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escola domincal o professor e o aluno
escola domincal o professor e o aluno

                  O PROFESSOR E O ALUNO ESCOLA DOMINICAL    

                 ESCOLA DOMINICAL O PROFESSOR E O ALUNO 

O que é estudar? Seria apenas reler ou refazer o conteúdo de um livro ou explanação de um professor? Claro que não é tão simples assim! A maioria dos autores concorda que estudar consiste no processo de concentrar toda atenção em um fato, assunto ou objeto, com o fim de apreender-lhe a essência, funcionalidade, utilização, relações de causa e consequências. Estudar, de fato, exige certas aptidões intelectuais, tais como aprender a ver, ouvir, redigir, ler, memorizar e raciocinar.E, acima de tudo, estudar envolve prazer em aprender, conhecer. Isso depreendemos da própria origem etmológica da palavra estudo (studium), que indica ardor, zelo e aplicação. O termo estudante remete àquele que se aplica em algo, portanto, não faz apenas porque alguém mandou, mas possui um ardor próprio. Assim também pensava Comênios . 

“A escola, portanto, erra na educação das crianças quando elas são obrigadas a estudar a contragosto, [...] é imprescindível despertar nas crianças o amor pelo saber e pelo aprender [...]. Nas crianças, o amor pelo estudo deve ser suscitado e avivado pelos pais, pelos professores, pela escola, pelas próprias coisas, pelo método, pelas autoridades”.O problema é que os professores concentram a maior parte do tempo no conteúdo, acreditando que as habilidades cognitivas serão algo decorrente. Mas de acordo com Crawford W. Lindsey Jr, “se ensinarmos habilidades cognitivas, o conteúdo emergirá como um efeito colateral desejável e necessário”. Aí se sentirá o tal desejo de aprender. 

                                        I. Objetivo do estudo 

De modo geral podemos dizer que o estudo visa levar o indivíduo a alcançar a compreensão, obter informes ou conseguir eficiência em uma habilidade, referente a um fato. Pode-se dizer, também, que o estudo é uma atividade mental provocada por uma situação problemática, de natureza variada, que o indivíduo se propõe a resolver, superar ou dominar. 

Por que estudar? Devemos estudar simplesmente porque não há outro processo mais fácil e eficiente para se chegar ao saber. Todo aprendizado requer esforço e perseverança por parte do estudante. O estudo não precisa ser feito prioritariamente por meio de livros, isto é mediante a leitura de textos, às vezes, basta o estudante valer-se do diálogo ou conversação com um bom mestre. Assim se fazia nos tempos em que não existia a imprensa e em que a posse de manuscritos era um privilégio reservado a poucos.Portanto, o que caracteriza o estudo não é um grande esforço mental ou concentração atentiva na captação dos materiais a ser aprendido, mas a aptidão para vencer as dificuldades de compreensão, de um modo perseverante e sistemático, seja qual for o modo de consegui-lo. 

                                       II. Condições para o estudo 

Reiterando, estudar não é apenas ler trechos de um bom livro, copiar artigos da internet, ou compendiar conhecimentos prontos. Estudar requer muita concentração, tempo, ambiente apropriado, força de vontade e abnegação. Para que o professor de Escola Dominical estude com boas possibilidades de sucesso é preciso que algumas condições sejam atendidas, satisfatoriamente. Essas condições podem ser classificadas em extrínsecas e intrínsecas. Vejamos: 

                                        1. Condições extrínsecas 

 

As condições extrínsecas de estudos são aquelas que não se relacionam com a pessoa de quem estuda. Referem-se àquelas circunstâncias materiais e de ambiente, quais sejam: local, conforto, material de estudo, ordem, interrupções, períodos de estudo e horas de estudo. 

                                                     a) Local 

É importante que se estabeleça um local de estudo isolado do burburinho da rua ou da própria casa. É aconselhável que o local de estudo não seja utilizado para outros fins, tendo em vista estabelecer condicionamento propício às atitudes de estudo. Assim, o local de estudo não se deve prestar para outras práticas que não sejam com as relacionadas com o estudo. O local deve ser suficientemente iluminado, devendo vir à luz, tanto natural como artificial, da esquerda para a direita, com relação à posição do estudante. Sempre que possível, dar preferência a luz natural. É conveniente afastar da vista do estudante, coisas que lhe posam desviar a atenção, como fotos, revistas, televisão e mesmo evitar a permanência no local, de pessoas que, entretidas em outras atividades, possam roubar a atenção de quem deseja estudar. Não há dúvida, no entanto, que, segundo certas circunstâncias, música suave pode até ser estimulante para os estudos. 

