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Apologética TJ nega a dividade de Jesus
Apologética TJ nega a dividade de Jesus

     TJ NEGA A DIVINDADE DE JESUS E A DIVINDADE DE JESUS

 

Êxodo 3.14 – Respondeu Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.

Os cristãos universalmente reconhecem que Jesus Cristo estava afirmando ser a Divindade quando ele refere‑se a si mesmo com EU SOU: “Disseram‑lhe, pois, os judeus: Ainda  não  tens cinqüenta anos, e viste Abraão? Respondeu‑lhes Jesus: Em verdade, em ver­dade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou” (João 8:57,58). Mesmo os inimigos de Jesus compreendiam o que ele estava dizendo. O versículo seguinte nos diz que quando eles ouviram isto, “então pegaram em pedras para lhe atirarem…” (v. 59). Os judeus incrédulos viam esta declaração de Jesus (de ser o EU SOU) como uma blasfêmia, um crime pelo qual eles queriam apedrejá‑lo até, a morte.

No entanto, as Testemunhas de Jeová ensinam que Jesus Cristo é, realmente, apenas o arcanjo Miguel e que Cristo nunca de­clarou ser Deus. Assim, para fazer com que as Escrituras estejam de acordo com sua doutrina, elas mudaram o texto de ambos os versículos em sua Bíblia. A Tradução da Torre de Vigia diz: “Isto é o que deve dizer aos filhos de Israel: MOSTRAREI SER enviou­ me a vós” (Êx.3:14), Tradução do Novo Mundo, e “Digo‑vos em toda a verdade: Antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido” (João 8:58, Tradução do Novo Mundo). Assim, na Bíblia das Teste­munhas de Jeová, as palavras de Jesus aparecem sem nenhuma conexão com Êxodo 3:14.

Mas você não precisa ser um erudito em grego ou hebraico para provar que a Sociedade Torre de Vigia distorceu estes versículos. A própria Bíblia de estudo das Testemunhas de Jeová prova que Jesus estava declarando ser o EU SOU. Sua grande edição da Tra­dução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências, de 1984, tem uma nota de rodapé em Êxodo 3:14, admitindo que o hebraico seria traduzido em grego como “Ego eimi” ‑ “EU SOU”. E a sua Tradução Interlinear do Reino das Escrituras Gregas de 1985 (Kingdom Interlinear Translation of the Greek Scriptures) revela que as palavras de Jesus em João 8:58 são as mesmas: “égo eimi” (nota de rodapé), “eu sou” (texto inter­linear).

Êxodo 3.15 – Deus disse então mais uma vez a Moisés: Isto é o que deves dizer aos filhos de lsrael: Jeová,o Deus de vossos antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó enviou‑me a vós. Este é o meu nome por tempo indefinido e este é o meu memorial por geração após geração (Tradução do Novo Mundo).

As testemunhas de Jeová usam este versículo para argumentar que eles são os únicos adoradores verdadeiros de Deus, porque são os únicos que ainda chamam a Deus pelo seu nome ‑ Jeová. O versículo acima, eles insistem, é o mandamento de Deus para chamá‑lo pelo nome sagrado “por tempo indefinido”, ou para sempre. Aos olhos das testemunhas de Jeová, os cristãos que oram a “Deus” ou ao “Senhor” estão na verdade orando a um falso deus, Satanás; o verdadeiro Deus, Jeová, não ouve as orações a menos que elas sejam dirigidas a ele pelo seu nome. Dessa forma, as testemunhas de Jeová sempre usam o nome Jeová em suas orações. De fato, elas freqüentemente repetem o nome Jeová muitas vezes durante a oração, como se Deus pudesse se esquecer de que ele é aquele a quem as orações estão sendo dirigidas, ou como se as testemunhas de Jeová pudessem se esquecer a que Deus estão orando.

Embora suas próprias publicações admitam que “Jeová” é um anglicismo e um erro de tradução e não a correta pronúncia do tetragrama hebraico YHWH, elas insistem em usar a pronúncia “Jeová”, ao invés do nome que seria mais correto Yahweh. As testemunhas de Jeová nunca oram a “Yahweh”.

