA

O pensamento de uma unidade em torno da validade do batismo esteve presente desde o princípio na igreja primitiva. A autoridade do administrante como alguém autorizado para o ato foi um fundamento essencial para os apóstolos. Na ocasião em que os onze escolheram um substituto para Judas Iscariotes achamos a primeira prova disso. Poderiam eles ter escolhido qualquer pessoa entre as cento e vinte almas que pertenciam a igreja. Mas não! O escolhido teria que ter algumas marcas que o distinguissem dos demais. O cargo só poderia ser preenchido por alguém que cumprisse as exigências mencionadas em Atos 1,21-22;

"É necessário pois que, dos varões que conviveram conosco todo o tempo em que o Senhor Jesus entrou e saiu dentre nós, começando desde o batismo de João até o dia em que dentre nós foi recebido em cima, um deles se faça testemunha da sua ressurreição".

Os onze apóstolos concordaram entre si que para ser um substituto do lugar deixado por Judas Iscariotes era preciso ter começado desde o batismo de João. Fica esclarecido neste trecho que para a base da igreja de Cristo o batismo de João foi fundamental. Este batismo tinha a autoridade de Deus. Já o batismo que seria administrado pela igreja tinha a autoridade dada por Cristo. O ultimo não eliminava o primeiro, antes, era um meio pelo qual a verdade e a justiça de Deus se estabelecia neste mundo. Assim como o Novo Testamento não elimina o Velho, da mesma forma o batismo da Igreja de Jesus não elimina a importância que teve o batismo de João. O batismo de João foi um aio que conduziu até o batismo da Igreja de Jesus. Da mesma forma que não podemos ser salvos pela Lei hoje, também não podemos aceitar o tipo de batismo administrado por João. Porém como a Lei pertenceu às Escrituras, da mesma forma o batismo de João. Verifica-se portanto que para a igreja primitiva a autoridade do administrante era um elemento fundamental.

 

A igreja primitiva não foi uma igreja dividida, inventada ou renovadora. Era uma igreja que estava destinada a cumprir a já estabelecida vontade de Deus. Foi a vontade de Deus que João fosse o precursor de Cristo e o batista dos primeiros cristãos e o do próprio Cristo. Foi a vontade de Deus que Jesus formou sua igreja, e que a base de sua igreja fosse os doze apóstolos, e que estes doze apóstolos fossem todos batizados por João. Foi da vontade de Deus que Jesus desse a autoridade de batismo para sua Igreja, e que sua igreja ficasse responsável pela escolha do administrante apropriado para o ato.

 

TODOS OS BATISMOS DO N.T. TINHAM ADMINISTRANTES APROPRIADOS E DEVIDAMENTE AUTORIZADOS POR UMA IGREJA CORRETA E ORIGINAL

Em todos os batismos realizados no Novo Testamento podemos ver que o administrante era uma pessoa autorizada pAra o ato, e que esta mesma pessoa estava em plena comunhão com uma igreja verdadeira.

No batismo do dia de pentecostes temos uma multidão de três mil almas sendo batizadas. Os administrantes destes batismos eram homens autorizados? Vejamos. Na possibilidade de somente os doze realizarem os batismos fica inquestionável que os administrantes eram autorizados. Mas, e se outros membros da igreja primitiva também batizaram (desde que havia quase cento e vinte membros na ocasião - vide Atos 1,39), eram eles autorizados? Sim, pois, se fosse em comum acordo entre os irmãos que os apóstolos poderiam ser ajudados a realizar os batismos, os membros eleitos para esse fim estariam também autorizados. Nunca devemos esquecer que a autoridade do batismo não está em quem administra, mas na igreja que ordenou o administrante.

Também verificamos essa autoridade da igreja na ocasião do evangelho pregado aos samaritanos por Filipe. Filipe era um membro em plena comunhão com a igreja de Jerusalém. Foi eleito diácono numa igreja que já possuía mais de cinco mil membros. Assim como Estevão tornou-se um grande pregador. Devido a perseguição contra a igreja após a morte de Estevão precisou sair de Jerusalém. Disperso acabou por descer a Samaria. Lá abriu um trabalho missionário. Atos 8,12; nos informa que muitos foram por ele batizados. Formou-se então uma grande igreja nessa cidade. Era Filipe um administrante autorizado? Sim. Ele não saiu de sua igreja por disciplina. Saiu por necessidade. Ao abrir um trabalho missionário abriu-o não às escondidas ou por meio de divisões. Fê-lo pelo Espirito Santo. Na primeira oportunidade que a Igreja de Jerusalém teve, enviaram para lá os apóstolos Pedro e João os quais testificaram que o seu trabalho era verdadeiro. A igreja autorizada de Jerusalém, através de seus enviados especiais, concordou com esse trabalho maravilhoso de Filipe (Atos 8,14 e 25). A Igreja de Samaria foi uma verdadeira filha da Igreja de Jerusalém.

Pedro, uma das colunas da Igreja, não ousou batizar os gentios de Cesaréia sem antes participar o fato aos irmãos de sua igreja. E porque não os batizou sem consultá-los já que era um apóstolo? Porque não estava nele a autoridade e sim na igreja de Jesus Cristo (Atos 10,47;).