                                                       b) Conforto 

O local de estudos requer condições mínimas de conforto e higiene, como cadeira e mesa de trabalho adequados, luminosidade e temperatura satisfatórias. Estes elementos, quando corretos, contribuem para diminuir a fadiga e aumentar a concentração mental. É conveniente que o estudante, quando sentado, conserve a coluna vertebral ereta e assuma uma postura física que permita o relaxamento dos músculos. Posição física incorreta pode, em pouco tempo, determinar cansaço muscular, acarretando, fatalmente, queda no rendimento intelectual. É claro que outros prejuízos físicos podem advir da má postura na cadeira. A iluminação, também, pode acarretar, quando inadequada, fadiga mental, além de outros prejuízos para a própria vista. 

                                                   Objetivo do estudo 

Todo estudo requer um mínimo de material informativo que permita esclarecimentos e aprofundamentos referentes aos temas estudados. Assim, claro é que, para estudar, é necessário que haja ao alcance das mãos, enciclopédias, dicionários de língua portuguesa e bíblico, atlas geográfico bíblico, concordâncias; manuais bíblicos... e compêndios, além dos elementos específicos em instrumentos ou livros, referentes ao tema que esteja sendo estudado. 

                                                        d) Ordem. 

Todo material de estudo deve estar separado e selecionado quanto ao tipo de informes que possa oferecer. Devem ser providenciadas fichas e pastas referentes a temas em geral e especificamente para cada tema, que contenham indicações bibliográficas, anotações, indicações de fontes de estudos, resumos e todo tipo de notas, a fim de não sobrecarregar a memória. 

Importante é que o material de estudo, seja de que natureza for, volte para seus respectivos lugares, a fim de ser evitada aquela perda de tempo com enervantes buscas à mínima consulta a ser feita ou à mínima necessidade de uso de instrumentos a ser levada a efeito.Importante, também, anotar as dúvidas, conceitos, comentários ou informações, logo que forem surgindo, não deixando para depois, quando poderá ser tarde, devido a possíveis falhas de memória. Quando estiver lendo e encontrar uma palavra que não conheça, sublinhe imediatamente e consulte o dicionário assim que puder. 

                                                 e) Interrupções. 

É aconselhável interromper o estudo aos primeiros sintomas de cansaço, com descanso de alguns minutos, pondo o corpo em movimento, respirando fundo ou relaxando os músculos, voltando, a seguir, ao trabalho. De pouco adianta teimar a continuar estudando, sentindo cansaço, porque haverá maior dispêndio de energia, com mínimo ou nenhum rendimento.É aconselhável, também, segundo condições pessoais, realizar interrupções nos trabalhos de estudo, de trinta em trinta minutos ou de hora em hora, para evitar que a fadiga maior se manifeste. Parece que é ideal a pausa de uns dez minutos, após um período de quarenta e cinco ou cinqüenta minutos de estudo.(notas artigo www.capad.com.br) 

                               O  ADULTO PRECISA SER INCENTIVADO 

Antes de iniciar a lição, o professor deve propiciar a seus alunos boas razões para continuarem assistindo suas aulas. Contar antes uma história interessante, uma ilustração curiosa, uma notícia de última hora ou uma experiência vivenciada por ele mesmo, constituem excelentes formas de incentivar o aluno. Ao escolher o elemento incentivador, o professor deve sempre levar em conta os interesses reais de seus alunos. Quais são as coisas que mais lhes interessam? Sobre que gostam de falar? Às vezes, é bom usar algum acontecimento do momento como ilustração, e assim relacionar a lição com eventos e atividades que estejam interessando os alunos na ocasião. 