A comparação de Êxodo 3:15 com o versículo 14 mostra que o nome Yahweh, ou Jeová, significa: Deus é auto‑existente e eterno. Ele é muito mais que um nome, e conhecê‑lo envolve muito mais do que usar este nome. Jesus mostrou que mais do que um simples nome está envolvido quando disse: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-­vos de mim, vós que praticais a iniqüidade (Mat. 7:22,23, [grifo acrescentado]).

Convide uma testemunha de Jeová a examinar com você as orações de Jesus Cristo. Enfatize que Jesus nunca começou suas orações dizendo “Deus Jeová” como fazem as testemunhas de Jeová. Antes, Jesus começava suas orações dizendo, “Pai…” (Ver Mat. 11:25, 26:39‑42; Mar. 14:36; Luc. 10:21, 22:42, 23:34‑46; João 11:41, 12:27,28, 17:1‑26.) E quando ensinava seus discípulos a orar, Jesus os instruiu a orar dizendo: “Pai nosso…” (Mat. 6:9; Luc.11:2). Os cristãos, então, devem ter um relacionamento íntimo com Deus na qualidade de seus filhos que clamam a ele “Aba, Pai!” (Rom. 8:15; Gál. 4:6).

A respeito da importância de nomes, o Espírito Santo instruiu Pedro a enfatizar “…em nome de Jesus… porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos” (At. 4:10‑12). Além disso, Jesus é “…o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (Fil. 2:9‑11).

Fonte de pesquisa: “As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo”, David A. Reed; trad. de Marcelus Virgílius Oliveira e Valéria Oliveira. ‑ 2. ed. Rio de janeiro: JUERP, 1990.

 

 

A STV se auto‑identifica como “O Profe­ta”

Cacp.org.br

 

Deuteronômio 18:20‑22 – No entanto, o profeta que presumir de falar em meu nome alguma palavra que não lhe mandei falar ou que falar em nome de outros deuses, tal profeta terá de morrer. E caso digas no teu coração: ‘Como saberemos qual a palavra que Jeová não falou?’ quando o profeta falarem nome de Jeová e a palavra não suceder nem se cumprir, esta é a palavra que Jeová não falou. O profeta proferiu‑a presunçosamente. Não deves ficar amedrontado por causa dele (Tradução do Novo Mundo).

A Sociedade Torre de Vigia (STV) se auto‑identifica como “O Profe­ta”, dizendo: “Este ‘profeta’ não era um homem, mas um grupo de homens e mulheres. Era o pequeno grupo de seguidores dos passos de Jesus Cristo, conhecidos naquele tempo como Estudantes Internacionais da Bíblia. Hoje são conhecidos como Testemunhas de Jeová. Eles ainda estão proclamando um aviso…” (A Sentinela 01/04/72, p. 197, edição norte‑americana). E acrescentam: “A menos que nós estejamos em contato com este canal de comunica­ção que Deus está usando, não vamos progredir através da estrada para a vida, não importa o quanto leiamos a Bíblia” (A Sentinela 01/12/81, p.27, edição norte‑americana).

Estas declarações pretensiosas são verdadeiras? A Sociedade Torre de Vigia é realmente o Profeta, o canal de comunicação de Deus? Ou é um falso profeta, que se encaixa na descrição de Deuteronômio 18:20‑22? O teste é simples: 1° passo ‑ sabemos que a organização “falou em nome de Jeová”; 2° passo ‑ pre­cisamos determinar se as profecias realmente ocorreram ou se cum­priram. Vamos examinar os fatos:

Durante a metade de seus cem anos de história, a Sociedade Torre de Vigia ensinou a convicção de seu fundador e primeiro­ presidente, Charles Taze Russell, de que a Grande Pirâmide do Egito foi “inspirada” por Deus ‑ tal como a Bíblia (consulte o livro da Torre de Vigia Thy Kingdom Come [Venha o Teu Reino], edição 1903, p. 362). As publicações da Sociedade traduziram polegadas das medidas das pirâmides em anos de calendário, numa tentativa de prever acontecimentos futuros. Dessa forma, predisse­ram que a Batalha do Armagedom “vai terminar no ano 1914 com a completa destruição do atual governo da terra” (The Time Is at Hand [É Chegada a Hora], edição 1904, p. 101). Obviamente, isto não aconteceu ou se cumpriu.