Quando foi formada a igreja de Antioquia aconteceu a mesma coisa. Poderia ter sido ela uma igreja independente e sem nenhuma ligação com alguma igreja já autorizada. Mas não! Logo após a abertura do trabalho a igreja de Jerusalém enviou para lá o irmão Barnabé, que assim como Estevão e Filipe, tornou-se um grande pregador da Palavra. (Atos 11,22;). Barnabé foi o aval de aprovação ao trabalho evangelístico que estava sendo feito em Antioquia. Assim, tornou-se esse trabalho um campo missionário apto para pregar, batizar e ensinar o Evangelho.

 

Paulo e Barnabé, antes de saírem para o campo missionário, foram devidamente ordenados pela igreja de Antioquia (Atos 13,3;). Todas as igrejas formadas por eles estavam recebendo uma autorização correta do batismo, autorização esta que tinha uma linhagem que vinha da Igreja de Jerusalém - Jesus - o Pai.

Paulo, ao escolher Silas, seu novo companheiro, iniciou suas novas viagens missionárias. Novamente vemos os irmãos autorizando e abençoando essas jornadas (Atos 15,40;). Nada foi feito às escuras ou sem a autorização de uma igreja escriturística. Mesmo a escolha de Timóteo para ser um novo ajudante (Atos 16,2;) precisou do aval dos irmãos da igreja o qual ele pertencia. Assim, Timóteo também foi um homem autorizado a pregar, a batizar e a ensinar junto com os outros apóstolos.

Não vemos em todo o Novo Testamento um só exemplo de que algum pastor excluído, ou mesmo independente das igrejas já autorizadas, que tenha tido autoridade bíblica para batizar e recebido o consentimento de Deus para o ato. Nenhuma igreja foi aberta sem o conhecimento e consentimento de outra que já estivesse em plena comunhão com as igrejas de Cristo.

Prova irrefutável é a de Paulo ao chegar em Éfeso. Muito surpreso ficou quando ao chegar ali ter encontrado uma igreja com no mínimo doze discípulos. Por ali passaram pessoas importantes como Áquila e Priscila. Também por essa pequena igreja tinha passado um grande pregador, Apolo. Mas isso não implicou que a Igreja por eles formada fosse uma igreja verdadeira. Ao contrário, Paulo recusou o batismo deles. Apesar do administrante ser apropriado; apesar do modo ter sido apropriado; apesar dos candidatos terem sido apropriados; Porém, o desígnio não era apropriado. Paulo não teve dúvidas e batizou-os outra vez. Caso não o fizesse teríamos uma igreja totalmente independente daquela fundada por Jesus. Feito isso ela passou a ser um verdadeiro Corpo, cuja cabeça é Jesus, e não João Batista.

Vemos nesse caso de Éfeso que devido a uma só quebra dos quatro elementos para o batismo (que são: candidato, modo, desígnio e administrante apropriados), era motivo para exercer-se o rebitamos sobre qualquer que fosse a pessoa.

SERIA BÍBLICO OS BATISMOS DAS IGREJAS CRISTÃS HOJE?

 

Foi possível constatar em nosso estudo que o batismo para ser válido precisa ser autorizado por uma igreja escriturística, que não tenha nascido de uma divisão, exclusão ou independente de uma igreja que tenha sua ligação direta com as igrejas neotestamentárias.Alguém já refutou esse comentário dizendo que quero provar com meus estudos que nossa igreja se assemelharia a católica, pois quero mostrar uma sucessão apostólica nas igrejas batistas.

Ora, eu acredito fielmente que há uma sucessão, porém, não apostólica, pois os apóstolos já morreram e não podiam ser substituídos por ser um grupo fechado de doze homens. Acredito na sucessão neotestamentária para a Igreja de Jesus, e que é justamente as igrejas batistas que estão na linha dessa sucessão. Não acreditar na sucessão neotestamentária das igrejas é duvidar de uma promessa de Jesus em Mateus 16,18:

 

"...Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela".

 

Se a igreja morreu em 313 e só nasceu na reforma como dizem alguns historiadores do cristianismo, então Cristo mentiu. Sim, pois, por mil e duzentos anos a igreja permaneceu derrotada por Satanás, e assim, as portas do inferno prevaleceram contra ela. Teria acaso Satanás fechado a porta da igreja de Jesus por mil e duzentos anos? Não! De forma alguma, pois Cristo fez outra promessa em Apocalipse 3,7:

"Isto diz o que é Santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha e ninguém abre"

 

Ninguém jamais poderá fechar a porta da igreja de Cristo. Ela sempre sobreviveu e nunca deixou de existir nestes dois mil anos de existência sobre a face da terra. Apesar de Satanás ter plantado a Igreja Infiel e Prostituta, mesmo assim a Igreja de Jesus Cristo sempre permaneceu fiel aos princípios bíblicos. Houve uma linha paralela entre as duas igrejas. Nossa história não conta isso, mas o sangue dos mártires estão clamando a Deus, como clamou o sangue de Abel.

 fonte www.avivamentonosul.blogspot.com

FONTE SOLAESCRIPTURA-TT.ORG