Qualquer que seja essa incentivação, ela deve conduzir o pensamento, de maneira lógica e fácil, para a lição propriamente dita, relacionando o assunto à aspectos reais da vida. O relato de um acontecimento; a leitura de um texto paralelo da Bíblia; citações de outros comentaristas; apresentação de uma gravura, objeto etc. Estes são alguns dos variados recursos de que o professor de adultos pode dispor para vivificar o ensino e a aprendizagem, mediante sua aproximação com a realidade e com a atualidade.

  O adulto precisa ser compreendido, respeitado e valorizado 

O professor deve ouvir e dialogar com seus alunos, levantando as suas necessidades, procurando atendê-las dentro do possível, dedicando- -lhes tempo fora da classe da Escola Dominical. 

Há professores que se colocam num pedestal julgando-se “donos do saber”. Tais professores esquecem que seus alunos, independente da “escolarização”, possuem experiências de vida dignas de serem compartilhadas. O conhecimento que possuem, embora, às vezes, assistemático constitui matéria indispensável para o enriquecimento do conteúdo da aula. O professor jamais pode subestimar seus alunos. Deve tratá-los com respeito, valorizando sempre suas participações e compartilhamento de idéias. Todo professor deve conhecer e praticar o princípio do respeito e igualdade. Quando o aluno percebe que seu professor o respeita, sente-se aceito e desenvolve um relacionamento de respeito e admiração com aquele professor. Vendo-se no mesmo nível de igualdade que ele, o aluno expressa-se com mais facilidade, fica à vontade para expor suas dúvidas, fazer perguntas e conversar sobre suas idéias. Sente-se valorizado. Ele acredita que o professor não irá censurá-lo ou constrangê-lo com julgamentos sobre sua capacidade intelectual, mas irá ajudá-lo a se expressar melhor.

Lecionar para adultos pode ser um interessante desafio! Depende do professor 

Ao contrário do que se pensa, lecionar para adultos pode ser um grande desafio. Basta ser criativo, dinâmico e empreendedor. Um bom professor nunca fica satisfeito com seu trabalho. Procura sempre melhorar seu desempenho. Vive na busca constante do novo, de como criar novas expectativas em seus alunos. O ensino dinâmico é aquele que provoca nos alunos uma sensação de intensa vontade de aprender. Os adultos precisam saber que são produtivos e podem compartilhar suas idéias e experiências. Essas experiências, consideradas conteúdo dinâmico, podem até influenciar positivamente no amadurecimento de outras pessoas. Isto porque, geralmente, o adulto aprende, quando suas necessidades são satisfeitas ou quando o objeto de estudo tem significado pessoal para ele. Caso contrário, se vier a freqüentar as aulas, será simplesmente para cumprir um protocolo eclesiástico. Ou, quem sabe, arranjar uma boa ocupação para as manhãs de domingo. Você sente a chamada de Deus para essa obra? Reconhece a importância de sua tarefa? Esforça-se para seguir o exemplo de Jesus, o Mestre dos mestres?

Os comportamentos do professor e dos alunos estão, portanto, dispostos em uma rede de interações que envolvem comunicação e complementação de papéis, onde há expectativas recíprocas. Nessas interações é importante que o professor se coloque no lugar dos alunos para compreendê-los (empatia), ao mesmo tempo em que os alunos podem conhecer as opiniões, os propósitos e as regras que seu mestre estabelece para o grupo. Na interação há constantes trocas de influências. O professor, a cada momento, procura entender as motivações e dificuldades dos aprendizes, suas maneiras de sentir e reagir diante de certas situações, fazendo com que as interações em sala de aula continuem de modo produtivo, superando os obstáculos que surgem no processo de construção partilhada de conhecimentos.Assim, comportamentos como perguntar, expor, incentivar, escutar, coordenar, debater, explicar, ilustrar e outros podem ser expressos pelos alunos e pelo professor numa rede de participações onde as pessoas consideram-se reciprocamente, como interlocutores que constroem o conhecimento pelo diálogo.(notas atigo www.cpad.com.br)                                 

 

                               A INTERAÇÃO PROFESSORES E ALUNOS 

 Na interação entre professores e alunos, supõe-se que os mestres ajudem inicialmente os estudantes na tarefa de aprender, visto que esse auxílio logo lhes possibilitará pensar com autonomia. Para aprender, o aluno precisa ter alguém ao seu lado que o acompanhe nos diferentes momentos de sua aprendizagem. Por meio da interação estabelecida entre o professor (parceiro mais experiente e sensível) e o aluno, constroí-se novos conhecimentos, habilidades, competências e significações. 