Ainda determinada a agir como profeta, a Sociedade Torre de Vigia prosseguiu predizendo uma ressurreição terrena no ano de 1925: “Eles serão ressuscitados como homens perfeitos e constitui­rão os príncipes e governadores da terra segundo a sua promessa… Assim nós podemos confiantemente esperar que 1925 vai marcar o retorno de Abraão, Isaque e Jacó e os fiéis profetas do passado” (Livro da Torre de Vigia Millions Now Living Will Never Die [Mi­Ihões que Agora Vivem Jamais Morrerão], edição 1920, p. 89‑90). Isso aconteceu ou se cumpriu? Não! Mais recentemente a organização levou milhões a acreditarem que “o fim” chegaria em 1975. Ela perguntava: “Por Que Espera Ansioso 1975? [“Why Are You Looking Forward to 1975?”] (título do artigo publicado por A Sentinela, 15/08/68,p.494):

Devemos presumir com base neste estudo que a batalha do Armagedom terminaria completamente no outono de 1975, e o tão esperado reinado mile­nar de Cristo começaria então? Possivelmente, mas nós esperamos  para  ver o quanto  o sétimo período  de mil  anos da  existência  do homem  coincide  com  o milênio, que será como um sábado. Se estes dois períodos ocorrerem parale­lamente um ao outro quanto ao calendário, não será por mera chance ou aci­dente, mas segundo os propósitos amorosos e cronológicos de Jeová… Pode ser que ocorra alguma diferença de semanas ou meses, mas não de anos (p. 499).

Certamente agora, semanas, meses e anos suficientes já se pas­saram para provar que esta profecia a respeito do ano de 1975 não aconteceu ou se confirmou.

As testemunhas de Jeová podem tentar defender a Sociedade Torre de Vigia dizendo que essas profecias eram todas “erros” e que a organização aprendeu com esses erros e não faz mais declara­ções proféticas sobre quando o fim do mundo vai chegar. Neste caso, peça à testemunha de Jeová que tome nas mãos uma cópia de sua revistaDespertai! mais recente. Na parte interior da capa, onde o índice de assuntos é listado, há uma declaração de propósito explicando porque Despertai! É publicada. Peça à testemunha de Jeová para que leia isso. Na data da publicação deste livro (1986), cada edição dizia que: “Mais importante, esta revista edifica a fé na promessa do Criador de uma Nova Ordem pacífica e serena antes que a geração que viu os eventos de 1914 pereça”. (Tra­dução livre.) Outra profecia! (Veja nossas considerações sobre Mat. 24:34 no próximo capítulo).

Os fatos são irrefutáveis: A Sociedade Torre de Vigia falou como um profeta, em nome de Deus, e o que foi profetizado não se cumpriu. O que isso significa para uma testemunha de Jeová individualmente? Convide uma delas a ler o que a Palavra de Deus fala sobre os falsos profetas ‑ e então pergunte o que Deus quer que ele ou ela faça. A Bíblia contém estas advertências feitas por Jesus Cristo: “Guardai‑vos dos falsos profetas, que vêm a vós dis­farçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”. “Porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas…” (Mat. 7:15, 24:24). E as severas palavras citadas de Deuteronômio 18:20‑22, além de expressar o juízo de Deus de que o falso profeta “deve morrer” também diz aos ouvintes “não temerás”. Ao invés de permanecer fielmente obediente aos líderes da Torre de Vigia, a testemunha de Jeová que reconhece a organização como um falso profeta deveria deixar de segui‑la e começar a seguir o verdadei­ro Profeta, Jesus Cristo.

 

Fonte de pesquisa: “As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo”, David A. Reed; trad. de Marcelus Virgílius Oliveira e Valéria Oliveira. ‑ 2. ed. Rio de janeiro: JUERP, 1990.

FONTE NAPEC.ORG

WWW.AVIVAMENTONOSUL.BLOGSPOT.COM

 

 

 

 

 

 

  TJ O ESPIRITO SANTO É FORÇA ATIVA?