Cabe ao professor conhecer seus alunos profundamente, afim de familiarizar-se com os modos por meio dos quais eles raciocinam. Conhecendo bem o pensamento dos alunos, o mestre estará em condições de organizar a situação de aprendizagem e, sobretudo, interagir com eles, ajudando-os a elaborar hipóteses a respeito do conteúdo em pauta, mediante constante questionamento. Desta forma, os estudantes poderão, aos poucos e com os próprios esforços, formularem conceitos e noções da matéria de estudo.

Quem é o adulto? Quais são suas necessidades, interesses e expectativas? 

 

 Segundo o dicionarista Aurélio, o termo “adulto” diz respeito ao “indivíduo que atingiu o completo desenvolvimento e chegou à idade vigorosa; que atingiu a maioridade.” No âmbito psicológico diz-se do “indivíduo que atingiu plena maturidade, expressa em termos de adequada integração social e adequado controle das funções intelectuais e emocionais.”

Além dos aspectos físicos e psicológicos, podemos também observá-lo pelo prisma social e espiritual. A maioria dos adultos está estabilizada na área financeira, familiar e social. Buscam coisas concretas e reais. Suas expectativas estão calcadas e fundamentadas em aspectos reais da vida. Época da mais completa manifestação da vida; tempo de grande produtividade, período em que se manifesta a maior capacidade de discernimento; sérias responsabilidades, amizades estáveis, grande ambição e força de vontade. Também de comodismo espiritual, no sentido de imaginar que já sabem tudo que diz respeito as coisas espirituais. Como atingi-los com o ensino bíblico? Como motivá-los ao estudo da Palavra? Como reverter o quadro de estagnação e rotina?

Para melhorarmos a qualidade do ensino ajustado aos adultos, precisamos conhecer suas necessidades, preferências, expectativas e, principalmente, de que modo se disponibilizam à aprendizagem. Vejamos: 

O adulto precisa envolver-se totalmente no processo ensino-aprendizagem. A participação ativa dos alunos constitui fator essencial à aquisição e principalmente a retenção do conteúdo da lição. O professor deve “abrir espaço” para seus alunos contarem suas próprias experiências relacionadas aos aspectos essenciais da lição. Todo ensino tem de ser ativo, e toda aprendizagem não pode deixar de ser ativa, pois ela somente se efetiva pelo esforço pessoal do aprendiz, visto que ninguém pode aprender por alguém. O professor deve solicitar, quer no início, quer no decurso de qualquer aula, a opinião, a iniciativa, o trabalho do aluno.

 

                  O adulto também requer métodos flexíveis e variados 

Não devemos tornar nossos métodos tão rígidos a ponto de não admitirmos meios de comunicação mais práticos e flexíveis. Por exemplo, o método de preleção ou exposição oral, embora muito criticado, é o preferido, principalmente pelos professores de adultos. Neste método, o professor fala o tempo todo e, às vezes, responde algumas poucas perguntas. Dentre as desvantagens do uso exclusivo deste método, destacam-se duas: 1) A preleção “centraliza o ensino na figura do professor, exigindo pouco ou nenhum preparo da lição por parte dos alunos”. 2) Este método, “não permite que o professor dê atenção especial a todos os alunos, obrigando-o, em alguns casos, a nivelar a aula, por mera suposição.” (Como tornar o ensino eficaz, CPAD) 

Precisamos diversificar nossos métodos e adequá-los eficientemente às novas circunstâncias. Ou seja, mudar a maneira de comunicar uma verdade sem alterá-la.Um dos maiores problemas do ensino na ED, atualmente, independente de faixa-etária, é a inadequação dos métodos de ensino. Os métodos (quando são usados) são escolhidos sem objetivar o aluno e a transformação de sua vida. O professor deve ser criterioso ao escolher o método que irá usar em sua classe.Cada situação específica requer um método apropriado.

 

                                 O adulto também precisa de novidades 

O professor deve cultivar sempre o senso de “novidade”. Deve criar um ambiente de constante expectativa do “novo”, do atraente, da curiosidade. O adulto quer livrar-se do tédio e da monotonia. Ele deseja entrar em atividade e demonstrar que é habilidoso e criativo.  O conteúdo da revista (informações e aplicações) por mais enriquecedor e profundo que seja não é suficiente, até mesmo em função do pouco espaço para desenvolvê-lo. Os alunos sempre esperam que o professor transmita à classe informações complementares.O professor que simplesmente reproduz enfadonha e rotineiramente o conteúdo da revista, sem empreender o esforço da pesquisa, está irremediavelmente fadado ao fracasso. 

Muitos professores por não dominarem o conteúdo, chegam até ser intransigentes, acolhendo com olhar de desagrado a mínima participação da classe, ou interrupção de sua preleção. Temem, na verdade, que o aluno faça perguntas que não estejam atreladas direta ou indiretamente às suas idéias pré-concebidas ou estruturas mentais arrumadas. Isto evidencia indubitavelmente, total despreparo e descuidado com o ministério de ensino. “O professor deve conhecer muito bem o assunto que está ensinando. Um fraco domínio do conteúdo resulta num ensino deficiente” (John Milton Gregory).A Palavra diz que aqueles que possuem o dom de ensinar devem esmerar-se em fazê-lo: “... se é ensinar, haja dedicação ao ensino” (Rm 12.7b).(notas,www.cpad.com.br) 

              Chamada para o ensino e o desafio da globalização

 

Atualmente, os que almejam cumprir o chamamento do Senhor para o ensino eclesiástico, hão de encarar desafios bem diferentes daqueles enfrentados por mestres do passado. Um mundo, que apesar de ultra-moderno, informatizado e globalizado, encontra-se cada vez mais distante, alienado de Deus.O educador cristão precisa conscientizar-se de que estamos vivendo em uma época de revolução de conceitos, idéias, princípios, juízos e valores; de mudanças tão profundas e de proporções tão amplas que nem sequer podemos mensurá-las. Dentre tantas situações novas que marcam esta época e acentuam nossos desafios, pelo menos três merecem destaque: o acelerado avanço tecnológico; a conspiração silenciosa da violência e o avassalador liberalismo teológico que campeia muitos de nossos educandários e até igrejas. 

                                             O avanço tecnológico

 

Nesse mundo pós-moderno, as notícias circulam em tempo real, os celulares estão por toda parte; computadores e Internet já são coisas triviais. Não há como imaginar a humanidade sem controle remoto, secretárias eletrônicas, DVDs, televisão a cabo ou via satélite. Estamos numa época de generalizada confusão entre digital e analógico, experiências genéticas sem controle e acelerado desenvolvimento científico. As pessoas olham para o passado com perplexidade e para o futuro com desconfiança. Como fazer com que parem para refletir em meio a tudo isso? Como conduzi-las a uma introspecção? Como fazer com que tenham interesse por Deus e sua promessa de vida eterna? Como pregar a Palavra de Deus para essas pessoas? Indubitavelmente, é um grande desafio!

 

                                  A violência na era pós-moderna 

A violência é outro grande inimigo a ser vencido na era pós-moderna. Desde tempos remotos, o ser humano utiliza-se de diversos meios e instrumentos a fim de exercer sua força bruta e satisfazer sua sede de poder e ganância, dominando seus semelhantes e usurpando suas riquezas materiais, espirituais e morais. Nestes últimos tempos, este problema social tem se propagado de forma engenhosa e sutil, ocasionando medo, crueldade e indiferença. Antigamente, o homem se limitava a disputar terras, agora, sua ganância e cobiça têm destruído a natureza, seus semelhantes, sua família e a si próprio. Se, antes, utilizava-se de métodos refinados e tênues para isso, hoje emprega os mais grotescos e animalescos.

É urgente a necessidade de reconstruirmos novos alicerces, princípios e objetivos, tanto para a família quanto para a sociedade, fundamentados na Palavra de Deus. Somente o Evangelho pode transformar o homem, tornando-o uma nova criatura em Cristo Jesus por intermédio do Espírito Santo.Além disso, neste período conturbado de globalização e liberdade de pensamento, a igreja ainda enfrenta outro grande desafio: o liberalismo teológico, que procura conciliar a fé em Deus com os postulados do Racionalismo