 

Gênesis 1:1,2 – No princípio criou Deus os céus e a terra. Ora, a terra mostrava ser sem forma e vazia; e havia escuridão sobre a superfície da água de profundeza; e aforça ativa de Deus movia‑se por cima da superfície das águas. (Tradução do Novo Mundo, grifo acrescentado.)

As testemunhas de Jeová usam este versículo para atacar a fé cristã na questão da personalidade do Espírito Santo. A maioria das traduções do versículo 2 dizem que “o Espírito de Deus pairava sobre as águas”. Mas a sociedade Torre de Vigia tem ensinado a seus seguidores que o Espírito Santo é meramente uma força impessoal a serviço de Deus. Para provar isto a seus ouvintes as testemunhas de Jeová citam este versículo segundo aTradução do Novo Mundo. Esta é uma situação na qual uma testemunha de Jeová não precisa distorcer as Escrituras para encaixar as doutrinas que aprendeu. O versículo vem pré‑distorcido em sua própria Tradução do Novo Mundo. Em outros textos, a tradução da Torre de Vigia fala do “espírito santo”, escrito em minúsculas.

Para responder à alegação da testemunha de Jeová de que o Espírito Santo é uma mera  força  impessoal, enfatize  que a  Bíblia  repetidamente  se  refere  ao Espírito Santo como tendo atributos pessoais. Por exemplo, mesmo a Tradução do Novo Mundo revela que o Espírito Santo fala (At. 13:2), dá testemunho (João 15:26), fala as coisas que ouve (João 16:13), sente‑se magoado (Is. 63:10) e assim por diante.

  • Ficaram eles “cheios” duma pessoa? Não, mas ficaram cheios da força ativa de Deus. (Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra página 40)… Então e Espírito Santo não é uma pessoa… Mas será?…

É claro que a Bíblia usa aí uma figura de linguagem onde toma a parte pelo todo. Efésios 1:23 diz que Deus “preenche todas as coisas”, o que concorda com Atos 2:4.

Romanos 8.11 diz que o Espírito Santo mora ou reside em nós, assim como Efésios 3.17 diz que Cristo reside em nossos corações, da mesma forma que João 14.23 também fala da habitação em nós tanto do Pai, quanto do Filho. Nada disso faz com que o Pai e o Filho deixem de ser pessoas. O que dizer da legião de demônios que se apossou de uma só pessoa? Até mesmo as TJs defendem a personalidade dos demônios. Lançando mão de tal raciocínio tão pouco Satanás seria uma pessoa, pois diz a Bíblia que ele entrou em Judas (Lucas 22.3).

Fonte de pesquisa: “As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo”, David A. Reed; trad. de Marcelus Virgílius Oliveira e Valéria Oliveira. ‑ 2. ed. Rio de janeiro: JUERP, 1990.

 

 

Se não existe a palavra Trindade na bíblia, como ela pode ser bíblica?

Você Pergunta: Eu sei que a palavra trindade não existe na Bíblia, mas não tenho certeza de que a Bíblia fale realmente sobre ela. Minha pergunta é: Existem evidências bíblicas que mostrem que a doutrina da trindade é correta?

Resposta: A trindade é uma doutrina bíblica? Cara leitora, apesar de não termos a palavra trindade mencionada na Bíblia, podemos ver claramente a Trindade sendo apresentada a nós, tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento. Irei demonstrar isso a você citando alguns textos:

Observe no texto a seguir que na descrição da criação que estava sendo realizada, temos um verbo empregado no plural: “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança…” (Gn 1. 26). No próximo verso vemos a constatação de que “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gn 1. 27). Aqui vemos claramente o plural da trindade (nas palavras “façamos e nossa imagem”) e ao mesmo tempo a singularidade de um Deus único (nas palavras “criou Deus”).

Outra menção está em Gn 3:22: “Então, disse o SENHOR Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecedor do bem e do mal…”. Vemos novamente aqui a mesma pluralidade (nas palavras “como um de nós”) juntamente com a singularidade de um só Deus (nas palavras “então, disse o SENHOR Deus”). Ou seja, vemos indícios claros da trindade. Porém, até aqui não temos menção ou sugestão do número três da trindade. Mas essa questão muda no Novo Testamento.

Outra menção bíblica interessante é a do batismo de Jesus Cristo. Ali vemos claramente a menção da trindade: “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mt 3. 16-17). Observe bem que a trindade está presente naquele momento: Jesus, o filho (na água sendo batizado), Deus, o Pai (A voz que disse que Jesus era o Filho amado) e o Espírito Santo (descendo como pomba sobre Jesus).

Mas existem ainda mais evidências bíblicas sobre a trindade:

Em Mateus 28.19, Jesus ordenou o batismo de seus servos do seguinte modo: “batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”. Aqui fica bastante clara a trindade.

A promessa feita por Jesus Cristo, focando no que aconteceria depois de Sua morte, também aponta claramente para a trindade: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco” (Jo 14. 16). Note que no texto se menciona a trindade: O Filho clamando ao Pai pela vinda do Consolador que é o Espírito Santo.

Paulo também usa da figura da trindade, como fica evidente em uma de suas bênçãos à igreja em Corinto: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós.” (2Co 13. 13). Veja que é mencionado nesse texto Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo, ou seja, a trindade.

Assim, há elementos bíblicos suficientes para crermos na doutrina da trindade. É verdade que ela é uma doutrina de difícil compreensão para a nossa limitada capacidade, porém, esse fato não a anula e nem apaga o que, inquestionavelmente, dela se diz na Bíblia.

Enviado por André Sanchez em: #VocêPergunta

 

 

 

TJs: O Deus verdadeiro é três pessoas?

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Gênesis 18:1,2 – Yahweh lhe apareceu . …Tendo levantado os olhos, eis que viu três homens de pé… (A Bíblia de Jerusalém).

As testemunhas de Jeová acreditam que é impossível para o único Deus verdadeiro existir como três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Mas a Bíblia, em Gênesis 18 e 19, mostra Deus aparecendo a Abraão como três homens. Esta narração pode ser usada para ajudar  as  testemunhas  de  Jeová a ver  que mesmo o impossível (do ponto de vista humano) é possível para Deus. Discuta isto com elas como sugerimos aqui:

Na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas da So­ciedade Torre de Vigia, em Gênesis 18:1,2, Deus aparece a Abraão como três homens (os anjos). Abraão se dirige a eles como “Jeová” (v. 3). Quando os três homens respondem, o episódio é descrito alternativamente como “eles” falando (v. 9) e “Jeová” falando (v.13). Quando dois dos três homens se despedem para visitar Ló em Sodoma, Abraão continua a chamar aquele que permaneceu de “Jeová”, mas Ló se dirige aos outros dois como “Jeová” (Gên. 18:22‑28, 19:1‑18).

Por si mesma, esta consideração não prova a doutrina da Trindade. Mas, pelo menos, demonstra que é possível para Deus se manifestar como três‑em‑um. O fato de que este conceito está além do alcance total do intelecto humano não deve fazer com que as testemunhas de Jeová o anulem. Como escreveu o apóstolo Paulo “… agora só podemos ver e compreender um pouquinho a respeito de Deus, como se estivéssemos observando seu reflexo num espelho muito ruim; mas o dia chegará quando o veremos integralmente, face a face. Tudo quanto sei agora é obscuro e confuso, mas depois verei tudo com clareza, tão claramente como Deus está vendo agora mesmo o interior do meu coração” (I Cor. 13:12, Novo Testamento Vivo).

A argumentação acima pode ajudar a testemunha de Jeová a reconsiderar o conceito de um único Deus em três pessoas. (Veja também Isaías 9:6; João 1:1, 16:13; 1 Coríntios 6:19, 8:6; Colossen­ses 2:9;e Apocalipse 1:7,8.)

Fonte de pesquisa: “As Testemunhas de Jeová refutadas versículo por versículo”, David A. Reed; trad. de Marcelus Virgílius Oliveira e Valéria Oliveira. ‑ 2. ed. Rio de janeiro: JUERP, 1990.

 

 FONTE NEPEC.ORG

WWW.AVIVAMENTONOSUL.BLOGSPOT.COM